Você sabe como faz um programa de reabilitação cardiopulmonar? Sabe os objetivos, as etapas, os benefícios, como são feitos os exercícios, ...

Exercício Físico e a Reabilitação Cardiopulmonar

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Você sabe como faz um programa de reabilitação cardiopulmonar? Sabe os objetivos, as etapas, os benefícios, como são feitos os exercícios, como são feitos os atendimentos?

Geralmente, a reabilitação cardiopulmonar e metabólica é um programa voltado especificamente a indivíduos com patologias cardiovasculares, como o infarto agudo do miocárdio, ou pacientes em recuperação pós-cirurgia cardíaca. Tem por objetivo melhorar a capacidade funcional do coração de forma direta e indireta, com o controle de fatores de risco.

Ainda que o ponto central desse serviço seja o exercício supervisionado, com fins terapêuticos, ele envolve também educação e suporte, com o apoio de nutricionistas e psicólogos.

De acordo com as necessidades de cada paciente, o exercício é supervisionado por fisioterapeutas ou profissionais de educação física especializados.

O exercício tem um papel muito importante para a promoção da saúde e ainda mais relevante como ferramenta terapêutica para indivíduos com doenças como afecções cardíacas, pulmonares (doença pulmonar obstrutiva crônica), metabólicas (diabetes, obesidade, dislipidemia, síndrome metabólica e no pós-operatório de cirurgia bariátrica) e oncológicas.

Estudos científicos demonstram que o programa de reabilitação cardiopulmonar e metabólica é tão ou mais eficiente que muitos dos medicamentos utilizados. O melhor resultado vem da combinação das medicações e do programa de reabilitação. Assim como os medicamentos, o exercício terapêutico demanda prescrição com "dose" (intensidade), frequência e duração.

O programa de exercícios atua na melhora da capacidade cardíaca, pulmonar e musculoesquelética; no controle da pressão arterial; do perfil lipídico (colesterol e triglicérides); na tolerância à glicose (relacionada ao diabetes); no controle ponderal; na saúde mental; na imunidade; e no sono. Há também uma comprovada redução da morbimortalidade associada às doenças cardiovasculares, que constituem a principal causa de morte no Brasil.

Além disso, são baixíssimas as taxas de efeitos colaterais. Estudos comprovam que, seguidos os devidos cuidados, a prática é muito segura. As contraindicações são pontuais e bem estabelecidas, e os cuidados e níveis de supervisão necessários para as diferentes condições são claramente definidos.

Para o fisioterapeuta trabalhar nesta especialidade, precisa estar muito bem preparado e a dica de hoje vai para facilitar a vida do profissional.

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Atualizações em Reabilitação Cardiopulmonar



Um curso espetacular. É assim que eu defino o  Curso "Atualizações em Reabilitação Cardiopulmonar" .

Ele tem como objetivo capacitar o fisioterapeuta a atuar em Reabilitação Cardiopulmonar para atuar em domicílio (home care), clínicas particulares e/ ou serviço hospitalar, preocupando-se com questões que envolvem a coloca&ão destas pessoas em um ambiente ambulatorial de atendimento, bem como em um mercado cada vez mais competitivo.

Nome do curso: Atualizações em Reabilitação Cardiopulmonar
Carga Horária: 16 horas
Módulos: 8
Quantidade de aulas: 18
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  Flebite é toda inflamação da parede de uma veia. Ela pode ocorrer em qualquer veia do corpo, de médio ou de grande calibre, mas afeta prin...

Saiba mais sobre Flebite

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Flebite é toda inflamação da parede de uma veia. Ela pode ocorrer em qualquer veia do corpo, de médio ou de grande calibre, mas afeta principalmente as veias varicosas das pernas, mais frequentemente as do sistema venoso superficial. Nem todas as pessoas que têm varizes terão flebite. Frequentemente a flebite ocorre em pessoas que têm trombos nas artérias ou então se torna a causa dos trombos e a condição é chamada tromboflebite.

As causas mais frequentes das flebites são traumatismos ou contaminações bacterianas devido a injeções intravenosas de medicamentos ou de drogas. Além disso, as flebites podem ser causadas por substâncias químicas irritantes. As estases venosas ocasionadas pelas varizes ou por posturas físicas mantidas por longo tempo, como permanecer acamado no pós-operatório ou viagem de longa duração, são importantes fatores favorecedores das flebites. As flebites também podem ser causadas por traumatismos, por certas atividades profissionais que impõem ficar de pé por muito tempo, como os barbeiros, por exemplo, e por fatores genéticos. Outros fatores criam uma predisposição especial para as flebites: pessoas obesas e/ou sedentárias, pessoas que tomam anticoncepcionais, que fumam ou que tenham aterosclerose.

A flebite sempre provoca os sinais de uma inflamação aguda: rubor, calor, dor e edema. A febre pode ou não ocorrer, mas geralmente não é muito alta. Essa reação inflamatória adere firmemente o trombo(coágulo sanguíneo devido à agregação das plaquetas) às paredes da veia, dificultando que ele se desprenda. Além disso, como nas flebites superficiais não há músculos comprimindo as veias, que façam o trombo desprender-se, elas raramente causam embolias. No entanto, esse trombo pode migrar para o sistema profundo e provocar embolias à distância. A situação é, pois, mais grave nas flebites que acometem as veias profundas (sistema venoso profundo), tanto do ponto de vistasintomático como das possíveis complicações.

