<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472</id><updated>2012-02-03T19:01:12.344-08:00</updated><category term='Fisioterapia'/><category term='Hipertensão'/><category term='Livro'/><category term='Angina'/><title type='text'>Fisioterapia Cardiológica</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>80</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-3329646910853769543</id><published>2012-02-03T19:01:00.001-08:00</published><updated>2012-02-03T19:01:12.465-08:00</updated><title type='text'>Benefícios da reabilitação cardíaca realizada no meio aquático</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="itemImageBlock"&gt;  		  &lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;span class="itemImage"&gt;  		  	&lt;a class="modal" href="http://portaldocoracao.uol.com.br/media/k2/items/cache/4ca17609bbf04f835dd292a4353c2a93_XL.jpg" title="Clique para visualizar a imagem"&gt;  		  		&lt;img src="http://portaldocoracao.uol.com.br/media/k2/items/cache/4ca17609bbf04f835dd292a4353c2a93_L.jpg" alt="Benefícios da reabilitação cardíaca realizada no meio aquático" style="width:200px; height:auto;"&gt;  		  	&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="itemImage"&gt;  		  &lt;/span&gt;    		     		     		    	  &lt;/div&gt;  	     	     	    	    	  	&lt;div class="kasocialplugin"&gt;&lt;span class="kafbshare"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="kafblike"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="katwitterbtn"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt;Um  estudo realizado com 24 pacientes com doença arterial coronariana  (DAC), ou seja, presença de placas de gordura nas artérias do coração, e  24 pacientes com insuficiência cardíaca sistólica (ICS), ou  seja, redução da capacidade de contração do coração, avaliou-os antes e  após 3 semanas de um Programa de Reabilitação Cardíaca (PRC), 5 vezes  por semana, sendo alocados metade dos pacientes em cada grupo desses  para realizá-los todo em terra (grupo terra = GT) e os demais em uma  piscina aquecida, dentro de 1,3 metros de água (grupo água = GA).Todos  os pacientes encontravam-se clinicamente estáveis.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Os autores do estudo concluíram que um  PRC realizado em meio aquático, pode conferir benefícios adicionais em  portadores de ICS compensada.Todos foram submetidos a um Ecocardiograma  (exame que avalia o coração através de ondas de ultrassom) e a um TCPE  (teste cardiopulmonar ou ergoespirometria) antes e após o programa. Os  resultados mostraram que nenhum paciente teve evento adverso, nem piora  dos parâmetros ecocardiográficos em repouso.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;O GA, inclusive, teve um pequeno aumento  da FEVE (fração de ejeção do ventrículo esquerdo), um parâmetro do  ecocardiograma que avalia a capacidade de contração cardíaca).Embora  tenha havido melhora geral em todos os pacientes, no GA foi verificado  um significativo aumento da potência de pico e da frequência cardíaca  máxima alcançadas.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;A conclusão do trabalho foi que os  exercícios foram bem tolerados dentro d'água tanto quanto em terra, não  foram observados efeitos deletérios, e que no GA dos pacientes com ICS  compensada ainda foi possível ver pequena mas significativa melhora em  algumas variáveis do ecocardiograma e do TCPE.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Autor: Dr. Fernando Cesar de Castro e  Souza - Revista do DERC (Departamento de Ergometria e Reabilitação  Cardíaca da Sociedade Brasileira de Cardiologia).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Fonte:Journal of Cardiac Failure.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-3329646910853769543?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3329646910853769543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3329646910853769543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2012/02/beneficios-da-reabilitacao-cardiaca.html' title='Benefícios da reabilitação cardíaca realizada no meio aquático'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-1181038061966070878</id><published>2012-01-30T06:21:00.001-08:00</published><updated>2012-01-30T06:21:27.704-08:00</updated><title type='text'>Familiares podem acelerar recuperação de pacientes de derrame</title><content type='html'>&lt;br&gt;O processo de  recuperação de derrame é complicado, mas os pacientes podem melhorar mais  rápido quando a família ajuda.  &lt;p align="justify"&gt;Pesquisadores  analisaram 40 pessoas que sofreram  derrames. Metade dessas pessoas receberam o  tratamento rotineiro de  exercícios. O restante do grupo recebeu além dessa  terapia a ajuda dos  familiares que faziam parte de um programa que inclui os  membros da  família no programa de atividades do paciente, como ajudantes – o  FAME,  Family-Mediated Exercise Intervention.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Os familiares  ajudavam em atividades, adicionando  exercícios de 35 minutos diários ao  programa do paciente. As atividades  eram simples e podia ser feitas no próprio quarto.  Cada programa de  exercícios era modificado para se adaptar às necessidades  específicas  de cada pessoa.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Os resultados  mostraram que com a ajuda dos  familiares, os pacientes de derrame passaram em  média 5 dias a menos no  hospital. Houveram também melhorias significativas nas  habilidades  dessas pessoas. Em um experimento, os sobreviventes de derrame  tiveram  que caminhar durante seis minutos. Os integrantes do FAME andaram 163,9  metros enquanto  o grupo que não recebeu ajuda da família andou apenas  46 metros.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Outro  benefício que o programa FAME traz é a  reintegração mais rápida do paciente na  comunidade e cargas menores  para o cuidador. "Ao invés de adicionar fardos ao  cuidador, participar  diariamente do exercício na verdade permitiu que o membro  da família  fizesse algo prático para um parente querido. Os cuidadores ficaram   menos estressados e mais hábeis", disse Emma Stokes da Trinity College  Dublin  (Irlanda) onde o estudo foi desenvolvido.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Fonte: WebMD  10 de março de 2011&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-1181038061966070878?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1181038061966070878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1181038061966070878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2012/01/familiares-podem-acelerar-recuperacao.html' title='Familiares podem acelerar recuperação de pacientes de derrame'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-8775378510068949994</id><published>2012-01-30T06:20:00.001-08:00</published><updated>2012-01-30T06:20:57.835-08:00</updated><title type='text'>Pressão arterial diferente em cada braço pode indicar risco cardíaco</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;&lt;p&gt; Um estudo britânico, publicado na edição on-line da revista médica  &amp;quot;Lancet&amp;quot;, afirma que a diferença na pressão arterial sistólica dos  braços de um indivíduo pode indicar uma doença vascular. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; As artérias que se encontram sob a clavícula são responsáveis pelo fornecimento de sangue para os braços, as pernas e o cérebro. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; A interrupção desse abastecimento sanguíneo (principalmente no caso de  diabéticos e fumantes) resultaria em um ataque cardíaco ou outros  problemas de saúde como a doença vascular periférica (falha no fluxo  normal). Por isso, os médicos do estudo aconselham medir a pressão  arterial de ambos os braços. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &amp;quot;Tradicionalmente, a maioria das pessoas checa a pressão de apenas um  deles&amp;quot;, diz o médico William O&amp;#39;neill, professor de cardiologia da Escola  de Medicina Miller, da Universidade de Miami (EUA). &amp;quot;Mas se há uma  diferença, então uma das artérias pode [estar obstruída].&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Para chegar a essa conclusão, uma equipe da Universidade Exeter  (Inglaterra) liderada pelo médico Christopher Clark reviu 28 estudos  científicos sobre pressão arterial sistólica. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Eles descobriram que uma diferença de 15 milímetros de mercúrio (mm Hg;  unidade de medida da pressão) ou mais entre as leituras do braço direito  e do esquerdo está relacionada a um risco maior de se ter uma das  artérias parcialmente entupida. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Essa diferença na medição, percebida pelo grupo, significou ainda que há  risco 2,5 vezes maior de redução do fluxo sanguíneo para as pernas e os  pés e de 1,6 vez para o cérebro. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; De acordo com os autores do estudo, não importa qual é o braço que  apresenta maior ou menor pressão arterial, mas sim a diferença entre  eles. &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-8775378510068949994?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8775378510068949994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8775378510068949994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2012/01/pressao-arterial-diferente-em-cada.html' title='Pressão arterial diferente em cada braço pode indicar risco cardíaco'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-6868033007709795103</id><published>2012-01-19T11:56:00.001-08:00</published><updated>2012-01-19T11:56:08.063-08:00</updated><title type='text'>Treino de força reduz pressão arterial em hipertensos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/9e/8t/x1/9e8tx16dok638lnit8n1l4hcc.jpg"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Portadores de hipertensão que realizaram treinamento de força (musculação) conseguiram reduzir a pressão arterial a níveis semelhantes aos obtidos por meio de medicamentos, revela pesquisa com a participação da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da US&lt;br&gt; &lt;br&gt;O estudo comprova que o treino de força é segurpara os hipertensos, desde que com acompanhamento médico e de profissionais de atividade física. O trabalho também mostrou que a redução da pressão permanece por até quatro semanas após a interrupção do treinamento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A pesquisa com hipertensos faz parte da pesquisa de Doutorado em Biofísica de Newton Rocha Moraes, realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), orientada pelo professor Ronaldo Carvalho e co-orientada por Reury Bacurau, professor do curso de Ciências da Atividade Física da EACH.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"Na literatura científica há vários estudos que mostram o efeito positivo do exercício aeróbio, como corridas e natação, no controle da pressão", diz Bacurau, "mas o benefício da musculação era pouco conhecido".&lt;br&gt;&lt;br&gt; Participaram do estudo 15 homens com hipertensão moderada, que utilizavam medicação, com média de idade em torno de 46 anos. Durante seis semanas antes do início do treinamento, com supervisão médica, os medicamentos foram gradativamente retirados.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"Os pacientes eram examinados periodicamente e não tinham nenhuma outra doença crônica, como diabetes", aponta o professor da EACH.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os exercícios foram realizados durante 12 semanas, trabalhando sete grupos musculares (abdômen, pernas, parte interna e externa das coxas, ombros, biceps e tríceps) três vezes por semana, em dias não consecutivos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"Apesar do treino ser o mesmo que é voltado para iniciantes, os participantes realizavam musculação convencional, ou seja, três séries em cada aparelho com carga moderada, e não em circuito, mudando de aparelho a cada série, com carga baixa", ressalta Bacurau.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Com o treinamento, a média de pressão dos pacientes, que era de 153 milímetros (sistólica, associada ao bombeamento de sangue pelo coração) e 96 milímetros (diastólica), caiu para 137 milímetros (sistólica) e 84 milímetos (diastólica).&lt;br&gt; &lt;br&gt;"A redução está no mesmo patamar que é obtido com a medicação", destaca o professor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Redução&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com Bacurau, esperava-se uma redução média da pressão em torno de 5 milímetros, o que já seria considerado um resultado satisfatório. "No entanto, esse indice foi de aproximadamente 13 milímetros, o que comprova o efeito positivo do treinamento de força", observa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Siga o iG Saúde no Twitter&lt;br&gt;&lt;br&gt;Depois do final do período de treino, os pacientes foram acompanhados durante quatro semanas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Verificou-se que eles mantinham o mesmo efeito de queda da pressão registrado durante o tempo de realização dos exercícios", afima o professor da EACH.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"Este resultado é imporante, porque serve como estímulo ao hipertenso a continuar com a musculação, ajustando o treinamento às suas necessidades de vida".&lt;br&gt;&lt;br&gt;A pesquisa também mostrou que os participantes tiveram aumento da força física e da flexibilidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"Há uma tendência de que a pressão aumente conforme a idade, numa fase em que as pessoas tem mais dificuldade para se movimentar e menos força para executar até tarefas simples", afirma Bacurau.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Antes se acreditava que a musculação poderia ser perigosa para os hipertensos pelo risco de problemas cardíacos, mas hoje as pesquisas mostram seu potencial na redução de problemas cardiovasculares".&lt;br&gt; &lt;br&gt;O professor recomenda que as pessoas interessadas em fazer treinamento de força procurem orientação de médicos e profissionais de atividade física.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"O ideal é fazer mais de um tipo de exercício, realizando também atividades aeróbias, que já tem efeito comprovado no controle da pressão arterial, além de outros benefícios", conclui. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-6868033007709795103?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6868033007709795103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6868033007709795103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2012/01/treino-de-forca-reduz-pressao-arterial.html' title='Treino de força reduz pressão arterial em hipertensos'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-3654097254949289265</id><published>2012-01-16T15:48:00.001-08:00</published><updated>2012-01-16T15:48:29.081-08:00</updated><title type='text'>Treinamento de músculos respiratórios no pós operatório de infarto do miocardio</title><content type='html'>&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;A sensação de falta de ar e a incapacidade de      aumentar suficientemente a ventilação costumam ser fatores limitantes para      as atividades funcionais e a tolerância ao exercício dos pacientes      portadores disfunção pulmonar. A otimização da função respiratória pode      diminuir a dificuldade de respiração, reduzindo a gravidade de falta de ar e      aumentar a capacidade de realizar trabalho. O treinamento dos músculos      respiratórios tem sido utilizado para melhorar a força e a resistência dos      músculos responsáveis pela ventilação, aumento a eficiência da respiração      (MACIEL et al, 2003).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Segundo Regenga (2000), a      progressão da intencidade de esforço é feita seguindo-se o programa "STEPs",      no qual cada STEP equivale a um grupo de exercícios protocolados em relação      ao tipo, intensidade e repetição, onde o gasto energético em cada grupo de      exercícios está estimado de acordo com o consumo de O2 requerido pelo corpo      para determinada atividade. A duração média de cada terapia é de 20 minutos,      sendo indicada uma freqüência de até 4 vezes por dia na UTI/UCO e 2 vezes      por dia nas unidades de internação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;·            STEP 1 – consumo calórico = 2METs&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Paciente deitado&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios respiratórios diafragmáticos&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios ativos de extremidades&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios ativos-assistidos de cintura,      cotovelos e joelhos&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;·            STEP 2 – consumo calórico = 2METs&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Paciente sentado&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios respiratórios diafragmáticos,      associados aos exercícios de MMSS (movimentos diagonais)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios de cintura escapular&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios ativos de extremidades &lt;/font&gt; 			&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Paciente deitado&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios ativos de joelhos e coxofemoral&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Dissociação de tronco/coxofemural&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;·            STEP 3 – consumo calórico 3 a 4 METs&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Paciente em pé                      			&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios ativos de MMSS (movimentos diagonais      e circundução)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Alongamento ativo de MMII ( quadríceps, adutores      e tríceps crural)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Deambulação: 35m&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;·            STEP 4 – consumo calórico = 3 a 4      METs&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Paciente em pé&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Alongamento ativo de MMSS E MMII&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios ativos de MMSS (movimentos diagonais      e circundução)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios ativos de MMII (flexão-extensão e      abdução/adução)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Deambulação: 50m-25m lentos/25m rápidos ensinar      contagem de FC (pulso)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;·            STEP 5 – consumo calórico = 3 a 4      METs&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Paciente em pé&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Alongamento ativo do MMSS e MMII &lt;/font&gt; 			&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios ativos de MMSS (dissociados)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios ativos de MMII (flexão-extensão e      abdução/adução)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Rotação de tronco e pescoço&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Marca passo com elevação de joelhos&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Deambulação: 100m (checar pulso inicial e final)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;·            STEP 6 – consumo calórico = 3 a 4      METs&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Paciente em pé&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Alongamento ativo de MMSS e MMII&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Exercícios ativos de MMSS e MMII (dissociados),      associados á caminhada&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Descer escada lentamente e retornar de elevador      (um andar)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Deambulação: 165m (medir pulso inicial e final)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Instruções para continuidade dos exercícios em      casa &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;·        STEP 7 – consumo calórico = 3 a 4 METs&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Continuação do STEP 6&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Descer e subir escada lentamente (um andar).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Qualquer tipo de exercício aeróbico sustentado é      recomendado para a reabilitação pulmonar. A atividade com os membros      inferiores são recomendadas para aumentar a tolerância ao exercício.      Exercícios aeróbicos com os membros superiores, ergômetro de braço ou pesos      livres também devem ser incluídos, a fim de melhorar o desempenho no      exercício com os braços. A combinação do treinamento e membros superiores e      membros inferiores no programa de reabilitação têm como objetivo melhorar o      estado funcional (FROWNFERTER e DEAN, 2004). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Segundo Regenga (2000), a ocorrência de      hipoteção arterial sistólica (decrécimo &amp;gt; 15 mmHg em relação á PA Sistólica      basal) durante a realização dos exercícios é considerada mau prognóstico       devido ao fato de que a incapacidade de manter ou aumentar a pressão      sistólica com incremento do esforço, sendo critério de exclusão do programa      de reabilitação cardiovascular. A progressão da intensidade de esforço e a      manutenção  ou não do tratamento deve obedecer alguns critério: manutenção      da estabilidade clinica, adequada  resposta da FC e PA, boa disposição do      paciente, adequada resposta ao tratamento medicamentoso proposto e a      execução ou não de terapia invasiva (cateterismo cardíaco, angioplastia e      revascularização do miocárdio). Se durante a realização do programa o      paciente apresentar sinais de ICC ou de intolerância aos esforços deve-se      evitar a progressão do mesmo até sua estabilização.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Os exercícios respiratórios e o treinamento      ventilatório podem assumir muitas formas, incluindo respiração diafragmática,      respiração segmentar, treinamento muscular ventilatório, treino de      resistência inspiratório, espirometria de incentivo e técnicas respiratória      para o alivio da dispnéia por esforço, entre as diretrizes para ensinar      exercícios respiratórios deve se explicar ao paciente os objetivos e a base      teórica dos exercícios respiratórios ou do treino ventilatório especifico a seus comportamentos e suas      limitações funcionais. Estimular o paciente a práticar padrão respiratório      correto em uma variedade de posições, em repouso e com atividade. Não      permitir ao paciente iniciar a inspiração com os músculos acessórios e o      tórax superior. Ensinar que o tórax superior deve estar relativamente quieto      durante a respiração. Deixar o paciente fazer apenas três ou quatro      inspirações e expirações profundas por vez para evitar hiperventilação. As      técnicas de respiração controlada, que enfatizam a respiração diafragmática,      são elaboradas para melhorar a eficiência da ventilação, diminuir o trabalho      da respiração, aumentar a excursão (decida ou subida) do diafragma e      melhorar as trocas gasosas e a oxigenação. Os exercícios de respiração      diafragmática também são usados para mobilizar as secreções pulmonares      durante a drenagem postural (JOHNSTON e CARVALHO, 2006).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Incentivo é uma forma de treinamento      ventilatório que enfatiza inspirações sustentadas máximas. Um termo sinônimo      é manobra inspiratória máxima mantida, que é feita com ou sem uso de um      incentivador respiratório. O paciente respira por um espirômetro que provê      feedback visual ou auditivo enquanto ele inspira o mais profundamente      possível. A espirometria de incentivo aumenta o volume de ar inspirado e é      defendida primariamente para prevenir o colapso alveolar e as atelectasias      em pacientes pós-operatórios e fortalecer músculos inspiratórios fracos (LEGUISAMO      e KALIL e FURLANI, 2005). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin-top:0pt;margin-bottom:0pt" align="justify"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Segundo Dias et al, (1992) a expansão      costal lateral é uma técnica particularmente útil para fortalecer as      musculaturas inspiratórias e automaticamente melhorar a ventilação pulmonar.      O paciente pode estar sentado ou em decúbito dorsal com os joelhos      flexionados e pés apoiados. O terapeuta posiciona as mãos ao longo da face      lateral das costelas inferiores para fixar a atenção do paciente nas áreas      em que o movimento deve ocorrer. Pedir para o paciente inspira e assim      sentir a caixa torácica mover-se. A medida que ele inspirar, colocar pressão      nas costelas com a palma das mãos, a aplicação da resistência manual deve      ser suave na área inferior das costelas para aumentar a percepção sensorial      a medida que o paciente inspira profundamente. &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0pt;margin-bottom:0pt" align="justify"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0;margin-bottom:0" align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/cardio/fisio_em_pos_operatorio_diogo/fisio_em_pos_operatorio_diogo.html" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;   &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-3654097254949289265?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3654097254949289265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3654097254949289265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2012/01/treinamento-de-musculos-respiratorios.html' title='Treinamento de músculos respiratórios no pós operatório de infarto do miocardio'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-6101008131568290337</id><published>2012-01-13T03:37:00.001-08:00</published><updated>2012-01-13T03:37:59.074-08:00</updated><title type='text'>Tipos de Infarto no miocárdio</title><content type='html'>Transmural&lt;br&gt;&lt;br&gt;Existem dois padrões importantes de infarto do miocardio, com patogêneses ligeiramente diversas. O infarto regional do miocárdio (90% dos casos), envolve um segmento da parede ventricular. A causa deste padrão de infarto é quase sempre a formação de trombos em uma placa ateromatosa complicada. Quando há oclusão persistente total do ramo arterial que supre a área afetada, o infarto é denominado de transmural (Stevens e Lowe, 2002).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Segundo Robbins e Cotran (2005), Nesse tipo de infarto, a necrose isquêmica envolve toda ou quase toda a espessura da parte da parede ventricular irrigada por uma única artéria coronária. Esse padrão de infarto geralmente está associado a aterosclerose coronária, alteração aguda da placa e  trombose superposta.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Infarto transmural, o qual se estende através do tecido subendocárdico até a camada epicardica do miocárdio (IRWIN e TECKLIN, 2003).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Rubin (2006), um infarto transmural envolve toda a espessura da parede ventricular esquerda e muito freqüentemente sobrevém à oclusão de uma artéria coronária. Em vista disso, os infartos transmurais tipicamente ocorrem na distribuição das três principais artérias coronárias. Artéria coronária direita, a oclusão da porção proximal desse vaso resulta em infarto da região basal posterior do ventrículo esquerdo e a metade do terço posterior do septo interventricular (infarto inferior). Obloquei da artéria coronária DAE, acarreta um infarto das paredes apical, anterior e antero septal do ventrículo esquerdo, na artéria coronária circunflexa esquerda, a obstrução desse vaso constitui a causa menos comum de infarto do miocárdio e leva a um infarto da parede lateral do ventrículo esquerdo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Subendocárdico&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em contra-posição, o infarto subendocárdico (não transmural) constitui uma área de necrose isquêmica limitada ao terço interior ou, no Maximo, a metade da parede ventricular; sob certas circunstancias, pode se estender lateralmente para mais além do território de perfusão de uma única artéria coronária. Como previamente destacado, a zona subendocárdica é normalmente a região do miocárdio com menor irrigação e, por isso, é muito vulnerável a qualquer redução do fluxo coronário. Infarto subendocárdico pode ocorrer como resultado da ruptura de uma placa seguida da formação de um trombo coronariano que sofre lise antes que a necrose miocardica se estenda ao longo der toda a espessura da parede: nesse caso, o infarto ficará limitado á região irrigada por uma artéria coronária com alteração na placa. Contudo, os infartos subendocárdicos também podem resultar da redução suficientemente prolongada e intensa da pressão arterial sistêmica, como ocorre no choque, muitas vezes superposta a estenose coronariana crônicas, mas não criticas (ROBBINS e COTRAN, 2005).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Infarto subendocárdico, que envolve somente a camada mais interna do miocárdio e talvez, em alguns casos, porções da camada média do tecido, porem, não se estende para a região epicardica do miocárdio.(IRWIN e TECKLIN, 20003)&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O infarto subendocárdico circunferêncial (10% dos casos) envolve a zona subendocardial do ventrículo e é decorrente de uma hipoperfusão generalizada das artérias coronarianas principais. Isto geralmente decorre de um episodio de hipotensão modesta com redução crítica do fluxo em artéria já comprometidas por estenose ateroscleroticas de alto grau. A zona subendocárdica sofre necrose, por perfusão insuficiente (Stevens e Lowe, 2002).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Segundo Rubin (2006), o infarto subendocárdico acomete o terço até a metade mais interna do ventrículo esquerdo. Ele pode ter origem no território de uma das principais artérias coronárias epicárdicas ou pode ser circunferente, envolvendo os territórios subendocárdicos de múltiplas artérias coronárias. O infarto subendocárdico geralmente ocorre em conseqüência hipoperfusão do coração. Ele pode decorrer de aterosclerose em uma artéria coronária especifica ou de distribuição que limitam o fluxo sanguíneo coronário globalmente, como na estenoseaótica, choque hemorrágico ou hipoperfusão durante o curso de derivação cardiopulmonar. A maior parte dos infartos subendocárdicos ocorre na ausência de trombos coronários oclusivos, embora pequenas partículas de trombo de fibrina e plaquetas possam ser vista na artéria coronária epicardica que alimenta a região do infarto. Ne caso de infarto subendocárdico circunferente causado por hipoperfusão global do miocárdio, a estenose arterial coronária não precisa estar presente. Como a necrose se limita as camadas mais internas do coração, as complicações que advêm de infartos transmurais exemplo, pericardite e ruptura ventricular, não são vistas nos infartos subendocárdicos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/cardio/fisio_em_pos_operatorio_diogo/fisio_em_pos_operatorio_diogo.html" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-6101008131568290337?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6101008131568290337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6101008131568290337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2012/01/tipos-de-infarto-no-miocardio.html' title='Tipos de Infarto no miocárdio'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5769284365298278098</id><published>2012-01-02T13:46:00.001-08:00</published><updated>2012-01-02T13:46:44.788-08:00</updated><title type='text'>Como deve ser feita a avaliação cardiológica</title><content type='html'>&lt;br&gt;Para atendermos um paciente com histórico de cardiopatia, precisamos submetê-lo a um boa  anamnese e exame físico para constartaros a sua aptidão. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O que se deve fazer na Anamnese?  &lt;p align="justify"&gt;Anamnese é  a história clínica relatada pelo paciente ou por informantes durante uma consulta. Apresenta as seguintes etapas:&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;-Identificação: perguntamos  ao paciente o seu nome, idade, sexo, profissão, naturalidade e  procedência.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;-Queixa principal: perguntamos qual é o motivo principal da consulta, ou seja, a sua queixa principal (exemplo : dor do peito).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;-História da doença atual: perguntamos sobre o  início dos sintomas e quais são as suas características (exemplo:  localização da dor no  peito, caráter, duração, fatores de agravo ou de  alívio, fatores precipitantes e sintomas associados).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;-História das doenças pregressas: perguntamos sobre  as doenças crônicas ou prévias, como a hipertensão arterial, diabete  melito, entre outras. Exames prévios (exemplos: eletrocardiograma,  ecocardiograma, entre outros), tratamentos  (exemplos: angioplastia  coronariana ou cirurgias), também são pesquisados neste íten da  anamnese.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;-História familiar: perguntamos sobre as doenças de  caráter genético, como a hipertensão arterial , diabete melito ,  dislipidemias (anormalidades do colesterol e suas frações), e  as  neoplasias (tumores).A doença  arterial coronariana precoce (angina do  peito, infarto do miocárdio ou morte súbita em um parente de primeiro  grau do sexo masculino com menos de 55 anos ou do sexo feminino com  menos de 65 anos) sempre deverá ser investigada.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;-Condutas e hábitos de vida: perguntamos sobre o   padrão alimentar, tabagismo (ativo ou passivo, quanto cigarros fuma por  dia, há quanto tempo fuma,etc.), etilismo (tipo de bebida, frequência e  quantidade da ingestão),uso medicamentos (atuais e pregressos, quais  são, dose,etc.), uso de drogas ilícitas, prática de exercícios físicos  (tipo de exercício, duração de dada sessão há quanto tempo  pratica, quantas vezes por semana,etc.), atividades físicas do cotidiano  e no trabalho, e histórico de alergias (secundárias a medicamentos,  alimentos e substâncias, com por exemplo, contraste iodado).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;-Interrogatório sobre outras queixas: sono, roncos  , cefaléia (dor de cabeça), tonturas, tosse , azia , dor abdominal ,  funcionamento intestrinal e urinário , edema (inchaço), apetite e peso ,  ânimo e disposição , etc.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Na segunda fase da avaliação corresponde ao exame físico que se inicia com a avaliação do  peso, altura (estes permitem calcular o índice de massa corporal, que  é o peso dividido pela altura ao quadrado) e a medida da circunferência  abdominal (indica se acúmulo central de gorduras) .Em seguida,  realizamos a medida da pressão arterial (veja adiante). O exame da  cabeça e do pescoço  inclui a verificação das mucosas (pesquisamos  indícios de uma anemia ou icterícia, que é a coloração amarelada da  esclera dos olhos) e ausculta das  artérias carótidas (um sopro nesta artéria pode sugerir placas de  ateroma).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O exame do tórax inicia-se com a inspeção, a qual  poderá revelar a presença de deformidades na parede do tórax.A palpação  do tórax poderá mostrar um ictus cardíaco (ponta do coração) desviado ,  sugerindo aumento desse orgão. Durante a palpação  ainda poderemos   reproduzir uma dor torácica referida pelo paciente (tal achado  fala  contra uma  origem cardíaca da dor), e  ainda , perceber  os frêmitos (vibrações na parede do tórax  causadas por um sopro  cardíaco intenso).Prosseguimos com a ausculta cardíaca e dos pulmões (  veja adiante ).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Em seguida, examinamos o abdômen (com palpação e  ausculta). O exame dessa parte do corpo poderá revelar : um aumento do  fígado e a presença de ascite (achados de insuficiência cardíaca  direita, ou seja, enfraquecimento do lado direito do coração), um    sopro   na artéria aorta ou nas artérias renais ( sugerindo a presença  de placas de ateroma nessas artérias ) ou ainda , uma massa palpável e  pulsátil ,  fruto de um aneurisma da artéria  aorta .&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Finalizamos o exame observando as  extremidades. Verificamos a presença de inchaço (edema) nas pernas ,  sinais de insuficiência venosa ( varizes , escurecimento da pele e  úlceras varicosas) ou arterial (diminuição da amplitude dos pulsos  arteriais , pele seca e queda de pêlos).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Medida da pressão arterial&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Devemos realizar  as medidas da pressão arterial em  um ambiente tranquilo, com temperatura agradável , sem que o paciente  esteja de bexiga cheia, e sem ter feito exercícios físicos há 60  minutos. Ele também não deve ter ingerido álcool, café, alimentos ou ter  fumado até 30 minutos antes das medidas,Não demos falar na hora das  medidas medidas.