A realização frequente de exames de saúde e o acompanhamento médico regular são fundamentais para detectar p...

Cuidados com o coração devem começar já na infância

 
 

A realização frequente de exames de saúde e o acompanhamento médico regular são fundamentais para detectar problemas cardiovasculares entre jovens. Geralmente nesta faixa etária, muitos sintomas passam despercebidos ou são mais discretos, o que acaba atrasando o diagnóstico e prejudicando o tratamento.

Todos deveriam fazer a avaliação médica e exames complementares desde cedo. Aos cinco anos, já seria interessante fazer um exame, para se ter ideia de como são os índices de colesterol e glicose basal da pessoa, e ir acompanhando como vai ser essa curva no decorrer da vida.

Entre a infância e a adolescência, índices como triglicerídeos e colesterol passam por variações. Isso se deve especialmente ao período em que o paciente jovem incorpora hábitos da família, sejam eles alimentares ou comportamentais.

Além dos hábitos alimentares, também se enquadra na questão comportamental dos jovens o consumo de álcool e drogas (ilícitas e medicamentos), que influenciam na saúde cardiovascular. Quando o paciente é muito novo - com idade abaixo dos 40 anos - o infarto acontece mais por drogas. 

Com a ocorrência frequente de obesidade, hipertensão, diabetes, colesterol e outras doenças entre crianças, as recomendações sobre a prática de exercícios e uma dieta saudável ganham destaque, já que hábitos da infância e juventude interferem na saúde da vida adulta. O entupimento da artéria começa na adolescência. É como se fosse uma poupança de gordura que a pessoa vai fazendo desde criança e a cardiopatia vai estourar lá nos 40 anos.

A gordura que se acumula nas veias não se desfaz no corpo. Não existem medicamentos ou atividades físicas que reduzam ou derretam a gordura que a pessoa tem nas artérias. Uma vez consumida e estacionada na artéria, a gordura nunca mais sairá de lá. Por isto, os maus hábitos alimentares e de atividades são como uma poupança de doenças do coração.

Os fatores genéticos são maioria entre as causas de doenças cardiovasculares entre jovens. "Uma das mais preocupantes é a miocardiopatia hipertrófica, que é um espessamento do músculo cardíaco, um desarranjo das fibras cardíacas. O paciente já nasce com a doença e às vezes o diagnóstico é feito em idade mais avançada.

Também estão entre os problemas que já nascem com os pacientes as arritmias, doenças de má formação cardíaca e problemas nas válvulas. Uma questão comum na infância é as crianças desenvolverem amigdalite e depois degenerações nas válvulas.

Prestar atenção e agir de forma preventiva é o ponto de partida para evitar que crianças tenha problemas cardíacos.

A Organização Mundial da Saúde define a Reabilitação Cardíaca (RC) como sendo “o conjunto das intervenções necessárias para fornecer ao d...

Aspectos da Reabilitação Cardiovascular


A Organização Mundial da Saúde define a Reabilitação Cardíaca (RC) como sendo “o conjunto das intervenções necessárias para fornecer ao doente cardíaco uma condição física, psicológica e social tão elevadas quanto possível, de forma que os doentes com patologia crônica ou pós aguda possam, pelos seus próprios meios, preservar ou retomar o seu lugar na sociedade”.

Pryor e Webber (2002) relatam que, durante os anos 50, os programas de reabilitação envolviam principalmente pacientes com doença arterial coronariana acometidos pelo Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). Nessa época, baseados no pressuposto de que a inércia facilitaria o processo de cicatrização, os médicos recomendavam repouso de três semanas.

Com o passar do tempo, observou- se que o repouso prolongado no leito resultava em alguns efeitos deletérios e a atividade física promovia vantagens. Uma vez que o exercício físico pode aumentar a capacidade da função cardiovascular e diminuir a demanda de oxigênio miocárdico para um determinado nível de atividade física.