O diagnóstico é eminentemente clínico, partindo dos sintomas e do exame físico. Alguns casos, contudo, podem exigir exames complementares a serem determinados pelo médico. Aultrassonografia ajuda a diagnosticar os coágulos que bloqueiam o fluxo sanguíneo. Se a flebiteprogride para tromboflebite, ao apalpamento encontra-se uma corda dura por baixo da pele, é osangue coagulado no interior da veia e, assim, o diagnóstico fica mais ou menos óbvio.

É comum que a flebite desapareça espontaneamente, dentro de poucos dias, mas apenas se o paciente ficar de repouso com pernas e braços elevados e aplicar compressas mornas e úmidas nos locais atingidos. Embora a inflamação possa ceder mais rapidamente, pode levar semanas para que as sensações anormais das veias, inclusive a dor, desapareçam completamente. Pode-se administraranalgésicos para aliviar a dor e anti-inflamatórios para diminuir a inflamação, além de meias elásticas. Em alguns casos, os anticoagulantes podem ser recomendáveis, com vista a impedir ou deter a formação de trombos. Na flebite da virilha, alguns cirurgiões recomendam uma intervenção urgente para laquear a veia superficial e assim impedir que o trombo se desloque para a profundidade. Este tipo de cirurgia geralmente é feita no próprio consultório do médico, com anestesia local, e o paciente pode retomar suas atividades em seguida.

Para prevenir a flebite deve-se observar as recomendações técnicas corretas ao tomar ou aplicar injeções e as especificações com relação às soluções a serem injetadas.

Se não for tratada corretamente, a flebite pode evoluir para uma inflamação chamada tromboflebite e o trombo (coágulo sanguíneo) pode migrar para o pulmão, provocar embolia pulmonar e morte.

O COFFITO, em parceria com a Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Ter...

COFFITO publica novos acórdãos sobre a atuação do fisioterapeuta nas áreas de Terapia Intensiva e Cardiorrespiratória

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O COFFITO, em parceria com a Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (ASSOBRAFIR), publicou sete acórdãos relacionados ao trabalho do fisioterapeuta, com orientações relacionadas ao exercício do profissional em procedimentos referentes à área respiratória e que geram dúvidas nos ambientes hospitalares.

As normativas publicadas pelo COFFITO têm como objetivo nortear o profissional em seu dia a dia, permitir o trabalho adequado dos fisioterapeutas em prol de um atendimento qualificado para a população, além de assegurar o respeito à capacidade e às competências de cada área.

Fisioterapia 24 horas nos CTIs

No Acórdão nº 472, o COFFITO traz orientações quanto à importância da disponibilização do atendimento de Fisioterapia no período de 24 horas nos Centros de Tratamento Intensivo (CTIs) adulto, pediátrico e neonatal. Para elucidar aos gestores e aos profissionais a relevância do serviço, o Acórdão cita a natureza dos CTIs, em especial, a monitoração contínua e o atendimento aos pacientes críticos, cujo tratamento requer a presença de uma equipe multiprofissional. Além disso, estudos científicos associaram a Fisioterapia com a redução do tempo de ventilação mecânica, permanência no CTI e, até mesmo, o tempo de internação hospitalar.

O argumento do COFFITO também foi subsidiado pelas seguintes normativas: RDC nº 7/2010, que preconiza a presença de um fisioterapeuta por no mínimo 18 horas, e a Portaria Ministerial nº 930/2012, que exige a presença de um fisioterapeuta por tempo integral nos CTIs neonatais, e um fisioterapeuta exclusivo para cada 10 leitos ou fração, em cada turno.
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Ventiladores mecânicos

Tendo em vista a extensão das responsabilidades atribuídas aos fisioterapeutas, o Acórdão nº 473 traz esclarecimentos sobre a montagem e/ou troca dos circuitos dos ventiladores mecânicos, alertando que esta função não é de competência do fisioterapeuta. Para saber mais sobre o assunto, leia o Acórdão e a Resolução-COFFITO nº 402, que regula a especialidade profissional.

Aspiração Traqueal

No Acórdão nº 474, o COFFITO orienta que a aspiração traqueal é função do fisioterapeuta, quando este a considerar necessária, imediatamente após a realização de sua conduta fisioterapêutica. Para subsidiar a prática, utiliza os preceitos que regem as especialidades de Fisioterapia Respiratória e de Fisioterapia em Terapia Intensiva, que empregam rotineiramente técnicas com objetivos diversos, incluindo o deslocamento de secreções traqueobrônquicas contidas no interior de vias aéreas mais distais em direção às mais centrais, permitindo, dessa forma, a expectoração voluntária ou aspiração mecânica dessas secreções. Conforme o art. 3º, inciso X, da Resolução-COFFITO nº 400, fica definido como atuação do profissional: aplicar métodos, técnicas e recursos de expansão pulmonar, remoção de secreção, fortalecimento muscular, recondicionamento cardiorrespiratório e suporte ventilatório. Com base nisso, o COFFITO e a ASSOBRAFIR entenderam que a aspiração traqueal pode ser um dos componentes do protocolo fisioterapêutico, devendo ser realizada por esse profissional, quando necessária, após a instituição dos diversos recursos que compõem o escopo da terapia para remoção de secreção, mas que deve ser entendida como técnica comum a todos os profissionais de saúde envolvidos no cuidado ao paciente.
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Cânula Traqueal