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Devemos utilizar um aparelho para a medida da pressão  arterial adequado. As melhores opções são os aparelhos eletrônicos   valiados  (testados por entidades especializadas), aparelhos aneróides  calibrados e os aparelhos de coluna de mercúrio. O manguito (bolsa de  borracha)  deverá ser colocado no braço , livre de roupas e sem  garroteamento (compressão)  por roupas apertadas. Se o  braço  do  paciente for muito grosso (circunferência medida com fita métrica igual  ou maior que 35 cm) ou muito fino (circunferência igual ou menor que 26  cm), será necessário a utilização de um manguito de tamanho especial ,  fora do padrão habitual.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Na primeira consulta, o ideal é realizarmos algumas  medidas  em ambos os braços. Em pacientes idosos, diabéticos ou com  suspeita de queda da pressão arterial ao adotar a posição de pé  (hipotensão ortostática), a pressão arterial deverá ser medida cerca  de um minuto após a adoção da posição de pé.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Ausculta cardíaca e pulmonar&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A ausculta cardíaca deve ser feita em vários locais  do tórax (focos de ausculta).Durante uma ausculta observamos o ritmo  cardíaco, as bulhas cardíacas (sons ocasionados pela abertura e  fechamento das válvulas cardíacas), e a presença de sopros (sons  ocasionados pelo turbilhonamento do sangue ao passar pelas válvulas ou  por outras estruturas cardíacas).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A ausculta pulmonar avalia o murmúrio vesicular  (ruído normal dos pulmões) e a presença de sons anormais, como os  estertores (indicativos  da presença de secreção ou líquido nos  pulmões), os roncos (indicativos de broncoespamos das grandes vias  aéreas)  e os sibilos (indicativos de broncoespasmos das pequenas vias  aéreas).&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5769284365298278098?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5769284365298278098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5769284365298278098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2012/01/como-deve-ser-feita-avaliacao.html' title='Como deve ser feita a avaliação cardiológica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-4907554177726405833</id><published>2011-12-30T05:31:00.001-08:00</published><updated>2011-12-30T05:31:52.975-08:00</updated><title type='text'>O coração e a aspirina</title><content type='html'>&lt;p class="sec_corpo"&gt;A aspirina, usada desde 1875, é a substância  salicilato de sódio derivada da planta Salix alba, usada como  antitérmico desde a Antigüidade. O chá de Sabugueiro (Sambucus nigra),  no Brasil, é usado como antitérmico e analgésico. A aspirina obtida de  fontes naturais é mais cara do que a produzida industrialmente.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Desde a sua descoberta e a produção industrial  da aspirina, ela sempre foi usada como analgésico e antitérmico. Ela tem  ainda outras propriedades terapêuticas, como antiinflamatório,  uricosúrico e estimulante. Se admite que a aspirina seja o estimulante  mais usado em todo o mundo. Muitas pessoas tomam a aspirina como  profilático, &amp;quot;para não terem dor de cabeça&amp;quot;. Pode-se reconhecer pessoas  viciadas em aspirina por terem um modo particular de falar.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Em 1920, o laboratório Beyer, da Alemanha que  lançou a aspirina industrial no mercado, acrescentou ao seu produto o  slogan &amp;quot; &amp;quot;A Aspirina não faz mal ao coração&amp;quot;. Se dizia na época ser ela  prejudicial ao coração. Por ironia da história, os anos revelaram o  contrário.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Por dia, se consomem, só nos Estado Unidos, 80  milhões de comprimidos de aspirina. A produção de aspirina no Brasil  cobre 80% do seu consumo, o restante é importado. Durante muitos anos a  aspirina era oferecida no mercado associada à cafeína visando diminuir  os efeitos depressivos dela ao coração. Ainda hoje existem no mercado  muitos produtos onde a aspirina é oferecida junto com outros  medicamentos visando diminuir os seus efeitos indesejáveis sobre o  sistema digestivo. Esses produtos geralmente são bem mais caros e não  oferecem vantagens para a grande maioria dos pacientes. A aspirina desde  a sua descoberta está cercada de opiniões divergentes quanto ao seu  uso, indicações, riscos e benefícios. Não poderia ser diferente quando  se trata de sua indicação mais recente, qual seja a de prevenir as  doenças cardiovasculares: angina, infarto, derrame, etc.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Argumentos a favor do uso da aspirina   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;1. Aspirina ajuda a prevenir ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais isquêmicos.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;2. A aspirina é um medicamento eficaz e barato.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;3. A aspirina interfere na produção de  plaquetas e assim altera o propensão para a formação de trombos  (coágulos) reduzindo os riscos de acidentes cardiovasculares.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;4. Por ano morrem nos Estados Unidos cerca de  900.000 pessoas em decorrência de acidentes vasculares cerebrais ou  cardíacos. Calcula-se que de 5.000 até 10.000 dessas mortes poderiam ser  evitadas com o uso da aspirina.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Argumentos contra o uso da aspirina   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;1. Os acidentes vasculares cerebrais hemorrágicos são mais freqüentes quando o paciente está recebendo aspirina.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;2. As evidências sugerem que a aspirina não  previne acidentes vasculares cerebrais ou cardíacos em pacientes que não  estejam acometidos de doenças vasculares. Alguns estudos sugerem que  isso não seja verdade.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;3. Nenhum medicamento está isento de riscos. O uso de aspirina pode provocar problemas sérios de saúde.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;4. Pela alteração na formação de plaquetas a  aspirina dificulta a formação de coágulos. Esse fato pode provocar  hemorragias, desde leves até severas. Por esse mecanismo a formação de  um trombo vascular pode ser evitada mas em seu lugar ocorrer um  sangramento que pode provocar um acidente vascular de maior gravidade.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Os efeitos colaterais mais freqüentes da aspirina   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;1. Irritação do estômago e intestino,  provocando azia, dor epigátrica, náuseas, vômitos, sangramentos  internos, úlceras e perfurações graves. O uso de bebidas alcoólicas  intensifica esses efeitos, incluindo ainda lesões no fígado.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;2. Tinitus (Zumbido nos ouvidos) e diminuição  da audição, principalmente com doses maiores. Esses efeitos tendem a  diminuir com a redução das doses do medicamento.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;3. Alergias - cutâneas e respiratórias. Pode  provocar asma em 0,2% das pessoas. Em alguns pacientes provoca  sangramento pulmonar.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;4. Síndrome de Reye - provocada em crianças e  que, embora rara, pode ser fatal. Particularmente na varicela a aspirina  pode provocar a síndrome de Reye.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Qual é o risco real de tomar aspirina?   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O estudo básico referente ao uso profilático de  aspirina foi realizado em 22.071 médicos entre 40 e 84 anos. A metade  recebeu 325 mg de aspirina diariamente e a outra metade recebeu um  placebo. Ao final de 5 anos aconteceram 23 acidentes cerebrais  hemorrágicos entre os médicos que tomaram aspirina e 12 entre os que  receberam o placebo. Estudos posteriores confirmaram esses achados. Pelo  número de médicos envolvidos a incidência foi pequena, mas  significativa por ter sido o dobro. Esse estudo deveria se prolongar por  mais anos, mas no fim dos 5 primeiros, a incidência de acidentes  vasculares cardíacos foi tão significativamente menor entre os que  recebiam a aspirina, de modo que foi considerado antiético manter o  grupo que tomava placebo afastado dos benefícios da aspirina.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Estudos outros acumulando a experiência em  55.462 paciente que receberam ou não aspirinas, todos foram acompanhados  durante 37 meses e a dose de aspirina variou de 75 até 413 mg por dia.  Em cada 10.000 pessoas que receberam aspirina houve 137 infartos e 39  acidentes vasculares cerebrais isquêmicos a menos. No entanto ocorreram  12 hemorragias cerebrais a mais no grupo que recebeu aspirina. Se  considerarmos um outro índice, o de sobrevida, houve 15 % a menos de  mortes entre os que receberam aspirina. Houve também 12% a menos de  acidentes vasculares cerebrais isquêmicos ou embólicos nesse grupo.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Se pesarmos os prós e os contras quanto ao uso  da aspirina ela pende a favor do seu uso. No entanto as chances de  benefício variam de pessoa para pessoa, e isso você e o seu médico devem  decidir.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Fatores que influenciam a decisão de tomar ou não tomar aspirina   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;1. Pessoas jovens ou de meia idade e sem  evidência de doença cardiovascular provavelmente não se beneficiarão com  o uso de aspirina e somente serão expostas aos riscos do seu uso.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;2. O risco de acidente vascular cerebral, por  exemplo num homem de 40 anos, hipertenso, mas sem outra manifestação de  doença cardiovascular existe uma chance de 0,l% ao ano de ocorrerem  problemas cardíacos ou cerebrais. Para essa pessoa, tomar aspirina  representa um risco maior de ocorrer algo do que aquele que se pretende  evitar.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Conclusões   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;1. Não existe medicamento milagroso.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;2. A aspirina é aquele que mais se aproxima desse objetivo.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;3. Os benefícios da aspirina são evidentes e o custo é mínimo.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;4. O índice de complicações severas é baixo,  mas existem ocorrências fatais, e entre elas as hemorragias digestivas e  perfurações de úlceras pépticas.   &lt;/p&gt;5. Não deixe de escutar o seu médico se você é, ou não é, uma pessoa indicada para tomar aspirina.   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-4907554177726405833?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4907554177726405833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4907554177726405833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/12/o-coracao-e-aspirina.html' title='O coração e a aspirina'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-1729057698654790638</id><published>2011-12-22T10:18:00.001-08:00</published><updated>2011-12-22T10:18:58.807-08:00</updated><title type='text'>Aneurisma da aorta torácica</title><content type='html'>                &lt;h3&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/fw/8e/wy/hl/8ewyhlyccr5z764gb2i681gd6.jpg"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um aneurisma é um inchaço ou alargamento irregular de uma porção de  uma artéria causado por fraqueza nas paredes dos vasos sanguíneos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um aneurisma da aorta torácica ocorre na parte da maior artéria do corpo (a aorta) que passa pelo peito.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;Nomes alternativos&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Aneurisma da aorta - torácica; Aneurisma sifilítico - Aneurisma - aorta torácica&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;Causas, incidência e fatores de risco&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;                                  	&lt;/p&gt;&lt;div class="foto-legenda" style="width:316px"&gt; 		&lt;div class="credito"&gt;&lt;/div&gt; 		&lt;div class="legenda"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; 	&lt;/div&gt;&lt;p&gt;O motivo mais comum para ocorrência de aneurisma da aorta torácica é o endurecimento das artérias (aterosclerose). Essa doença é mais comum em pessoas com colesteral alto, pressão sanguínea alta de longa duração ou que fumam.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Outros fatores de risco para aneurisma torácico são:&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Distúrbios do tecido conjuntivo, como a síndrome de Marfan&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Inflamação da aorta&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sífilis&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Traumas, como quedas e acidentes de trânsito&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;h3&gt;Sintomas&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Os aneurismas se desenvolvem lentamente durante muitos anos. A  maioria dos pacientes não apresentam sintomas até que o aneurisma comece  a vazar ou dilatar. &lt;a href="http://saude.ig.com.br/dor/"&gt;&lt;strong&gt;Dores&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; no peito ou nas costas podem significar o súbito alargamento ou vazamento do aneurisma.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;Muitas vezes, os sintomas surgem subitamente quando&lt;/u&gt;:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;O aneurisma cresce rapidamente&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O aneurisma se rompe (denominado ruptura)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O sangue vaza pela parede da aorta (dissecação da aorta)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;Se o aneurisma pressionar estruturas próximas, os seguintes sintomas poderão surgir&lt;/u&gt;:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Rouquidão&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Problemas para engolir&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Respiração aguda (estridente)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Inchaço no pescoço&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;Outros sintomas podem incluir&lt;/u&gt;:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Dores nas costas ou no peito&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pele viscosa&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Náusea e vômito&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ritmo cardíaco acelerado&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Baixa pressão sanguínea&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;h3&gt;Exames e testes&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;O exame físico é geralmente comum, a não ser que tenha ocorrido uma ruptura ou um vazamento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O rompimento da aorta (um rasgo na aorta, que é a principal artéria que vem do coração) pode ser visto em um &lt;a href="http://saude.ig.com.br/minhasaude/exames/raio+x+radiografia/ref1237829935074.html"&gt;raio X&lt;/a&gt; do tórax. No caso representado pela figura ao lado, foi causada por uma perfuração traumática da aorta torácica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;                                  	&lt;/p&gt;&lt;div class="foto-legenda" style="width:316px"&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/fw/48/jq/bk/48jqbkiw2bcdqo3a9j68nm9s2.jpg"&gt; 		&lt;div class="credito"&gt; 			&lt;cite&gt;Foto: ADAM&lt;/cite&gt; 		&lt;/div&gt; 		&lt;div class="legenda"&gt;&lt;p&gt;Rompimento da aorta, radiografia do tórax&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; 	&lt;/div&gt; &lt;p&gt;É assim que o raio X mostra quando o peito está cheio de sangue  (hemotórax direito), visto aqui como uma nebulosidade do lado direito da  imagem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A maioria dos aneurismas da aorta é descoberta por meio de testes  realizados por ourtos motivos, geralmente uma radiografia do tórax, um ecocardiograma ou uma tomografia computadorizada do tórax.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma tomografia computadorizada do tórax mostra o tamanho da aorta e a localização exata do aneurisma.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um aortograma (um conjunto especial de imagens de raio X feitas  quando um contraste é injetado na aorta) consegue identificar o  aneurisma e quaisquer ramificações da aorta envolvidas.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;Tratamento&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;O tratamento depende da localização do aneurisma. A aorta compreende três partes&lt;/u&gt;:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;A primeira parte vai até a cabeça. É chamada de aorta ascendente&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A parte do meio é curvada. É chamada de arco aórtico.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A terceira parte vai até os pés. É chamado de aorta descendente.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;Para pacientes com aneurimas da aorta ascendente ou do arco de aorta&lt;/u&gt;:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;A cirurgia para substituir a aorta é aconselhável caso o  aneurisma tenhas mais de 5-6 centímetros. A aorta é substituída por um  enxerto de plástico ou de tecido. É uma cirurgia complexa que requer o  uso da máquina coração-pulmão.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;Para pacientes com aneurismas da aorta torácica descendente&lt;/u&gt;:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Uma cirurgia séria é realizada para substituir a aorta por um enxerto de tecido caso o aneurisma tenha mais de 6 centímetros.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O implante de stents (fixadores) endovasculares é a opção menos  invasiva. Um stent é um pequeno tubo plástico ou metálico usado para  manter a artéria aberta. Os stents podem ser implantados no corpo sem  cortes no peito. Ainda assim, nem todos os pacientes com aneurisma  torácico descendente são candidatos para a implantação dessa  endoprótese.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Consulte também: Reparo de aneurisma da aorta - endovascular&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;Evolução (prognóstico)&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;O prognóstico de longo prazo para pacientes com aneurisma da aorta  torácica é determinado por outros problemas médicos, tais como doença  cardíaca e diabetes, que podem ter causado ou contribuído para esse  quadro.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;Complicações&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;Complicações graves do pós-operatório incluem&lt;/u&gt;:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Sangramento&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Infecção do enxerto&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ataque cardíaco&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Batimento cardíaco irregular&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Danos nos rins&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Paralisia&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Derrame&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;p&gt;A morte logo após a operação acontece em 5-10% dos  pacientes.Complicações após o implante do stent incluem danos às pernas,  o que pode requerer outra operação.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-1729057698654790638?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1729057698654790638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1729057698654790638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/12/aneurisma-da-aorta-toracica.html' title='Aneurisma da aorta torácica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-6267758940568188014</id><published>2011-12-17T04:54:00.001-08:00</published><updated>2011-12-17T04:54:10.830-08:00</updated><title type='text'>O que são bulhas cardíacas?</title><content type='html'>&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0;margin-bottom:0"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Segundo Guyton e Hall (2002), quando as válvulas      se fecham, os folhetos das válvulas e os líquidos circundantes vibram, sob a      influencia dos diferencias abruptos de pressão que se desenvolvem,      originando sons que se propagam, em todas as direções pelo tórax gerando as      quatros bulhas cardíacas, sendo apenas duas delas audíveis. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0;margin-bottom:0"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0;margin-bottom:0"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;O ruído que se ouve ao auscultarmos o coração      não é provocado pela contração em si, mas é pelo fechamento das válvulas, o      primeiro "tum" é relativamente às valvas mitral e tricúspide, e o segundo ás      sigmóides que da origem as bulhas cardíacas (FARINATTI, 1999).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0;margin-bottom:0"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0;margin-bottom:0"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;O fechamento das válvulas e o rápido movimento      do sangue no interior do coração dão origem a som que podem se ouvidos na      superfície do tórax. A primeira bulha cardíaca, acompanha o inicio da fase      de contração isovolumetrica, sendo causada basicamente pelo tensionamento das válvulas atrioventriculares      depois que elas se fecham e pela aceleração do sangue para fora dos      ventrículos, tanto para diante, pelas válvulas semilunares, como para trás,      pelas válvulas atrioventriculares, ate que estas se fecham o som se      assemelha a "tum".A segunda bulha cardíaca associa-se ao fechamento das      válvulas aortica e pulmonar, sendo causada pela vibração das próprias      válvulas, do coração e dos trechos das grandes artérias próximos as      válvulas, a segunda bulha cardíaca ocorre no inicio da fase de relaxamento      isovolumetrico, o som da segunda bulha se assemelha a "ta". A terceira bulha      cardíaca resulta da turbulência que se associa à transição da fase de      enchimento ventricular rápido, para fase de enchimento ventricular reduzido;      A quarta bulha cardíaca se deve movimentação sangüínea causada pela sístole      arterial. Nem a terceira e nem a quarta bulha podem ser ouvidas, mas elas      podem ser vistas quando as ondas sonoras são registradas      eletronicamente.(JOHNSON, 2000).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0;margin-bottom:0"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0;margin-bottom:0"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;O movimento do sangue dentro das câmaras      cardíacas e a vibração das paredes das câmaras também contribuem para gerar      o primeiro ruído cardíaco. A primeira e segunda bulhas são normalmente      audíveis em todos os indivíduos e podem ser detectadas e distinguidas      através do estetoscópio. A primeira bulha caracteriza – se por ter maior      duração e intensidade do que as demais bulhas, e pode ser facilmente      auscultada na região do ápice cardíaco.A segunda bulha é gerada pelo brusco      fechamento das válvulas semilunaneres pulmonar e aórtica. Assim a segunda      bulha, de modo similar a primeira, apresenta dois componentes distintos (aórtico      e pulmonar). A terceira e a quarta bulhas nem sempre são audíveis.(AIRES,      1999).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0;margin-bottom:0"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0;margin-bottom:0"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Geralmente são gerados quatros sons pelo      coração, mas apenas dois são ordinariamente audíveis com um estetoscópio.      Com a amplificação eletrônica, os sons menos intensos podem ser detectados e      registrados graficamente como um fonocardiograma. Este meio de registro dos      sons cardíacos muitos fraco ajuda a delinear o momento preciso da ocorrência      das bulhas cardíacas relativamente a outros eventos no ciclo cardíaco      (Berne, Levy e Stanton, 2004).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0;margin-bottom:0"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"&gt; 			&lt;font face="Arial"&gt;Segundo Costanzo (1999), o      fechamento das válvulas átrio ventricular produzem a primeira bulha      cardíaca, que pode ser dividido (split) porque a válvula mitral fecha      ligeiramente antes da válvula tricúspide. A válvula aórtica fecha      ligeiramente antes da válvula pulmonar, produzindo a segunda bulha cardíaca.      O fluxo rápido de sangue, dos átrios para os ventrículos, produz a terceira      bulha cardíaca, que é normal em crianças, mas que não é ascultavél nos      adultos normais.A quarta bulha cardíaca não é audível nos adultos normais,      embora possa ser auscultada na hipertrofia ventricular, onde a complacência      ventricular fica diminuída e o enchimento forçado do ventrículo produz o      som.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0;margin-bottom:0"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/cardio/fisio_em_pos_operatorio_diogo/fisio_em_pos_operatorio_diogo.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-6267758940568188014?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6267758940568188014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6267758940568188014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/12/o-que-sao-bulhas-cardiacas.html' title='O que são bulhas cardíacas?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-1764159187739089226</id><published>2011-12-11T12:41:00.001-08:00</published><updated>2011-12-11T12:41:32.993-08:00</updated><title type='text'>Fraqueza nas pernas e perda de visão também são sinais de AVC</title><content type='html'>                              &lt;br&gt;&lt;p&gt;Pesquisadores britânicos afirmam que detectaram outros dois sintomas indicativos de que uma pessoa está sofrendo um Acidente Vascular Cerebral (AVC).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um projeto desenvolvido pela University Hospitals of Leicester NHS  Trust (parte do serviço público de saúde britânico) descobriu que  fraqueza nas pernas e perda de visão também são sintomas do problema e  não devem ser ignorados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo  a Stroke Association, entidade assistencial britânica  voltada para o tratamento do AVC, informa em sua página na internet  existem três sintomas que precisam ser observados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 		&lt;/p&gt; 		 		&lt;p&gt;O primeiro é fraqueza facial: notar se a pessoa consegue sorrir ou se um canto da boca ou um dos olhos está com aparência caída.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outro sintoma é a fraqueza nos braços – observar se a pessoa consegue  erguer os dois braços – e o terceiro são os problemas de fala, ou seja,  tentar detectar se a pessoa consegue falar claramente ou entender o que  outra pessoa fala.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Campanha&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma campanha recente do NHS, o serviço público de saúde britânico,  destacou estes três sintomas de AVC. Mas, para Ross Naylor, professor na  University Hospitals of Leicester, as pessoas precisam começar a  procurar pelos cinco sintomas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;A campanha do NHS foi bem-sucedida, mas é importante que as pessoas  saibam que fraqueza nas pernas e perda de visão também são sintomas que  precisam ser observados&amp;quot;, disse.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;quot;Temo que muitas pessoas não saibam que qualquer um que esteja com um  ou estes dois sinais adicionais, sozinhos ou com um dos outros três  sintomas, pode significar um indicador de que a pessoa, ou um ente  querido, está tendo um AVC e também precisa procurar ajuda médica com  urgência&amp;quot;, acrescentou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Simon Cook, chefe de operações da Stroke Association para a região de  East Midlands, afirmou que a campanha do NHS é útil pois os três  sintomas são fáceis de reconhecer pela maioria do público.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;quot;Certamente existem outros sintomas, como visão desfocada e fraqueza  nas pernas. Mas, acreditamos que o mais importante é que as pessoas se  lembrem de agir rapidamente quando observarem os sinais de um AVC e  liguem para os serviços de emergência&amp;quot;, afirmou.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-1764159187739089226?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1764159187739089226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1764159187739089226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/12/fraqueza-nas-pernas-e-perda-de-visao.html' title='Fraqueza nas pernas e perda de visão também são sinais de AVC'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-4429577789516659177</id><published>2011-12-09T05:41:00.001-08:00</published><updated>2011-12-09T05:41:22.415-08:00</updated><title type='text'>Exercícios em excesso podem danificar o coração, dizem especialistas</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;A prática excessiva de exercícios pode danificar o coração, indica um pequeno estudo feito por especialistas australianos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Exames de ressonância magnética de 40 atletas que se preparavam para participar de eventos esportivos extremos, como triatlos ou competições de ciclismo em montanha, revelaram que a maioria apresentava distensões no músculo cardíaco.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A maior parte se recuperou completamente depois de uma semana, mas cinco dos atletas, que vinham treinando há mais tempo, apresentaram cicatrizes - possivelmente um indício de danos permanentes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A equipe da Universidade de Melbourne disse à revista científica European Heart Journal que as alterações encontradas poderiam, no futuro, provocar problemas cardíacos como a arritmia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Mas eles enfatizaram que não se deve concluir, com base nesse estudo, que esportes extremos sejam ruins para a saúde.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para a maioria dos atletas, uma combinação de treinamento sensato e recuperação adequada deve trazer melhorias na função do músculo cardíaco, os pesquisadores disseram.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A equipe disse que são necessários mais estudos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Treinamento extremo&lt;br&gt;&lt;br&gt;O diretor médico da Maratona de Londres, Sanjay Sharma, disse que os resultados convidam à reflexão, mas concordou que é preciso fazer mais pesquisas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Minha opinião é de que exercícios extremos provavelmente causam danos ao coração em alguns atletas. Não acredito que o corpo humano seja desenhado para (suportar) exercícios durante até 11 horas por dia, então danos ao coração não são implausíveis.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Shama disse, no entanto, que era cedo para dizer se a prática de esportes radicais causa danos a longo prazo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Doireann Maddock, representante da British Heart Foundation, disse que as pessoas não devem deixar de fazer exercícios com base no novo estudo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- É importante lembrar que os benefícios da atividade física para a saúde estão bem estabelecidos. Os atletas altamente treinados envolvidos nesse estudo estavam competindo em eventos de longa distância e treinavam mais de dez horas por semana.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Mais pesquisas de longo prazo serão necessárias para determinar se os exercícios extremos podem causar danos ao ventrículo direito em alguns dos atletas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Formato alterado&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como parte do estudo, os cientistas avaliaram os atletas duas semanas antes das competições, imediatamente após os eventos e cerca de uma semana depois.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Logo após a competição, os corações dos atletas tinham o formato alterado. O ventrículo direito do órgão - uma das quatro câmaras do coração envolvidas em bombear o sangue pelo corpo - parecia dilatado e não funcionava tão bem como nas semanas que antecederam a competição.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Níveis de uma substância química chamada BNP (Peptídeo Natriurético tipo B), que é fabricada pelo coração em resposta a distensões extremas, haviam aumentado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma semana mais tarde, os corações dos atletas haviam voltado à condição em que estavam antes da competição.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Nos cinco atletas que vinham treinando e competindo há mais tempo, os exames revelaram indícios de cicatrizes no tecido cardíaco. Além disso, a função do ventrículo direito nesses atletas continuava diminuída em comparação com os resultados anteriores ao evento. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-4429577789516659177?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4429577789516659177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4429577789516659177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/12/exercicios-em-excesso-podem-danificar-o.html' title='Exercícios em excesso podem danificar o coração, dizem especialistas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-607345618947467680</id><published>2011-11-27T09:24:00.001-08:00</published><updated>2011-11-27T09:24:19.368-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapia Cardiovascular: Avaliação e Conduta na Reabilitação</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="productInformation"&gt; 	 	&lt;div class="promotion"&gt;&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style=""&gt; 				 				&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt; Fis&lt;/strong&gt;&lt;div class="topBoxLine"&gt; 				&lt;div style="text-align: center;" class="topBoxLine2"&gt; 					&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/23788301/fisioterapia+cardiovascular:+avaliacao+e+conduta+na+reabilitacao.../?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/23788301_4.jpg" class="picimgbig" alt="Fisioterapia Cardiovascular: Avaliação e Conduta na Reabilitação..." height="197" width="197"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 			 				 					&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;     &lt;p align="justify"&gt;        A obra serve de consulta e complemento ao conhecimento de  fisioterapeutas profissionais para o atendimento de pós-infartados e de  pacientes submetidos a cirurgias cardíacas em geral, tanto no ambiente  hospitalar como também de forma continuada no ambiente domiciliar (home  care). &lt;br&gt;&lt;br&gt;  Este livro fornece informações necessárias para a  formação dos que estão se graduando e iniciando no mercado de trabalho.       &lt;br&gt;&lt;br&gt; 							&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Manole 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;9788520429747 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style=""&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt; 				&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/23788301/fisioterapia+cardiovascular:+avaliacao+e+conduta+na+reabilitacao.../?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;/div&gt;	 	&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-607345618947467680?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/607345618947467680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/607345618947467680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/11/fisioterapia-cardiovascular-avaliacao-e.html' title='Fisioterapia Cardiovascular: Avaliação e Conduta na Reabilitação'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-3669007818574797325</id><published>2011-11-23T06:11:00.001-08:00</published><updated>2011-11-23T06:11:16.563-08:00</updated><title type='text'>O que você precisa saber sobre Colesterol?</title><content type='html'>&lt;i&gt;&amp;quot;Colesterol, os médicos fazem um alerta à população sobre a  necessidade de controlar seus níveis. O objetivo principal é detectar  alterações e corrigi-las a tempo de evitar a ocorrência de doenças  cardiovasculares, muitas vezes fatais.&amp;quot;.&lt;br&gt; &lt;/i&gt;&lt;br&gt; &lt;a name="13388d803db01f59_Introdução"&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; O Dia Nacional de Combate ao Colesterol é um convite para mudanças de hábitos alimentares, a prática de atividades físicas, o abandono do tabaco e o controle de outras doenças, como diabetes e hipertensão arterial. A Sociedade Brasileira de Cardiologia, promove campanhas educativas em diversas capitais, nesta data, visando reduzir o número de vítimas da aterosclerose e do infarto do miocárdio. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;a name="13388d803db01f59_Os Lipídios (Fosfolipídios, Triglicerídios e Colesterol)"&gt;&lt;b&gt;Os Lipídios (Fosfolipídios, Triglicerídios e Colesterol)&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Os chamados lipídios são substâncias produzidas pelo organismo, podendo também ser ingeridos através dos alimentos. Compreendem os fosfolipídios (fundamentais para a formação das membranas das células), os triglicerídios, (substâncias que armazenam energia no organismo), o colesterol, os glicolipídios, os poliisoprenóides e outros compostos. O colesterol é uma molécula que se comporta como gordura (embora sua composição bioquímica não seja de gordura e, sim de álcool complexo). Tem diversas funções: constituir a membrana das células, revestir as estruturas intracelulares, atuar na fabricação de hormônios e participar da composição da vitamina D (essencial para os ossos e para o crescimento).&lt;br&gt; &lt;br&gt; Os lipídios são transportados na circulação sangüínea com auxílio das lipoproteínas, uma partícula que possui em seu interior gordura e colesterol. As lipoproteínas são divididas em diferentes classes, entre as quais estão o quilomícron, a VLDL, a LDL e a HDL. A mais conhecida é a LDL, uma lipoproteína de baixa densidade e considerada a &amp;quot;partícula ruim&amp;quot;, e a HDL, de alta densidade e considerada a &amp;quot;partícula boa&amp;quot;. É possível medir a quantidade de colesterol existente em cada uma dessas frações.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A ingestão de alimentos com muita gordura saturada (gordura sólida à temperatura ambiente) pode levar ao aumento do nível de LDL (&amp;quot;o colesterol ruim&amp;quot;) no organismo. A gordura saturada não se transforma em colesterol. Na verdade, reduz a velocidade de eliminação do colesterol, facilitando assim sua deposição nos vasos sangüíneos. É a LDL que transporta a maior parte de colesterol pelo corpo. Cerca de 70% do colesterol que temos está &amp;quot;empacotado&amp;quot; na LDL. Já a HDL é uma partícula &amp;quot;ávida&amp;quot; por colesterol. Ela capta os lipídios deixados nos tecidos periféricos e os leva para o fígado, de onde serão eliminados. Por isso, é chamada de bom colesterol. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;a name="13388d803db01f59_A Aterosclerose e o Infarto"&gt;&lt;b&gt;A Aterosclerose e o Infarto&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; A maior parte do colesterol presente em nosso organismo é produzida por ele próprio. Cerca de 25% do colesterol são provenientes da alimentação. Por defeito genético ou enzimático, o indivíduo pode produzir muito colesterol. &amp;quot;Ninguém vive sem colesterol. O importante é tê-lo na medida certa&amp;quot;, define o coordenador do Setor de Lipídios, Aterosclerose e Biologia Vascular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Francisco Fonseca.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Existe uma ampla reserva de colesterol no organismo e o excesso pode determinar o entupimento dos vasos. Um dos principais temores de pacientes com nível total de colesterol elevado é a aterosclerose. Trata-se do endurecimento dos vasos sangüíneos causado pela deposição de gordura em suas paredes. Uma predisposição genética combinada ao fumo, ao estresse, à vida sedentária, ao diabetes e à pressão arterial elevada podem contribuir para a ocorrência da enfermidade. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Os ateromas são formados quando uma determinada região da parede vascular começa a apresentar maior quantidade de células, que ficam cada vez mais repletas de partículas LDL (&amp;quot;colesterol ruim&amp;quot;). O excesso de gordura acumulada leva à morte das células e a uma reação inflamatória. Assim, aumentam-se os riscos da estrutura do vaso se romper. Com a ruptura, inicia-se um processo de coagulação, que leva ao entupimento do vaso, podendo ocasionar o infarto do miocárdio. Durante o Congresso Brasileiro de Cardiologia, no ano passado, em Belo Horizonte, foi apontada a ocorrência de 300 mil mortes por doenças cardiovasculares por ano no Brasil, o que equivale a 821 mortes por dia. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;a name="13388d803db01f59_Importância das Campanhas"&gt;&lt;b&gt;Importância das Campanhas&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; A importância de uma campanha para redução dos níveis de gordura saturada na alimentação é identificada através de uma projeção realizada com dados da população norte-americana. Se houvesse uma diminuição de apenas 2% no teor de gordura saturada nas dietas, poderiam ser evitados, por ano nos EUA, cerca de 100 mil infartos do miocárdio. A Finlândia registrava a maior taxa de mortalidade por doença coronária no mundo. Nos últimos 25 anos, o governo se esforçou para conscientizar a população com campanhas contra o fumo, pró-atividades físicas, a favor de alimentação saudável e de controle do colesterol. O resultado foi uma redução de 60% de mortes por doenças cardiovasculares. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;a name="13388d803db01f59_Opções Terapêuticas"&gt;&lt;b&gt;Opções Terapêuticas&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Dieta saudável, exercícios físicos e medicamentos são as formas terapêuticas mais utilizadas. O uso de medicamentos não é indicado para todos os pacientes. &lt;br&gt; &lt;br&gt; É fundamental observar o teor de gordura na alimentação. Quanto mais gordura se come, maior tendência para o acúmulo de LDL (&amp;quot;colesterol ruim&amp;quot;). Um estudo evidenciou que 13% dos componentes da dieta diária dos norte-americanos são de gorduras saturadas, enquanto o ideal seria não ultrapassar 10%. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Alimentos que fazem subir o mau colesterol geralmente são os de origem animal, como as carnes vermelhas gordas (que apresentam gordura visível e invisível - nas tramas musculares), queijos gordurosos, miúdos, frutos do mar, ovos, embutidos (salame, salsicha, presunto e mortadela), banhas, torresmo, toucinho defumado, massas folhadas e doces recheados. Em uma dieta nutricional para redução de colesterol dá-se preferência para peixes e frangos sem pele. Seguir à risca uma dieta alimentar pode significar a redução de cerca de 15% do colesterol total.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Acredita-se que o ácido graxo ômega 3, um poliinsaturado, ajude a reduzir o mau colesterol. As fibras solúveis, como aveia, e frutas, como maçã , goiaba e parte branca da laranja, melhoram o processo de absorção de colesterol. &lt;br&gt; &lt;br&gt; O exercício físico não faz baixar o colesterol LDL, mas ajuda a aumentar a produção da HDL. Estudos recentes do Instituto do Coração de São Paulo (Incor) mostram que pessoas que fazem atividade física regular aceleram a &amp;quot;lavagem&amp;quot; de colesterol ruim dentro dos vasos sangüíneos. A remoção da LDL é até quatro vezes maior entre os adeptos da atividade física em relação aos sedentários. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Levar uma vida saudável, com alimentação adequada, atividades físicas regulares, manutenção do peso e campanhas contra álcool e fumo, do ponto de vista de saúde pública, são os requisitos para afastar o nível alto de colesterol da sua vida. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;a name="13388d803db01f59_Índices de Medida"&gt;&lt;b&gt;Índices de Medida&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Adulto sadio&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Colesterol total ideal: até 200mg/dl&lt;br&gt; Limite aceitável: de 200mg/dl a 240mg/dl &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Pessoas com fatores de risco&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Colesterol total: até 130mg/dl &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Pessoas com doenças coronarianas &lt;/b&gt;&lt;br&gt; Colesterol total: até 100mg/dl &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-3669007818574797325?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3669007818574797325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3669007818574797325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/11/o-que-voce-precisa-saber-sobre.html' title='O que você precisa saber sobre Colesterol?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-6377438633963002194</id><published>2011-11-16T03:53:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T03:53:41.761-08:00</updated><title type='text'>Sistema elétrico do coração: como funciona</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://brugada.files.wordpress.com/2009/05/heart_beat.jpg" src="http://brugada.files.wordpress.com/2009/05/heart_beat.jpg" height="205" width="283"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; O coração é um orgão ativado por  estímulos elétricos, sendo composto por quatro câmaras: duas superiores e  menores (os átrios), e  duas inferiores e maiores (os ventrículos)  .Estas câmaras funcionam como uma bomba propulsora de sangue.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esta bomba bate cerca de 100 mil vezes  por dia, devendo ser eficaz durante toda a nossa vida. As paredes  musculares de cada câmara se contraem em uma sequência precisa,  impulsionando um volume máximo de sangue com o menor gasto de energia  possível .&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A contração das fibras musculares do  coração (miocárdio) é controlada por uma descarga elétrica que flui  através de vias elétricas do sistema de condução, em uma velocidade  controlada. A descarga elétrica que inicia a cada batimento cardíaco  origina-se no marcapasso natural do coração, chamado de nó sinusal ou  sinoatrial, situado na parede do átrio direito. A frequência da descarga  elétrica é influenciada pelos impulsos nervosos e pelos níveis de  hormônios que circulam na corrente sanguínea.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O sistema nervoso autônomo (SNA) regula a  frequência cardíaca através de seus dois componentes: o sistema nervoso  simpático (SNS) e o parassimpático (SNPS).O SNS aumenta a frequência  cardíaca, enquanto o SNPS a diminui.O SNS supre o coração com uma rede  de nervos chamada de plexo simpático.O SNPS supre o coração através de  um único nervo, chamado de nervo vago. A frequência cardíaca aumenta sob  a influência dos hormônios circulantes do SNS (adrenalina e  noradrenalina).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O hormônio tireoidiano também influencia  a frequência cardíaca.Quando há excesso deste hormônio  a freqüência  cardíaca  torna-se muito elevada, no entanto, quando há deficiência do  mesmo, o coração passa a bater muito lentamente. Geralmente, a  frequência cardíaca normal em repouso é de 50 a 100 batimentos por  minuto.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, frequências cardíacas mais  baixas (bradicardia sinusal) podem ser normais em adultos jovens,  particularmente entre aqueles que apresentam um bom condicionamento  físico.Variações da frequência cardíaca são normais durante as  atividades do dia.Certos medicamentos e substâncias como a nicotina do  cigarro e o álcool, também podem influenciar a  frequência cardíaca.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O sistema elétrico do coração&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O nó sinusal ou sinoatrial inicia um  impulso elétrico que flui sobre os átrios direito e esquerdo (câmaras  cardíacas superiores), fazendo que estes se contraiam.O sangue  imediatamente será deslocado para os ventrículos (câmaras cardíacas  maiores e inferiores) .Quando o impulso elétrico chega ao nó  atrioventricular (estação intermediária do sistema elétrico), este  impulso sofre um ligeiro retardo.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em seguida o impulso elétrico  dissemina-se ao longo do feixe de His, o qual divide-se em ramo direito  (direcionado para o ventrículo direito) e  ramo esquerdo (direcionado  para o ventrículo esquerdo).Este último é dividido em dois fascículos: o  ântero-superior esquerdo e o póstero-inferior direito.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na sequência o impulso elétrico atinge  os ventrículos fazendo com que estes se contraiam (sístole ventricular),  permitindo a saída de sangue para fora do coração. O ventrículo  esquerdo ejeta o sangue para o cérebro, músculos e outros orgãos do  corpo humano.O ventrículo direito ejeta o sangue exclusivamente para a  circulação do pulmão, para que este sangue seja enriquecido com  oxigênio.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;O ritmo cardíaco ditado pelo marcapasso  natural do coração (nó sinusal) é chamado de ritmo sinusal.O ritmo  cardíaco  ditado pelo nó atrioventricular (estação intermediária do  sistema elétrico do coração) é chamado de ritmo  juncional Muitas vezes ,  esse último ritmo pode não ser indicativo de uma doença cardíaca  propriamente dita.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Arritmias cardíacas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A frequência cardíaca  não responde só a  ação do exercício e ao estado de repouso , mas também a estímulos como a  ação de medicamentos e a situações fisiológicas como por exemplo, a  dor, ansiedade ou excitação sexual (taquicardia sinusal).Apenas quando a  frequência cardíaca é inadequadamente elevada (taquiarritmia) ou baixa  (bradiarritmia) ou ainda, quando os impulsos elétricos são originados ou  transmitidos por vias anormais, é que consideramos a presença de um  ritmo anormal, chamado de arritmia cardíaca .&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-6377438633963002194?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6377438633963002194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6377438633963002194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/11/sistema-eletrico-do-coracao-como.html' title='Sistema elétrico do coração: como funciona'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-4993298404123517180</id><published>2011-11-01T07:47:00.001-07:00</published><updated>2011-11-01T07:47:16.746-07:00</updated><title type='text'>Dor torácica (dor no peito)</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;  	     	     	    	    	  	&lt;div class="kasocialplugin"&gt;&lt;span class="kafbshare"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="kafblike"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="katwitterbtn"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dor  torácica é a sensação de dor ou desconforto percebida de diversas  formas, mas com localização na região anterior do tórax.A maneira de  sentir  a dor e o modo de caracterizá-la varia de pessoa para pessoa.  Varia também em função das condições psicológicas e do ambiente do  indivíduo em um determinado momento. A origem racial também pode  influenciar na percepção e no grau do desconforto torácico.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Frente a um sintoma de dor devemos  definir os seguintes aspectos: localização, irradiação, característica,  duração, fatores precipitantes, fatores que melhoram e/ou pioram a dor, e  ainda, os sintomas associados.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Localização&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A dor de origem cardíaca causada pela  doença arterial  coronariana (angina do peito ou infarto do miocárdio) é  localizada na região central do tórax (retroesternal) e difusa. Uma dor  em um dos lados do tórax e bem localizada (num determinado ponto do  tórax), fala contra que sua origem seja a doença arterial coronariana.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Irradiação&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A dor de origem cardíaca poderá  manifestar-se apenas em seus possíveis locais de irradiação.Quando   falamos em dor torácica de origem cardíaca, subentende-se toda uma área  de possível de irradiação que vai desde a mandíbula até o umbigo,  incluindo ambos os braços, a região posterior do tórax, o pescoço, a  mandíbula e a boca do estômago. Dores localizadas fora desses limites  não costumam ter origem cardíaca. Uma dor torácica anterior e irradiada  para ambos os braços é altamente sugestiva de uma origem coronariana.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Característica&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A dor torácica coronariana é difusa e  percebida como um aperto, opressão, pressão ou queimação. A dor  torácica, referida como pontadas ou agulhadas, raramente tem origem  coronariana&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="itemImageBlock"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  		  &lt;span class="itemImage"&gt;  		  	&lt;a class="modal" href="http://portaldocoracao.uol.com.br/media/k2/items/cache/b5ccc39ec5ae6f9605f45f1946821ab4_XL.jpg" title="Clique para visualizar a imagem"&gt;  		  		&lt;img src="http://portaldocoracao.uol.com.br/media/k2/items/cache/b5ccc39ec5ae6f9605f45f1946821ab4_L.jpg" alt="Dor torácica (dor no peito)" style="width:200px; height:auto;"&gt;  		  	&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="itemImage"&gt;  		  &lt;/span&gt;    		     		     		    	  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Duração&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A dor da angina do peito costuma durar  de 5 a 20 minutos. Uma dor torácica com características de doença  arterial coronariana, mas com duração superior a 20 ou 30 minutos,  sugere infarto do miocárdio. A dor torácica que dura segundos ou horas  ou ainda,  é  intermitente (aparece e desaparece várias vezes ao longo  do dia), raramente tem como origem a doença arterial coronariana.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fatores precipitantes&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A dor torácica coronariana costuma ser  precipitada pelo exercício físico, estresse emocional ou após uma  refeição mais copiosa e de difícil digestão. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fatores de melhora e piora&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A dor torácica coronariana não costuma  ter fatores de piora, como a palpação do tórax, respiração profunda,  mudança na posição do corpo ou movimentação dos braços. Costuma aliviar  espontaneamente com o repouso ou após o uso de nitratos (vasodilatadores  coronarianos, como o Isordil ou Sustrate).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sintomas associados&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A dor torácica coronariana poderá estar  acompanhada de falta de ar (dispneia), sudorese, náuseas e vômitos  (sintomas mais sugestivos de infarto do miocárdio), palpitações e  palidez. A presença de tosse, febre, azia  e outros sintomas, podem  sugerir outras causas para a dor torácica, como as doenças respiratórias  ou do aparelho digestivo.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Classificação&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A dor torácica pode ser classificada em 4  categorias a partir das suas características clínicas,  independentemente dos exames complementares.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;- Dor anginosa típica (tipo A):&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Há características de angina do peito  típica e evidente, levando ao diagnóstico de doença arterial  coronariana   (angina do peito ou infarto do miocárdio), mesmo sem o  resultado de qualquer exame complementar. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;- Dor provavelmente anginosa (tipo B):&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esse tipo de dor não possui todas as  características de uma angina do peito típica, mas a doença coronariana é  a principal suspeita diagnóstica.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;- Dor provavelmente não anginosa (tipo C):&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;É uma dor atípica, mas não é possível  excluir totalmente o diagnóstico de doença arterial coronariana sem a  realização de exames complementares.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;- Dor não anginosa (tipo D):&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;É um tipo de dor com características de  origem não coronariana.Nestes casos outros diagnósticos se sobrepõem  claramente à hipótese de doença arterial  coronariana.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Equivalente anginoso&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Alguns pacientes, como os idosos, ao  invés de sentirem um desconforto torácico como manifestação de angina do  peito  percebem apenas uma dificuldade respiratória (dispneia). Esse  sintoma equivale ao de angina do peito (equivalente anginoso).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;quot;O Portal do Coração adverte: a dor  torácica pode ser indicativa de uma doença potencialmente grave. Por  isso, se você está sentindo este sintoma, procure sempre a orientação de  um médico&amp;quot;.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-4993298404123517180?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4993298404123517180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4993298404123517180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/11/dor-toracica-dor-no-peito.html' title='Dor torácica (dor no peito)'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-4627245015804280342</id><published>2011-10-26T11:24:00.001-07:00</published><updated>2011-10-26T11:24:39.050-07:00</updated><title type='text'>Reabilitação cardíaca precoce após ataque cardíaco</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: center;" class="kasocialplugin"&gt;  		  &lt;span class="itemImage"&gt;  		  	&lt;a class="modal" href="http://portaldocoracao.uol.com.br/media/k2/items/cache/4a1cb8361d8fdf0e30084cb435417167_XL.jpg" title="Clique para visualizar a imagem"&gt;  		  		&lt;img src="http://portaldocoracao.uol.com.br/media/k2/items/cache/4a1cb8361d8fdf0e30084cb435417167_L.jpg" alt="Reabilitação cardíaca precoce após ataque cardíaco" height="185" width="278"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="kafbshare"&gt;&lt;a style="text-decoration: none;" name="fb_share" type="" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fportaldocoracao.uol.com.br%2Fcardiologia-preventiva%2Freabilitaco-cardiaca-apos-um-ataque-cardiaco-e-fundamental&amp;amp;t=Reabilita%C3%A7%C3%A3o%20card%C3%ADaca%20precoce%20ap%C3%B3s%20ataque%20card%C3%ADaco%20-%20Portal%20do%20Cora%C3%A7%C3%A3o&amp;amp;src=sp"&gt;&lt;span class="fb_share_size_Small "&gt;&lt;span class="FBConnectButton FBConnectButton_Small" style="cursor:pointer;"&gt;&lt;span class="FBConnectButton_Text"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="kafblike"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="katwitterbtn"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify"&gt;O  treinamento físico é parte fundamental de um programa de reabilitação  cardíaca após um infarto do miocárdio (IM), conhecido popularmente como  ataque cardíaco.O treinamento através de exercícios físicos de baixa  intensidade poderá ser iniciado em poucos dias após um infarto do  miocárdio (IM), desde que o paciente esteja clinicamente estável.Os seus  objetivos principais são reduzir o risco futuro de morte e complicações  cardiovasculares.Um estudo europeu confirmou os benefícios das  atividades físicas após um IM.  &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify"&gt;Trinta e nove pacientes com IM foram  encaminhados para um programa precoce de exercícios físicos, ou seja,  duas semanas após um IM (G1).Um outro grupo de pacientes iniciou estas  atividades mais tardiamente (G2). O G1 participou de um programa de  exercícios físicos de baixa intensidade, duas a três vezes por semana,  durante quatro semanas antes de entrar em uma fase de exercícios físicos  moderados a intensos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify"&gt;O G2 iniciou diretamente na fase de  exercícios moderados a intensos, após quatro semanas de atraso, ou seja,  cerca de 6 semanas após a ocorência de um IM.Após 4 e 16 semanas do  início dos treinos moderados a intensos, o VO2 máximo (consumo máximo de  oxigênio cardíaco) foi avaliado em ambos os grupos.Um desfecho  secundário avaliado no estudo foi a qualidade de vida.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify"&gt;Não houve um aumento no VO2 máximo  avaliado em quatro semanas nos dois grupos (G1 e G2).Após 16 semanas, o  VO2 máximo aumentou em ambos os grupos, sem diferenças significativas  entre ambos.A qualidade de vida melhorou em todos os domínios em ambos  os grupos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify"&gt;O início precoce do treinamento físico  não aumentou o VO2 máximo quando o G1 foi comparado ao G2.No entanto,  para os pacientes de baixo risco, com elevada motivação para o  treinamento, uma atividade fisica, como caminhar para casa, é uma boa  opção para iniciar precocemente uma reabilitação cardíaca nas primeiras  semanas após um IM.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify"&gt;Fonte: European Journal of Cardiovascular Prevention &amp;amp; Rehabilitation.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-4627245015804280342?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4627245015804280342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4627245015804280342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/10/reabilitacao-cardiaca-precoce-apos.html' title='Reabilitação cardíaca precoce após ataque cardíaco'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5184582597496848635</id><published>2011-10-05T12:49:00.001-07:00</published><updated>2011-10-05T12:49:55.894-07:00</updated><title type='text'>O Diagnóstico das Doenças de Coronárias</title><content type='html'>Para o diagnóstico das doenças das coronárias, existem diversos métodos a disposição do médico delimitando o quanto suas coronárias estão doentes. Alguns são feitos em consultório, outros em serviços especializados e outros ainda em hospital.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Anamnese e Exame Clínico&lt;br&gt;&lt;br&gt;Denomina-se anamnese a história da doença relatada pelo paciente ou familiares. As informações colhidas pelo médico podem sugerir, com maior ou menor certeza, um diagnóstico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como segundo passo, o médico realiza o que se denomina o exame clinico. Os achados encontrados nessa avaliação, mais os dados da história da doença, permitem ao médico fazer uma hipótese diagnóstica ou mesmo um diagnóstico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para confirmar o diagnóstico, o seu médico pedirá exames complementares, que, no caso de uma doença do coração, são os que se seguem.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Eletrocardiograma&lt;br&gt;&lt;br&gt;O eletrocardiograma realizado em repouso é útil para diagnosticar arritmias, aumento de cavidades, distúrbios de condução, manifestações sugestivas de distúrbios de perfusão, de distúrbios metabólicos ou medicamentosos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Se a história clinica do paciente for sugestiva de doença isquêmica do coração e se o eletrocardiograma de repouso for normal, deve-se prosseguir na investigação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Teste de Esforço&lt;br&gt;&lt;br&gt;É um teste para verificar a tolerância do coração a um esforço. Realiza-se com o paciente pedalando uma bicicleta estacionária ou caminhando sobre uma esteira, enquanto o médico observa ou registra o eletrocardiograma.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uma outra possibilidade de testar a capacidade do coração é a que se faz administrando-se uma substância radioativa que se fixa no músculo cardíaco.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Se existirem no coração zonas menos irrigadas pelo sangue lá haverá menor fixação do radioisótopo. Por esse teste se pode ver como o coração se move e como o sangue se distribui pelo músculo cardíaco. Pode-se observar com esse teste como o coração se comporta em repouso e ao esforço.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Se a pessoa tiver outras doenças e não for capaz de realizar o teste de esforço físico, poderá ser feito o teste com um medicamento que ative o seu coração e dilate as artérias coronárias. Um eletrocardiograma feito durante o teste fornece as mesmas informações que o teste feito com a esteira ou bicicleta.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Esses testes de esforço ou estresse mostram como o coração está funcionando, mas não mostram o local exato do coração onde se localiza a doença, qual a artéria bloqueada e qual o grau de obstrução.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A fim de esclarecer essa dúvida recorre-se ao cateterismo cardíaco.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O Cateterismo Cardíaco&lt;br&gt;&lt;br&gt;O cateterismo cardíaco, angiograma ou cinecoronariografia são termos relacionados, ainda que não signifiquem a mesma coisa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Através da cinecoronariografia podemos analisar as artérias coronárias.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para a sua realização, um cateter é introduzido através de uma artéria do braço ou perna e é dirigido até o coração onde, pela injeção de um contraste nas cavidades cardíacas, se pode analisar as cavidades e as válvulas cardíacas. Injetando o contraste nos orifícios de abertura das coronárias podemos analisar o seu estado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O Ecodopplercardiograma&lt;br&gt;&lt;br&gt;Através desse exame colhem-se informações sobre a anatomia e a função do coração. Para o diagnóstico de doença isquêmica esse exame não tem maior utilidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Angiotomografia&lt;br&gt;&lt;br&gt; Por este método conseguimos estudar os vasos do coração, em três dimensões e se pode obter uma boa informação sobre deficiências circulatórias.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Que Podemos Esperar desses Testes&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os testes de esforço permitem ao seu médico saber quanto do coração está a perigo ou quanto já foi destruído. Mostra o local e o grau de obstrução de uma artéria e o número de vasos atingidos. Todos esses dados são importantes para que o médico possa fazer um prognóstico baseado na sua experiência. Outro resultado desses exames é o fato de que permitem orientar o tratamento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Basicamente os tratamentos das doenças de coronárias são de três ordens:&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Tratamento médico&lt;br&gt;Angioplastia&lt;br&gt;Cirurgia de bypass &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5184582597496848635?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5184582597496848635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5184582597496848635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/10/o-diagnostico-das-doencas-de-coronarias.html' title='O Diagnóstico das Doenças de Coronárias'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-3662227794469375143</id><published>2011-09-28T16:23:00.000-07:00</published><updated>2011-09-28T16:24:00.490-07:00</updated><title type='text'>Parada Cárdio-Respiratória</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;PCR &lt;/b&gt;é a interrupção súbita da atividade  mecânica ventricular, útil e suficiente, e da respiração; &lt;b&gt;morte clínica&lt;/b&gt;:  falta de movimentos respiratórios e batimentos cardíacos eficientes na ausência  de consciência, com viabilidade cerebral e biológica; &lt;b&gt;morte biológica  irreversível&lt;/b&gt;: deterioração irreversível dos órgãos, que se segue à morte  clínica, quando não se institui as manobras de RCR; &lt;b&gt;morte encefálica&lt;/b&gt;  (freqüentemente referida como morte cerebral): ocorre quando há lesão  irreversível do tronco e do córtex cerebral, por injúria direta ou falta de  oxigenação, por um tempo, em geral, superior a 5min em adulto com normotermia. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Epidemiologia: causas de PCR e predisposições &lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em &lt;b&gt;adultos&lt;/b&gt;: a doença coronária é a principal causa de PCR. Em nosso  país, a doença de Chagas, por levar a importantes distúrbios elétricos no  coração, também tem papel deflagrador desses episódios. Os fatores pregressos  mais importantes, que acrescentam riscos, são episódios prévios e história de:  PCR; taquicardia ventricular (TV); infarto do miocárdio; miocardiopatia  dilatada; hipertensão arterial sistêmica; cardiomiopatia hipertrófica; síndrome  do QT longo e portadores de síndrome de Wolf Parkinson White com episódios de  fibrilação atrial; &lt;b&gt;em crianças&lt;/b&gt;: diferentemente dos adultos, o mais comum  em criança é apresentar parada cardíaca devido à parada respiratória. Menos de  10% dos casos devem-se a fibrilação ventricular (FV), sendo geralmente  associados a doenças cardíacas congênitas. Por este motivo, a sobrevida é muito  baixa. Como a falência respiratória é a causa fundamental das PCR na criança,  prevenir a insuficiência respiratória e, principalmente, observar muito de perto  crianças com insuficiência respiratória, diminuirão a necessidade de medidas de  ressuscitação, nessa faixa etária. No nosso país, distúrbios hidroeletrolíticos  e ácido básicos são outras causas comuns de PCR em criança. Em relação aos  traumatismos, estes são causa freqüente de PCR em crianças abaixo de 1 ano de  idade; &lt;b&gt;na gravidez&lt;/b&gt;: os eventos que mais comumente levam a parada cardíaca  na gestação são: embolia pulmonar, trauma, hemorragia periparto com hipovolemia,  embolia de líquido amniótico, doenças cardíacas pré-existentes e complicações  pelo uso de medicamentos durante a gravidez. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Modalidades de parada cardíaca &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Assistolia&lt;/b&gt; - É a cessação de qualquer atividade elétrica ou mecânica  dos ventrículos. No eletrocardiograma (ECG) caracteriza-se pela ausência de  qualquer atividade elétrica ventricular observada em, pelo menos, duas  derivações (fig. 1). &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;img src="http://geicpe.tripod.com/clin_emerg_parada_arquivos/image002.jpg" border="0" height="83" width="403"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fig. 1 &lt;/b&gt;- Assistolia ventricular; no início do traçado registrou-se um  complexo QRS e onda T, seguido de linha isoelétrica. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fibrilação ventricular&lt;/b&gt; - É a contração incoordenada do miocárdio em  conseqüência da atividade caótica de diferentes grupos de fibras miocárdicas,  resultando na ineficiência total do coração em manter um rendimento de volume  sangüíneo adequado. No ECG, ocorre a ausência de complexos ventriculares  individualizados que são substituídos por ondas irregulares em ziguezague, com  amplitude e duração variáveis (fig. 2). &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;img src="http://geicpe.tripod.com/clin_emerg_parada_arquivos/image004.jpg" border="0" height="204" width="400"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fig. 2 &lt;/b&gt;- Fibrilação ventricular. A) ondas amplas e rápidas -  fibrilação ventricular tipo &amp;quot;grosseiro&amp;quot;; B) ondas pequenas e lentas - fibrilação  tipo &amp;quot;fino&amp;quot;. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Taquicardia ventricular sem pulso&lt;/b&gt; - É a sucessão rápida de batimentos  ectópicos ventriculares que podem levar à acentuada deterioração hemodinâmica,  chegando mesmo a ausência de pulso arterial palpável, quando, então, é  considerada uma modalidade de parada cardíaca, devendo ser tratada com o mesmo  vigor da FV. O ECG caracteriza-se pela repetição de complexos QRS alargados não  precedidos de ondas P e, se estas estiverem presentes, não guardam relação com  os complexos ventriculares. Podem ocorrer capturas isoladas de alguns complexos  QRS. Em geral os ciclos ventriculares têm sucessão a intervalos irregulares  (fig. 3). &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://geicpe.tripod.com/clin_emerg_parada_arquivos/image006.gif" border="0" height="139" width="551"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Fig.  3&lt;/b&gt; - Taquicardia ventricular. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Atividade elétrica sem pulso&lt;/b&gt; - É caracterizada pela ausência de pulso  detectável na presença de algum tipo de atividade elétrica, com exclusão de  taquicardia ou FV. A atividade elétrica sem pulso incorpora a dissociação  eletromecânica (DEM) e um grupo heterogêneo de ritmos que inclui: pseudo DEM,  ritmo idioventricular, ritmo de escape ventricular, ritmo idioventricular pós  desfibrilação e ritmos bradiassistólicos. Ao ECG, caracteriza-se pela presença  de complexos QRS largos e bizarros que não produzem resposta de contração  miocárdica eficiente e detectável (fig. 4). &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;img src="http://geicpe.tripod.com/clin_emerg_parada_arquivos/image008.jpg" border="0" height="83" width="428"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fig. 4&lt;/b&gt; - Dissociação eletromecânica ou ritmo agônico. Complexos QRS  largos e bizarros. Ritmo idioventricular, sem contração mecânica ventricular  correspondente. &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-3662227794469375143?