Hoje, os pacientes saem do leito hospitalar após poucos dias da admissão, retornam para casa 7 a 10 dias depois de disfunções IAM. Além disso, a RC foi ampliada e passou a envolver pacientes acometidos por outras cardiopatias, bem como aqueles em recuperação de angioplastia coronariana ou cirurgia cardíaca.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (2004), a reabilitação cardíaca permite aos cardiopatas retornar, o quanto antes, à vida produtiva e ativa, a despeito de possíveis limitações impostas pelo seu processo patológico, pelo maior período de tempo possível. Além de restaurar, nesses pacientes, sua melhor condição fisiológica, social e laborativa; prevenir a progressão, ou reverter o processo aterosclerótico, nos pacientes coronariopatas; reduzir a morbimortalidade cardiovascular e melhora da sintomatologia de angina de peito, ou seja, aumentar a quantidade e a qualidade de vida com relação a custo/efetividade conveniente.

Segundo Dias, Matta e Nunes (2006), o início da terapia de reabilitação cardíaca é definido pela equipe médica, levando em consideração a evolução do paciente, baseado na classificação de Killip-Kimball, que é uma classificação de gravidade baseada em evidências da presença de insuficiência cardíaca ou choque cardiogênico.

Visto aqui

1.  IDENTIFICAÇÃO - Dados pessoais (nome, data de nascimento, idade, sexo, raça e estado civil); profissão atual e anterior; instrução esc...

Como fazer uma avaliação em Fisioterapia Cardiológica












1. IDENTIFICAÇÃO

- Dados pessoais (nome, data de nascimento, idade, sexo, raça e estado civil); profissão atual e anterior; instrução escolar; diagnóstico médico.

2. ANAMNESE

OBS.: Importante a compreensão da doença, participação da família e alvos do paciente. 

- Queixa principal e sua duração.

- HMP e HMA.

- Fatores de risco (tabagismo, diabetes mellitus, dislipidemia, HAS, sexo masculino, mulheres pós-menopausa, obesidade, sedentarismo, estresse, uso de anticoncepcionais, história familiar – mulheres, doença cardíaca <65 anos e homens, doença cardíaca <55 anos).

- Medicamentos.


3. EXAME FÍSICO                   


- Sinais vitais (PA, FC e FR).

- Altura e Peso.

- Ausculta cardíaca e respiratória.

- Inspeção (Postura (anterior, lateral e posterior), marcha, pele e anexos, cicatriz, expressão facial, edema, etc.).

- Palpação (tórax, cintura escapular, coluna vertebral, incisão cirúrgica, cicatriz, retrações e força musculares (MMSS, MMII e tronco)).

- Avaliação dinâmica na fase I (cuidados pessoais e deambulação monitorizada – FC, PA, ECG, sintomas e bulhas cardíacas). 

3.1. Ausculta cardíaca

1ª BULHA: A primeira bulha é formada pelo fechamento das valvas mitral e tricúspide, uma vez que, as valvas aórtica e pulmonar ao se abrirem não produzem ruído. 

2ª BULHA: A segunda bulha é resultante do fechamento das valvas aórtica e pulmonar, pois a abertura das valvas mitral e tricúspide não produz ruído audível.

3ª BULHA: A terceira bulha, ou bulha ventricular, ocorre entre 120 e 180 mseg após a 2ª bulha, é um som mais amplo e apagado. Pode ser encontrado em adolescentes sadios e em crianças, porém pode representar um grave acometimento do ventrículo esquerdo ou direito (IC em adultos). A terceira bulha é explicada pelo choque do sangue de encontro à parede flácida do ventrículo deficiente. 

4ª BULHA: A quarta bulha ou bulha atrial, ocorre antes da 1ª bulha, isto é, um som pré-sistólico, débil apagado e surdo resultante da maior força do átrio em ejetar o sangue em direção ao ventrículo no final da sístole atrial, e encontrando a valva atrioventricular parcialmente fechada. Este tipo de bulha aparece na IC, hipertensão e doença da valva aórtica. 