No entanto, em relação à decanulação e troca de cânula traqueal, por meio do Acórdão nº 475, a compreensão é de que os procedimentos não integram as atribuições do fisioterapeuta. Utilizando como embasamento as regulamentações da Fisioterapia, a análise levou à conclusão de que estes procedimentos não se encontram nas competências do profissional. "Deve-se ainda salientar o importante papel do fisioterapeuta na avaliação da indicação e do prognóstico da decanulação, baseando-se na mensuração de parâmetros ventilatórios e musculoesqueléticos, tais como capacidade vital lenta, pico de fluxo de tosse, força muscular inspiratória, expiratória e periférica, dentre outros".
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Traqueostomia

Outra área que extrapola as atribuições da Fisioterapia é o auxílio e/ou acompanhamento de procedimento cirúrgico de realização de traqueostomia, conforme entendimento do COFFITO e da ASSOBRAFIR, e definido através do Acórdão nº 476. De acordo com o texto, a traqueostomia é considerada um procedimento cirúrgico e, portanto, de responsabilidade de um médico cirurgião. Além disso, os procedimentos empregados durante a realização de uma traqueostomia não se correlacionam às técnicas aplicadas por fisioterapeutas.
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Obtenção de cultura de secreção traqueal

Segundo o Acórdão nº 477, a coleta isolada de secreções para obtenção de cultura de secreção traqueal não é atribuição do fisioterapeuta. A normativa evidencia que o resultado microbiológico de uma cultura é consequência da qualidade da amostra colhida, fazendo com que, durante a coleta, sejam adotados procedimentos específicos. O trabalho do fisioterapeuta tem um objetivo diferente. Leia o Acórdão e compreenda melhor o tema.

Montagem, remoção, limpeza e/ou troca dos ventiladores mecânicos

O Acórdão nº 478, por sua vez, orienta que os procedimentos de montagem, remoção, troca e/ou limpeza dos reservatórios de circuitos e condensadores dos ventiladores mecânicos e dos copos coletores de secreção traqueal não se encontram no rol de atribuições dessas especialidades e, portanto, não são função do fisioterapeuta. Para saber mais sobre o assunto, clique aqui e leia o Acórdão completo.

O tratamento da Fisioterapia na Cardiologia tem duas etapas: o pré-operatório e o pós-operatório. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (200...

Falando mais sobre a atuação do Fisioterapeuta na Cardiologia


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O tratamento da Fisioterapia na Cardiologia tem duas etapas: o pré-operatório e o pós-operatório. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (2006), define a reabilitação cardíaca como um programa multidisciplinar, que envolve médico, psicólogo, nutricionista, educador físico, enfermeiro e fisioterapeuta e tem como objetivo a reabilitação de pacientes cardiopatas, inclusive pós IAM. 

O fisioterapeuta exerce um papel primordial na Fisioterapia em Reabilitação Cardíaca. Em um primeiro momento, ele analisa as capacidades e limitações do paciente, sempre com base na avaliação funcional e clínica, e, assim, desenvolve um plano de tratamento. Os exercícios de Fisioterapia em Reabilitação Cardiaca realizados tem como objetivo melhorar a capacidade de mobilidade e a condição física, social e mental das pessoas, tornando-as capazes de retomar suas atividades diárias. A frequência depende do estado clínico do paciente e o trabalho deve ser em conjunto: equipe médica e fisioterapêutica e paciente.

Para realizar todas as etapas do tratamento, é necessário o profissional estar atualizados. Uma das formas mais usadas  de atualização é a leitura de artigos e matérias especificas sobre um determinado tema. Os Cds Universitários tem o Cd de Fisioterapia na Cardiologia que tem como objetivo reunir artigos com tratamentos que vem sendo feitos em diferentes patologias.

A avaliação, condução de exercícios respiratórios e assistidos ou ativos, deambulação supervisionada subida de escadas e outras, são algumas das atividades que devem ser realizadas pelo  fisioterapeuta, sempre de acordo com as condições do paciente. Outras funções importantes se destinam à orientação ao exercício, a automonitorização e a descrição das atividades para serem realizadas em casa, pelo paciente.

O profissional dessa área precisa entender a doença, seus sinais e sintomas, para tratar o que foi causado no coração. O fisioterapeuta tem que entender de todos os mecanismos de ação do exercício e os fatores determinantes de intolerâncias a ele, os fatores de risco para os diabéticos, hipertensos, os de colesterol alto, obesos, fumantes, dentre outros, para tratar corretamente o paciente.

Atualize-se e bom trabalho!

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, as técnicas de ressuscitação aplicadas por profissionais da saúde ou cidadãos comuns podem ...

Importância das técnicas de ressuscitação


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Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, as técnicas de ressuscitação aplicadas por profissionais da saúde ou cidadãos comuns podem ajudar a reduzir uma estatística preocupante no Brasil: todos os anos morrem cerca de 250 mil pessoas vítimas de parada cardíaca ou cardiorrespiratória.

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Em situação de parada respiratória deve-se imediatamente ligar para o 192 e iniciar o procedimento. Caso haja mais de duas pessoas junto com a vítima, um deve fazer a ligação e o outro dar início a massagem cardíaca, que deve ser realizada no meio do tórax do paciente, na altura dos mamilos.