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3662227794469375143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3662227794469375143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/09/parada-cardio-respiratoria.html' title='Parada Cárdio-Respiratória'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-1240417676393933908</id><published>2011-09-26T10:31:00.001-07:00</published><updated>2011-09-26T10:31:38.502-07:00</updated><title type='text'>Exercícios de reabilitação cardiopulmonar</title><content type='html'>Quando uma pessoa teve um problema cardíaco, os médicos recomendam os exercícios de reabilitação cardiovascular. O objetivo da reabilitação, segundo a Organização Mundial da Saúde, é um pronto retorno a um estilo de vida normal, ou o mais assemelhado possível, ao que o indivíduo tinha antes da sua doença, e que lhe permita cumprir um rol satisfatório na sociedade, retornando a uma vida ativa e produtiva. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Para quem está recomendada a reabilitação cardiovascular? &amp;quot;A reabilitação tem se tornado uma ferramenta terapêutica que o médico cardiologista pode usar em quase todos os pacientes&amp;quot;, assinala Lipshitz. &lt;br&gt; &lt;br&gt; O benefício fisiológico mais importante é a melhoria da capacidade funcional. Isto significa que aumenta o limiar para sintomas como a angina de peito, a dispnéia, a fadiga e o esgotamento, e um aumento na capacidade para o trabalho. Quer dizer que, se uma pessoa sentia fadiga quando caminhava uma quadra, depois de iniciada a reabilitação, sentirá fadiga quando tenha percorrido um trajeto maior. O resultado final destes mecanismos adaptativos é uma melhoria da qualidade de vida. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Os exercícios de reabilitação devem começar precocemente logo após o diagnóstico de uma enfermidade cardíaca, ou na forma posterior a um evento agudo. A eleição desse momento é um critério médico que depende do estado clínico do paciente e da presença ou não de complicações. &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-1240417676393933908?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1240417676393933908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1240417676393933908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/09/exercicios-de-reabilitacao.html' title='Exercícios de reabilitação cardiopulmonar'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-6254990743951204233</id><published>2011-09-14T09:43:00.001-07:00</published><updated>2011-09-14T09:43:13.151-07:00</updated><title type='text'>Ressincronização cardíaca</title><content type='html'>&lt;p style="text-align:justify"&gt;A insuficiência cardíaca ou  insuficiência cardíaca congestiva é uma condição grave, na qual a  quantidade de sangue que o coração é capaz de bombear a cada minuto  (débito cardíaco), é insuficiente para suprir as necessidades de  oxigênio e  nutrientes de todo organismo. A insuficiência cardíaca  tem  muitas causas, incluindo não só as doenças cardiológicas, mas também  doenças de outros órgãos que afetem o funcionamento do coração.&lt;/p&gt;   &lt;p style="text-align:justify"&gt;No Brasil, segundo os dados do DATA-SUS,  a insuficiência cardíaca  é a principal causa de hospitalização em  nosso país. O tratamento atual  da insuficiência cardíaca está voltado   aos mecanismos que mantém e agravam a doença ao longo do tempo. Além de  cuidados relacionados aos hábitos de vida, vários medicamentos têm a  propriedade de interferir favoravelmente na evolução da doença e  aumentar a longevidade de seus  portadores.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Além dos vários  tipos de medicamentos, casos resistentes ao tratamento clínico  podem se  beneficiar de outros procedimentos: angioplastia coronariana,  revascularização miocárdica  (cirurgia de ponte de safena), troca ou  reparo da válvula mitral ou  transplante cardíaco .Entretanto, ainda  hoje, esta última modalidade de tratamento beneficia um pequeno número  de indivíduos, por sua dependência de doadores compatíveis .&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Além destas alternativas para uma  população especíica, a estimulação cardíaca surgiu como tratamento útil  na melhora da qualidade de vida e redução da mortalidade de pacientes  graves com insuficiência cardíaca.Nos anos noventa, Hochleitner (1990) e  Bakker (1994), conduziram os primeiros estudos de estimulação cardíaca  artificial.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Para pacientes com disfunção cardíaca   grave, estágios de insuficiência cardíaca avançados, refratários ao  tratamento medicamentoso convencional, recentemente foi introduzida a  terapia de ressincronização cardíaca.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;A terapia de ressincronização é uma  modalidade de estimulação cardíaca artificial que tem o propósito de  corrigir alterações da contração do coração, em pacientes com  insuficiência cardíaca avançada.Esta  modalidade de tratamento é  possível através do implante de um dispositivo cardíaco eletrônico,  chamado de ressincronizador cardíaco, um tipo  marcapasso artificial).  Este pode estar associado ou não ao desfibrilador implantável.Este  último equipamento  identifica arritmias graves e as trata com um choque  elétrico, diminuindo o risco de morte súbita cardíaca.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Essa alternativa de tratamento  surgiu a  partir da observação  que, na presença de bloqueio do ramo esquerdo no  eletrocardiograma de pacientes com insuficiência cardíaca,  poderia haver  uma contração cardíaca anormal (dissincronismo). Esta  alteração, consequentemente, comprometeria a função de bomba  exercida  pelo coração .O Doppler tecidual (uma modalidade de ecocardiograma que  analisa o coração por ondas de ultrassom) é um método de imagem capaz  de documentar a presença do dissincronismo.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;A ressincronização é um procedimento  invasivo, que consiste no implante de um eletrodo na parede lateral do  ventrículo esquerdo. A terapia de ressincronização é uma alternativa  terapêutica para os pacientes com insuficiência cardíaca avançada.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Os  estudos com terapia de  ressincronização demonstraram que a mesma  proporciona redução  significativa da classe funcional (redução dos graus de fadiga e de  falta de ar), melhora da qualidade de vida, assim como incremento da  distância percorrida em 6 minutos . A seguir, foram publicados estudos  clínicos  de larga escala , cujos objetivos  foram  avaliar o risco de  morte a as taxas de hospitalização. Os achados desses estudos  demonstraram um aumento de sobrevida proporcionado pela terapia de  ressincronização.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Orientações antes do implante do ressincronizador:&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;É necessário jejum de 6 horas.  Medicações de uso habitual não costumam ser suspensas, com exceção dos  anticoagulantes, por aumentarem os riscos de sangramentos. O uso de  antibióticos preventivos é recomendada. O implante é realizado sob  monitorização contínua da pressão arterial , eletrocardiograma e  oximetria (avaliação do nível de oxigenação no sangue).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;É realizada uma anestesia local com  sedação ou uma anestesia geral. O gerador do ressincronizador costuma  ser implantado na região peitoral (tórax). O cabo-eletrodo , que  estimula eletricamente o funcionamento do coração , é introduzido  através de uma veia. Após o implante do gerador do ressincronizador ,  realizamos um eletrocardiograma e exame de raio X do tórax. O paciente  permanece internado por pelo menos 24 horas após o implante.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Indicações:&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;- Classe funcional avançada, ou seja, III ou IV (falta de ar aos mínimos esforços ou  até ao repouso).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;-Disfunção cardíaca severa  no  ecocardiograma (capacidade de contração severamente reduzida , indicada  por uma fração de ejeção inferior a 35% ).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;- Resposta clínica inadequada aos diversos medicamentos, desde que usados de forma e dose adequadas .&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;- Presença de  bloqueio de ramo esquerdo  em seu eletrocardiograma (complexos QRS maiores que 120 ms) e/ou   demonstração de dissincronismo cardíaco no exame de doppler tecidual.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;É muito comum que os pacientes  candidatos à terapia de ressincronização, também sejam benefeciados com o  implante de um desfibrilador automático. Este último dispositivo  identifica e trata arritmias cardíacas potencialmente fatais, através de  choques, evitando o risco de morte súbita.    &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Riscos e complicações:&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;As complicações mais frequentes após o  implante de um ressincronizador são:  pneumotórax e hemotórax, que são,  respectivamente, acúmulo de ar e sangue no espaço pleural (membrana que  envolve os pulmões); hematomas; arritmias cardíacas; infecções; perda do  comando ou sensibilidade do ressincronizador e deslocamento  do cabo-eletrodo (estas duas últimas complicações afetam o funcionamento  deste dispositivo).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;O risco de complicações graves e de morte, relacionadas ao implante do ressincronizador, são relativamente baixos.    &lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-6254990743951204233?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6254990743951204233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6254990743951204233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/09/ressincronizacao-cardiaca.html' title='Ressincronização cardíaca'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5659100920196500840</id><published>2011-08-30T10:37:00.000-07:00</published><updated>2011-08-30T10:37:00.221-07:00</updated><title type='text'>A diabetes</title><content type='html'>Por algum motivo o pâncreas deixa de fabricar a insulina necessária para fazer a glicose entrar na célula e, assim, alimentá-la. Sem glicose as células ficam famintas e, começamos a sentir muita fome. Ao mesmo tempo, como a glicose não entra na célula, ela fica sobrando no sangue, o que faz com que transborde na urina, nos levando a urinar muito também e a sentir muita sede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas desenvolvem diabetes após doenças no pâncreas. Outras pessoas (a grande maioria) desenvolvem diabetes e não conseguimos descobrir a causa. Mas, sabemos que em qualquer das situações, o pâncreas não está funcionando corretamente. Seja não fabricando nenhuma insulina (diabetes insulino-dependente), seja fabricando pouca insulina ou uma insulina fraca (diabetes não insulino-dependente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diabetes é uma doença crônica. Ela não tem cura mas tem controle com o uso da medicação correta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O não controle da diabetes leva a pessoa a um processo de envelhecimento rápido, com falência de órgãos importantes como rins, olhos, cérebro pois o excesso de glicose na circulação promove lesão de pequenos vasos sanguíneos que pode ocorrer em qualquer órgão do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, cuide-se. Tome sua medicação corretamente, faça dieta, evite açúcares, doces, etc. Coma verduras, legumes, saladas, cereais, alimentos integrais e não deixe de realizar atividade física.&lt;br /&gt;Dieta para Diabetes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alimentos a serem EVITADOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Açúcar, balas, chocolates, bombons&lt;br /&gt;    Vinhos, doces, champanha&lt;br /&gt;    Bolos, tortas&lt;br /&gt;    Refrigerante e sorvete&lt;br /&gt;    Mel, geléias&lt;br /&gt;    Cerveja&lt;br /&gt;    Alimentos fritos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alimentos PERMITIDOS sem restrições:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Cominho, louro, oréganos&lt;br /&gt;    Café e chá (sem açúcar)&lt;br /&gt;    Limão&lt;br /&gt;    Salsa&lt;br /&gt;    Salsão&lt;br /&gt;    Alho&lt;br /&gt;    Cebola&lt;br /&gt;    Vinagre&lt;br /&gt;    Pimenta&lt;br /&gt;    Carnes e peixes devem ser cozidos, grelhados ou assados&lt;br /&gt;    Verduras devem ser preparadas sem gorduras ou farinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dicas Importantes para Diabetes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Faça 5 a 6 refeições ao dia (café da manhã, almoço, jantar e lanches nos intervalos), de preferência em horários determinados.&lt;br /&gt;    Os doces devem ser ingeridos, de preferência, junto às grandes refeições, pois estas possuem um maior teor de gordura e, consequentemente, digestão mais lenta.&lt;br /&gt;    Coma alimentos ricos em fibras: verduras e legumes (crus e cozidos) e frutas (com casca ou bagaço), pois o conteúdo de fibras nos alimentos diminui a velocidade de absorção dos carboidratos.&lt;br /&gt;    Não exagere na quantidade de frutas numa mesma refeição. Lembre-se que as frutas também possuem um tipo de açúcar (frutose).&lt;br /&gt;    Cuidado com alimentos lights, eles podem conter açúcar. Lembre-se que o alimento diet, é o alimento modificado em que um ingrediente é substituído por outro, por exemplo o açúcar pelo adoçante, sendo assim indicado para o diabético. Já o light, é o alimento que contém uma porcentagem menor de um ingrediente (por exemplo: gordura, açúcar) e nem sempre é indicado para o diabético – refresco light contém açúcar.&lt;br /&gt;    Lembrar que os alimentos diets, frequentemente, possuem outros ingredientes como farinhas, leite, ovos etc, os quais devem ser considerados.&lt;br /&gt;    Sempre que tiver dúvida, verifique os ingredientes no rótulo, ou ligue para o Serviço de Atendimento ao Consumidor do fabricante do produto.&lt;br /&gt;    Cuidado com água tônica, apesar do sabor amargo, contém açúcar, só beba na versão diet.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5659100920196500840?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5659100920196500840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5659100920196500840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/08/diabetes.html' title='A diabetes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-4304553249387488234</id><published>2011-08-23T10:36:00.000-07:00</published><updated>2011-08-23T10:36:00.053-07:00</updated><title type='text'>Exercicio físico esporádico pode ser gatilho para cardiopatias</title><content type='html'>Exercício físico esporádico, intenso e no calor pode ser um gatilho para que se manifestem doenças cardiovasculares silenciosas. Para falar sobre os atletas de fim de semana, estiveram no Bem Estar desta terça-feira (8) os cardiologistas Roberto Kalil, que também é consultor do programa, e Maria Janieire Alves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando sobra um tempo livre, seja em um fim de semana, seja em um feriado de carnaval, o que não falta são pessoas correndo para compensar a falta de atividades em dias normais. O que acontece ao coração delas foi explicado pelos especialistas no estúdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de iniciar um exercício, o ideal é que indivíduos acima de 35 anos passem pelo menos por uma avaliação e um eletrocardiograma, mesmo que não sintam nada. É importante investigar, por exemplo, o histórico familiar. Alguém cujo pai enfartou aos 50 anos, tem sobrepeso, diabetes ou hipertensão deve ficar atento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E estar dentro do peso não garante tranquilidade: pessoas magras também podem ter problemas. Por isso, a recomendação é fazer o teste ergométrico, que dá resultado falso negativo em apenas 2% dos casos. E o exame clínico deve ser realizado para complementá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frequência cardíaca máxima é resultado do número 220 subtraído pela idade do paciente. Na atividade física, o correto é que se atinja até 85% desse número. Mas, muitas vezes, quem exagera sem ter preparo para isso chega à frequência máxima mesmo com um exercício leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o repórter Walace Lara foi conferir com que regularidade as pessoas estão cuidando da saúde. Para medir a frequência cardíaca dos atletas de fim de semana, participou a cardiologista Patrícia Oliveira, do Instituto do Coração (Incor). O aparelho mostrou quantos batimentos por minuto são registrados durante a atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Manaus, um teste analisou pessoas que se exercitam pelo menos três vezes por semana com o aeroboi, uma mistura de aeróbica com o boi-bumbá, dança típica do Amazonas, que exige muita musculação para possibilitar movimentos sincronizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doenças cardíacas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As doenças cardíacas são as principais responsáveis pelas mortes súbitas na prática esportiva. Para evitar o pior, o ideal é fazer um check-up regularmente. Aqueles que já começaram a praticar exercícios devem prestar atenção a qualquer dor ou desconforto que aparecer durante a atividade, principalmente na região do tórax, pois esses sintomas podem indicar problemas cardíacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o chefe da seção de Cardiologia do Esporte do Instituto Dante Pazzanese, Nabil Ghorayeb, estima-se que 90% dos casos de morte súbita no esporte entre pessoas com mais de 35 anos em todo o mundo sejam causados por aterosclerose (depósito de gordura que entope as artérias coronarianas). A doença, que geralmente não apresenta sintomas, pode levar ao infarto agudo do miocárdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os jovens, a cardiomiopatia hipertrófica (crescimento do músculo cardíaco causado por uma anomalia genética), muitas vezes também assintomática, é responsável por 56% das mortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incidência de óbitos na atividade física, no entanto, é muito pequena, o que comprova que os exercícios, se bem orientados e realizados de acordo com os limites de cada um, trazem mais resultados bons do que ruins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo americano divulgado em 2000 verificou uma taxa de mortalidade extremamente baixa: uma morte por 2,6 milhões de horas de atividades em academias. A vítimas eram principalmente homens de meia-idade, com histórico de doenças cardíacas ou fatores de risco (como obesidade e fumo), e praticantes de exercícios esporádicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/03/exercicio-fisico-esporadico-pode-ser-um-gatilho-para-doencas-cardiacas.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-4304553249387488234?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4304553249387488234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4304553249387488234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/08/exercicio-fisico-esporadico-pode-ser.html' title='Exercicio físico esporádico pode ser gatilho para cardiopatias'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5002810152899310923</id><published>2011-08-17T10:35:00.000-07:00</published><updated>2011-08-17T10:35:00.224-07:00</updated><title type='text'>Saiba como prevenir doenças cardíacas com pequenos atos</title><content type='html'>Quer manter o coração saudável e evitar doenças cardíacas? Faça contas. De acordo com o livro Mitos da Saúde e 98 verdades que podem melhorar, prolongar e até salvar sua vida, quantificar alguns hábitos ajuda a controlar e até prevenir a pressão alta e a ocorrência de problemas cardíacos. Isso inclui caminhar cada dia um pouco mais, perder peso, fazer exames regularmente e dosar sal e gorduras na alimentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A caminhada do dia a dia, por exemplo, pode ser contabilizada: 35 minutos deste exercício, 5 vezes por semana, numa velocidade moderada, ajudam na prevenção dos problemas do coração, além da perda de peso. E se o caso é tratar uma pressão elevada já existente, a caminhada de meia hora deve ser feita todos os dias. "O efeito vasodilatador só dura 24 horas", explica o presidente do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcus Malachias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perder 5% do peso&lt;br /&gt;Em pessoas que sofrem de hipertensão e têm alguns quilos a mais, perder 5% do peso é forma eficaz de normalizar a pressão. Segundo o cardiologista, esta regra vale para quem está acima do peso. "Quem está no peso certo não deve emagrecer, mas atentar para os outros fatores de risco, como o consumo de sal e gorduras e a falta de exercícios físicos", orienta. Na alimentação, deve-se ficar atento à quantidade de sal. Ela não pode passar de uma colher de sobremesa rasa (5g) por dia, já incluindo o sal que alguns alimentos contêm. Porções de grãos e saladas devem ser ingeridas diariamente. "E dois copos de leite desnatado ou o equivalente em laticínios, que previnem hipertensão e osteoporose", conclui o cardiologista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calcule&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMINHADA&lt;br /&gt;Caminhe 10 mil passos por dia. Isso equivale a oito km e queima entre 400 e 500 calorias diárias. Use um podômetro para verificar quantos passos você costuma dar. Depois, adicione mil passos (800 metros) a cada semana, até 10 mil ou mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXAMES&lt;br /&gt;Faça check-up a cada 2 anos. Se houver histórico familiar de doenças cardíacas, o acompanhamento médico preventivo deve começar cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALIMENTAÇÃO&lt;br /&gt;Por dia, 400g de frutas e hortaliças e 25g de grãos reduzem a absorção de gorduras saturadas e do colesterol, além de diminuírem a vontade de ingerir outros pratos com gordura e carboidratos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5002810152899310923?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5002810152899310923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5002810152899310923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/08/saiba-como-prevenir-doencas-cardiacas.html' title='Saiba como prevenir doenças cardíacas com pequenos atos'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-8215467778994816450</id><published>2011-08-09T10:31:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:43:51.593-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Angina'/><title type='text'>Doenças cardiovasculares</title><content type='html'>As doenças cardiovasculares são todas as doenças do coração e sistema sanguíneo (artérias, veias e vasos capilares). Geralmente, são provocadas pela acumulação, durante anos, de gordura na parede dos vasos sanguíneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Factores de risco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Idade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Antecedentes familiares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vida sedentária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ingestão de alimentos ricos em gordura e sal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tabaco e excesso de bebidas alcoólicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hipertensão arterial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Diabetes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Obesidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Stress&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prevenção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prevenção é o melhor tratamento de qualquer doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alimentação equilibrada com abuso de legumes, vegetais, fruta e cereais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Exercício físico moderado e com regularidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não fumar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Controle regular da tensão arterial, açúcar e gordura no sangue&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A partir dos 40 anos deve haver realização de exames periódicos de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas com antecedentes familiares devem começar mais cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doenças mais frequentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mais frequentes são o enfarte do miocárdio, angina de peito, acidente vascular cerebral, hipertensão arterial e aterosclerose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cardiopatia isquémica inclui as doenças cardíacas desencadeadas pela acumulação de gordura nas paredes de vasos e artérias provocando estreitamento, dificuldade ou obstruça ao sangue de passar. O estreitamento pode originar angina de peito e a obstrução total enfarte agudo do miocárdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aterosclerose atinge artérias de grande e médio calibre, é desencadeada pela acumulação de gordura, cálcio e outras substâncias nas paredes internas das artérias. A redução do calibre da artéria provoca diminuição da quantidade de sangue que consegue passar e consequente aumento do esforço do coração para bombear. Este esforço provoca hipertensão arterial sistólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aterosclerose provoca acidentes vasculares cerebrais e doenças nas artérias coronárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diagnóstico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o doente chega, o médico deve tentar saber o máximo de informações possíveis sobre o que sente, doenças anteriores, hábitos de vida e medicamentos que toma, para se poder fazer a história clínica dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico pode pedir exames de sangue e electrocardiograma para confirmar o diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguns sintomas que sugerem ao médico doença cardíaca, principalmente nos idosos, nomeadamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dificuldade em respirar, mesmo em repouso, ou se acorda o doente durante a noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sensação de aperto no peito que pode irradiar até ao pescoço ou braço esquerdo durante o exercício físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alterações do ritmo cardíaco e pernas inchadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento é feito com medicação que vai diminuir o esforço e aumentar a força do músculo cardíaco e consequentemente baixar a pressão arterial. O médico pode prescrever diuréticos, beta-bloqueantes, inibidores ECA e digitálicos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-8215467778994816450?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8215467778994816450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8215467778994816450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/08/doencas-cardiovasculares.html' title='Doenças cardiovasculares'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-3947535028711735299</id><published>2011-08-02T10:30:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:43:51.594-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Angina'/><title type='text'>Beneficios do exercicio para cardiopatas</title><content type='html'>Há muito se estuda os benefícios do exercício físico regular para indivíduos saudáveis. Existem relatos mostrando que desde a Grécia antiga os filósofos-médicos buscavam entender como o exercício melhorava a saúde das pessoas. Herodicus e Hipócrates, o pai da medicina, estabeleceram diversos compêndios de saúde e higiene. Já, a partir da Renascença, o número de estudiosos e de artigos que buscam entender o movimento humano cresceu tornando-se vasto nos dias atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Os estudos que relacionam cardiologia e exercício físico começaram a se desenvolver somente no século XVIII quando o médico inglês William Heberden relatou os efeitos do exercício físico em um homem que sofria de angina, ou seja, "dor no peito" em decorrência da má irrigação de parte do coração. Contudo, da segunda metade do século XIX até a segunda metade do século XX o número de estudos foi pequeno. Ou seja, a pesquisa aplicada ao exercício físico e a cardiologia é historicamente recente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Porém, devido à tecnologia e ao avanço do conhecimento biológico tem se disponibilizado informações suficientes para o desenvolvimento de um programa de condicionamento físico que seja efetivo e eficaz para esta população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Hoje já podemos afirmar que um programa de condicionamento físico promove os seguintes efeitos benéficos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        -     Melhora da capacidade cardiorespiratória;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        -     Aumento na quantidade de vasos sanguíneos nos músculos ativos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        -     Diminuição da freqüência cardíaca e da pressão arterial em repouso;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        -     Diminuição da freqüência cardíaca e da pressão arterial em exercício de baixa intensidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        -     Aumento nos níveis do bom colesterol (HDL) e diminuição de triglicerídeos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        -     Diminuição da gordura corporal total;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        -     Diminuição da gordura intra-abdominal (a mais nociva para o coração);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        -     Melhora dos índices de glicose no sangue (glicemia), entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Além destes benefícios, o exercício também atua como fator preventivo para eventos cardiovasculares. Existe uma excelente associação entre níveis mais elevados de atividade física e menores riscos de morte por doença cardiovascular e por coronariopatia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Se pensarmos exclusivamente em indivíduos que foram acometidos por algum problema cardíaco um programa de condicionamento físico promoverá os mesmos benefícios citados acima, além dos benefícios específicos para cada condição patológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A grande arte neste processo está na prescrição do exercício para este grupo de indivíduos. Primeiramente, o trabalho com esta população deve ser feito por uma equipe multidisciplinar (médicos, educadores físicos, fisioterapeutas, nutricionistas e etc.). Segundo, um bom exame clínico deve ser realizado para sabermos exatamente qual a condição que o nosso aluno(a) apresenta antes de iniciarmos a prática do exercício. Terceiro, determinar qual a fase de reabilitação o aluno está. Com as informações clínicas devemos pensar em quatro aspectos para a boa prescrição e execução do exercício físico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        1.     Tipo de exercício: o exercício a ser realizado durante a sessão de treinamento. Recomendam-se exercícios cíclicos (caminhada, ciclismo, remo, corrida, natação, entre outros) que envolvam grandes grupamentos musculares. Todavia, não se esqueça de um bom trabalho de alongamento e de fortalecimento muscular com pesos (assunto do próximo artigo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        2.     Freqüência semanal: no início do processo é preconizado duas a três sessões semanais, podendo, com o passar do tempo e com a melhora da condição geral do aluno(a), aumentar esta freqüência para até cinco ou seis vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        3.     Duração da sessão: a sessão padrão dura 60 minutos, subdividida em aquecimento (10 min), principal (20 a 30 mim), fortalecimento (10 mim a 15 mim) e final (5 mim). O tempo da fase principal é modificado de acordo com a condição clínica do aluno podendo durar mais de 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        4.     Intensidade da atividade: a intensidade pode ser determinada por pelo menos duas metodologias. A primeira e mais recomendável, é a realização de um teste ergoespirométrico onde é possível avaliar de modo preciso qual a freqüência cardíaca máxima e mínima para o treinamento. A desvantagem deste método é o custo deste procedimento. O segundo método é por meio da fórmula de freqüência cardíaca de reserva de Karvonen:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FC treinamento = [(FCmáxima - FCrepouso) x % de intensidade] + FCrepouso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Trabalha-se inicialmente entre 50% e 70% da freqüência cardíaca de reserva para a execução dos exercícios aeróbios (cíclicos). Entretanto, deve-se levar em consideração possíveis queixas de angina, alterações de freqüência cardíaca e alterações de pressão. Um aparelho de monitoramento da freqüência cardíaca é muito útil durante a prática da atividade física para um melhor monitoramento da intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Vejam alguns benefícios da prática do exercício físico em patologias específicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               Isquemia miocárdica: melhora da angina em repouso; melhora da capacidade funcional; aumento da capacidade do coração bombear sangue; melhora da perfusão do miocárdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               Insuficiência cardíaca: ajuda a reverter disfunções nos vasos sangüíneos; aumento do consumo de oxigênio; melhora a produção de energia no músculo; melhora a função respiratória; melhora a musculatura respiratória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Finalizando, posso afirmar que a prática regular de exercício físico (condicionamento físico) deve ser estimulada, não só na população saudável, mas principalmente em populações que possuem um problema cardiovascular. Busque sempre a orientação médica e de um profissional de educação física competente. Não perca mais tempo, comece hoje a sua rotina de exercícios físicos. Boa prática!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Daví F. M. Cáceres&lt;br /&gt;Educador Físico /Personal Trainer (Cref: 041916-G/SP)&lt;br /&gt;Especialista em Condicionamento Físico e Reabilitação Cardíaca - InCor HCFMUSP&lt;br /&gt;davifmc@osite.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-3947535028711735299?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3947535028711735299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3947535028711735299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/08/beneficios-do-exercicio-para.html' title='Beneficios do exercicio para cardiopatas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-6804612629540618417</id><published>2011-07-29T09:21:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T09:21:00.750-07:00</updated><title type='text'>Exercícios Resistidos para Cardiopatas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 332px; height: 206px;" alt="http://www.rotacapixaba.com/media/upload/Newton/Fevereiro%202011/neuromuscular.jpg" src="http://www.rotacapixaba.com/media/upload/Newton/Fevereiro%202011/neuromuscular.