- Focos da ausculta cardíaca: 

a. Válvula aórtica: 2º EICD, paraesternal;

b. Válvula pulmonar: 2º EICE, paraesternal;

c. Válvula tricúspide: 4º-5º EICD, paraesternal;

d. Válvula bicúspide: 5º-6º EICE, linha hemiclavicular.

Pressão arterial alta (hipertensão arterial) geralmente não apresenta sinais ou sintomas clínicos, mas com o tempo pode promover lesões no...

Hipertensão arterial e suas principais complicações



Pressão arterial alta (hipertensão arterial) geralmente não apresenta sinais ou sintomas clínicos, mas com o tempo pode promover lesões no coração, vasos sanguíneos, rins, cérebro e outras partes do seu corpo.

As consequências da hipertensão não controlada incluem:

Acidente Vascular Cerebral (AVC): também conhecido como derrame, o risco de ter um AVC aumenta de 4 a 6 vezes com a hipertensão, enfraquecendo as artérias do cérebro (que podem romper ou ocluir). 77% das pessoas que tiveram um primeiro AVC sofrem de hipertensão arterial.

Ataque cardíaco: Os danos causados nas artérias por consequência da hipertensão podem levar a aterosclerose, que por sua vez pode resultar em oclusões das mesmas. 69% das pessoas que tiveram um primeiro ataque cardíaco sofrem de hipertensão arterial.

Insuficiência cardíaca: a elevada pressão arterial cria condições para que haja estreitamento das artérias, aumentando o trabalho do coração, fazendo com que o mesmo engrosse suas paredes e se dilate. Ao longo do tempo o aumento do coração pode causar redução no fornecimento de fluxo de sangue para o corpo. 75% das pessoas que possuem insuficiência cardíaca congestiva sofrem de hipertensão.

Insuficiência renal: Os rins recebem um alto volume de sangue através dos densos vasos sanguíneos e a hipertensão descontrolada pode causar uma limitação nessas artérias. A consequência é o seu enfraquecimento ou endurecimento, de modo que os rins acabam perdendo sua capacidade de filtrar ou regular a quantidade de fluídos, hormônios, ácidos e sais no sangue. À medida que mais artérias ficam comprometidas os rins eventualmente falham. Hipertensão arterial é a segunda maior causa de insuficiência renal.

Perda de visão: A elevada pressão arterial alta pode causar sangramento nos vasos sanguíneos oculares. O nervo ótico pode inchar, reduzindo a acuidade da visão. A única maneira de tratar a retinopatia hipertensiva (lesão vascular da retina) é controlando a pressão arterial. Danos causados por hipertensão são cumulativos, portanto quanto mais tempo o individuo passa sem tratamento, maior será a probabilidade de danos permanentes.



Fonte: Health after 50

A isquemia do miocárdio é a causa mais comum de distúrbios no ritmo cardíaco. E um dos tipos conhecidos é a Isquemia Silenciosa. É uma síndr...

Tipos de Isquemia Silenciosa


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A isquemia do miocárdio é a causa mais comum de distúrbios no ritmo cardíaco. E um dos tipos conhecidos é a Isquemia Silenciosa.

É uma síndrome coronariana em que não há manifestação clínica anginosa, durante o episódio isquêmico. Divide-se em três tipos:

Tipo I: Tipo menos comum que ocorre nos pacientes com lesões obstrutivas e que nunca apresentaram nenhum episódio anginoso.

Tipo II: Tipo que é diagnosticado após o infarto agudo.

Tipo III: Tipo mais comum, em que há alternância entre episódios isquêmicos sintomáticos, seja do tipo angina estável, instável ou Prinzmetal, e episódios silenciosos.

Durante o teste ergométrico poderão ocorrer alterações isquêmicas sem o aparecimento de sintomas anginosos. É estimado que metade dos pacientes com angina sofra episódios isquêmicos silenciosos, sendo que nos diabéticos essa prevalência deva ser maior. Os mecanismos que estariam envolvidos na ausência de sintomas durante a isquemia não estão bem claros ainda, algumas propostas seriam:

- Neuropatia autonômica nos diabéticos.

- Maior resistência à dor de uma forma geral.