A massagem deve ser feita com as mãos uma sobre a outra e de forma forte e intensa, cerca de 100 contrações por minuto, sem necessidade de respiração boca a boca.

Ao se preocupar com respiração boca a boca, a pessoa não treinada diminui o número e a qualidade das compressões, o que pode prejudicar o socorro.

Procure deixar os braços esticados para aumentar a pressão da massagem. Pressione o coração e solte em seguida. Mantenha o coração do paciente batendo até a chegada do socorro especializado.

Se o coração da vítima parar de bater é necessário realizar uma massagem cardíaca:

  • Deite a vítima sob uma superfície dura e posicione a cabeça dela um pouco para trás, deixando o queixo mais voltado para cima para facilitar a respiração;
  • Apoie suas mãos abertas uma sobre a outra na altura dos malilos, apoiando o punho sobre o osso esterno do paciente, como mostra a figura 1;
  • Sobre a vítima e com os braços esticados, como mostra a imagem 2, empurre as suas mãos com força, utilizando o peso do seu próprio corpo, contando 2 ou mais empurrões por segundo, até o coração do indivíduo voltar a bater sozinho ou a chegada do resgate.
Primeiros socorros para ataque cardíaco

Um tratamento fisioterápico embasado em técnicas preventivas e curativas, que auxiliem na diminuição das complicações comuns; como edema, al...

O uso do alongamento muscular na reabilitação de cardiopatias


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Um tratamento fisioterápico embasado em técnicas preventivas e curativas, que auxiliem na diminuição das complicações comuns; como edema, alteração postural e acúmulo de secreção brônquica; e auxiliem para um melhor funcionamento da musculatura respiratória; faz parte do atendimento dos pacientes submetidos a cirurgias cardíacas.

Uma das medidas que o fisioterapeuta pode utilizar é o alongamento muscular. O alongamento dos músculos permite uma melhor distribuição dos músculos ao corpo, permitindo uma melhora na postura, já que os músculos possuem maior mobilidade.

O alongamento trabalha diversos movimentos que proporcionem um alongamento nos principais grupos musculares do corpo, como costas, pernas, braços, pélvis e lombar, contribuindo para uma melhor postura e equilíbrio do corpo, devendo ser feito constantemente, independente de prática de exercícios em paralelo.

Num processo de reabilitação de cardiopatia, o alongamento muscular traz como benefícios, o aumento do relaxamento muscular e melhora da circulação sanguínea, liberação da rigidez, eliminação de incômodos causados pelos nódulos musculares, aumento ou manutenção da flexibilidade. A mobilização articular refere-se às técnicas usadas para tratar disfunções articulares como rigidez, dor e hipomobilidade articular reversível. Podem ser utilizados alongamento muscular e mobilização passiva e ativa de cintura escapular, a fim de reduzir queixa álgica na região interescapular, corrigir a postura antálgica, reduzir tensões musculares pelo uso intenso dos músculos acessórios da inspiração.

No tratamento completo, o alongamento é associado com outras atividades, principalmente para melhora da respiração e funcionalidade dos pulmões.

Nas últimas décadas, a prevalência de doenças cardiovasculares tem aumentado expressivamente, sendo causa de grande  mortalidade entre a pop...

A respiração no pós-operatório de cirurgia cardíaca

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Nas últimas décadas, a prevalência de doenças cardiovasculares tem aumentado expressivamente, sendo causa de grande  mortalidade entre a população  mundial. Contudo, com tratamentos e cirurgias, essa prevalência ve diminuindo e a Fisioterapia vem sendo importante nesse processo, principalmente na qualidade de vida do pacientes no pós-operatório.

A fisioterapia na cardiologia apresenta uma missão primordial de cooperação, mediante a nova realidade de saúde que se apresenta, através da aplicação de meios terapêuticos físicos, na prevenção, eliminação ou melhora de estados patológicos do homem, na promoção e na educação em saúde.

A qualidade de vida que falei lá em cima vem por meio de aumento da capacidade de trabalho, recreação e atividade física geral, auxiliando, com isso, a normalizar o estilo de vida. São poucos os pacientes cardíacos que não se beneficiaram de uma intervenção apropriada de exercícios, sendo que a intervenção para o paciente pode ir desde exercícios no leito, visando manter a atividade, da educação em relação a modificações no estilo de vida, até exercícios para o condicionamento.

É importante ter em mente que as cirurgias cardíacas estão intimamente relacionadas com as patologias respiratórias, tanto pela sua importância no tratamento das numerosas afecções do sistema respiratório, como por sua influência no funcionamento deste. Portanto, as manobras fisioterapêuticas aplicadas aos cuidados respiratórios, englobam técnicas que tem como objetivo promover a higiene pulmonar, treinamento da musculatura respiratória e a promoção do condicionamento físico, a fim de evitar a inatividade e a deterioração da capacidade funcional

A fase inicial do tratamento fisioterapêutico dos pacientes de cirurgia cardíaca em geral dura de 5 a 7 dias, com programa direcionado principalmente para a prevenção e tratamento das complicações pulmonares. O músculo respiratório é o principal efetor da bomba respiratória e as técnicas utilizadas que possibilitam a reeducação do músculo respiratório constituem a cinesioterapia respiratória: reeducação diafragmática, reeducação dos intercostais, reeducação dos músculos acessórios, reeducação do músculo transverso abdominal e reeducação dos músculos abdominais. Isso promove a reexpansão de áreas de atelectasia, mantendo a ventilação adequada, assistindo na remoção de qualquer excesso de secreção pulmonar e auxiliando no posicionamento geral, na mobilidade no leito e na deambulação precoce do paciente. Em seguida são recomendados exercícios para membros superiores, inferiores e conjugados.