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;As tragédias mundiais sempre estiveram presentes na história e no último século isso não foi diferente. Duas Guerras Mundiais devastaram a Europa e parte da Ásia e locais nas Américas trazendo a tona, mais uma vez, o potencial destrutivo do ser humano; vide o holocausto e o uso de armas nucleares. Porém, as guerras exigem avanços tecnológicos e científicos e estes avanços, por sua vez, trazem benefícios a toda a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Os estudos sobre o efeito do treinamento resistido foram crescentes após a Segunda Guerra, principalmente nas mãos de DeLorme e Watkins que, em 1948, demonstraram o efeito restaurador do treinamento resistido na reabilitação de soldados que lutaram na Guerra. Seus estudos alavancaram um campo de pesquisa até então de pouco interesse para a comunidade científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Nos dias atuais as pesquisas neste campo discutem desde a metodologia de treinamento, passando pelos fatores moleculares que influenciam na resposta ao treinamento e chegam ao seu uso em pessoas acometidas por alguma deficiência ou patologia (diminuição da massa óssea e muscular, diabetes, hipertensão, cardiopatias, entre outras). Muito ainda precisa ser feito e algumas controvérsias ainda persistem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Nosso intuito neste breve artigo e trazer alguns esclarecimentos sobre os benefícios e os cuidados que devem ser adotados por indivíduos que possuem algum problema cardiovascular e desejam realizar o treinamento resistido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       O treinamento resistido (popularmente conhecido como musculação) só foi incluído nas diretrizes internacionais no início de 1990, ou seja, a menos de duas décadas. Seus benefícios, quando bem prescrito e supervisionado, em indivíduos saudáveis são incontestáveis, principalmente para indivíduos mais idosos que com o passar da idade vão apresentando uma diminuição da massa muscular e óssea, reduzindo a capacidade para a realização das atividades da vida diária. A American Heart Association descreve os seguintes benefícios do treinamento resistido para:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Composição corporal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              - Aumento da densidade mineral óssea;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              - Diminuição do percentual de gordura corporal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              - Aumento da massa magra corporal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              - Aumento da força muscular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Metabolismo da glicose:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              - Diminuição dos níveis de insulina em repouso;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              - Aumento da sensibilidade a insulina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Colesterol (lipoproteínas e lípides):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              - Leve aumento do HDL ("bom colesterol");&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              - Leve diminuição do LDL ("mau colesterol");&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              - Leve diminuição dos triglicerídeos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Em indivíduos portadores de algum problema cardiovascular as grandes questões a serem trabalhadas são os aumentos de pressão arterial e freqüência cardíaca durante o esforço e a intensidade do esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Durante a execução do treinamento resistido com intensidade de 70-80% de 1 repetição máxima (RM) ocorre um aumento da pressão arterial, tanto da sistólica (máxima) como da diastólica (mínima). Já em intensidades mais baixas, de 30-40% de 1RM os níveis de pressão arterial apresentam uma resposta semelhante ao treinamento aeróbio, sou seja, aumento moderado da pressão arterial sistólica sem aumento da pressão arterial diastólica. Alguns estudos recentes mostram que, o treinamento resistido para indivíduos hipertensos, não apresentou melhora significativa na diminuição da pressão arterial, contudo diminuiu o risco de morbidade e mortalidade. Quando o treinamento resistido foi associado ao treinamento aeróbio, a melhora foi evidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A freqüência cardíaca se comporta de modo semelhante à pressão arterial. Intensidades de exercício mais altas resultam em um grande aumento da freqüência cardíaca. Enquanto, em intensidades mais baixas a freqüência cardíaca aumenta como observado no treinamento aeróbio, ou seja, um aumento proporcional para a manutenção do exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Além das respostas de pressão e freqüência apresentadas durante o esforço de alta intensidade, após o esforço intenso pode haver uma diminuição na distribuição de sangue para o coração devido a alta necessidade de sangue pelos músculos ativos. Todavia, em baixas intensidades isso não ocorre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Sendo assim e seguindo as recomendações internacionais, o exercício resistido é indicado para qualquer indivíduo em qualquer faixa etária por seus benefícios à saúde e bem-estar. Em indivíduos cardiopatas a recomendação da American Heart Association e do American College of Sports Medicine, é a seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      - Número de séries: Uma série de cada exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      - Número de repetições: De 10 a 15 repetições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Número de exercícios: De 8 a 10 exercícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Freqüência semanal: De duas a três vezes por semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Intensidade do esforço: De baixa para moderada intensidade - 40% de 1RM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       O objetivo desta prescrição não é a hipertrofia (aumento no tamanho da célula muscular) e nem tão pouco de rendimento esportivo. Esta recomendação visa o condicionamento físico geral. Buscaremos sempre trabalhar com grandes grupamentos musculares e exercícios mais básicos. Se você quiser fazer uso da tabela de esforço perceptivo de Borg, o resultado deve ser de 11 a 14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Mais do que nunca, um bom trabalho multidisciplinar se faz necessário nestas situações. Uma boa conversa entre o médico e o educador físico ajudará a levar o aluno a uma melhor qualidade de vida. Nunca é tarde para se começar, desde que com segurança e conhecimento técnico. Boa prática!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Daví F. M. Cáceres&lt;br /&gt;Educador Físico /Personal Trainer (Cref: 041916-G/SP)&lt;br /&gt;Especialista em Condicionamento Físico e Reabilitação Cardíaca - InCor HCFMUSP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-6804612629540618417?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6804612629540618417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6804612629540618417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/07/exercicios-resistidos-para-cardiopatas.html' title='Exercícios Resistidos para Cardiopatas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-2419236300979202656</id><published>2011-07-24T09:19:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T09:19:00.258-07:00</updated><title type='text'>Treinamento físico para cardiopatas infartados e não-infartados</title><content type='html'>&lt;p&gt;Entre as doenças do coração a mais incidente e representativa como  problema de saúde pública é a doença arterial coronariana (DAC).  Caracterizada por uma obstrução nos vasos que irrigam o coração  (artérias coronária), a DAC é resultante de um componente genético e  também da presença dos chamados fatores de risco como obesidade,  hipertensão, diabetes e sedentarismo, etc. Geralmente esta doença se  manifesta a partir da combinação desses componentes e sua principal  consequência é o infarto. Com base nas evidências de uma contribuição  importante do sedentarismo para o desenvolvimento da DAC, a prática  regular de exercícios passou a ser amplamente recomendada como parte  integrante do seu tratamento, podendo ser utilizada desde o ambiente  hospitalar até as academias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para aqueles que já passaram por um infarto ou período de internação,  o treinamento físico iniciado ainda no ambiente hospitalar com  exercícios no leito e outras mobilizações, visando principalmente a  recuperação da força muscular, reduz o tempo de hospitalização, a  incidência de re-infarto e re-internações e a presença de sintomas.  Nesta fase considera-se como boa adaptação ao treinamento aquela que  leva o indivíduo a retomar a sua independência para a realização de  tarefas simples como ir ao banheiro e se deslocar livremente sem ajuda.  Para os que têm diagnóstico de DAC mas não apresentam sintomas  significativos, ou para aqueles que estão em um período pós-infarto  superior a três meses, os principais objetivos devem ser, além de  melhorar a condição física, modificar outros problemas que  frequentemente estão associados à DAC, entre eles: hipertensão,  obesidade e colesterol alterado. Independente no nível de  comprometimento, a proposta do treinamento físico para esses grupos é  produzir modificações orgânicas que levem o indivíduo a melhorar sua  capacidade de realizar suas tarefas do dia-a-dia com maior facilidade e  sem sobrecarregar o coração. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apesar de o treinamento físico proporcionar benefícios expressivos  aos cardiopatas, existe o risco de acometimentos durante o exercício que  é aumentado pela presença da doença. Esse aumento de risco, no entanto  não leva a uma maior incidência desses acometimentos em programas de  exercício supervisionado. Ao contrário do que se possa imaginar, os  casos de acometimentos não-fatais e fatais são muito pouco frequentes  nesse tipo de programa. Isso se deve ao chamado efeito cardio-protetor  gerado pelas adaptações ao treinamento físico. Além disso, mesmo com  limitações o sistema cardiovascular pode adaptar-se de forma adequada à  demanda gerada agudamente por uma sessão de exercício. Contudo, o nível  de comprometimento da doença e as características de um dado exercício  podem aumentar o risco para o praticante, o que torna desaconselhável as  recomendações generalizadas e sem nenhum tipo de controle para os  cardiopatas. Assim, a abordagem individualizada na prescrição de  exercícios ganha um significado especial e deve envolver medidas que  permitam o estabelecimento bem claro de limites de intensidade e formas  de controle para que a prática seja mantida dentro desses limites. Para a  identificação dos limites em cada caso uma primeira medida importante é  a realização de um teste ergométrico máximo que permite, além da  determinação da capacidade física, a verificação de possíveis problemas  gerados pelo exercício. Nos casos em que haja sintomas como dores no  peito ou alterações eletrocardiográficas sugestivas durante o teste,  isto não restringirá necessariamente a prática do exercício, mas torna  necessário que se conheça especificamente em que nível de esforço os  problemas começam a acontecer para que durante as sessões o exercício  seja mantido em níveis de intensidade seguros. Ao se prescrever  exercícios para cardiopatas, dois aspectos têm importância destacada: o  tipo e a intensidade do exercício, sobretudo no que se refere à  segurança. Os exercícios aeróbios proporcionam importantes melhoras  cardiovasculares com baixo risco quando realizados em intensidades leves  a moderadas (60-85% da frequência cardíaca máxima). Poderão ser  utilizados exercícios de caminhada, corrida, ciclismo indoor e outdoor,  etc. Em casos que requeiram um controle mais específico, os exercícios  na água devem ser evitados pela dificuldade na identificação de sintomas  e obtenção de medidas como frequência cardíaca e pressão arterial. O  uso de exercícios com peso (musculação, pesos livres, etc.), também é  recomendável para cardiopatas, principalmente por sua contribuição para o  aumento da força muscular e para uma maior capacidade de realização de  esforço físico sem sintomas e desconfortos. A maior preocupação com  esses exercícios tem sido o controle durante a sua realização em função  desse controle ser dificultado pelas características desses exercícios e  também pelo impacto que uma manipulação inadequada de cargas pode gerar  sobre o sistema cardiovascular, levando a aumentos demasiados de  pressão e frequência cardíaca, ambos representativos de sobrecarga para o  coração. Desta forma, as intensidades que contribuem com efetividade e  baixo risco para o cardiopata estão entre 40 e 70% da contração  voluntária máxima sem fadiga excessiva, ou seja, um trabalho que não  priorize o desenvolvimento de hipertrofia muscular. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Portanto, o treinamento físico tem um papel relevante no tratamento  para os cardiopatas, em especial para aqueles com DAC e, tomados os  cuidados específicos necessários devem ser incorporados como rotina por  esses indivíduos, preferencialmente em programas de exercícios  supervisionados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Márcio Oliveira de Souza/SP  - Especialista em Fisiologia do  Exercício pela Escola Paulista de Medicina. Mestre em Biodinâmica do  Movimento Humano pela USP. Membro da Diretoria do Departamento de  Educação Física da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo.  &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-2419236300979202656?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/2419236300979202656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/2419236300979202656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/07/treinamento-fisico-para-cardiopatas.html' title='Treinamento físico para cardiopatas infartados e não-infartados'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-7632730546190824847</id><published>2011-07-18T09:18:00.000-07:00</published><updated>2011-07-18T09:18:00.167-07:00</updated><title type='text'>Aneurismas</title><content type='html'>&lt;p class="justi"&gt;Um aneurisma é uma saliência ou protrusão (dilatação)  na parede de uma artéria, geralmente, da aorta. Em geral, a dilatação  (aneurisma) ocorre em uma área frágil da parede da artéria. Embora  possam ocorrer em qualquer local ao longo da aorta, três quartos desses  defeitos ocorrem no segmento abdominal. Os aneurismas são protuberâncias  arredondadas (saculares) ou tubulares (fusiformes), sendo esses últimos  os mais freqüentes. Os aneurismas da aorta são decorrentes  principalmente da aterosclerose, a qual enfraquece suficientemente a  parede da aorta até a pressão intra-arterial provocar a sua protrusão.  Freqüentemente, ocorre a formação de um coágulo sangüíneo (trombo) no  aneurisma, o qual pode disseminar-se ao longo de toda a parede.&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;A hipertensão arterial e o tabagismo aumentam o risco  aneurisma. Traumatismo, doenças inflamatórias da aorta, distúrbios  hereditários do tecido conjuntivo, como a síndrome de Marfan, e a  sífilis são distúrbios que predispõem um indivíduo à formação de  aneurismas. No caso da síndrome de Marfan, o aneurisma pode  desenvolver-se na aorta ascendente (o segmento que emerge diretamente do  coração). Os aneurismas também podem desenvolver-se em outras artérias  que não a aorta. Muitos deles são decorrentes de uma debilidade  congênita ou da aterosclerose; outros são devidos a lesões causadas por  arma branca ou por arma de fogo ou por infecções bacterianas ou fúngicas  na parede arterial.&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;Geralmente, a infecção começa em uma outra região do  corpo, mais comumente em uma válvula cardíaca. Os aneurismas infectados  de artérias cerebrais são particularmente perigosos e exigem um  tratamento precoce. Freqüentemente, o tratamento inclui a reparação  cirúrgica, a qual apresenta um alto risco.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Aneurismas da Aorta Abdominal&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;Os aneurismas localizados no segmento da aorta que  passa pelo abdômen tendem a ocorrer em uma mesma família. Muitas vezes,  esses aneurismas desenvolvem-se em pessoas com hipertensão arterial.  Esses aneurismas freqüentemente atingem mais de 7 centímetros e podem  romper. (O diâmetro normal da aorta é de 1,9 a 2,5 centímetros.)&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Sintomas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;Um indivíduo com aneurisma da aorta abdominal  freqüentemente começa a perceber uma espécie de pulsação no abdômen. O  aneurisma pode causar dor, geralmente uma dor profunda e penetrante,  sobretudo na região dorsal. A dor pode ser intensa e constante, embora  ela possa ser aliviada com a mudança de posição. Geralmente, o primeiro  sinal de uma ruptura é uma dor intensa na região inferior do abdômen e  nas costas e sensibilidade na área sobre o aneurisma. No caso de um  sangramento interno grave, o indivíduo pode entrar rapidamente em  choque. Um aneurisma abdominal roto é freqüentemente fatal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Diagnóstico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;A dor é um sintoma diagnóstico muito útil, mas que  surge tardiamente. No entanto, muitos indivíduos com aneurisma não  apresentam sintomas e são diagnosticadas por acaso, durante exames  físicos de rotina ou por radiografias realizadas por outra razão  qualquer. O médico pode sentir uma massa pulsátil na linha média do  abdômen. Os aneurismas de crescimento rápido, que estão prestes a  romper, freqüentemente doem espontaneamente ou quando são pressionados  durante o exame da região abdominal. Nos indivíduos obesos, mesmo  aneurismas grandes podem passar desapercebidos. Vários procedimentos  laboratoriais auxiliam no diagnóstico de aneurismas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;Uma radiografia abdominal pode revelar um aneurisma que  possui depósitos de cálcio em sua parede. Comumente, um exame  ultra-sonográfico revela com nitidez o tamanho do aneurisma. A  tomografia computadorizada (TC) abdominal, principalmente qando  realizada após a injeção intravenosa de um contraste, é ainda mais  precisa na determinação do tamanho e da forma do aneurisma, mas trata-se  de um exame mais caro. A ressonância magnética (RM) também é precisa,  porém é mais cara que a ultra-sonografia e é raramente necessária.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;A menos que o aneurisma esteja rompendo, o tratamento  dependerá de seu tamanho. Um aneurisma com menos de 5 centímetros de  largura raramente se rompe, mas, quando é maior do que 6 centímetros, a  ruptura é uma ocorrência mais comum. Por essa razão, os médicos  geralmente recomendam a cirurgia para aneurismas com mais de 5  centímetros de largura, a menos que o procedimento seja arriscado demais  por outras razões médicas. A cirurgia consiste na colocação de um  enxerto sintético para reparar o aneurisma.&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;O índice de mortalidade decorrente desse tipo de  cirurgia é de aproximadamente 2%. A ruptura ou a ameaça de ruptura de um  aneurisma abdominal exige uma cirurgia de emergência. O risco de morte  durante uma cirurgia para um aneurisma roto é de aproximadamente de 50%.  Quando ocorre a ruptura de um aneurisma, os rins apresentam risco de  lesão em função do comprometimento da irrigação sangüínea ou do choque  relacionado à perda de sangue. Caso ocorra insuficiência renal após a  cirurgia, a probabilidade de sobrevivência é muito baixa. Um aneurisma  roto e não tratado sempre é fatal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Aneurismas da Aorta Abdominal Torácica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;Os aneurismas localizados no segmento da aorta que  avança ao longo do tórax são responsáveis por um quarto de todos os  aneurismas aórticos. Em uma forma particularmente comum de aneurisma da  aorta torácica, a aorta dilata-se ao deixar o coração. Essa dilatação  pode causar disfunção da válvula localizada entre o coração e a aorta  (válvula aórtica), permitindo o refluxo sangüíneo ao coração quando a  válvula se fecha. Cerca de 50% dos indivíduos com esse problema são  portadores da síndrome de Marfan ou de uma de suas variações. Nos demais  50%, o distúrbio não possui uma causa aparente, embora muitas dessas  pessoas sejam hipertensas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Sintomas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;Os aneurismas da aorta torácica podem tornarse enormes  sem produzir sintomas. Os sintomas são decorrentes da pressão exercida  pela aorta sobre as estruturas vizinhas. Os sintomas típicos são a dor  (normalmente na na parte superior das costas), a tosse e sibilos. A  pessoa pode expectorar sangue em decorrência da pressão exercida sobre a  traquéia ou da erosão desse órgão ou das vias respiratórias vizinhas. A  pressão sobre o esôfago, o canal que transporta os alimentos até o  estômago, pode tornar a deglutição difícil. A rouquidão pode ser  decorrente da pressão sobre o nervo que inerva a laringe. O indivíduo  pode apresentar um conjunto de sintomas (síndrome de Horner) que  consiste na constrição pupilar, na queda palpebral e na sudorese em  apenas um dos lados do rosto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;As radiografias torácicas podem revelar deslocalmento  da traquéia. Além disso, pulsações anormais da parede torácica também  podem ser um sinal de um aneurisma da aorta torácica. Quando ocorre  ruptura de um aneurisma da aorta torácica, a dor intensa geralmente  começa na porção superior das costas. A dor pode irradiar pelas costas e  atingir o abdômen à medida que a ruptura progride. A dor também pode  ser sentida no tórax e nos membros superiores, simulando um infarto do  miocárdio. O indivíduo pode entrar rapidamente em choque e morrer devido  à perda sangüínea.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Diagnóstico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;O médico pode diagnosticar um aneurisma da aorta  torácica baseando-se nos sintomas ou pode diagnosticar um aneurisma por  acaso, durante um exame. Uma radiografia torácica obtida por outra razão  qualquer pode revelar a existência de um aneurisma. Para se determinar  com precisão o tamanho do aneurisma, são utilizadas a tomografia  computadorizada (TC), a ressonância magnética (RM) ou a ultra-sonografia  transesofágica. A aortografia (procedimento radiológico realizado após a  injeção de um contraste que delineia o aneurisma) é comumente utilizada  para ajudar o médico a determinar a necessidade ou não de uma cirurgia e  também o tipo de cirurgia mais adequada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;Geralmente, quando um aneurisma da aorta torácica  apresenta 7 centímetros de largura ou mais, é realizada a reparação  cirúrgica utilizando- se um enxerto sintético. Como a ruptura é mais  provável em pessoas porta doras da síndrome de Marfan, os médicos podem  recomendar que esses pacientes sejam submetidos à reparação cirúrgica  mesmo de aneurismas menores. O risco de morte durante a reparação de  aneurismas da aorta torácica é alto (cerca de 10% a 15%) Por essa razão,  pode ser instituída a terapia medicamentosa com um betabloqueador para  reduzir a freqüência cardíaca e a pressão arterial o bastante para  diminuir o risco de ruptura.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-7632730546190824847?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/7632730546190824847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/7632730546190824847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/07/aneurismas.html' title='Aneurismas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-646236580947750232</id><published>2011-07-13T09:17:00.000-07:00</published><updated>2011-07-13T09:17:00.539-07:00</updated><title type='text'>Miocardiopatia Restritiva</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1e/Idiopathic_cardiomyopathy,_gross_pathology_20G0018_lores.jpg/250px-Idiopathic_cardiomyopathy,_gross_pathology_20G0018_lores.jpg" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1e/Idiopathic_cardiomyopathy,_gross_pathology_20G0018_lores.jpg/250px-Idiopathic_cardiomyopathy,_gross_pathology_20G0018_lores.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A miocardiopatia restritiva é um grupo de dis-túrbios do miocárdio nos quais as paredes ventriculares enrijecem, mas não necessaria-mente apresentam espessamento, produzindo uma resistência ao enchimento normal com san-gue entre os batimentos cardíacos. Sendo a forma menos comum de miocar-diopatia, a miocardiopatia restritiva apresenta muitas características da miocardiopatia hiper-trófica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comumente, a sua causa é desconhecida. Em um de seus dois tipos básicos, o miocárdio é substituído gradualmente por tecido cicatricial. No outro tipo, ocorre infiltração de um material anormal no miocárdio como, por exemplo, glóbulos brancos (leucócitos). Outras causas de infiltração são a amiloidose e a sarcoidose. Quan-do o organismo possui uma quantidade excessi-va de ferro, esse metal pode acumular-se no miocárdio, como ocorre na hemocromatose (so-brecarga de ferro nos tecidos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A causa também pode ser um tumor que invade o tecido cardíaco. Porque a resistência cardíaca ao enchimen-to com sangue, a quantidade de sangue bom-beada para fora é adequada quando o indiví-duo encontra-se em repouso, mas não quando ele está exercitando-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintomas e Diagnóstico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A miocardiopatia restritiva causa insuficiên-cia cardíaca acompanhada de dificuldade res-piratória. O diagnóstico baseia-se, em grande parte, no exame físico, no eletrocardiograma (ECG) e no ecocardiograma. A ressonância mag-nética (RM) pode fornecer informações adicio-nais sobre a estrutura do coração. Geralmente, um diagnóstico preciso exige um cateterismo cardíaco, para a mensuração das pressões, e de uma biópsia do miocárdio (remoção e exa-me microscópico de uma amostra), a qual pode permitir a identificação da substância infiltrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prognóstico e Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 70% dos indivíduos com miocardio-patia restritiva morrem nos cinco anos que su-cedem o início dos sintomas. Para a maioria das pessoas com esse distúrbio, não existe uma te-rapia satisfatória. Por exemplo, os diuréticos, que normalmente são utilizados no tratamento da insuficiência cardíaca, podem reduzir o volume sangüíneo que chega ao coração, agravan-do o problema em vez de melhorá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As drogas normalmente utilizadas em casos de insuficiên-cia cardíaca que visam reduzir a carga de tra-balho do coração, em geral, não ajudam, pois elas podem produzir uma redução excessiva da pressão arterial. Algumas vezes, a causa da miocardiopatia restritiva pode ser tratada para prevenir a pio-ra da lesão cardíaca ou mesmo para reverter o quadro. Por exemplo, nos casos de sobrecarga de ferro, a remoção de sangue em intervalos regulares reduz a quantidade de ferro armaze-nado. Os indivíduos com sarcoidose podem utilizar corticosteróides.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-646236580947750232?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/646236580947750232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/646236580947750232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/07/miocardiopatia-restritiva.html' title='Miocardiopatia Restritiva'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-1031181183213291197</id><published>2011-07-08T09:16:00.000-07:00</published><updated>2011-07-08T09:16:00.266-07:00</updated><title type='text'>Miocardiopatia Hipertrófica</title><content type='html'>A miocardiopatia hipertrófica é um grupo de dis-túrbios cardíacos caracterizados pelo espessamento das paredes ventriculares. A miocardiopatia hipertrófica pode ser um defeito congênito. Ela também pode ocorrer em adultos com acromegalia, um distúrbio resul-tante do excesso de hormônio do crescimento no sangue, ou em portadores de feocromo-citoma, um tumor que produz adrenalina. Indi-víduos com neurofibromatose, um distúrbio hereditário, também podem apresentar miocardio-patia hipertrófica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente, qualquer espessamento das pa-redes musculares do coração representa a rea-ção muscular a um aumento da carga de traba-lho. As causas típicas são a hipertensão arterial, o estreitamento da válvula aórtica (estenose aórtica) e outros distúrbios que aumentam a resistência à saída do coração. No entanto, os indivíduos com miocardiopatia hipertrófica não apresentam essas condições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o espessamento produzido nos casos de mio-cardiopatia hipertrófica geralmente é resultante de um defeito genético hereditário. O coração aumenta de espessura e torna-se mais rígido do que o normal e apresenta uma maior resistência à entrada de sangue proveni-ente dos pulmões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das conseqüências é a pressão retrógrada nas veias pulmonares, a qual pode acarretar acúmulo de líquido nos pulmões e, conseqüentemente, uma dificuldade respira-tória crônica. Além disso, à medida que as pa-redes ventriculares aumentam de espessura, elas podem bloquear o fluxo sangüíneo, impe-dindo o enchimento adequado do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintomas e Diagnóstico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas incluem desmaio, dor torácica, palpitações produzidas pelas arritmias cardía-cas e insuficiência cardíaca acompanhada de dificuldade respiratória. Em decorrência dos batimentos cardíacos irregulares, pode ocorrer a morte súbita. Geralmente, o médico consegue diagnosticar a miocardiopatia hipertrófica através do exame físico. Por exemplo, os sons cardíacos ausculta-dos através de um estetoscópio costumam ser característicos. Geralmene, o diagnóstico é con-firmado por um ecocardiograma, eletrocardio-grama (ECG) ou por radiografia torácica. No caso do médico aventar a possibilidade de uma cirur-gia, pode haver ser necessária a realização de um cateterismo cardíaco para a mensuração das pressões no interior do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prognóstico e Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anualmente, cerca de 4% das pessoas com miocardiopatia hipertrófica morrem. Geralmen-te, a morte é súbita. A morte por insuficiência cardíaca crônica é menos comum. Pode ser ne-cessário o aconselhamento genético para os in-divíduos que apresentam esse distúrbio de na-tureza congênita e que desejam ter filhos. O tratamento tem como objetivo principal a redução da resistência cardíaca à entrada de sangue entre os batimentos cardíacos. Adminis-trados de forma isolada ou simultânea, os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio representam o principal tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cirurgia de remoção de parte do miocárdio me-lhora o refluxo do sangue do coração, mas essa operação é realizada apenas em indivíduos cujos sintomas são incapacitantes apesar da terapia medicamentosa. A cirurgia pode reduzir os sin-tomas, mas não diminui o risco de vida. Antes de qualquer tipo de tratamento odonto-lógico ou qualquer procedimento cirúrgico, de-vem ser administrados antibióticos para reduzir o risco de infecção do revestimento interno do coração (endocardite infecciosa).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-1031181183213291197?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1031181183213291197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1031181183213291197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/07/miocardiopatia-hipertrofica.html' title='Miocardiopatia Hipertrófica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-1798543503894689554</id><published>2011-07-02T09:16:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:43:51.594-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Angina'/><title type='text'>Miocardiopatia</title><content type='html'>O termo miocardiopatia congestiva dilatada re-fere-se a um grupo de distúrbios cardíacos nos quais os ventrículos dilatam, mas são incapazes de bombear um volume de sangue suficiente que supra as demandas do organismo e acarretam a insuficiência cardíaca. Nos Estados Unidos, a causa identificável mais comum da miocardiopatia congestiva di-latada é a doença arterial coronariana disse-minada. Essa doença arterial coronariana acarreta uma irrigação sangüínea inadequada ao miocárdio, a qual pode levar a uma lesão per-manente. Como conseqüência, a parte do miocário não lesada sofre um espessamento para compensar a perda da função de bomba. Quando esse espessamento não compensa adequadamente, ocorre a miocardiopatia congestiva dilatada. Uma inflamação aguda do miocárdio (miocar-dite) por uma infecção viral pode enfraquecer esse músculo e causar miocardiopatia congestiva dilatada (às vezes denominada miocardiopatia viral). Nos Estados Unidos, a infecção pelo coxsa-ckievírus B é a causa mais comum de miocar-diopatia viral. Alguns distúrbios hormonais crônicos, como o diabetes e os distúrbios tireoidianos, podem produzir a miocardiopatia congestiva dilatada. O problema também pode ser causado por drogas, como o álcool e a cocaí-na, e por medicamentos, como os antidepressivos. A miocardiopatia alcoólica pode ocorrer após apro-ximadamente dez anos de consumo intenso de ál-cool. Raramente, gravidez ou doenças do tecido conjuntivo, como a artrite reumatóide, podem cau-sar a miocardiopatia congestiva dilatada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintomas e Diagnóstico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros sintomas usuais da miocar-diopatia congestiva dilatada – dificuldade respiratória durante os exercícios e cansaço fácil – são decorrentes do enfraquecimento da fun-ção de bomba do coração (insuficiência cardíaca). Quando a miocardiopatia é decorrente de uma infecção, os primeiros sintomas podem ser uma febre súbita e sintomas similares aos do resfria-do. Qualquer que seja a causa, a freqüência cardí-aca aumenta, a pressão arterial é normal ou bai-xa, ocorre retenção de líquido nos membros inferiores e no abdômen e os pulmões apresen-tam congestão líquida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dilatação do coração faz com que as válvulas cardíacas abram e fechem inadequadamente e aquelas que permitem a passagem do sangue aos ventrículos (as vál-vulas mitral e tricúspide), freqüentemente, apre-sentam insuficiência. Um fechamento valvular inadequado produz sopro, o qual pode ser aus-cultado pelo médico com o auxílio de um este-toscópio. A lesão miocárdica e a dilatação po-dem tornar aumentar ou diminuir anormalmente o ritmo cardíaco. Essas anormalidades interferem ainda mais na função de bomba do coração. O diagnóstico é baseado nos sintomas e no exa-me físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eletrocardiografia (procedimento que examina a atividade elétrica do coração) pode re-velar alterações características. A ecocardiografia (exame que utiliza ondas ultrassônicas para gerar uma imagem das estruturas cardíacas) e a res-sonância magnética (RM) podem ser utilizadas para a confirmação do diagnóstico. Se o diagnósti-co permanecer duvidoso, um cateter destinado a mensurar a pressão é inserido no coração para uma avaliação mais precisa. Durante a cateterização, uma amostra de tecido pode ser removida para ser submetida a um exame microscópico (biópsia), para confirmar o diagnóstico e, freqüentemente, para detectar a causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prognóstico e Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 70% das pessoas com miocardiopatia congestiva dilatada morre nos cinco anos subse-qüentes ao início dos sintomas e o prognóstico piora à medida que as paredes cardíacas tornam-se mais delgadas e a função cardíaca diminui. As anomalias do ritmo cardíaco também indicam um prognóstico ruim. Em geral, a sobrevida dos ho-mens equivale apenas à metade do tempo de sobrevida das mulheres e a sobrevida dos indiví-duos da raça negra equivale à metade do tempo de sobrevida dos brancos. Aproximadamente 50% das mortes são súbitas, provavelmente em razão de uma arritmia cardíaca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento das causas subjacentes especí-ficas, como o consumo abusivo de álcool ou uma infecção, pode prolongar a vida do paciente. Se o uso abusivo de bebidas alcoólicas for a cau-sa, o paciente deve abster-se da ingestão al-coólica. Se uma infecção bacteriana produzir uma inflamação aguda do miocárdio, esta deve ser tratada com antibiótico. No indivíduo com doença arterial coronariana, a irrigação sangüínea deficiente pode provocar angina (dor torácica causada por uma car-diopatia), impondo a necessidade de um tra-tamento com um nitrato, um betabloqueador ou um bloqueador dos canais de cálcio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio podem reduzir a força das contrações cardíacas. Medidas que auxiliam a reduzir a tensão sobre o coração incluem o repouso e o sono suficientes e a redução do estresse. O acúmulo de sangue no coração dilatado pode acarretar a formação de coágulos nas paredes das câmaras cardíacas. Para prevenir a sua ocorrên-cia, geralmente são utilizadas drogas anti-coagulantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase todas as drogas utilizadas na prevenção de arritmias cardíacas são prescritas em doses pequenas e estas são ajustadas através de pequenos aumentos, pois esses agentes po-dem reduzir a força das contrações cardíacas. A insuficiência cardíaca também é tratada com dro-gas como, por exemplo, um inibidor da enzima conversora da angiotensina e, freqüentemente, um diurético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a menos que a causa da miocardiopatia congestiva dilatada possa ser tratada, é provável que a insuficiência cardíaca acarrete a morte do paciente. Devido a esse prog-nóstico sombrio, a miocardiopatia congestiva di-latada é a indicação mais comum para a realiza-ção de um transplante cardíaco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-1798543503894689554?