- Aumento da produção de endorfinas nos hipertensos (por possuírem uma maior incidência de isquemia silenciosa que os normotensos).

- Episódios silenciosos seriam menos graves que os anginosos (os receptores de dor não seriam estimulados por agressões menores).

- Pesquisas recentes sugerem a hipótese de não ser a nível periférico a alteração da sensação dolorosa, mas a nível cerebral (córtex frontal).

Quanto ao tratamento alguns autores utilizam as mesmas drogas usadas na doença coronariana em sua forma sintomática, para prevenir os episódios de isquemia silenciosa. A terapia mais eficaz para tratar a isquemia silenciosa não é ainda claramente definida; as experimentações em curso fornecerão a orientação para a gerência futura.

A palavra aneurisma vem do grego e quer dizer dilatação. O aneurisma cerebral é portanto um alargamento, uma dilatação anormal da parede...

Aneurisma cerebral: conceito, sintomas e causas

http://www.tumedico.com.ve/administrador/images/News/sexo-causa-romp-aneurisma-cerebral2.jpg


A palavra aneurisma vem do grego e quer dizer dilatação. O aneurisma cerebral é portanto um alargamento, uma dilatação anormal da parede da artéria. O aneurisma cerebral também é chamado de aneurisma intracraniano, ou aneurisma no cérebro.

O aneurisma cerebral é descoberto normalmente quando ocorre o seu rompimento, causando uma hemorragia cerebral, um sangramento no cérebro, chamado também de hemorragia subaracnóide, ou subaracnoidea, e de AVCH (acidente vascular cerebral hemorrágico) que pode ser grave, fatal, e causar importantes sequelas. A mortalidade de um sangramento secundário a um aneurisma cerebral é alta, 10 a 15% dos casos não chegam ao hospital a tempo, não sobrevivem até receber um primeiro atendimento, outros 50 % podem não resistir até após um mês da ocorrência do sangramento

O tratamento do aneurisma cerebral consiste nas medidas para parar o sangramento cerebral e diminuir as sequelas neurológicas, mas o melhor tratamento quando possível é o de evitar o rompimento deste aneurisma cerebral, através da cirurgia de clipagem deste aneurisma, com uma microneurocirurgia, ou a embolização através de cateterismo, por angiografia cerebral digital, quando molas são colocadas na região interna do aneurisma cerebral.

Os sintomas do aneurisma cerebral roto (hemorragia cerebral) são:

– Dor de cabeça aguda, forte, chamada cefaleia sentinela, pois ela avisa de uma possivel ruptura do aneurisma cerebral, descrita como a pior dor de cabeça da vida da pessoa, caracterizada por um início súbito, explosivo, rapidamente progressiva, diferente das dores de cabeça habituais do indivíduo. A cefaleia é chamada no ingles de thunderclap headache, traduzida como cefaleia do trovão ou trovoada, pois a dor de cabeça é tão forte e aguda que lembra mesmo o paciente de uma paulada na cabeça.

– Desmaio, perda da consciencia

– Nausea, vomitos

– Visão dupla ou borramento visual

– Pupilas dilatadas

– Pescoço duro, rígido

– Perda de força em uma metade do corpo

Os sintomas do aneurisma cerebral não roto, quando não ocorreu a ruptura ou sangramento são:

– alteração visual, da fala,

– mudanças de comportamento, perda de memoria, concentração

– perda da coordenação, equilíbrio

– cefaleia do esforço

As causas do aneurisma cerebral são diversas, mas todas envolvem uma fraqueza da parede da artéria. Isto ocorre por aterosclerose, envelhecimento, predisposição e doençasw que podem afetar as artérias como doenças inflamatórias, infecciosas e reumáticas. Os aneurismas cerebrais podem ser congênitos, quando são também de origem familiar, genética.