A fisioterapia tem a possibilidade de atuar especificamente dentro de cada tipo de cirurgia, devendo ser iniciado precocemente. São poucos os pacientes cardíacos que não se beneficiaram de uma intervenção apropriada de exercícios, sendo que a intervenção para o paciente pode ir desde exercícios no leito, visando manter a atividade, da educação em relação a modificações no estilo de vida, até exercícios para o condicionamento

Este vídeo aborda 3 assuntos importantes dentro da Cardiologia: 1. Localização do Coração: diferente do que diz a música de Milton Nasc...

Aula de Sistema Cardiovascular em Video


Este vídeo aborda 3 assuntos importantes dentro da Cardiologia:

1. Localização do Coração: diferente do que diz a música de Milton Nascimento, o coração não está localizado do lado esquerdo do peito;

2. Envoltórios Cardíacos: o coração e os vasos sanguíneos são revestidos por membranas. O Coração possui o pericárdio (externo), o miocárdio (médio) e o endocárdio (interno) assim como os vasos sanguíneos possuem as túnicas vasculares externa, média e íntima;

3. Anatomia Cardíaca: por dentro o coração é dividido em 4 cavidades (2 átrios e 2 ventrículos), e entre estas cavidades existem as valvas cardíacas, responsáveis pelo fluxo unidirecional do sangue dentro do coração, e os septos que evitam a mistura do sangue do lado direito e esquerdo.

A coronariopatia é uma causa frequente de cardiopatias em países desenvolvidos, sendo que na extensa maioria dos casos, o comprometiment...

Alongamento muscular em pacientes cardiopatas


A coronariopatia é uma causa frequente de cardiopatias em países desenvolvidos, sendo que na extensa maioria dos casos, o comprometimento das artérias coronárias advém de aterosclerose. A aterosclerose é caracterizada por uma combinação de alterações na camada íntima das artérias que leva a uma lesão estenótica e oclusiva. Há então um desequilíbrio entre o suprimento e a demanda de oxigênio ao miocárdio, que pode levar a uma isquemia

Há uma série de fatores de risco envolvidos com as coronariopatias, como a idade, dislipidemia, hipertensão arterial, obesidade, diabetes mellitus e tabagismo. O paciente cardiopata pode realizar exercícios físicos, desde que seja feita uma avaliação prévia realizada por cardiologista ou por médico do esporte habilitado em questões cardiológicas.

Os exercícios de alta intensidade devem ser evitados, salvo em situações especiais. Alongamento, flexibilidade e exercícios com pesos (carga baixa e várias repetições) também devem ser incentivados.

O alongamento muscular traz como benefícios, o aumento do relaxamento muscular e melhora da circulação sanguínea, liberação da rigidez, eliminação de incômodos causados pelos nódulos musculares, aumento ou manutenção da flexibilidade. A mobilização articular refere-se às técnicas usadas para tratar disfunções articulares como rigidez, dor e hipomobilidade articular reversível. Foram utilizados alongamento muscular e mobilização passiva e ativa de cintura escapular, a fim de reduzir queixa álgica na região interescapular, corrigir a postura antálgica, reduzir tensões musculares pelo uso intenso dos músculos acessórios da inspiração.

Além de permitir uma maior amplitude dos movimentos, o alongamento aumenta a segurança na execução de exercícios físicos ou tarefas do cotidiano, como brincar com os filhos, colocar o lixo para fora, trocar um pneu furado, etc. Um outro benefício da prática de alongar ainda pouco esclarecido é a melhora da coordenação motora e reflexos em geral. Ele facilita a comunicação entre o cérebro e os músculos, o que contribui para um maior controle e precisão dos movimentos. Nota-se que até o andar de um praticante de alongamento é mais coordenado, menos tenso e até mais confiante.

A angioplastia é um procedimento de reperfusão que utiliza um balão inflado dentro da artéria obstruída, além de utilizar também uma mini ...

Saiba mais sobre a Angioplastia percutânea coronária



A angioplastia é um procedimento de reperfusão que utiliza um balão inflado dentro da artéria obstruída, além de utilizar também uma mini tela de aço (stent) que, aberta, facilita a passagem do sangue.

A angioplastia transluminal coronária (ATC) é usada como forma alternativa de revascularização miocárdica. Ela passou a ser realizada a partir do final de 1977, quando foi realizada, pela primeira vez, por Andreas Gruentzig. A angioplastia coronária foi usada inicialmente em pacientes com doença coronária sintomática de um único vaso e com obstrução nos segmentos proximais da rede coronária.

Com a tecnologia a indicação da angioplastia para situações inicialmente consideradas desfavoráveis, como insuficiência coronária aguda (infarto agudo do miocárdio, angina instável), doença coronária multiarterial ou lesão de anatomia complexa já são totalmente aceitáveis.

A angioplastia percutânea coronária é a modalidade de técnica de reperfusão mais empregada, sendo seus resultados comparáveis aos da cirurgia de revascularização miocárdica. Mesmo com índices de perviedade em longo prazo inferior à revascularização cirúrgica, a angioplastia vem mostrando ser um método alternativo ou complementar, principalmente em casos cujo tratamento cirúrgico é de alto risco. Os “stents” ou fixadores endovasculares também têm sido mais frequentemente indicados, nos casos em que há falha da angioplastia, no tratamento da reestenose pós-angioplastia e em certas lesões arteriais graves.