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1798543503894689554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1798543503894689554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/07/miocardiopatia.html' title='Miocardiopatia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-8669929191226210315</id><published>2011-06-27T09:09:00.000-07:00</published><updated>2011-06-27T09:09:00.807-07:00</updated><title type='text'>Prolapso da válvula mitral</title><content type='html'>Síndrome de Barlow, Válvula Mitral Flexível, Síndrome do Click Sistólico e Válvula Mitral Mixomatosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Causas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a alteração mais freqüentemente observada na válvula mitral. Na maioria dos pacientes o PVM é de causa desconhecida. Em outros parece ser genéticamente uma determinada alteração do tecido conjuntivo. Uma redução na produção do colágeno tipo III é fato relatado e na microscopia eletrônica tem sido demonstrado fragmentação das fibras colágenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PVM pode estar associado a deformidades esqueléticas (tórax e coluna vertebral), não tão acentuadas como as vistas na Síndrome de Marfan. Também já foi descrito a acentuação do arco palatino nestes pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode também ocorrer como seqüela de febre reumática, pós valvulotomiamitral, na doença coronária, nas miocardiopatias e em cerca de 20% dos portadores de defeito no fechamento embrionário do septo atrial chamado de"ostium secundum".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É causa freqüente de regurgitação mitral (RM) que é o refluxo de sangue através da válvula (que deveria estar totalmente fechada) para dentro do átrio esquerdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PVM é a causa mais comum de RM mas os casos severos da patologia associada a RM são raros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explicação Anatômica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localizada entre o átrio esquerdo (câmara superior) e o ventrículo esquerdo (câmara inferior), a válvula mitral consiste de dois folhetos que se abrem e fecham de forma coordenada para permitir que o sangue flua somente num sentido (do átrio para o ventrículo). O ventrículo esquerdo impulsiona o sangue rico em oxigênio para as artérias distribuindo-o para todo o corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos pacientes portadores de PVM, um ou ambos os folhetos (normalmente o posterior) ou os músculos papilares e suas cordoalhas são demasiadamente longos (redundantes), sendo também descrito o aumento do anel valvular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma o fechamento uniforme, que deveria ocorrer durante a sístole não acontece, permitindo às vezes, que quantidades variáveis de sangue fluam em sentido retrógrado para dentro do átrio esquerdo (na dependênciado grau de RM).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta condição produz um som estalado a ausculta cardíaca que chamamos "click sistólico".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incidência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afeta aproximadamente de 5 a 7% da população mundial (5% nos EUA), sendo mais comum no sexo feminino, sendo normalmente detectada entre os 14 e 30anos. Existe uma maior incidência em indivíduos da mesma família sugerindo uma penetração autossômica dominante (genética).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintomas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode não existir qualquer sintoma relacionado ao PVM, permanecendo o paciente assim durante toda a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As queixas mais comuns são as palpitações e a síncope (devidas a distúrbios do ritmo cardíaco), dor de cabeça (cefaléia), dor torácica, falta de ar e fadiga, sendo esta última a mais comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os portadores de PVM podem concomitantemente apresentar disfunção do sistema nervoso autônomo e o quadro pode se associar ao Transtorno do Pânico, a Ansiedade e a Depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dor torácica é diferente da apresentada na doença coronariana pois raramente ocorre durante ou após o exercício e não responde ao uso de nitratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PVM pode estar associado, segundo recentes relatos, a alterações da coagulação sangüínea, sendo as plaquetas responsabilizadas pela anormalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação Clínica e Diagnóstico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exame do paciente revela através da ausculta cardíaca um som estalado (click), logo após o início da contração ventricular. Este fenômeno é explicado pela pressão exercida sobre os folhetos anormais da válvula durante a sístole (contração do ventrículo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se houver regurgitação mitral associada (refluxo de sangue para o átrio esquerdo pelo fechamento inadequado da válvula ) um sopro pode ser auscultado logo após o click.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pressão arterial não é alterada habitualmente pelo PVM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ecocardiograma bidimensional com doppler é o exame complementar mais útil no diagnóstico do PVM. Ele pode medir a severidade do prolapso e o grau de regurgitação mitral. Além disso poderá detectar áreas de infecção na válvula, espessamento anormal e avaliar a função sisto-diastólica dos ventrículos (funcionamento do coração como bomba impulsionadora de sangue).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infecção valvular é chamada de endocardite e é uma séria complicação do PVM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O eletrocardiograma pode demonstrar inversão ou achatamento da onda T nas derivações DII, DIII e AVF, algumas vezes aparecendo somente com o exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já mencionado anteriormente, as palpitações e as síncopes são sintomas causados pelas arritmias cardíacas (batimentos irregulares do coração). Estas podem ser detectadas pelo eletrocardiograma ou através do Holter (gravação contínua de todos os batimentos cardíacos do paciente por períodos de 24 ou 48 horas e que são analisados posteriormente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o paciente, mesmo com a colocação do Holter não apresentar episódios de palpitação durante o exame, novos métodos de gravação de eventos anormais do ritmo cardíaco já estão disponíveis e possibilitam flagrarmos o tipo de arritmia. Através do comando de gravação, acionado pelo próprio paciente quando sente a palpitação, (aparelhos que são colocados por 1 a 2 semanas) nos permite o posterior estudo da fita e consequentemente do que houve com o ritmo do coração durante e após o episódio de palpitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro teste que pode ser usado é o estudo dos batimentos cardíacos durante o exercício físico crescente. Ele é eficaz na detecção das anormalidades acima descritas, assim como na isquemia miocárdica (doença coronariana). Auxilia também a decidirmos que níveis de exercício são seguros para opaciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As arritmias mais freqüentemente observadas são: extrasístoles ventriculares, taquicardia paroxística supra ventricular, taquicardia ventricular, extrasístoles atriais e bloqueios átrio-ventriculares. Elas são as causadoras das palpitações e das síncopes apresentadas pelos portadores de PVM. A fibrilação atrial, se presente, aumenta as chances deformação de trombos intracavitários (coágulos dentro do coração) devendo o paciente ser anticoagulado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Complicações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem ocorrer arritmias severas, insuficiência cardíaca, endocardite, embolias e até mesmo a morte súbita (rara).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em muitos casos os sintomas são poucos ou inexistem não havendo necessidade de tratamento. Não há restrições a atividade física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hospitalização pode ser necessária para o diagnóstico e tratamento dos sintomas severos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presença de regurgitação mitral (insuficiência) pode levar a hipertrofia ou dilatação do coração (o músculo cardíaco necessita desenvolver maior força contrátil com a piora progressiva da RM, já que parte do sangue reflui para o átrio esquerdo) e aos ritmos anormais. Como conseqüência os pacientes portadores de PVM com RM devem ser avaliados semestralmente ou anualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que a infecção da válvula (endocardite) é cerca de 3 a 8 vezes mais freqüente nos portadores de PVM com RM do que na população em geral, é uma séria complicação nos pacientes portadores desta afecção e por este motivo deve ser feita PROFILAXIA COM ANTIBIÓTICOS (orientada por médico) antes de todo procedimento que possa introduzir bactérias na corrente sangüínea. Estes incluem o tratamento odontológico rotineiro (mesmo limpeza), as pequenas cirurgias e os procedimentos que podem traumatizar tecidos do corpo como exames de colonoscopia, ginecológicos e urológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os antibióticos mais utilizados na profilaxia são a amoxacilina e aeritromicina por via oral, bem como a ampicilina, a gentamicina e avancomicina por via parenteral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pacientes com prolapso severo, arritmias, síncopes, palpitações significativas e dor torácica podem se beneficiar com o uso dos beta-bloqueadores como o atenolol, o metropolol e o propranolol. Nos pacientes que não toleram este tipo de medicamentos podem ser usados os bloqueadores de cálcio como o verapamil e o diltiazem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reparo cirúrgico da válvula ou sua troca melhoram os sintomas. A cirurgia pode ser necessária quando há disfunção ventricular, sintomas severos ou se as condições do paciente evoluem para deterioração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se as complicações existem, outros fármacos como a digital, vaso dilatadores, diuréticos e anticoagulantes podem ser indicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pacientes portadores de PVM devem ser monitorados regularmente por um médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prognóstico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Varia na dependência das condições concomitantes ao PVM. Possui curso geralmente benigno e sem sintomas. Quando sintomático é controlado pelo uso de medicamentos e, nos casos mais graves, a cirurgia valvular, cada vez mais precoce hoje em dia, é indicada evitando-se as complicações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-8669929191226210315?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8669929191226210315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8669929191226210315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/06/prolapso-da-valvula-mitral.html' title='Prolapso da válvula mitral'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-1206548492675861325</id><published>2011-06-21T08:59:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:44:02.783-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Atuação do Fisioterapeuta na Cardiologia</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.socesp.org.br/socesp/palavra_diretoria_fisioterapeuta_cardio.asp"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A          Organização Mundial da Saúde (OMS) define Reabilitação          Cardíaca como atividades necessárias para assegurar da melhor          maneira possível as condições físicas, mentais          e sociais do cardiopata, possibilitando seu retorno à comunidade          e proporcionando vida ativa e produtiva. Para atingir isso, é necessário          o trabalho de uma equipe multidisciplinar, na qual o Fisioterapeuta desempenha          papel importante.       &lt;p&gt;Cristiane Pulz, diretora do Departamento de Fisioterapia da Sociedade          de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), explica que a abordagem          fisioterápica em Cardiologia está relacionada à prevenção          e ao tratamento das doenças cardíacas através do          exercício físico. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A reabilitação cardíaca envolve várias fases.          Na hospitalar, o Fisioterapeuta evita complicações dos efeitos          deletérios do repouso no leito e orienta quanto à prevenção          dos fatores de risco. Nos pacientes cirúrgicos, cuida-se principalmente          do sistema respiratório. O Fisioterapeuta também oferece          suporte e cuidados com a ventilação mecânica. Nessa          fase, o conhecimento da interação do coração          com o pulmão e da manutenção da oferta de oxigênio          adequada obriga o profissional a intensificar a atenção          durante a ventilação, no desmane e na extubação.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Na fase ambulatorial, o objetivo é melhorar o status funcional.          Os dados obtidos com o teste ergométrico, ou cardiopulmonar, fornecem          informações que permitem avaliar as limitações          funcionais dos sistemas envolvidos e prescrever exercícios com          segurança e eficiência. “É importante que o profissional          conheça a fisiologia do exercício, suas repercussões          e principalmente as alterações fisiológicas e sintomatológicas          das diversas doenças cardiovasculares”, alerta o vice-diretor          do Departamento de Fisioterapia da SOCESP, Wladimir Musetti Medeiros&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;No acompanhamento do paciente, visa-se ainda algum ganho de capacidade          funcional, mas principalmente a manutenção do programa.          O Fisioterapeuta passa a acompanhar o paciente à distância,          devendo enfatizar e estimular a manutenção dos exercícios. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Pacientes com Insuficiência Cardíaca e transplantados merecem          destaque. Na fase descompensada, ou na reabilitação pós-transplante,          a intervenção por meio de exercícios respiratórios          e motores é de suma importância.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A atuação do Fisioterapeuta na Cardiologia vem crescendo          e é, neste contexto, que se integra o Departamento de Fisioterapia          da SOCESP, fundado em 1993, com o objetivo de promover encontros, congressos,          seminários, reuniões e outras atividades que incentivem          a união e o desenvolvimento profissional dos fisioterapeutas; estimular          o relacionamento com associações congêneres nacionais          e internacionais para aprimorar a divulgação da Fisioterapia          Cardiovascular; divulgar trabalhos e estudos de interesse na área;          zelar pelos direitos e interesses dos associados; colaborar com escolas          de Fisioterapia no desenvolvimento do espírito associativo dos          estudantes, estimulando sua participação em atividades sócio-culturais;          e apoiar a organização e o funcionamento de entidades similares          e empenhadas em defender os direitos e interesses da categoria.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-1206548492675861325?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1206548492675861325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1206548492675861325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/06/atuacao-do-fisioterapeuta-na.html' title='Atuação do Fisioterapeuta na Cardiologia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5114737676608878273</id><published>2011-06-15T13:34:00.000-07:00</published><updated>2011-06-15T13:34:00.058-07:00</updated><title type='text'>Doença de Buerger</title><content type='html'>&lt;p class="justi"&gt;A doença de Buerger (tromboangeíte obliterante) é a  obstrução de artérias e veias de pequeno e médio calibre por uma  inflamação causada pelo tabagismo. Esta doença afeta predominantemente  os indivíduos do sexo masculino, tabagistas e com idade entre 20 e 40  anos. Apenas 5% dos indivíduos afetados são do sexo feminino. Embora não  se conheça exatamente a causa dessa doença, apenas os tabagistas são  afetados e a persistência no vício agrava o quadro. O fato de apenas um  pequeno número de tabagistas apresentar a doença de Buerger sugere que  algumas pessoas são mais suscetíveis. No entanto, não se sabe a razão  pela qual nem como o tabagismo causa esse problema.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Sintomas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;Os sintomas da diminuição da irrigação sangüínea aos  membros superiores e inferiores surgem de forma gradual, iniciando nas  pontas dos dedos das mãos ou dos pés e progredindo na direção proximal  pelos membros superiores e inferiores, até que, finalmente, ocorre a  gangrena. Cerca de 40% das pessoas acometidas pela doença de Buerger  apresentam episódios de inflamação nas veias – particularmente nas veias  superficiais – e nas artérias dos pés ou das pernas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;O membro afetado pode apresentar diminuição da  temperatura, insensibilidade, dormência, formigamento ou sensação de  queimação antes que o médico observe qualquer sinal. Freqüentemente, os  indivíduos afetados apresentam o fenômeno de Raynaud e câimbras  musculares, geralmente no arco dos pés ou nas pernas, e, mais raramente,  nas mãos, nos braços ou nas coxas. Com o agravamento da obstrução. a  dor torna-se mais intensa e persistente. No início da doença, o paciente  pode apresentar úlceras e/ou gangrena. A mão (ou o pé) torna-se fria,  apresenta uma sudorese profusa e torna-se azulada, provavelmente devido à  reação nervosa à dor persistente e intensa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Diagnóstico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;Em mais de 50% dos casos, o pulso é fraco ou ausente em  uma ou em mais artérias dos pés ou dos punhos. Freqüentemente, as mãos,  os pés, os dedos das mãos ou dos pés afetados tornam-se pálidos ao  serem elevados acima do nível do coração e tornam-se vermelhos quando  colocados abaixo desse nível. Os indivíduos afetados podem apresentar  úlceras cutâneas e gangrena, geralmente de um ou mais dedos (das mãos ou  dos pés). Estudos ultra-sonográficos revelam uma queda acentuada da  pressão sangüínea e do fluxo sangüíneo nos pés, mãos e dedos dos pés e  das mãos afetados. As angiografias (radiografias das artérias) revelam  as artérias obstruídas e outras anormalidades da circulação,  especialmente nas mãos e nos pés.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;O indivíduo com doença de Buerger deve parar de fumar  ou, caso contrário, seu estado irá piorar de forma inexorável e, em  última instância, será necessária a realização de uma amputação. Além  disso, ele deve evitar a exposição ao frio; lesões devidas ao calor, ao  frio ou a substâncias, como o iodo ou ácidos, utilizadas no tratamento  de calos e ceratoses; lesões causadas por sapatos apertados ou pequenas  cirurgias (por exemplo, a redução de calosidades); infecções por fungos;  e medicamentos que possam levar a uma constrição dos vasos sangüíneos  (vasoconstritores).&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;São recomendadas caminhadas durante 15 ou 30 minutos,  duas vezes ao dia, exceto para os indivíduos com gangrena, úlceras ou  que sintam dor em repouso. Estes podem necessitar de repouso ao leito.  Eles devem proteger os pés com faixas providas de almofadas no calcanhar  ou com botas de espuma de borracha. A cabeceira da cama pode ser  elevada com calços de 15 a 20 centímetros, para que a força da gravidade  facilite o fluxo sangüíneo através das artérias. O médico pode  prescrever pentoxifilina, antagonistas do cálcio ou inibidores  plaquetários (p. ex., aspirina), especialmente quando a obstrução é  decorrente de um espasmo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;Para aqueles que abandonaram o tabagismo, mas ainda  apresentam oclusão arterial, os cirurgiões podem melhorar o fluxo  sangüíneo através da secção de determinados nervos vizinhos, visando  impedir o espasmo. Raramente, os cirurgiões realizam enxertos de  derivação (bypass), pois as artérias afetadas por essa doença são muito  pequenas.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5114737676608878273?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5114737676608878273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5114737676608878273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/06/doenca-de-buerger.html' title='Doença de Buerger'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-4802956716972341089</id><published>2011-06-09T13:35:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:43:51.594-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Angina'/><title type='text'>Doença de Raynaud e Fenômeno de Raynaud</title><content type='html'>&lt;p class="justi"&gt;A doença de Raynaud e o fenômeno de Raynaud são  distúrbios nos quais pequenas artérias (arteríolas), geralmente dos  dedos das mãos e dos pés, sofrem um espasmo e, em conseqüência, a pele  torna-se pálida ou apresenta manchas irregulares avermelhadas ou  azuladas. Os médicos utilizam o termo “doença de Raynaud” quando não  existe uma causa subjacente aparente e o termo “fenômeno de Raynaud”  quando a causa é conhecida. Em alguns casos, a causa subjacente não pode  ser diagnosticada no início, mas ela torna-se evidente dentro de um  período de dois anos. Entre 60% e 90% dos casos de doença de Raynaud  ocorrem em mulheres jovens.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Causas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;As possíveis causas incluem a esclerodermia, artrite  reumatóide, aterosclerose, distúrbios nervosos, hipoatividade da  tireóide, lesões e reações a determinados medicamentos, como a  ergotamina e a metilsergida. Alguns indivíduos que apresentam o fenômeno  de Raynaud também apresentam enxaqueca, angina variante e hipertensão  pulmonar (aumento da pressão arterial nos pulmões). Essas associações  sugerem que a causa dos espasmos arteriais pode ser a mesma em todos  esses distúrbios. Qualquer fator que estimule o sistema nervoso  simpático como, por exemplo, emoções ou a exposição ao frio, pode causar  espasmos arteriais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Sintomas e Diagnóstico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;O espasmo de pequenas artérias dos dedos das mãos e dos  pés ocorre rapidamente e, muito freqüentemente, é desencadeado pela  exposição ao frio. O espasmo pode durar minutos ou horas. Os dedos  tornam-se pálidos, geralmente em forma de manchas. Pode ocorrer  acometimento de apenas um dos dedos da mão ou do pé ou parte de um ou de  mais dedos, com a formação de áreas irregulares vermelhas e brancas.  Quando o episódio termina, as áreas afetadas podem tornar- se mais  rosadas que o normal ou azuladas. Habitualmente, os dedos atingidos não  doem, mas são comuns a ocorrência de insensibilidade ou formigamento,  sensação de alfinetadas e agulhadas e de queimação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;O aquecimento das mãos ou dos pés restaura a cor e as  sensações normais. No entanto, quando o indivíduo apresenta o fenômeno  de Raynaud há muito tempo (especialmente na presença de esclerodermia), a  pele dos dedos pode sofrer alterações permanentes, apresentando um  aspecto liso, brilhante e distendido. Pequenas lesões dolorosas podem  ocorrer nas pontas dos dedos. Para diferenciar a oclusão arterial do  espasmo arterial, os médicos solicitam exames laboratoriais antes e após  a exposição ao frio intenso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="sub_titulo"&gt;&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;O controle da doença de Raynaud leve pode ser feito  através da proteção do tronco, dos membros superiores e inferiores  contra o frio e da utilização de sedativos leves. Os indivíduos afetados  devem interromper o tabagismo, pois a nicotina promove a constrição dos  vasos sangüíneos. Para alguns poucos indivíduos, as técnicas de  relaxamento, como o biofeedback, podem reduzir os espasmos. Comumente, a  doença de Raynaud é tratada com prazosina ou nifedipina.&lt;/p&gt;  &lt;p class="justi"&gt;Ocasionalmente, a fenoxibenzamina, a metildopa ou a  pentoxifilina podem ser úteis. No caso de incapacidade progressiva e  quando os outros tratamentos são ineficazes, o cirurgião pode realizar a  secção de nervos simpáticos para aliviar os sintomas, mas o efeito pode  durar somente um ou dois anos. Essa cirurgia, denominada simpatectomia,  geralmente é mais eficaz nos casos de doença de Raynaud do que nos de  fenômeno de Raynaud. O médico trata o fenômeno de Raynaud tratando a  causa subjacente. A fenoxibenzamina pode ser útil, mas as drogas que  promovem a constrição dos vasos sangüíneos (como os betabloqueadores, a  clonidina e derivados da ergotamina) podem piorá-lo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-4802956716972341089?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4802956716972341089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4802956716972341089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/06/doenca-de-raynaud-e-fenomeno-de-raynaud.html' title='Doença de Raynaud e Fenômeno de Raynaud'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-394090810881343714</id><published>2011-06-02T13:37:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T13:37:00.270-07:00</updated><title type='text'>Atividade Fisica x Doença Vascular periférica</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pacientes com doença arterial periférica (DAP) apresentam alta taxa  de mortalidade cardiovascular, com um aumento de 4 a 6 vezes na  incidência de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral. Várias  evidências, incluindo importantes metanálises, ratificam a importância  da atividade física como adjuvante ao tratamento da doença vascular  periférica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Gardner e Pochlman2 avaliaram 31 estudos e observaram um aumento de  179% na distância média de caminhada até o início da dor; COCHRANE  avaliou 10 estudos que demonstraram um aumento de 150% em média da  distância de caminhada, nos pacientes que utilizaram a atividade física  como tratamento da doença vascular periférica3.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A atividade física aumenta a oferta periférica de O2, diminui a  isquemia local e a inflamação sistêmica e melhora a função endotelial,  promovendo melhora da qualidade de vida, além de auxiliar no tratamento  de outras doenças comumente presentes nestes pacientes, tais como,  doença coronariana, hipertensão arterial sistêmica, obesidade,  dislipidemia, hiperglicemia/diabete melito e outras condições envolvidas  na trombogênese.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em comparação com outros métodos, a atividade física apresenta  resultados similares à angioplastia, em relação ao aumento do tempo de  marcha sem isquemia (100% a 150%) e um resultado melhor do que a  cirurgia (75% a 100%) e o tratamento medicamentoso com pentoxifilina  (20% a 25%) e cilostazol (49% a 60%)4. Sendo assim, a atividade física  se mostra como um dos principais tratamentos para a doença vascular  periférica, agindo também nas doenças associadas e nos fatores de risco  presentes, além de não envolver custos e apresentar baixo risco de  intercorrências. Devido à alta incidência de doenças associadas, todos  os pacientes portadores de doença vascular periférica devem, antes de  iniciar um programa de atividade física, serem submetidos a uma  avaliação clínica, inicialmente com ênfase na anamnese e no exame  físico, com o objetivo de pesquisar sinais, sintomas e fatores de risco  que podem sinalizar a presença de outras doenças. A solicitação de  exames complementares, tais como teste de esforço, doppler vascular  periférico, índice tornozelobraquial, ecocardiograma, bioquímica do  sangue, entre outros, ficará a critério médico após avaliação inicial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em relação à prescrição da atividade física propriamente dita, alguns  aspectos são de suma relevância. A atividade aeróbica, principalmente  de membros inferiores, como caminhada ao ar livre ou em esteiras  rolantes, é a que apresenta maior benefício, porém deve ser estimulada a  complementação com exercícios de força contra a resistência, assim como  outras atividades aeróbicas, como cicloergômetros de pernas e membros  superiores. O exercício ideal é aquele que provoca discreta dor ou  claudicação, estimulando de forma mais efetiva a angiogênese, através do  estímulo para produção de fatores de crescimento vascular. Neste  aspecto, sempre devemos optar pelo exercício intervalado: o paciente  deve estar ciente que, apesar do desconforto provocado pela dor, o  momento em que a dor ocorre é o de maior benefício e deve ser sustentado  até o limite da percepção pessoal. Posteriormente, a carga deve ser  reduzida ao ponto de cessar a dor e até que o paciente julgue possível  um novo estímulo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A frequência da atividade física deve contemplar um  mínimo de 3 a 5 sessões por semana, sempre iniciando com o limite  tolerável pelo paciente e depois seguindo com aumentos graduais até um  mínimo de 30 minutos por sessão, os quais podem ser divididos em dois ou  três tempos em uma mesma sessão. Por último, porém não menos  importante, devemos ressaltar que o aumento da capacidade funcional pode  desvendar o aparecimento de outras doenças, como a doença arterial  coronariana, devendo o médico estar atento para este diagnóstico.&lt;/p&gt;                              &lt;p&gt;              &lt;a href="http://www.esportex.com.br/portal/saude/exercicio-na-doenca-vascular-periferica/"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-394090810881343714?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/394090810881343714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/394090810881343714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/06/atividade-fisica-x-doenca-vascular.html' title='Atividade Fisica x Doença Vascular periférica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-8592321120847799456</id><published>2011-05-27T09:08:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:44:02.784-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Fisioterapia respiratória na disfunção pulmonar pós-cirurgia cardíaca</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://static.hsw.com.br/gif/euphoria-trial-1.jpg" src="http://static.hsw.com.br/gif/euphoria-trial-1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Essa apresentação fala da fisioterapia respiratória na disfunção no pós operatorio da cirurgia cardíada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um artigo cientifico que vale a pena a leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.docstoc.com/docs/20377592/Fisioterapia-respirat%C3%B3ria-na-disfun%C3%A7%C3%A3o-pulmonar-p%C3%B3s-cirurgia-card%C3%ADaca"&gt;Fisioterapia respiratória na disfunção pulmonar pós-cirurgia cardíaca&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="_ds_20377592" name="_ds_20377592" type="application/x-shockwave-flash" data="http://viewer.docstoc.com/" width="550" height="500"&gt;&lt;param name="FlashVars" value="doc_id=20377592&amp;amp;mem_id=2220021&amp;amp;doc_type=pdf&amp;amp;fullscreen=0&amp;amp;allowdownload=1"&gt;&lt;param name="movie" value="http://viewer.docstoc.com/"&gt;&lt;param 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href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8592321120847799456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/05/fisioterapia-respiratoria-na-disfuncao.html' title='Fisioterapia respiratória na disfunção pulmonar pós-cirurgia cardíaca'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-6440641135570461370</id><published>2011-05-21T09:06:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:44:02.784-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Fisioterapia na fase cronica da insuficiência cardíaca</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://vmulher5.vila.to/interacao/original/60/sintomas-da-insuficiencia-cardiaca-60-90.jpg" src="http://vmulher5.vila.to/interacao/original/60/sintomas-da-insuficiencia-cardiaca-60-90.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Paciente compensado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta fase da doença, os objetivos do tratamento visão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;total higiene bronquica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;a manipulação de uma eficiente ventilação pulmonar global;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;a adaptação progressiva e controlada do paciente aos esforços físicos semelhantes e/ou superiores aos que realizava antes de ter o agravamento de sua insuficiência cardíaca.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Todos os exercícios devem ser precedidos de uma avaliação cadiorespiratória criteriosa que permita uma correta adequação da carga de trabalho a ser aplicada ao paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constantemente, durante a terapia, os dados vitais devem ser observados para se ter melhor controle do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao término da sessão de tratamento, rever os dados vitais – fase pós-esforço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A plena recuperação do paciente (prognóstico) dependerá muito a causa da insuficiência cardíaca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-6440641135570461370?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6440641135570461370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6440641135570461370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/05/fisioterapia-na-fase-cronica-da.html' title='Fisioterapia na fase cronica da insuficiência cardíaca'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-3974499761361527975</id><published>2011-05-16T09:03:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:44:02.784-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Fisioterapia na fase aguda da insuficiência cardíaca</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://3.bp.blogspot.com/_3RXhwYXmgVQ/TKnixKpCXuI/AAAAAAAADq8/IkrLqbJzxy8/s400/Insuf-Card-01.jpg" src="http://3.bp.blogspot.com/_3RXhwYXmgVQ/TKnixKpCXuI/AAAAAAAADq8/IkrLqbJzxy8/s400/Insuf-Card-01.