Os fatores de risco para aneurisma cerebral são: história na família de aneurisma cerebral, sexo feminino (duas vezes mais na mulher que no homem). Negros e orientais podem ter mais aneurismas cerebrais que broncos. Fatores de risco para doença cardiovascular como a hipertensão (pressão alta) e o tabagismo também são importantes

Fonte

A reabilitação cardíaca permite aos cardiopatas retornar, o quanto antes, à vida produtiva e ativa, a despeito de possíveis limitações im...

Seja um fisioterapeuta na cardiologia atualizado



A reabilitação cardíaca permite aos cardiopatas retornar, o quanto antes, à vida produtiva e ativa, a despeito de possíveis limitações impostas pelo seu processo patológico, pelo maior período de tempo possível. Além de restaurar, nesses pacientes, sua melhor condição fisiológica, social e laborativa; prevenir a progressão, ou reverter o processo aterosclerótico, nos pacientes coronariopatas; reduzir a morbimortalidade cardiovascular e melhora da sintomatologia de angina de peito, ou seja, aumentar a quantidade e a qualidade de vida com relação a custo/efetividade conveniente.

Para atingir todos esses objetivos, o profissional de fisioterapia que trabalha na cardiologia precisa estar bem preparado para executar os recursos existentes.  O Cd de Fisioterapia na Cardiologia, dos Cds Universitarios, tem artigos e matérias que facilitam essa atualização do profissional.

Nos pacientes cardiopatas, programas de condicionamento físico resultam em melhora da capacidade funcional, além de redução da frequência cardíaca, pressão arterial sistólica e da concentração plasmática de catecolaminas em intensidades submáximas de exercício. E o Fisioterapeuta pode ajudar muito nesse processo.

Saiba mais sobre esse Cd de Fisioterapia na Cardiologia.

É uma síndrome coronariana em que não há manifestação clínica anginosa, durante o episódio isquêmico. Divide-se em três tipos: ...

Saiba mais sobre a isquemia silenciosa

http://www.luizmotivador.com/arquivos_imagem/not_arquivo_1352052316.jpg

É uma síndrome coronariana em que não há manifestação clínica anginosa, durante o episódio isquêmico. Divide-se em três tipos:

Tipo I: Tipo menos comum que ocorre nos pacientes com lesões obstrutivas e que nunca apresentaram nenhum episódio anginoso.

Tipo II: Tipo que é diagnosticado após o infarto agudo.

Tipo III: Tipo mais comum, em que há alternância entre episódios isquêmicos sintomáticos, seja do tipo angina estável, instável ou Prinzmetal, e episódios silenciosos.

Durante o teste ergométrico poderão ocorrer alterações isquêmicas sem o aparecimento de sintomas anginosos. É estimado que metade dos pacientes com angina sofra episódios isquêmicos silenciosos, sendo que nos diabéticos essa prevalência deva ser maior. Os mecanismos que estariam envolvidos na ausência de sintomas durante a isquemia não estão bem claros ainda, algumas propostas seriam:

- Neuropatia autonômica nos diabéticos.

- Maior resistência à dor de uma forma geral.

- Aumento da produção de endorfinas nos hipertensos (por possuírem uma maior incidência de isquemia silenciosa que os normotensos).

- Episódios silenciosos seriam menos graves que os anginosos (os receptores de dor não seriam estimulados por agressões menores).

- Pesquisas recentes sugerem a hipótese de não ser a nível periférico a alteração da sensação dolorosa, mas a nível cerebral (córtex frontal).

Quanto ao tratamento alguns autores utilizam as mesmas drogas usadas na doença coronariana em sua forma sintomática, para prevenir os episódios de isquemia silenciosa. A terapia mais eficaz para tratar a isquemia silenciosa não é ainda claramente definida; as experimentações em curso fornecerão a orientação para a gerência futura.

O embasamento teórico das ações do Fisioterapeuta tem que vir de livros e artigos cientificos da área. É a forma mais fácil de atualização ...

Dica para profissionais: 2 livros sobre Fisioterapia na Cardiologia


http://ibrhospital.com.br/wp-content/uploads/2013/06/1297358401.jpg

O embasamento teórico das ações do Fisioterapeuta tem que vir de livros e artigos cientificos da área. É a forma mais fácil de atualização e a mais utilizada. Quando eu precisei me atualizar ara atuar com Fisioterapia na Cardiologia, recorri a livros que me deram esse suporte e pude tirar minhas duvidas com as intercorrências que poderiam acontecer.