A dilatação arterial com balão objetiva o aumento do lúmen arterial melhorando a perfusão. No caso de lesões ateroscleróticas o balão proporciona a quebra da placa e afilamento das camadas vasculares.
O acesso vascular geralmente é feito por via femoral, braquial ou axilar. A punção retrógada da artéria femoral é a mais comum, além de ser de fácil punção e de fácil compressão para hemostasia no final do procedimento. Outras vantagens incluem a presença de uma artéria alternativa contralateral, a facilidade de reparo arterial, caso a artéria seja lesionada durante a técnica, a possibilidade de punção anterógrada e a existência de uma de cateteres variados e instrumentos especificamente destinados para introdução neste local. As desvantagens serão consequências das dificuldades que ocorrem na presença de tortuosidades vasculares, estenoses e oclusões.

A punção da artéria braquial/axilar é segunda opção, sendo usada quando as femorais estão inadequadas. A artéria braquial esquerda é a mais utilizada, pois apresenta um risco menor de eventos cerebrovasculares relacionados à presença do cateter no trajeto da origem dos vasos cervicais. A desvantagem nesta artéria é o risco de trombose pelo menor calibre. Na punção axilar a pior complicação é o hematoma na bainha do feixe vasculonervoso, podendo causar neuropraxia braquial.

A punção é feita com agulha e mandril, através do mandril da agulha uma guia é introduzida e avançada até as artérias ilíacas ou a aorta, sob controle fluoroscópio. Caso a guia não progrida, injeta-se contraste pelo mandril da agulha no sentido de se visualizar o percurso arterial. O paciente deve ser anticoagulado com heparina intravenosa e o cateter-balão deve ser introduzido sobre o guia. No local da estenose ou oclusão, o balão é inflado pela injeção através do cateter de solução de contraste iodado e mantido por um período que varia entre 30 segundos e 3 minutos.

O balão é retirado logo a seguir causando à ampliação da luz arterial estenosada, para o diâmetro normal. O procedimento é considerado bem-sucedido quando a obstrução residual pós-dilatação for inferior a 20% e o fluxo distal for normal, na ausência de infarto do miocárdio, morte ou cirurgia de revascularização miocárdica de urgência.

O exercício para os pacientes coronariopatas inclui atividades realizadas em programas formais de exercício e também atividades do cotid...

Prescrição de exercício para pacientes com doença arterial coronariana



O exercício para os pacientes coronariopatas inclui atividades realizadas em programas formais de exercício e também atividades do cotidiano. Portanto, atividades gerais do dia-a-dia são estimuladas, além das sessões formais de exercícios.

O programa de exercícios para o paciente coronariopata baseia-se na prescrição tradicional para obter efeito de treinamento em indivíduos saudáveis39. Entretanto, sofre modificações de acordo com o estado clínico geral e cardiovascular do paciente. Envolve um programa adequado individualmente em termos de tipos de exercícios, bem como freqüência, duração, intensidade e progressão35,36,39.

Tipo. Exercícios contínuos, envolvendo grandes grupos musculares, como caminhada, jogging, ciclismo, natação, ginástica aeróbica e remo, são adequados para condicionamento cardiovascular de endurance. Exercícios de membros superiores com ergômetros especiais podem também ser empregados em indivíduos que não tolerem exercícios de membros inferiores por razões ortopédicas ou outras e naqueles cujas atividades profissionais ou de lazer envolvam predominantemente trabalho de membros superiores. O treinamento de força também é benéfico para pacientes selecionados40. Exercícios contra resistência são habitualmente realizados utilizando um esquema de treinamento em circuito, com até 10 a 12 exercícios utilizando 10 a 12 repetições com resistência que permita execução confortável41. O cross-training também pode reduzir problemas ortopédicos e aumentar a aderência.

Freqüência. A freqüência mínima é de três dias não consecutivos por semana. Alguns pacientes preferem exercitar-se diariamente. Contudo, à medida que a freqüência aumenta, aumenta também o risco de lesões músculo-esqueléticas42.

Duração. Períodos de aquecimento e volta à calma de pelo menos 10 minutos, incluindo exercícios de alongamento e flexibilidade, devem vir antes e depois de uma sessão de 20 a 40 minutos de duração envolvendo exercícios cardiovasculares realizados continuamente ou através de treinamento intervalado. Este último tipo pode ser especialmente útil para pacientes com doença vascular periférica e claudicação intermitente.

Intensidade. O exercício em programas supervisionados é realizado a uma intensidade moderada e confortável, geralmente entre 40 e 85% da capacidade funcional máximaB (), que corresponde a 40 a 85% da reserva de freqüência cardíaca (FC) máxima ([FC máxima – FC de repouso] x 40-85% + FC de repouso), ou 55 a 90% da FC máxima. O índice de percepção de esforço (IPE), ou escala de Borg, pode também ser utilizado para monitorizar a intensidade do exercício, com o objetivo de mantê-la em nível moderado. A intensidade do esforço deve ser abaixo do nível que provoque isquemia miocárdica, arritmias importantes ou sintomas de intolerância ao esforço, conforme a avaliação prévia pelo teste de esforço.