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Na fase aguda, onde o paciente está descompensado, é somente indicado a fisioterapia respiratória, ou seja, está contra-indicado a fisioterapia geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paciente descompensado&lt;br /&gt;Posicionamento do paciente: Este deve ser em Flowler, isso para diminuir o retorno venoso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fisioterapia Respiratória: Esta é realizada durante 5 minutos, mais ou menos 6 atendimentos por dia (pacientes hospitalizado), para não ocorrer fadiga do paciente. O tratamento segue as condutas abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reeducação respiratória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consiste em promover a aprendizagem e a automatização de movimentos respiratórios em pacientes que não apresentam um bom nível de conscientização dos movimentos, adequando-os as necessidades do seu organismo, consumindo energia física e metabólica de forma satisfatória e econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reeducação respiratória visa também fornecer ao paciente um suporte muscular respiratório e a melhora da mobilidade toracoabdominal, a fim de preveni-lo de complicações respiratórias ou reincidências, sobretudo de pneumopatias e de outras complicações pulmonares ou torácicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na medida do possível, através da orientação e minimização da ansiedade e da angustia, torna o paciente mais independente no que diz respeito ao controle da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso contínuo da musculatura secundária, sobretudo por tempo prolongado, acarreta desvantagens mecânicas ao sistema respiratório, causando alterações posturais e deformidades torácicas, também há maior gasto de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reeducação respiratória consiste num conjunto de procedimentos terapêuticos, tem por objetivo ensinar o paciente a respirar de forma vantajosa, usando para isso o padrão respiratório do tipo diafragmático e levando o paciente a não exigir tanto esforço dessa musculatura acessória da respiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais procedimentos terapêuticos que compõem a reeducação respiratória, são: orientação respiratória, coordenação e controle da respiração, exercícios passivos e localizados, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientação respiratória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa orientação consiste na adequação do tempo inspiratório e expiratório e da profundidade da respiração ao padrão respiratório mais adequado para aquela pessoa, referindo-se à freqüência respiratória quanto ao volume corrente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É imprescindível o ensinamento da inspiração pelo nariz e a expiração pela boca, usando recursos sensoriais com emissão de sons durante as fases da respiração, estímulo visual através do espelho, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenação e controle da respiração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consiste basicamente em exercícios de coordenação do tempo e da profundidade da respiração, com emprego de exercícios respiratórios associados a fala e a deglutição e exercícios de tronco e membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comando de voz do fisioterapeuta, bem como o controle rítmico dos movimentos de tronco, membros e da própria respiração. É fundamental, e disso dependerá o sucesso do tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não esquecer que tudo isso deve ser realizado de forma lenta e compassada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exercícios passivos e localizados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses exercícios consistem em realizar respiração localizada (só costal, só diafragmática,), conjuntamente com a palpação e a pressão manual, exercidas pelo fisioterapeuta nas regiões para onde se pretende direcionar ou inibir a respiração do paciente. As estimulações diafragmáticas e costal, visam entre outros aspectos, direcionar a respiração para uma região específica do tórax ou abdome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios respiratórios passivos podem ser direcionados para uma determinada região do tórax ou abdome. Pode-se, em vez de utilizar as mãos, utilizar objetos como pequenos pesos, bolas ou bexigas, pois, ao mesmo tempo em que direciona a respiração para uma determinada região, promove-se um estímulo proprioceptivo, reforçando a aprendizagem do padrão respiratório desejado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vibração (depende da ausculta pulmonar apresentada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem como objetivo: deslocamento de secreções, relaxamento dos brônquios com broncoespasmo e estimular a tosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fisioterapeuta coloca suas mãos estendidas sobre a região onde apresenta maior acúmulo de secreção e efetua uma contração isométrica de ambos os membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Huffing (Baforada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É realizada uma inspiração lenta, apnéia de 3 segundos e expiração ativa com a boca aberta interrompida por duas ou mais pausas pronunciando os sons “há, há, há”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compressão expiratória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É realizada através de compressões da parede torácica, onde as mãos do fisioterapeuta devem ser colocadas espalmadas e realizam movimentos acompanhando a dinâmica da respiração e a movimentação rítmica das costelas. Pode ser realizada em qualquer lugar da parede torácica desde que bem posicionadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem como objetivos: dar mobilidade ao gradil costal, diminuir o volume de reserva expiratória, aumentando o volume corrente, assistir a tosse, auxiliar na mobilização das secreções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre deve-se ter cuidado com: osteoporose, costelas flutuante e fraturadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resistência labial expiratória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indicada para abertura dos brônquios e bronquíolos, facilitando a saída de a, isso para não ocorrer retenção de CO2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CUIDADOS: arritmias cardíacas importantes, aumento abrupto da FC, diminuição ou oscilação da PA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra- Indicações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tapotagem&lt;br /&gt;drenagens posturais em que o tronco altera sua posição elevada.&lt;br /&gt;movimentação de membros&lt;br /&gt;massagem de bombeamento dos membros inferiores&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-3974499761361527975?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3974499761361527975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3974499761361527975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/05/fisioterapia-na-fase-aguda-da.html' title='Fisioterapia na fase aguda da insuficiência cardíaca'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_3RXhwYXmgVQ/TKnixKpCXuI/AAAAAAAADq8/IkrLqbJzxy8/s72-c/Insuf-Card-01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-703519759558703023</id><published>2011-05-11T11:35:00.001-07:00</published><updated>2011-05-11T11:35:19.631-07:00</updated><title type='text'>Derrames que acontecem durante o sono são mais complicados</title><content type='html'>Existem  muitos casos em que derrames ocorrem  enquanto o paciente está dormindo.  Situações assim são especialmente  problemáticas, já que o tratamento contra a  interrupção momentânea da  circulação sanguínea deve  ser aplicado imediatamente após os primeiros  sintomas se manifestarem.  &lt;p align="justify"&gt;"Pessoas que  acordam com sintomas de derrame  frequentemente não podem receber tratamento já  que nós não podemos  determinar quando os sintomas começaram", afirma Jason  Mackey,  pesquisador da University of Cincinnati (EUA), onde um estudo sobre o   tema foi desenvolvido.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Pesquisadores  compararam casos de pessoas que tinham  sofrido derrames durante o sono e casos  em que a pessoa estava  acordada. Os grupos não mostraram diferenças de sexo,  fatores de risco  ou estado civil. Porém, pessoas que estavam acordadas quando  sofreram o  derrame tinham em média 72 anos, enquanto as pessoas que estavam   dormindo tinham 70 anos de idade. Os derrames que aconteceram durante o  sono  receberam uma pontuação um pouco mais alta, recebendo 4 pontos em  uma marcação  onde derrames entre 1 e 4 pontos são considerados leves.  Quando o problema  ocorreu emquanto a pessoa estava acordada, os  derrames receberam nota 3.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Análises dos  pacientes que sofreram o derrame  enquanto dormiam mostraram que eles poderiam  ter recebido o tratamento  se ele estivesse disponível quando os sintomas  começaram. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;"Esse é um  grupo de pacientes que deveria ser focado  em estudos futuros. É provável que  alguns desses derrames aconteceram  imediatamente antes (das pessoas) acordarem,  e elas se beneficiariam do  tratamento", diz Mackey. O pesquisador afirma que  estudos estão sendo  desenvolvidos para ajudar os médicos a identificarem quais  pacientes  são indicados para o tratamento até mesmo se a manifestação dos   sintomas tenha ocorrido durante o sono.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A pesquisa  foi publicada na edição de maio do periódico &lt;em&gt;Neurology&lt;/em&gt;, uma publicação da &lt;em&gt;American  Academy of Neurology&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-703519759558703023?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/703519759558703023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/703519759558703023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/05/derrames-que-acontecem-durante-o-sono.html' title='Derrames que acontecem durante o sono são mais complicados'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-1920631093111863971</id><published>2011-05-09T09:01:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T09:44:02.785-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Estudo sobre a atuação do Fisioterapeuta na cirurugia cardíaca</title><content type='html'>Um estudo realizado pelo departamento de fisioterapia do Hospital Universitário de Orebro (Suécia) teve como objetivo principal determinar a prática atual de mobilização e exercícios supervisionados através da fisioterapia, após uma cirurgia cardíaca. Este foi um estudo prospectivo, realizado entre os fisioterapeutas que trataram pacientes adultos submetidos a uma cirurgia cardíaca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionários específicos foram enviados para 33 fisioterapeutas que trabalhavam em departamentos de cirurgia torácica na Suécia. No total, 29 fisioterapeutas de oito hospitais responderam à pesquisa (88% do total). A maioria dos fisioterapeutas (90%) ofereceu informações pré-operatórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A razão principal do tratamento fisioterápico após uma cirurgia cardíaca foi tentar prevenir e tratar as complicações pós-operatórias, melhorar a função pulmonar e promover a atividade física. Em geral, 1 a 3 sessões de tratamento foram aplicadas por um fisioterapeuta no primeiro dia do pós-operatório (PO), e uma ou duas sessões de tratamento no segundo e terceiros dias de PO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapia foi menos aplicada nos finais de semana (59% aos sábados e 31% aos domingos para os pacientes no primeiro dia de PO). Nenhum tratamento de fisioterapia foi aplicado durante à noite. A mobilização foi comum durante os primeiros dias após a cirurgia, mas a escolha dos exercícios e a duração do tratamento variou de acordo com o local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pacientes foram orientados sobre as precauções relacionadas ao osso esterno. Houveram grandes variações quanto às instruções para os pacientes em relação à sustentação de peso e exercícios que pudessem sobrecarregar a esternotomia. Todos os entrevistados consideraram necessária a fisioterapia após uma cirurgia cardíaca, mas apenas metade deles considera o tratamento fisioterápico oferecido como sendo o ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados deste estudo mostram que existem pequenas variações de mobilização e exercícios supervisionados por fisioterapeutas após uma cirurgia cardíaca na Suécia. No entanto, a frequência e a duração dos exercícios, bem como, as recomendações a respeito das precauções com o esterno, variou bastante entre os fisioterapeutas entrevistados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta pesquisa fornece uma visão inicial sobre a gestão da fisioterapia na Suécia. A comparação com pesquisas em outros países pode melhorar a gestão da fisioterapia, bem como, a recuperação pós-operatória do paciente submetido a uma cirurgia cardíaca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Journal of Cardiothoracic Surgery.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-1920631093111863971?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1920631093111863971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1920631093111863971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/05/estudo-sobre-atuacao-do-fisioterapeuta.html' title='Estudo sobre a atuação do Fisioterapeuta na cirurugia cardíaca'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5721843874002934627</id><published>2011-05-04T08:57:00.000-07:00</published><updated>2011-05-04T09:01:41.657-07:00</updated><title type='text'>Condicionamento físico para cardiopatas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.apwellnessstudio.com.br/site/images/stories/atividades/condicionamento.jpg" src="http://www.apwellnessstudio.com.br/site/images/stories/atividades/condicionamento.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A terapia por exercícios é usada com o propósito de condicionar o paciente com o objetivo de retorná-lo para um estilo de vida mais ativo. O planejamento de um programa de exercícios tem que ter intensidade, duração e freqüência adequados para um bom condicionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intensidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que aconteça uma melhora tanto da resistência cardiovascular, quanto da musculatura a fadiga, é necessário que a carga dos exercícios estejam acima do limiar de estímulo de treinamento que está relacionado com o nível de saúde, de atividade do paciente, idade e tipo físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exercício não precisa ser exaustivo para se obter uma resposta de treinamento, que geralmente ocorre em 70 a 85% da freqüência cardíaca máxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A duração está relacionada a intensidade, ou seja, quanto mais baixa a intensidade do exercício, maior será a sua duração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freqüência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A freqüência varia conforme a idade e a saúde do paciente. Sendo mais interessante trabalhar em intensidade mais baixas, aumentando a freqüência do que o contrário. E a freqüência ideal de treinamento é geralmente de 3 a 4 vezes por semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplos&lt;br /&gt;Nos primeiros 10 minutos de cada sessão, realiza-se um período de aquecimento que tem como objetivo melhorar os numerosos ajustes corporais que necessitam ocorrer antes da atividade física. O aquecimento também previne ou diminui a suscetibilidade do sistema músculo-esquelético as lesões, aumentando a sua flexibilidade e diminuindo a ocorrência de alterações isquêmicas e arritmias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este período deve ser gradual e suficiente para aumentar a temperatura muscular e central sem provocar fadiga ou reduzir o suprimento de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante esses primeiros 10 minutos são realizados exercícios de movimentação corporal e alongamentos gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O período de exercícios aeróbios, dura aproximadamente 24 minutos, onde devem ser realizados exercícios submáximos, rítmicos, repetitivos, dinâmicos e de grande grupos musculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante que a intensidade do exercício seja grande o bastante para estimular um aumento no volume sistólico e débito cardíaco e para aumentar a circulação local e o metabolismo aeróbio dentro dos grupos musculares apropriados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa fase é dividida em 12 minutos de atividades na bicicleta ergométrica com carga pré-estabelecida, dependendo das condições de cada paciente. E os outros 12 minutos de marcha, marcha-corrida ou corrida a qual deve ser de forma compassada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da atividade aeróbia, é necessária uma fase de desaceleração, que ajuda a prevenir acúmulo de sangue nos membros, aumentando o retorno de sangue ao coração e cérebro, melhorar a oxidação de resíduos do metabolismo e substituições das reservas energéticas, prevenir isquemias do miocárdio, arritmias e outras complicações cardiovasculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As características desse período são semelhantes aos do período de aquecimento, onde durante aproximadamente 10 minutos são realizados exercícios globais no colchonete e alongamentos gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os próximos 5 minutos são reservados a um período de repouso e relaxamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5721843874002934627?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5721843874002934627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5721843874002934627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/05/condicionamento-fisico-para-cardiopatas.html' title='Condicionamento físico para cardiopatas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-91985352817406639</id><published>2011-04-26T11:42:00.001-07:00</published><updated>2011-04-26T11:42:32.098-07:00</updated><title type='text'>Atividade física evita o derrame cerebral</title><content type='html'>&lt;br&gt;Um estudo dos Estados Unidos aponta a importância da atividade física  para evitar o infarto no coração e o derrame. Segundo pesquisas, a  atividade física regular é fundamental para evitar risco de morte,  principalmente durante a meia idade. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O estudo é otimista e garante que  mesmo pessoas que nunca se exercitaram na vida podem obter essa proteção  ainda durante a meia idade. O que a pesquisa americana recomenda é a  prática de 30 minutos diários de atividade física de moderada  intensidade. O que pode ser caminhada, desde que feita de forma  vigorosa. O derrame cerebral está também relacionado com o fumo e a má  alimentação. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Ele é causado pela deficiência do fluxo sanguíneo,  decorrente da obstrução das artérias cerebrais por placas de gordura. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Em  seguida, ocorre uma hemorragia que é ocasionada devido ao rompimento de  vasos sanguíneos que podem ocorrer dentro do tecido cerebral ou dentro  do espaço que circunda o cérebro.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-91985352817406639?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/91985352817406639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/91985352817406639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/04/atividade-fisica-evita-o-derrame.html' title='Atividade física evita o derrame cerebral'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-3390993658127168066</id><published>2011-04-16T09:17:00.001-07:00</published><updated>2011-04-16T09:17:43.918-07:00</updated><title type='text'>Prescrição de exercícios para melhora cardio-respiratória</title><content type='html'>&lt;font style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;" face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font size="2"&gt;    Para  uma boa orientação da atividade física e do exercício físico, existe  uma necessidade de prescrever exercício de uma forma consciente. A  prática de atividade física adequada e bem conduzida traz vantagens que  ultrapassam largamente os seus eventuais inconvenientes. Esta  prescrição apresenta alguma complexidade, acrescida pelo fato da  heterogeneidade das características apresentadas pelos indivíduos (e.g.  especificidade da amostra) (Abrantes &lt;i&gt;et al&lt;/i&gt;., 1999).  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;" align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font size="2"&gt;    Ao  considerarmos a componente cardio-respiratória, para a prescrição de  exercício, é necessário abordar quatro factores: o modo de exercício, a  frequência de participação, a duração da sessão e a intensidade (McArdle  &lt;i&gt;et al&lt;/i&gt;., 1998; Wilmore e Costill, 2001). A prescrição de  exercício assenta principalmente nestas componentes da carga e são as  suas variações que promovem as diferentes adaptações  cardio-respiratórias, bem como o tipo de metabolismo energético  predominante no modo de exercício realizado. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;" align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font size="2"&gt;    Para  desenvolver esta componente, várias instituições e autores especificam  um tipo de exercício físico com 20 a 60 minutos de duração, 3 a 5 vezes  por semana, a uma intensidade de 60 a 90% da FC máx., com uma variedade  de modos de exercício, tais como, caminhar, andar de bicicleta e nadar  (ACSM, 1990; ACSM, 1998; Bezner, 1999) (ver quadro 1). &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;center style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font size="2"&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd109/respostas01.gif"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/center&gt;  &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;" align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font size="2"&gt;    De  uma forma geral, a prescrição do exercício com a finalidade de melhorar  ou manter a aptidão cardio-respiratória deve basear-se nestas  recomendações. Deste modo, torna-se importante considerar a quantidade  da actividade física, como também a qualidade, para atingirmos níveis  óptimos de aptidão física (ACSM, 1998). No entanto, a prescrição deve  também assumir características específicas, indo de encontro às  preferências e gostos particulares de cada indivíduo, tais como: as suas  necessidades, objectivos e estado de saúde (ACSM, 1998). &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;" align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font size="2"&gt;    Particularmente  no domínio cardio-respiratório, a consecução de objectivos implica que a  intensidade do esforço seja cuidadosamente controlada e avaliada pelo  conjunto da adaptações a ela inerentes (Abrantes &lt;i&gt;et al&lt;/i&gt;., 1999). &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;" align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd109/respostas-cardio-respiratorias-e-metabolicas-em-diferentes-modos-de-exercicio.htm" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;" align="justify"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-3390993658127168066?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3390993658127168066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3390993658127168066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/04/prescricao-de-exercicios-para-melhora.html' title='Prescrição de exercícios para melhora cardio-respiratória'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-408994594841089275</id><published>2011-04-06T08:14:00.001-07:00</published><updated>2011-04-06T08:14:31.696-07:00</updated><title type='text'>Alterações cardiorespiratórias no exercício</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/-2ynFwD7Vcd8/TXldqAAxxhI/AAAAAAAAADc/aBV5j-ztrA0/s320/coracao.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/-2ynFwD7Vcd8/TXldqAAxxhI/AAAAAAAAADc/aBV5j-ztrA0/s320/coracao.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Os mecanismos responsáveis pelos ajustes do sistema cardiovascular ao exercício e os índices de limitação da função cardiovascular constituem aspectos básicos relacionados ao entendimento das funções adaptativas. Esses mecanismos são multifatoriais e permitem ao sistema operar de maneira efetiva nas mais diversas circunstâncias. Os ajustes fisiológicos são feitos a partir das demandas metabólicas, cujas informações chegam ao tronco cerebral através de vias aferentes, até a formação reticular bulbar, onde se situam os neurônios reguladores centrais. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Os efeitos fisiológicos do exercício físico podem ser classificados em agudos imediatos, agudos tardios e crônicos. Os efeitos agudos, denominados respostas, são os que acontecem em associação direta com a sessão de exercício; os efeitos agudos imediatos são os que ocorrem nos períodos peri e pós-imediato do exercício físico, como elevação da freqüência cardíaca, da ventilação pulmonar e sudorese; já os efeitos agudos tardios acontecem ao longo das primeiras 24 ou 48 horas (às vezes, até 72 horas) que se&lt;br&gt; seguem a uma sessão de exercício e podem ser identificados na discreta redução dos níveis tensionais, especialmente nos hipertensos, na expansão do volume plasmático, na melhora da função endotelial e na potencialização da ação e aumento da sensibilidade insulínica na musculatura esquelética. Por último, os efeitos crônicos, também  denominados adaptações, resultam da exposição freqüente e regular às sessões de exercícios e representam aspectos morfofuncionais que diferenciam um indivíduo fisicamente&lt;br&gt; treinado de outro sedentário, tendo como exemplos típicos a bradicardia relativa de repouso, a hipertrofia muscular, a hipertrofia ventricular esquerda fisiológica e o aumento do consumo máximo de oxigênio (VO2 máximo). &lt;br&gt; &lt;br&gt;O exercício também é capaz de promover a angiogênese, aumentando o fluxo sanguíneo para os músculos esqueléticos e para o músculo cardíaco. O exercício físico realizado regularmente provoca importantes adaptações autonômicas e hemodinâmicas que vão influenciar o sistema cardiovascular, com o objetivo de manter a homeostasia celular diante do incremento das demandas metabólicas. Há aumento no débito cardíaco, redistribuição no fluxo sanguíneo e elevação da perfusão circulatória para os músculos em atividade. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A pressão arterial sistólica (PAS) aumenta diretamente na proporção do aumento do débito cardíaco. A pressão arterial diastólica reflete a eficiência do mecanismo vasodilatador local dos músculos em atividade, que é tanto maior quanto maior for a densidade capilar local. A vasodilatação do músculo esquelético diminui a resistência periférica ao fluxo sanguíneo e a vasoconstrição concomitante que ocorre em tecidos não exercitados induzida simpaticamente compensa a vasodilatação. Conseqüentemente, a resistência total ao fluxo sanguíneo cai drasticamente quando o exercício começa, alcançando um mínimo ao redor de 75% do VO2 máximo(3). Os níveis tensionais elevam-se durante o exercício físico e no esforço predominantemente estático, tendo já sido constatados, em indivíduos jovens e saudáveis, níveis de pressão intra-arterial superiores a 400/250mmHg sem causar danos à saúde.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Em resumo, pode-se dizer que durante um período de exercício, o corpo humano sofre adaptações cardiovasculares e respiratórias a fim de atender às demandas aumentadas dos músculos ativos e, à medida que essas adaptações são repetidas, ocorrem modificações nesses músculos, permitindo que o organismo melhore o seu desempenho. Entram em ação processos fisiológicos e metabólicos, otimizando a distribuição de oxigênio pelos tecidos em atividade. Portanto, os mecanismos que norteiam a queda pressórica&lt;br&gt; pós-treinamento físico estão relacionados a fatores hemodinâmicos, humorais e neurais&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/pdf/rbme/v10n6/a08v10n6.pdf"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-408994594841089275?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/408994594841089275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/408994594841089275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/04/alteracoes-cardiorespiratorias-no.html' title='Alterações cardiorespiratórias no exercício'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-2ynFwD7Vcd8/TXldqAAxxhI/AAAAAAAAADc/aBV5j-ztrA0/s72-c/coracao.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5847185889016860243</id><published>2011-04-04T04:04:00.001-07:00</published><updated>2011-04-04T04:04:19.698-07:00</updated><title type='text'>Cuidados ao usar o marcapasso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://3.bp.blogspot.com/_9KHgHQMuIcM/TQEvd_6SrvI/AAAAAAAAhZI/1ZEgNrH8YmU/s1600/Marca+passo.jpg" src="http://3.bp.blogspot.com/_9KHgHQMuIcM/TQEvd_6SrvI/AAAAAAAAhZI/1ZEgNrH8YmU/s1600/Marca+passo.jpg" width="398" height="235"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;I - Domiciliares&lt;br&gt;&lt;br&gt;1) Não manipular equipamentos mal aterrados.&lt;br&gt;2) Evitar detectores de metais (bancos, aeroportos etc)&lt;br&gt;3) Evitar soldas elétricas e alarmes anti-roubo.&lt;br&gt;4) Afastar-se dos equipamentos de microondas (1m) ou de ondas curtas, após colocá-los em funcionamento.&lt;br&gt;  5) Evitar imãs: colchões, lixadeiras e furadeiras portáteis.&lt;br&gt;6) Não deixar telefone celular sobre o marcapasso, utilizando-o do lado oposto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;II - Hospitais e Clínicas Dentárias&lt;br&gt;&lt;br&gt;1) Propulsor a ar comprimido (motor) pode acelerar alguns tipos de marcapasso com resposta de freqüência, devendo ser feita orientação, aposição de imã e/ou programação.&lt;br&gt;  2) Fazer sempre a profilaxia antibiótica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;III - Cardioversão:&lt;br&gt;&lt;br&gt;1) O marcapasso é protegido via regra até 300 J.&lt;br&gt;2) Pode alterar o circuito eletrônico (principalmente o de sensibilidade).&lt;br&gt;3) Devem ser escolhidas as posições das PÁS (Antero-posterior).&lt;br&gt;  4) Colocação de imã sobre o gerador.&lt;br&gt;&lt;br&gt;IV – Cauterização&lt;br&gt;&lt;br&gt;1) Pode provocar inibições.&lt;br&gt;2) Utilizar cautério bipolar.&lt;br&gt;3) Manter distância do gerador maior que 30 cm.&lt;br&gt;4) Apor imã ao gerador (e/ou fazer programações).&lt;br&gt;  5) Manter o paciente monitorado com oxímetro e eletrocardiograma.&lt;br&gt;&lt;br&gt;V – Radiações Ionizantes (radioterapia)&lt;br&gt;&lt;br&gt;1) Pode alterar o circuito CMOS do gerador (faixa de 1000 a 1500 rads).&lt;br&gt;2) Proteger com placa de chumbo.&lt;br&gt;  3) Caso haja necessidade de tratamento no mesmo lado do tórax, é necessário efetuar mudança de lado do gerador.&lt;br&gt;&lt;br&gt;VI - Ressonância Magnética:&lt;br&gt;&lt;br&gt;É contra-indicada, pois movimenta o sistema, reverte para assiscrônico e altera a imagem.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;VII - Litotripsia:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Não causa dano ao sistema, mas eventualmente, poderá causar inibições (apor imã e/ou programação).&lt;br&gt;&lt;br&gt;VIII – Diatermia ou ondas curtas:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pode inibir o sistema, caso haja proximidade do local de aplicação e o gerador (proteção com imã e/ou programação). &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5847185889016860243?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5847185889016860243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5847185889016860243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/04/cuidados-ao-usar-o-marcapasso.html' title='Cuidados ao usar o marcapasso'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9KHgHQMuIcM/TQEvd_6SrvI/AAAAAAAAhZI/1ZEgNrH8YmU/s72-c/Marca+passo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-7342642691388419539</id><published>2011-03-22T05:22:00.001-07:00</published><updated>2011-03-22T05:22:55.806-07:00</updated><title type='text'>Doenças Cardiovasculares na Terceira Idade</title><content type='html'>&lt;br&gt;A doença cardiovascular é dividida em doenças do coração ou cardíacas, e doenças da circulação ou vasculares.&lt;br&gt;&lt;br&gt;  Entre as doenças do coração destacam-se o &lt;b&gt;infarto agudo do miocárdio&lt;/b&gt;, a &lt;b&gt;insuficiência cardíaca&lt;/b&gt;, e a &lt;b&gt;coronariopatia&lt;/b&gt;. A &lt;b&gt;hipertensão arterial&lt;/b&gt; e as &lt;b&gt;arritmias cardíacas&lt;/b&gt; são também importantes distúrbios do sistema cardiovascular.&lt;br&gt; &lt;br&gt;  A falência do sistema cardiocirculatório é denominado &lt;b&gt;choque cardiogênico&lt;/b&gt;. Entre as doenças da circulação destacam-se a &lt;b&gt;insuficiência arterial periférica&lt;/b&gt;, o &lt;b&gt;aneurisma da aorta abdominal&lt;/b&gt;, a &lt;b&gt;embolia pulmonar&lt;/b&gt;, a &lt;b&gt;arterite&lt;/b&gt; , as &lt;b&gt;varizes&lt;/b&gt; e a &lt;b&gt;trombose mesentérica e&lt;/b&gt; a &lt;b&gt;trombose venosa profunda&lt;/b&gt;.&lt;br&gt; &lt;br&gt;  Os principais sinais da doença do coração são a falta de ar, a sensação  de cansaço, as palpitações, as dores no peito e o inchaço nos pés. A  tosse também pode ser um sintoma de doença cardíaca. As doenças da  circulação em geral se manifestam com dores e inchaço. O principal  processo patológico que leva à doença cardiovascular é a  arteriosclerose.&lt;br&gt;&lt;br&gt;  O estudo do coração é feito através de radiografias de tórax,  eletrocardiografia, ergometria, ecocardiografia, métodos nucleares  (radioisótopos), tomografia computadorizada, ressonância nuclear  magnética e &lt;a&gt;angiografia&lt;/a&gt;  (cinecoronariografia). O desenvolvimento de métodos não invasivos para o  estudo do coração tem diminuído o número de cinecoronariografias.  Atualmente a cinecoronariografia é feita para quantificar a doença  cardíaca e determinar a indicação de tratamento cirúrgico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;  A prevenção é a base do tratamento da doença cardíaca: atividade física  regular, combate ao estresse e aos outros fatores de risco.   &lt;br&gt;&lt;br&gt;Medicamentos que melhoram a força do músculo cardíaco (digitálico), que  impedem as arritmias e os medicamentos trombolíticos (aspirina) formam  junto com os diuréticos o arsenal terapêutico das doenças cardíacas.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-7342642691388419539?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/7342642691388419539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/7342642691388419539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/03/doencas-cardiovasculares-na-terceira.html' title='Doenças Cardiovasculares na Terceira Idade'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-4338569411930065699</id><published>2011-03-16T13:32:00.001-07:00</published><updated>2011-09-14T09:43:51.595-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Angina'/><title type='text'>Estenose aórtica em idosos</title><content type='html'>Entende-se como estenose aórtica a redução da via de saída do ventrículo esquerdo, e a causa mais comum, entre os idosos, é a degeneração das cúspides da valva aórtica com depósito de cálcio (estenose aórtica calcífica). Fato que geralmente ocorre na quarta e quinta décadas de vida.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Estudos recentes consideram que o depósito de cálcio nas valvas se deva a processos inflamatórios e infiltração de lípides a semelhança do que ocorre na aterosclerose, e não um processo passivo de envelhecimento.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Nos idosos a alteração mais freqüente na valva aórtica e a degeneração de Monckeberg onde não ocorre fusão comissural, mas sim grande rigidez valvar com extensos nódulos calcificados nos seios de Valsalva (Figura).&lt;br&gt;&lt;br&gt; Durante longo período o paciente permanecendo assintomático com um progressivo e gradual processo de adaptação do sistema cardiocirculatório, onde ocorre a sobrecarga pressórica do ventricular esquerdo e subseqüente hipertrofia miocárdica compensadora. O débito cardíaco conserva-se por muitos anos, caindo apenas nas fases tardias da evolução da patologia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os estudo cineangiográficos tem mostrado que nos pacientes acima de 40 anos, portadores de valvopatias, 22% apresentam estenose valvar aórtica e destes 87% apresentam indicação cirúrgica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A estenose aórtica pura é relativamente freqüente na população geral e&lt;br&gt; apesar de dispormos de vários tipos de exames complementares no diagnóstico, a propedêutica clínica apurada e fundamental, pois, uma vez sintomático, a mortalidade desta patologia ocorre em 25% dos casos no primeiro ano e 50% no segundo ano, podendo ocorrer morte súbita em mais de metade destes casos e o diagnóstico precoce pode mudar o curso natural.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O aspecto geral do paciente pouco se modifica nas fases iniciais da doença, e somente observamos alterações mais significativas quando se instala a insuficiência cardíaca esquerda, com dispnéia de repouso, taquicardia, episódios de síncope ou angina.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A curva de sobrevida mostra que nos pacientes portadores de angina o óbito pode ocorrer nos primeiros cinco anos do início do sintoma, nos portadores de episódios de síncope, dentro dos primeiros três anos, e nos portadores de insuficiência cardíaca o seu prognóstico e bem reservado com o óbito ocorrendo num prazo máximo de dois anos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento da estenose aórtica é clínico, ou cirúrgico com plastia valvar, troca valvar e dilatação por cateter balão. A redução de 50% do valor da normal da área valvar aórtica, que é de aproximadamente 3.0 cm2, pode promover os sintomas característicos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os critérios clínicos para a indicação se baseiam nos achados ecodopplercardiográficos e hemodinâmicos, determinando o gradiente transvalvar, a área valvar e o grau de comprometimento do miocárdio, pois se esperarmos o aparecimento dos sintomas, pode, ser tarde demais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Normalmente a cirurgia cardíaca de troca valvar aórtica e tratamento eletivo é estabelecido para a lesão estenótica importante, com mortalidade em torno de 1% a 5%. Nos pacientes idosos, no entanto a risco cirúrgico aumenta para 20% a 25%, principalmente quando existe disfunção ventricular concomitante. Outros fatores agravantes são: insuficiência renal, doenças restritivas do fluxo aéreo pulmonar e aterosclerose coronária.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Nos idosos pelo seu alto risco indica-se a valvoplastia por cateter balão. Nestes pacientes após a dilatação pode ocorrer leve grau de insuficiência aórtica e ainda não se observou fissuras das cúspides, liberação de fragmentos calcificados ou deslocamento e rotura do anel valvar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Fonte: &lt;a href="http://MedicinaGeriatrica.com.br"&gt;MedicinaGeriatrica.com.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-4338569411930065699?