Abaixo, indico dois livros que podem ajudar os profissionais a entender melhor o que ocorre com o paciente para poder tratá-lo da melhor forma possível.  É só clicar em cima deles para se ter maiores informações. Os dois são excelentes

Livro - Fisioterapia em Cardiologia - Da Unidade de Terapia Intensiva à Reabilitação


Livro - Fisioterapia em Cardiologia: Aspectos Práticas


O segundo livro é da fisioterapia da sociedade paulista de cardiologia e é praticamente uma bíblia sobre o assunto.

Espero que vocês tenham gostado. Até a próxima.

A doença cardiovascular (DCV) é a principal causa de morte nos Estados Unidos e no mundo. Por lá, estima-se que 62 milhões de no...

As 3 principais alterações cardiovasculares e saiba como controlá-las



A doença cardiovascular (DCV) é a principal causa de morte nos Estados Unidos e no mundo. Por lá, estima-se que 62 milhões de norte-americanos sejam afetados por alguma alteração cardiovascular e cerca de 600.000 pessoas morram a cada ano devido a essas alterações. Dentre muitos tipos, pressão arterial alta, colesterol elevado e acidente vascular cerebral (AVC) são as manifestações clínicas mais comuns das patologias cardiovasculares. Veja o que podemos fazer para preveni-las.

Redução da pressão arterial

Hipertensão arterial, ou pressão alta, é um grande fator de risco para doenças cardíacas, bem como para causar um AVC. Mesmo sem notar algum efeito, estima-se que 36 milhões de pessoas nos EUA não tenham sua pressão arterial sob controle.

Diversos medicamentos existem no mercado para controle da pressão arterial. Eles possuem diferentes mecanismos de ação prescritos para diferentes níveis de hipertensão.  No entanto, os medicamentos anti-hipertensivos apresentam efeitos colaterais, incluindo, mas não limitados a:

  • Aumento da micção
  • Mãos e pés frios
  • Tontura
  • Erupções
  • Tosse
  • Dor de cabeça
  • Prisão de ventre

Para a maioria das pessoas, esses efeitos secundários são toleráveis ou aliviados pela alteração dos medicamentos anti-hipertensivos. Porém, mais importante do que o controle dos efeitos colaterais, está o controle da própria pressão arterial. Indivíduos hipertensos devem adotar um estilo de vida que favoreça o efeito hipotensor – ou em palavras mais simples, que reduza a pressão arterial. Parar de fumar, dieta com pouco de sal, bom consumo de vegetais e frutas, 30 minutos de atividade física diária, baixa ingestão de álcool, alternativas naturais aos medicamentos anti-hipertensivos, utilização de produtos naturais como o extrato de Green coffee (devido ao seu alto teor de ácidos clorogênicos), são alguns fatores que podem ser implantados na vida de um hipertenso.

Estudos que utilizaram extrato de Green Coffee em indivíduos hipertensos reduziram significativamente a pressão arterial, quando associado a um estilo de vida saudável. Coleus forskohlii é um lipolítico natural com efeitos anti-hipertensivos, pois seu componente, a forscolina, ativa um mensageiro dentro da célula  que leva ao relaxamento do músculo cardíaco.

Além de alternativas naturais, o magnésio é um mineral que, em baixas concentrações no organismo, é associado com hipertensão, inflamação vascular e inflamação endotelial. Outro mineral muito importante para a boa saúde cardiovascular é o potássio, que pode ser adquirido através da ingestão de proteínas magras, legumes, frutas e verduras.