A intensidade recomendada do treinamento varia com o grau de supervisão disponível e o nível de risco do paciente. Intensidades mais baixas são indicadas para pacientes de alto risco (definidos acima), especialmente quando se exercitam fora de programas supervisionados ou sem monitorização eletrocardiográfica contínua.

Progressão. Qualquer programa de exercícios para pacientes coronariopatas deve envolver progressão inicial lenta e gradual da duração e intensidade.

O exercício físico é uma atividade realizada com repetições sistemáticas de movimentos orientados, com consequente aumento no consumo de oxi...

Protocolo de exercícios para pré-operatório de cirurgias cardiotorácicas

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O exercício físico é uma atividade realizada com repetições sistemáticas de movimentos orientados, com consequente aumento no consumo de oxigênio devido à solicitação muscular. O exercício físico provoca uma série de respostas fisiológicas nos sistemas corporais e, em especial, no sistema cardiovascular, com o objetivo de manter o equilíbrio celular em face ao aumento das demandas metabólicas e do consumo de energia.

Sabe-se que o exercício físico aeróbio de moderada intensidade, realizado continuamente, promove efeitos benéficos tanto na prevenção quanto no tratamento das doenças cardiovasculares, e sua prática regular tem sido recomendada por diferentes associações de saúde do mundo. Seus benefícios também têm sido demonstrados na prevenção e no tratamento da hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemia, obesidade e osteoporose. Sendo assim, o baixo nível de atividade física ou de condicionamento físico são considerados fatores de risco para o desenvolvimento dessas doenças

O protocolo de exercício físico preconizado para melhora da capacidade cardiorrespiratória é aquele no qual o indivíduo faz exercício aeróbio moderado (corrida, natação, ciclismo são os mais comuns), com intensidade entre 50% a 75% do consumo máximo de oxigênio (VO2max), com 3 a 5 sessões semanais e duração entre 30 e 60 minutos de atividade contínua [66,67]. Considerando que existe grande variabilidade individual em resposta à prescrição de treinamento fisico com relação ao volume de treinamento (envolvendo a intensidade, a frequência e a duração das sessões) é necessário avaliar as condições físicas e clínicas de cada indivíduo para que haja obtenção efetiva de efeitos benéficos à saúde.

Assim, a intensidade do exercício físico pode ser medida pela frequência cardíaca máxima (FCmax) utilizando-se a fórmula: FCmax = 220 - idade. A partir dessa fórmula calculase os porcentuais da FCmax que se deseja, e então se determina as diferentes intensidades, considerando exercício moderado entre 55% a 80% da FCmax. Pode-se ainda determinar a intensidade do treinamento físico a partir da frequência cardíaca de reserva (FCreserva), na qual se considera a frequência cardíaca de repouso (FCrepouso) do sujeito e utiliza-se a seguinte equação [68]: FCreserva = FC repouso + I. (FCmax - FCrepouso); onde I é considerada a intensidade do exercício a ser realizado em decimal, moderado entre 50% a 75% da FCreserva. A escala de Borg de percepção subjetiva de esforço também deve ser utilizada no acompanhamento do treinamento, considerando como referência um nível moderado de 12 a 14 na escala.

Especificamente, o programa de exercício físico na preparação de pacientes para cirurgias cardiotorácicas deve envolver exercício aeróbio (bicicleta ergométrica ou caminhada em esteira) de 3 a 5 vezes por semana, de 10 a 30 minutos, que deve ser feito com a mesma intensidade (contínuo), entre 40% a 60% da FCreserva, durante um período de pelo menos 8 semanas, previamente ao processo cirúrgico. Muitos pacientes apresentam limitações pela diminuição das funções respiratórias, os exercícios de moderada intensidade produzem os melhores benefícios e devem ser encorajados, no entanto, os exercícios de baixa intensidade também apresentam benefícios para aqueles pacientes que não podem alcançar esta intensidade. Intervalos durante o treinamento podem ser úteis, e eficazes em promover a tolerânica na prática de exercícios de baixa a moderada intensidade. A prescrição do exercício deve envolver criteriosa avaliação clínica, sendo que as sessões de treinamento, bem como a prescrição do exercício fisico, devem ser feitas por profissional de educação física, e estar sob sua direta supervisão. Assim, o preparo pré-cirúrgico dos pacientes deve envolver equipe multidisciplinar da área de saúde. Além disso, a inclusão do treinamento físico como preparo pré-cirúrgico poderá propiciar redução das complicações advindas do processo de cirurgia cardiotorácica, redução do período de internação hospitalar e, consequemente, melhorar a recuperação do paciente, acarretando ainda menor gastos para o sistema de saúde.

Os benefícios da prática regular de exercício físico aeróbio também têm sido demonstrados na reabilitação pulmonar, com aumento da função pulmonar e qualidade de vida em indivíduos submetidos ao transplante pulmonar. Esses estudos envolveram exercício físico aeróbio (bicicleta ergométrica e caminhada em esteira), 3 a 5 vezes por semana, por 30 a 60 minutos, intensidade 30 a 60% FCreserva e percepção subjetiva de esforço 13 a 14. O tempo mínimo após o transplante para iniciar o protocolo de treinamento nesses estudos variou entre 1 a 6 meses [71-73]. Assim, o treinamento fisico deve ser feito também após o processo cirúrgico para que o paciente possa ter melhor qualidade de vida e obter independência em suas atividades diárias e profissionais.

Retirado daqui

A insuficiência cardíaca pode ser causada por todas as doenças que afetam o coração, direta ou indiretamente. Em princípio, a insuficiênci...

Prevenção dos fatores que agravam a insuficiência cardíaca

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A insuficiência cardíaca pode ser causada por todas as doenças que afetam o coração, direta ou indiretamente. Em princípio, a insuficiência cardíaca é unilateral. Se ela afeta a capacidade de bombear o sangue do coração para o resto do corpo, é chamada de insuficiência cardíaca sistólica (ICS). Por outro lado, falamos de insuficiência cardíaca diastólica (ICD), quando há uma falha na capacidade de enchimento de sangue no coração. Em pessoas idosas ou com certas doenças, como hipertensão, podem ser encontrados os dois tipos de insuficiência cardíaca, ao mesmo tempo.

Ao controlar os fatores associados, diminuímos o risco de doenças coronarianas, de modo que contribuam para um melhor funcionamento do coração.

– Mudança no estilo de vida, manter a melhor forma possível;

– Reduzir a obesidade, já que essa condição força o coração a trabalhar mais. Fazer dieta.

– Parar de fumar, já que o fumo aumenta o risco de infarto do miocárdio;

– Controle da diabetes;

– Diminuir a taxa de colesterol com uma dieta;

– Evitar dietas com elevado teor de sal, pois interfere com diuréticos;

– Reduzir o inchaço, elevando as pernas quando estiver sentado ou apoiar a cabeçasobre travesseiros se estiver com água acumulada nos pulmões;

– Diminuir os edemas utilizando meias de compressão.

Treinamento físico é o desempenho de exercício repetitivo para aumentar a capacidade de trabalho físico e para induzir condicionamento físic...

Princípios do condicionamento cardiovascular

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Treinamento físico é o desempenho de exercício repetitivo para aumentar a capacidade de trabalho físico e para induzir condicionamento físico. Ele deve ser de considerável custo energético em relação ao nível de aptidão do indivíduo e efetuado regularmente durante um período prolongado de tempo (DELISA, 2002).

    A fim de alcançar benefícios, deve-se obedecer aos quatro princípios do condicionamento fisiológico (DELISA, 2002).

Princípio da sobrecarga

    Um exercício, para ser eficaz em aumentar o condicionamento, precisa ser a um nível de trabalho maior do que aquele no qual o indivíduo usualmente desempenha.

Princípio da especificidade

    Cada tipo de exercício produz uma adaptação metabólica e fisiológica específica que resulta em um efeito específico de treinamento. Todos estes tipos de treinamento são importantes em reabilitação para melhorar o desempenho nas atividades de vida diárias e relacionado ao trabalho.

Variação individual

    O treinamento deve ser individualizado de acordo com as capacidades e necessidades da pessoa.

Reversibilidade

    Os efeitos benéficos do treinamento não são permanentes. As melhoras atingidas começam a desaparecer apenas duas semanas depois da cessação do exercício, e a metade dos ganhos pode ser perdida em apenas 5 semanas.

Um bom programa de condicionamento físico deve incluir os seguintes itens:

1. Aquecimento: prepara o sistema cardiovascular para o exercício.
2. Alongamento: para assegurar a amplitude articular máxima.
3. Exercícios de força.
4. Treinamento de resistência.
5. Atividades específicas do esporte: para automatizar as tarefas motoras específicas de cada esporte
6. Desaquecimento.
7. Técnicas de relaxamento: para recuperação da fadiga e redução do estresse.

O maior objetivo de um programa de reabilitação cardiovascular amplo é o alcance de uma condição de saúde ótima para cada paciente. Assim como a manutenção dessa condição não somente física e psicológica, mas também social, vocacional e econômica.

Não há duvidas que o exercício físico melhora a qualidade de vida, por trazer consequências físicas e psíquicas. Previne doenças, otimiza o condicionamento físico e as funções cardíaca e muscular. Por outro lado, é muito importante especialmente para pacientes cardíacos, porque além dos benefícios cardiovasculares diretos, a atividade física alivia a ansiedade o sentimento de desamparo.

 Um programa de reabilitação cardíaca eficaz e seguro precisa ser fundamentado na avaliação contínua e objetiva de suas respostas. Cada alteração no programa de exercício do paciente precisa ser baseada em uma detalhada avaliação objetiva. A fisioterepeuta Dra Daniela Souto complementa: "A chave para conseguir resultados benéficos dos exercícios nos vários sistemas do organismo é o planejamento e implementação de um programa de exercício aeróbico em termos da intensidade, duração e frequência."

A sobrecarga cardiovascular tem que ser capaz de estimular aumentos no volume de ejeção e no débito cardíaco. Essa sobrecarga circulatória central deve ser realizada exercitando os grupos musculares específicos para determinado desporto de forma a aprimorar sua circulação local e seu maquinismo metabólico.

 O exercício atua diminuindo a progressão da aterosclerose coronariana através da redução dos fatores de risco; melhora o equilíbrio entre o suprimento e a demanda de oxigênio miocárdico em parte como resultado do aumento da circulação colateral; diminuição da tendência a formar trombos coronarianos devido ao aumento da atividade fibrolítica e diminui o tônus vasomotor coronariano resultando em menor tendência para espasmo.

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