Colesterol controlado

Há muito tempo o colesterol elevado é o alvo principal na prevenção e controle de doenças cardiovasculares. Um perfil lipídico alterado – baixo HDL, e LDL e triglicerídeos elevados – contribui para alterações na parede das artérias, como agregação de placas de gordura, perda da integridade, entre outros. Na medicina tradicional, o uso de estatinas é amplamente difundido por atuar na inibição da enzima HMG CoA redutase, peça chave na produção de colesterol pelo fígado. Seus efeitos adversos, normalmente, são dores musculares e elevação das enzimas hepáticas, além da redução dos níveis da coenzima Q10, importante componente do metabolismo celular que atuação desde a musculatura até a nível cerebral.

O hexaniacinato de inositol é um composto de niacina com inositol, que reduz a LDL (o colesterol "ruim") e os triglicerídeos, elevando os níveis de HDL (o "bom" colesterol). Os fitosteróis, estruturas semelhantes à do colesterol e encontrados em grãos, nozes, sementes, frutos e óleos vegetais, conseguem inibir a absorção intestinal de colesterol em 50%, por competir por espaços entre as micelas (estruturas redondas formadas para transportar os lipídeos no sangue).

Tratamento e prevenção AVC

Causado por um vaso bloqueado ou estourado dentro ou fora do cérebro, o AVC mata cerca de 130 mil americanos por ano. Uma vez que esse acontecimento pode causar alterações funcionais (perda da fala, visão, movimento, etc), sua prevenção é muito importante.

O fibrinogênio é uma proteína do sangue que tem muitas funções no processo de coagulação do sangue e níveis elevados podem diminuir o fluxo do mesmo. A utilização de produtos naturais como a cúrcuma e a nattokinase são alternativas aos medicamentos tradicionalmente utilizados, como a varfarina, por exemplo. Ácidos graxos ômega 3 derivados de peixes de água fria têm sido associados com uma diminuição do risco de acidente vascular cerebral trombótico em homens e mulheres.

As terapias naturais podem ser utilizadas a fim de prevenir tais patologias, ou em conjunto com outros protocolos tradicionais, para tratar emergências ou situações que requerem um tempo maior para recuperação do organismo. Converse com seu médico ou nutricionista sobre qualquer alteração que quiser fazer em seu tratamento, caso tenha alguma dessas alterações cardiovasculares. Se não for seu caso, preveni-las com hábitos de vida saudáveis e alimentação adequada, reparando alguns nutrientes que possam, porventura, faltar, é sempre o melhor caminho.

Referência

Barker, J. Beat the Top Three Cardiovascular Killers. Disponível em: http://goo.gl/r5Hb8M

Fonte


A Hipertensão Arterial ou pressão alta ocorre quando a pressão que o sangue exerce nas paredes das artérias para se movimentar é muito for...

Indícios de hipertensão secundária


http://www.maceio.al.gov.br/wp-content/uploads/admin/imagem/2014/06/hipertensao-5279555a3def2.jpg

A Hipertensão Arterial ou pressão alta ocorre quando a pressão que o sangue exerce nas paredes das artérias para se movimentar é muito forte, fi cando acima dos valores considerados normais. Apesar de o valor normal de pressão arterial ser de 120x80 mmHg, considera-se que a pressão esteja alta apenas quando os valores forem superior a 140x90 mmHg.

Durante a avaliação de um paciente hipertenso, alguns achados da anamnese e do exame físico servem como indício de que causas secundárias podem estar presentes. Nestes casos, uma abordagem direcionada e criteriosa permite um correto diagnóstico, evitando os exames muitas vezes desnecessários e caros na investigação de hipertensão secundária.

 Indícios de hipertensão secundária

  • Início de hipertensão antes dos 30 anos ou após os 50 anos de idade
  • Hipertensão arterial refratária à terapia
  • Relatos de roncos frequentes, pausas respiratórias frequentes durante a noite e sonolência diurna
  • Aumento de creatinina sérica
  • Exame de urina anormal (proteinúria ou hematúria)
  • Uso de fármacos e drogas que podem elevar a pressão arterial
  • Fácies ou biótipo de doença que cursa com hipertensão: doença renal, hipertireoidismo, acromegalia, síndrome de Cushing
  • Presença de sopros abdominais
  • Assimetria de pulsos femorais
  • Hipopotassemia espontânea (< 3 mEq/L)
  • Tríade de feocromocitoma: palpitações, sudorese e cefaléia de aparecimento concomitante e em crises

 

Causas de Hipertensão Secundária

As principais causas de hipertensão secundária estão na Tabela 7.

  • Síndrome da apnéia obstrutiva do sono
  • Doença renal crônica
  • Hipertensão renovascular
  • Aldosteronismo primário
  • Coarctação da aorta
  • Síndrome de Cushing
  • Hipertensão induzida por drogas
  • Uropatia obstrutiva
  • Feocromocitoma
  • Doenças da tireóide ou paratireóide

Uma das especialidades que mais cresce na nossa profissão é a Fisioterapia aplicada a Cardiologia. Cada vez mais fisioterapeutas estão inser...

Fisioterapia aplicada à Cardiologia está em crescimento

http://www.fisiocefis.com.br/2012/wp-content/uploads/2012/04/fisioterapia-idosos.jpg

Uma das especialidades que mais cresce na nossa profissão é a Fisioterapia aplicada a Cardiologia. Cada vez mais fisioterapeutas estão inseridos, principalmente, no processo de reabilitação de cirurgias cardíacas.

A Fisioterapia é uma das profissões que têm contribuído sistematicamente no processo de Reabilitação Cardiovascular  por utilizar o recurso terapêutico – atividade física programada – que, historicamente, tem sido uma das principais formas de intervenção junto aos portadores das doenças cárdio-vasculares.

Vale lembrar que a causa mais comum de isquemia do miocárdio é a doença arterial coronariana, cujas principais complicações são a angina e o infarto do miocárdio. Para evitar essa isquemia, a atividade física programa e a implantação de um novo estilo de vida do doente é fundamental.

Uma vez essa isquemia não podendo ser resolvida de forma conservadora, com tratamento fisioterapêutico, e havendo a necessidade de procedimento cirúrgico, o fisioterapeuta torna-se profissional fundamental na reabilitação cardiovascular que envolve pacientes não só pacientes acometidos por vários tipos de doença cardiovascular, mas também naqueles em recuperação de angioplastia coronariana ou cirurgia cardíaca.

É um bom campo para profissionais e, como eu já disse, está em crescimento. Esse crescimento poderia ser explicado pelo aumento da aplicação desses procedimentos cirúrgicos. Porém, acredito que o reconhecimento da importância da fisioterapia nessa área impulsiona essa especialidade.

Até a próxima.


Escrito por Daniela Souto, fisioterapeuta e profissional de Educação Fisica, que escreve no  Faça Fisioterapia, no blog da Educação Fisicaa e atua pela Fisioquality 


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No curso Fisioterapia Aplicada à Cardiologia será abordado o estudo da anatomia e fisiologia cardíaca, as principais cardiopatias e doen...

Dica de Curso Online de Fisioterapia Aplicada à Cardiologia

Curso Fisioterapia Aplicada à Cardiologia

No curso Fisioterapia Aplicada à Cardiologia será abordado o estudo da anatomia e fisiologia cardíaca, as principais cardiopatias e doenças coronarianas, além de procedimentos de ventilação mecânica e a fisioterapia aplicada.

Objetivos:

O Portal Educação em suas atribuições, tem por objetivo oferecer aos profissionais e estudantes uma prática constante de atualização, por intermédio da EaD (Educação a Distância).Também visa disponibilizar aos participantes, acesso ao ensino de qualidade com eficácia no aprendizado, fornecendo   recursos tecnológicos inovadores, como conteúdo on-line, animações, videoconferência, exercícios de fixação e objetos de aprendizagem, que auxiliam na formação do cidadão contemporâneo, crítico e atuante na sociedade.
Objetivos Específicos

  • Conhecer a propedêutica cardiovascular e organizar planos de ação fisioterapêutica para prevenção, tratamento e reabilitação das disfunções cardiovasculares no pré e pós-operatório de cirurgias cardíacas.

* Post de parceiro.

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