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4338569411930065699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4338569411930065699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/03/estenose-aortica-em-idosos.html' title='Estenose aórtica em idosos'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-3192279137131021053</id><published>2011-02-14T03:48:00.001-08:00</published><updated>2011-09-14T09:44:02.785-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Atuação fisioterapêutica em pós-operatório de troca valvar aórtica</title><content type='html'>    &lt;br&gt;    A endocardite infecciosa (EI) é definida como um processo inflamatório do endocárdio valvar ou mural, sobre um defeito septal, ou sobre as cordas tendíneas, como resultado de uma infecção bacteriana, viral, fúngica, ou por micobactérias e rickéttsias (PEREIRA et al., 2003). Na era pré-antibiótica, a EI determinava a morte de praticamente todos os pacientes acometidos. Ao longo do tempo, alguns fatos mudaram a história natural desta doença: a evolução de técnicas microbiológicas, o desenvolvimento da antibioticoterapia e da cirurgia cardíaca e, mais recentemente, do ecocardiograma. Todavia, ainda hoje, a letalidade por EI é alta, variando de 13 a 40% (COSTA et al., 2007).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O sucesso terapêutico depende de diagnóstico precoce e preciso. Desta forma, os critérios para diagnóstico da EI mais aceitos atualmente foram descritos por Duke nos quais os dois principais são hemoculturas múltiplas positivas para germes típicos e evidência, ao ecocardiograma, de lesões miocárdicas e/ou vegetações em válvulas cardíacas, abcessos intramiocárdios ou deiscência parcial recente de uma valva protética (PEREIRA et al., 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Todo esse desenvolvimento possibilita resultados cada vez melhores, mas, ainda assim, grande número de pacientes necessita de tratamento cirúrgico (ARNONI et al., 2000). BUENO et al. (1997) acrescentam que as valvopatias são causas mais freqüentes de indicação de procedimento cirúrgicos em cardiopatas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea (CEC) determina alterações sistêmicas que demandam cuidados específicos no pós-operatório. Dentre essas alterações sistêmicas destacam-se as de origem pulmonar e as decorrentes de diversos fatores - tempo de CEC, uso de anestésicos, dor pós- operatória, medo, presença de fatores de risco, entre outros (NARDI et al., 2007). As complicações pulmonares ocorrem em até 60% dos pacientes que se submetem à cirurgia cardíaca, torácica ou do abdome superior. Pollak et al. (2008) afirmam, ainda, que muitos pacientes cardiopatas submetidos à cirurgia perdem força muscular e confiança para realizar atividades associadas à vida diária. Sendo assim, defende-se que a fisioterapia previne e trata das complicações pulmonares advindas no pós-operatório de cirurgia cardíaca (NARDI et al., 2007), dentro de um programa de reabilitação cardíaca.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Desta forma, o objetivo principal do presente estudo é descrever o caso de tratamento fisioterapêutico em pós-operatório de troca valvar aórtica por EI.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Relato do caso&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Sujeito do sexo feminino, 24 anos, caucasiana, procedente de São José/SC, pós-operatório de troca valvar aórtica. Início do quadro com febre e vômitos. Paciente apresentou as reconhecidas alterações clínico-laboratoriais de processos infecciosos (Staphylococcus aureus positivo) peculiares à EI, acompanhada de perfuração dos dois folhetos da valva aórtica e abcesso ao ecocardiograma. Para tratamento da insuficiência aórtica severa desencadeada pela EI foi realizada cirurgia de troca valvar (BP23). Durante o trans-operatório, a paciente recebeu anestesia geral, manteve CEC por quase 1 h e hipotermia de 28ºC, a incisão cirúrgica foi esternotomia mediana longitudinal. Durante a fase pós-operatória imediata permaneceu na Unidade de Terapia Intensiva coronariana, sedada, com intubação orotraqueal e ventilação mecânica. Após desmame, foi transferida para Enfermaria. Encontrava-se bom estado geral, lúcida, orientada e colaborativa, hipocorada e pouco hidratada. Apresentava queixa de dificuldade respiratória e tosse freqüente, mobilidade torácica presente e simétrica bilateralmente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Fizeram parte do tratamento fisioterapêutico: manobras de higiene brônquica (MHB); alongamento da musculatura acessória da respiração; exercícios respiratórios; orientações quanto à troca de postura (de deitada para sentada) e apoio de travesseiro sobre incisão durante a tosse; programa de deambulação monitorada (progressão quanto à distância e velocidade) e treino de escada.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    As MHB (vibrocompressão e huffing) eram realizadas em virtude dos indicativos de secreção pulmonar (diminuição do murmúrio vesicular em bases à ausculta pulmonar (AP) e história clínica da paciente), alongamento dos músculos: trapézios superiores, escalenos e esternecleidomastoídeos e exercícios respiratórios (treino do padrão diafragmático com apoio iliocostal, inspiração em tempos associado à elevação de membros superiores, utilização de inspirômetro de incentivo - Respiron) eram conduzidos pela presença de padrão ventilatório paradoxal e utilização da musculatura acessória da respiração. Nos últimos dias de tratamento, houve aumento da ventilação diariamente após fisioterapia com murmúrio vesicular presente bilateralmente, sem ruídos adventícios à AP e ausência da tosse produtiva. Ao final do tratamento, houve um maior controle do ritmo e profundidade respiratória, menor uso da musculatura acessória da respiração melhora da mecânica respiratória, aumento do grau de mobilidade e manutenção de uma postura mais adequada e desta forma, controle do desconforto respiratório.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A deambulação monitorada progrediu quando à distância e à velocidade e, por último incluiu-se treino em escada. A evolução normal da deambulação, entretanto, foi limitada pelo quadro clínico da paciente (presença de náuseas e vômitos diários). Após uma adequação da terapia medicamentosa, houve estabilização deste quadro. Ao final do tratamento o treino em escada foi realizado sem dificuldades. Paciente recebeu orientações quanto aos riscos e complicações decorrentes da imobilidade, desta forma, houve maior permanência em posturas verticais e aumento da freqüência de deambulação voluntária.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Discussão&lt;br&gt;&lt;br&gt;    As EI agudas têm sido relatadas comprometendo corações normais. Esta situação é identificada quando a infecção ocorre por agentes etiológicos altamente virulentos ou resistentes aos antibióticos comuns, como o Staphylococcus aureus apresentado neste estudo (FILGUEIRAS et al., 1997). A busca pelo substituto valvar cardíaco ideal tem sido um dos temas mais pesquisados dentro da cirurgia cardíaca (FANTINI et al., 1998). Entretanto, de acordo com Hudorovic (2008) o desenvolvimento de próteses valvares está estagnado: as duráveis valvas mecânicas ainda precisam de anticoagulantes e expõem os pacientes a riscos de trombose e embolismo; enquanto as valvas aórticas biológicas continuam não duráveis e freqüentemente utilizadas, o que submete a população idosa à nova cirurgia de troca valvar (ZILLA et al., 2007; HUDOROVIC, 2008). A opção por prótese biológica esteve relacionada à idade da paciente, já que jovens especialmente mulheres, que desejam ter filhos podem sofrer complicações pelo uso da terapia com anticoagulante.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O tempo de CEC pode influenciar a força muscular respiratória com piores resultados quando este excede 60 min (NARDI et al., 2007). No presente estudo, o tempo esteve abaixo da média relatada para troca valvar aórtica por bioprótese (ARAÚJO et al., 2006). Além do tempo de CEC, outros fatores alteram a mecânica respiratória durante o pós-operatório como: incisão cirúrgica, anestesia e presença de drenos torácicos. Sendo assim, de acordo com Nardi et al. (2007), quando se compara o pré-operatório com o 1° dia de pós-operatório, identifica-se uma redução de aproximadamente 50% nos valores de pressão inspiratória máxima, pressão expiratória máxima, volume corrente, capacidade vital, volume expirado. Acrescenta-se, ainda, que o padrão respiratório paradoxal apresentado pela paciente, com contrações intensas dos músculos acessórios da respiração em repouso é de acordo com Costa et al. (2004), indicativo de dificuldades ventilatórias. Desta forma, foram preconizados alongamentos da musculatura acessória da respiração de forma ativo-assistida, treino do padrão respiratório diafragmático e exercícios respiratórios. Os resultados observados após o tratamento podem estar relacionados, também, à diminuição da dor pela retirada dos drenos e melhora dos componentes elásticos da caixa torácica decorrente do processo de cicatrização (ROMANINI et al., 2007).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A "reabilitação cardíaca fase 1" é indicada no pós-operatório de cirurgias valvares. O início deve ser na fase hospitalar, tão logo seu quadro clínico seja considerado estável, passando por estágios que evoluem de acordo com a sua recuperação (GONÇALVES et al., 2006; CARVALHO, 2006; PROUDFOOT et al., 2007). De acordo com Pollok et al. (2000) cirurgias cardíacas podem levar a danos significativos aos tecidos moles e ósseo da caixa torácica. Se esta área não recebe exercícios de amplitude de movimento, podem ser desenvolvidas adesões, fraqueza e encurtamento muscular. Acrescentam que, um atraso no início destes exercícios pode resultar em maior desconforto para o paciente e aumentar o tempo necessário para completa recuperação. Atividades de alongamento e flexibilidade estão indicadas nas primeiras 24 h após a cirurgia. Alguns estudos ressaltam a importância da mobilização precoce e do posicionamento dentre as principais formas de otimização do transporte de oxigênio e trocas gasosas, no auxílio da higiene brônquica, bem como na prevenção de complicações tromboembólicas, descondicionamento físico, pneumonia, contraturas musculares e rigidez articulares (DEAN, 1994; COERTJENS et al., 2005; BARTELS et al., 2006). Desta forma, justificam-se as orientações quanto à troca de postura, informações quanto às complicações advindas da hipomobilidade, bem como o programa de deambulação e treino de escada. Para melhor conforto da paciente, foi orientada a apoiar o travesseiro sobre incisão durante a tosse. As orientações de atividades dadas à paciente durante o período de atendimento hospitalar compartilham a responsabilidade do tratamento do fisioterapeuta com a paciente, o que possibilita a continuidade de forma independente em seu domicílio e melhora da qualidade de vida em suas atividades de vida diária.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Considerando as informações expostas, pode-se afirmar que a fisioterapia apresenta importante contribuição na fase pós-operatória imediata de troca valvar aórtica de forma a evitar os efeitos negativos do repouso prolongado no leito, estimular o retorno mais breve às atividades de vida diária, manter a capacidade funcional, desenvolver a confiança do paciente, diminuir o impacto psicológico (como ansiedade e depressão), evitar complicações pulmonares, maximizar a oportunidade da alta precoce e fornecer as bases de um programa domiciliar (GONÇALVES et al., 2006; CARVALHO, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Bibliografia&lt;br&gt;&lt;br&gt;ARNONI, A. S.; CASTRO NETO, J.; ARNONI, R. T.; ALMEIDA, A. F. S.; ABDULMASSIH NETO, C.; DINKHUYSEN, J. J.; ISSA, M.; CHACCUR, P.; PAULISTA, P. P. Endocardite infecciosa: 12 anos de tratamento cirúrgico. Rev Bras Cir Cardiovasc. v. 15, p. 308-319, 2000.&lt;br&gt; &lt;br&gt;BARTELS, M. N.; WHITESON, J. H.; ALBA, A. S.; KIN, H. Cardiopulmonary rehabilitation and cancer rehabilitation: Cardiac rehabilitation review. Archives of Physical Medicine and Rehabilitation. v. 87, p. 46-56, 2006.&lt;br&gt; &lt;br&gt;BUENO, R. M.; ÁVILA NETO, V.; MELO, R. F. A. Fatores de risco em operações valvares: análise de 412 casos. Rev Bras Cir Cardiovasc. v. 12, p. 348-358, 1997.&lt;br&gt;&lt;br&gt;COSTA, M. A. C.; WOLLMANN JÚNIOR, D. R.; CAMPOS, A. C. L.; CUNHA, C. L. P.; CARVALHO, R. G.; ANDRADE, D. F.; LOURES, D. R. R. Índice de risco de mortalidade por endocardite infecciosa: um modelo logístico multivariado. Braz J Cardiovasc Surg. v. 22, p. 192-200, 2007.&lt;br&gt; &lt;br&gt;COERTJENS, P. C.; COERTJENS, M.; BERNARDES, C.; PRATI, F. A. de M.; SÁ, S. L. R. de. Avaliação dos níveis de dor após sessões de ultra-sonografia em pacientes cirúrgicos cardiovasculares. Revista Brasileira de Fisioterapia. v. 9, p. 25-31, 2005.&lt;br&gt; &lt;br&gt;DEAN, E. Oxygen transport: A physiologically-based conceptual framework for the practice of cardiopulmonary physiotherapy. Physiotherapy. v. 80, p. 347-355, 1994.&lt;br&gt;&lt;br&gt;FANTINI, F. A.; VRANDECIC, M. O.; GONTIJO FILHO, B.; OLIVEIRA, O. C.; MARTINS JR, I. C.; MARINHO, A. A.; OLIVEIRA, M. H.; OLIVEIRA, C.; SILVA, J. A. P. Biopróteses aórticas porcinas, modelo convencional e sem suporte (&amp;quot;stentless&amp;quot;): estudo comparativo. Rev Bras Cir Cardiovasc. v. 13, p. 221-228, 1998.&lt;br&gt; &lt;br&gt;FILGUEIRAS, C. L.; PASCOAL, A. T.; CARVALHO, H. F.; NUNES, J. A. Cirurgia na endocardite infecciosa. Rev Bras Cir Cardiovasc. v. 12, p. 10-16, 1997.&lt;br&gt;&lt;br&gt;GONÇALVES, F. D. P.; MARINHO P. E. M.; MACIEL, M. A.; GALINDO FILHO, V. C., DORNELAS, A. A. Avaliação da qualidade de vida pós-cirurgia cardíaca na fase I da reabilitação através do questionário mos SF-36. Rev. bras. Fisioter. v. 10, p. 121-126, 2006.&lt;br&gt; &lt;br&gt;HUDOROVIC, N. Aortic valve surgery: What is the future? International Journal of Surgery. v. 6, p. 169-174, 2008.&lt;br&gt;&lt;br&gt;NARDI, C.; FORTI, E. M. P.; PIAIA, I. M.; REGAZZO, V. C.; ANDERY, S. C. A. Avaliação da força muscular, capacidades pulmonares e função pulmonar respiratória de pacientes submetidos à cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea (CEC). RBCCV. p. 68-74, 2007.&lt;br&gt; &lt;br&gt;PEREIRA, C. A. Z.; ROCIO, S. C. G. P.; CEOLIN, M. R.; LIMA, A. P. N. B.; BORLOT, F., PEREIRA, R. S. T.; MOREIRA-SILVA, S. F. Achados clínico-laboratoriais de uma série de casos com endocardite infecciosa. Jornal de Pediatria. v. 79, p. 423-428, 2003.&lt;br&gt; &lt;br&gt;PROUDFOOT, C.; THOWB, M.; RAFFERTY, D. A UK survey of phase 1 cardiac rehabilitation for patients with acute coronary syndrome. Physiotherapy. v. 93, p. 183–188, 2007.&lt;br&gt;&lt;br&gt;ROMANINI, W.; MULLER, A. P.; CARVALHO, K. A. T.; OLANDOSKI, M.; FARIA-NETO, J. R.; MENDES, F. L.; SARDETTO, E. A.; COSTA, F. D. A.; GUARITA-SOUZA, L. C. Os Efeitos da Pressão Positiva Intermitente e do Incentivador Respiratório no Pós-Operatório de Revascularização Miocárdica. Arq Bras Cardiol. v. 89, p. 105-110, 2007.&lt;br&gt; &lt;br&gt;ZILLA, P.; BRINK, J.; HUMAN, P.; BEZUIDENHOUT, D. Prosthetic heart valves: Catering for the few. Biomaterials. v. 29, p. 385–406, 2008.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd132/pos-operatorio-de-troca-valvar-aortica.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-3192279137131021053?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3192279137131021053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/3192279137131021053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/02/atuacao-fisioterapeutica-em-pos.html' title='Atuação fisioterapêutica em pós-operatório de troca valvar aórtica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-4908754194583142129</id><published>2011-02-14T03:41:00.001-08:00</published><updated>2011-02-14T03:41:11.916-08:00</updated><title type='text'>Como cuidar da saúde o coração</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://brasilmelhor.net/fotos/2010/02/dicas-interessantes-para-cuidar-da-saude.jpg" src="http://brasilmelhor.net/fotos/2010/02/dicas-interessantes-para-cuidar-da-saude.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Cometemos vários descuidos com nossa saúde que podem ocasionar na existência de problemas cardiológicos. É de extrema importância que as pessoas saibam cuidar do seu coração. Doenças relacionadas a este assunto podem interferir em nossa qualidade de vida, assim como reduzir um bocado a expectativa dela. Aqui vão algumas dicas de como não fugir das responsabilidades referentes à saúde:&lt;br&gt; &lt;br&gt;Pessoas com peso acima do normal geralmente costumam falar que não há nada que possam fazer para corrigir a obesidade. Com raros casos de fatores genéticos, como &lt;br&gt;problemas na produção de hormônios, a grande maioria das pessoas consegue, e pode, vencer o excesso de peso.  &lt;br&gt; &lt;br&gt;Melhore a qualidade de sua alimentação, com vegetais, frutas e menos produtos gordurosos ou industrializados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pratique mais exercícios. Se o tempo é o vilão, faça treinos diários de menor duração.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;Por fim, nunca se é velho demais para aprender a mudar os hábitos e melhorar saúde. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-4908754194583142129?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4908754194583142129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4908754194583142129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/02/como-cuidar-da-saude-o-coracao.html' title='Como cuidar da saúde o coração'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-7935438982250731909</id><published>2011-02-04T06:20:00.001-08:00</published><updated>2011-09-14T09:43:51.595-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Angina'/><title type='text'>Saiba tudo sobre Colesterol</title><content type='html'>As enfermidades cardiovasculares são a primeira causa de morte no Chile (mais de 28%) e afetam a centenas de milhões de pessoas em todo o mundo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Daí a palavra colesterol ser temida por todos, já que este representa um dos maiores riscos de doenças cardiovasculares. Mas, o que é, realmente, o colesterol e quais são seus efeitos no nosso organismo? Descubra você mesmo a seguir.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Seguramente, em mais de uma ocasião escutou-se falar em colesterol e é sabido que é necessário cuidar deste fator para estar saudável. Mas, o que é o colesterol e por que devemos nos preocupar?&lt;br&gt;&lt;br&gt;O colesterol é uma substância bioquímica que, para surpresa de muitos, é necessária e essencial para o funcionamento do organismo. Graças a ele são formados, por exemplo: membranas celulares, vitamina D, hormônios e ácidos biliares, os quais digerem as gorduras.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Sem dúvida, o excesso de colesterol representa risco elevado para doenças do coração.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Apesar disso, não se deve ver o colesterol como um inimigo total, já que existem vários tipos desta substância, dentro das quais se encontra um mau e outro bom. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O Bom e o Mau &lt;br&gt;&lt;br&gt;Se o médico recomenda fazer um exame de sangue para avaliar o nível de colesterol, é porque este se encontra no fluxo sangüíneo permanentemente, pois não é capaz de dissolver-se.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em vez disso, o colesterol flui pela corrente sangüínea ligado às chamadas lipoproteínas e triglicerídes, os quais lhe servem de transporte.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O principal veículo do colesterol são as lipoproteínas, existindo vários tipos das mesmas: a má ou LDL(lipoproteína de baixa densidade) já que leva o colesterol até os tecidos e a boa ou HDL (lipoproteína de alta densidade), que os leva para locais distantes. Desta maneira, o colesterol será bom ou mau dependendo da lipoproteína à qual está aderido.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O Ministério da Saúde do Chile e os laboratórios como o Mevacor, dizem que o que se conhece do colesterol mau OU LDL é que, em quantidades elevadas, o mesmo representa um sério risco para o coração, pois pode ser depositado nas paredes das artérias, formando uma grossa capa de colesterol no interior,causando dano que é conhecido com arteriosclerose.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Nas primeiras etapas desta doença formam-se pequenos depósitos de gordura chamados &amp;quot;estrias gordurosas&amp;quot;. Se as concentrações de colesterol continuam elevadas, os depósitos aumentam de tamanho e tornam - se perigosos, podendo obstruir as artérias e diminuir o fluxo sangüíneo para os órgãos vitais, como o coração, que necessita do oxigênio e dos elementos nutritivos que são levados pelo sangue.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Quando isto ocorre, produz-se uma angina de peito, um ataque cardíaco (infarto do miocárdio) ou inclusive a morte.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por outro lado, o Ministério da saúde, em seus folhetos informativos, explica que se você tem um alto nível de HDL ou colesterol bom, isto quer dizer que o seu risco de apresentar problemas cardíacos é mínimo, isto se deve ao fato de HDL trabalhar absorvendo a gordura e limpando as artérias, depositando a maior parte do colesterol no fígado, o qual é capaz de quebrar as moléculas de colesterol e eliminá-las do corpo. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A origem do Colesterol &lt;br&gt;&lt;br&gt;O colesterol sangüíneo origina-se de duas fontes: a fonte endógena, que corresponde à produção própria do organismo, especialmente do fígado, e representa 60 a 80% do colesterol total; enquanto que a fonte exógena provém dos alimentos que consumimos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As concentrações elevadas de colesterol no sangue podem, então serem devidas ao consumo ou à produção excessiva deste pelo organismo. Esta última é especialmente significativa nas pessoas com obesidade, tendências genéticas ou hereditárias a problemas cardíacos, ou sedentárias, fatores que contribuem para elevar o colesterol.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Por isto, o tipo de gordura que ingerimos é essencial quando falamos de saúde cardiovascular. Assim, enquanto o consumo de gorduras saturadas pode produzir arteriosclerose, as gorduras boas podem assegurar uma saúde invejável.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As gorduras saturadas, ou más, encontram-se principalmente em alimentos de origem animal, e tendem a ser sólidas à temperatura ambiente. Um exemplo é a gordura branca das carnes vermelhas, os ovos, o leite integral e as gorduras &amp;quot;hidrogenadas&amp;quot;.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Já as gorduras insaturadas provêem principalmente dos vegetais e tendem a ser líquidas à temperatura ambiente. Os tipos básicos destas são as poliinsaturadas e as monoinsaturadas, podendo ajudar a diminuir o colesterol sangüíneo. Dentre elas, a mais conhecida é a Omega - 3, que é muito saudável e se encontra abundantemente nos óleos vegetais, aves, mariscos e nos peixes de água fria. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Como posso saber se tenho colesterol elevado? &lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo o laboratório Mevacor, a maioria das pessoas que tem níveis elevados de colesterol não apresenta nenhum sintoma físico que as advirta sobre a presença deste transtorno. Por isto, recomenda-se pedir periodicamente a concentração do colesterol no sangue e seguir as orientações médicas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Tanto o Ministério, como os laboratórios e os médicos especialistas, recomendam diminuir a concentração do colesterol no sangue a níveis de risco moderado ou baixo, seguindo uma dieta pobre em gorduras e em colesterol. Em geral uma dieta pobre em gorduras significa comer menos gorduras saturadas e alimentos ricos em colesterol (como carne, ovos, leite e seus derivados) e comer mais frutas, cereais, verduras e peixes. Uma dieta pobre em gorduras não significa que seja necessário deixar de comer carne, pois existem carnes com menor quantidade de gordura, como peru, pavão e frango sem pele e as carnes magras. Seu médico pode lhe recomendar uma dieta ajustada à suas necessidades específicas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O colesterol sangüíneo elevado é somente um dos fatores de risco de doença cardiovascular. Outros fatores importantes incluem: pressão arterial elevada, tabagismo, diabetes e antecedentes familiares deinfarto do miocárdio, principalmente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Seu médico pode também determinar as concentrações de colesterol apropriadas para você, baseando-se em sua história clínica e, tendo, em vista, todos os seus possíveis fatores de risco para doença cardiovascular. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Os Medicamentos &lt;br&gt;&lt;br&gt;Ainda que a dieta seja um meio eficaz de diminuir a concentração de colesterol, em algumas pessoas, não é suficiente, sendo necessária a introdução de medicamentos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Cada laboratório recomenda o uso de diversos medicamentos, alegando que são tratamentos eficazes e com efeitos colaterais mínimos. Sua forma de ação é simples: impede a absorção de gorduras quebradas na digestão ao nível do tubo digestivo. Estes medicamentos só podem ser adquiridos com receita médica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;De todo modo, os próprios laboratórios concluem que é necessária a visita ao médico especialista antes de fazer uso de medicamentos, e, afirmam que, apesar do uso de determinada medicação, sempre se deve tomar as seguintes precauções:&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Controle periódico da concentração do colesterol sangüíneo.&lt;br&gt;- Controle do peso.&lt;br&gt;- Limitar o consumo de alimentos com níveis elevados de colesterol e gorduras saturadas.&lt;br&gt;- Realizar exercícios físicos de modo regular.&lt;br&gt; - Parar de fumar.&lt;br&gt;- Controlar periodicamente a pressão arterial.&lt;br&gt;- Diminuir os fatores que produzam angústia e tensão.&lt;br&gt;Em resumo, deve-se estar sempre atento ao colesterol, somente assim é possível oxigenar bem o coração. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-7935438982250731909?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/7935438982250731909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/7935438982250731909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/02/saiba-tudo-sobre-colesterol.html' title='Saiba tudo sobre Colesterol'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5216256306356055048</id><published>2011-01-18T06:56:00.001-08:00</published><updated>2011-01-18T07:05:06.635-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hipertensão'/><title type='text'>Hipertensão é a principal causa de insuficiência cardíaca e AVC</title><content type='html'>A pressão arterial é a força que o sangue exerce contra as paredes das artérias. Cada vez que o coração bate e bombeia sangue, sua pressão estará mais elevada, o que se chama pressão arterial sistólica. Quando o coração está em repouso, entre um batimento e outro, a pressão sanguínea diminui, é a chamada pressão diastólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pressão arterial elevada aumenta diretamente o risco de doença cardíaca coronariana o que leva ao ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC), especialmente se junto com outros fatores de risco. A hipertensão geralmente não apresenta sintomas, mas pode causar problemas graves, como insuficiência cardíaca e renal. É fácil controlar a pressão arterial através de um estilo de vida saudável e, se necessário, do uso de medicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hipertensão pode ocorrer em crianças ou adultos, mas é mais comum em pessoas de meia-idade e idosos, obesos e alcoólatras. Pessoas com diabetes ou doença renal também têm pressão alta com mais frequência. Segundo o cardiologista do Instituto do Coração (Incor) Bruno Caramelli, a hipertensão arterial não é um gatilho para insuficiência cardíaca e derrame cerebral, mas sim o principal fator de risco. "Nos hipertensos há uma hipertrofia (aumento de tamanho) do coração para que consiga bombear o sangue pra frente mais facilmente", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o órgão não dá conta de bombear todo o sangue, há o que chamamos de insuficiência cardíaca. Um dos sintomas mais comuns é a dificuldade de respirar, uma vez que o coração está inchado e rouba mais espaço dos pulmões. O especialista também lembra que a predisposição genética é outro fator determinante para a doença hipertensão arterial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser uma condição silenciosa, quase sem nenhum sintoma, a melhor indicação é para que as avaliações da pressão arterial se iniciem ainda durante a infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um teste simples, rápido e indolor é possível detectar a hipertensão no mesmo instante. E ela pode ser controlada. Porém, não apenas medicamentoso, o tratamento deve incluir: perda de peso, abandono do hábito de fumar ou beber alcoól, adoção de uma dieta com pouco teor de gordura e sal, além de exercícios físicos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5216256306356055048?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5216256306356055048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5216256306356055048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/01/hipertensao-e-principal-causa-de.html' title='Hipertensão é a principal causa de insuficiência cardíaca e AVC'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-9017229907837436007</id><published>2011-01-17T04:53:00.001-08:00</published><updated>2011-01-18T07:05:20.599-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hipertensão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Angina'/><title type='text'>Angina Pectoris</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.mdguidelines.com/images/Illustrations/angina.jpg"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Angina Pectoris é um distúrbio doloroso que envolve dor do coração. A angina não é uma doença propriamente dita, mas o principal sintoma da doença arterial coronariana. A dor ocorre devido à falta de oxigênio no músculo cardíaco, especialmente após exercício ou fortes emoções, iniciando como uma sensação de aperto ou constrição no peito, podendo irradiar para o pescoço, mandíbula, ombros, braços e mãos. Ocasionalmente, também pode irradiar para o abdome superior. Pode ocorrer falta de ar, fadiga ou palpitações ao invés da dor. Os ataques freqüentemente são acompanhados por uma sensação de sufocação ou morte iminente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O que causa Angina?&lt;br&gt;&lt;br&gt;As principais causas de Angina pectoris são doença coronariana (arteriosclerose) e espasmo coronoariano. A angina clássica é desencadeada pelo exercício, estresse ou exposição ao frio. A angina também pode ser precipitada por refeições exageradas, que aumentam rapidamente a demanda de oxigênio no coração. A intensidade da dor nem sempre está relacionada com a gravidade do problema. Algumas pessoas podem sentir uma dor intensa devido a uma isquemia leve, enquanto outras sentem apenas um leve desconforto e apresentam um isquemia acentuada.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Apesar da aterosclerose liderar de longe as causas de angina, outras condições podem prejudicar a oferta de oxigênio ao músculo cardíaco e provocar dor: espasmo das artérias coronarianas, anormalidades no próprio músculo caríaco, hipertireoidismo, anemia, vasculite (grupo de doenças que causa inflamação dos vasos sanguíneos) e, em casos raros, exposição a altitudes elevadas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Muitas doenças causam dor torácica e não se relacionam a distúrbios no coração ou nos vasos sanguíneos. No topo da lista encontram-se os ataques de ansiedade, os distúrbios gastrointestinais (crises de vesícula, úlcera gástrica, hérnia hiatal, azia), distúrbios pulmonares (asma, infarto pulmonar, bronquite, pneumonia, colapso pulmonar) e problemas afetando as costelas e os músculos torácicos (lesão muscular, fraturas, artrite, espasmos, infecções).&lt;br&gt; &lt;br&gt;O que é Angina Estável?&lt;br&gt;&lt;br&gt;A angina estável pode ser extremamente dolorosa, mas sua ocorrência é previsível. Geralmente é desencadeada por exercícios ou estresse e melhora com o repouso. A angina estável responde bem ao tratamento medicamentoso. Qualquer ocorrência que aumente a demanda de oxigênio pode causar angina, incluindo exercício, tempo frio, tensão emocional e até mesmo refeições exageradas. Os ataques de angina podem ocorrer em qualquer hor ado dia, mas existe uma maior proporção entre as seis horas da manhã e as seis horas da tarde.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O que é Angina Instável?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Situação muito mais grave e frequentemente é um estágio intermediário entre a angina estável e o ataque cardíaco. O diagnóstico se dá sob as seguintes circunstâncias: a dor desperta o paciente ou ocorre durante o repouso, um paciente que nunca teve angina sente uma dor forte ou moderada durante um exercício leve (por exemplo, ao subir um lance de escadas), ou progressão de um caso de angina estável com aumento da severidade da dor e da frequência em um período de dois meses. As medicações são menos eficazes no alívio da dor da angina instável.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O que é Angina de Prinzmetal?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esta terceira variedade de angina é causada pelo espasmo de uma artéria coronariana. Geralmente ocorre quando o paciente está descansando. Arritmias cardíacas são comuns, mas a dor geralmente passa imediatamente com o tratamento. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O que é Isquemia Silenciosa?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Algumas pessoas com doença arterial coronariana severa não apresentam dor anginosa, uma condição conhecida como isquemia silenciosa. Alguns especialistas atribuem a ausência de dor como um processamento anormal da via dolorosa no cérebro.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O que fazer durante uma crise de Angina?&lt;br&gt;&lt;br&gt;A angina que não melhora com medicamentos é um sinal de que algo não está indo bem e deve-se procurar imediatamente um hospital. Geralmente a angina cede com repouso ou uso de medicamentos específicos. Se persistir por mais de 5 minutos, apesar do tratamento, ou caso se torne mais frequente ou intensa, deve-se procurar auxílio(a) médico(a) imediatamente. A Angina não é propriamente um ataque cardíaco, mas pode ser um aviso de que este pode estar para ocorrer.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Normalmente, a dor que antecede o ataque cardíaco acomete o paciente sem que este a esteja esperando, é pior do que qualquer experiência dolorosa anterior e dura mais de 20 minutos. O grau da dor indicando um possível ataque cardíaco varia bastante de pessoa para pessoa, contudo, os sinais mais precoces de um ataque cardíaco podem ser subestimados por serem leves demais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Toda dor no peito deve ser levada a sério. Tendo-se uma aspirina à mão, deve-se mastigá-la. Procurar imediatamente um serviço de urgência. Não se recomenda que o paciente dirija ou vá sozinho até o local de atendimento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Como a angina é tratada?&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento da Angina pectoris consiste em perda de peso (caso se trate de pessoa obesa), controle da hipertensão, suspensão do tabagismo e exercícios moderados e regulares (melhorando a circulação cardíaca). Remédios, tais como nitroglicerina, também podem ser úteis. Drogas mais recentes, chamadas betabloqueadores, podem evitar a dor reduzindo a quantidade de oxigênio que o músculo cardíaco necessita. Também ajudam a regular o ritmo cardíaco. Uma nova classe de remédios, os bloqueadores de canais de cálcio, também são úteis no tratamento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Pessoas que sofrem de Angina pectoris geralmente são encorajadas a levar uma vida normal. Contudo, devem aprender a reconhecer o quanto de exercício podem tolerar sem precipitar a dor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por que algumas pessoas com angina devem fazer uso de Aspirina regularmente?&lt;br&gt; &lt;br&gt;A maioria das pessoas pensa que a aspirina serve apenas para febre e dores de cabeça, mas ela também pode evitar a formação de coágulos – os mesmos coágulos que podem bloquear as artérias coronarianas, causando um ataque cardíaco.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A maioria dos pacientes com angina instável deverão tomar aspirina diariamente, reduzindo com isto o risco de ataque cardíaco e morte. A aspirina pode causar um pouco de queimação no estômago. Pessoas alérgicas, com gastrite ou problemas de sangramento não devem tomá-la. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O que são Nitratos e qual o seu papel na Angina?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os Nitratos (geralmente nitroglicerina e isossorbida) são utilizados para abrir os vasos sanguíneos. Eles aumentam o fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco, facilitando o trabalho do coração e aliviando rapidamente boa parte do desconforto anginoso. Geralmente são administrado sob a língua ou em comprimidos que devem ser engolidos, mas também podem ser encontrados na forma de adesivos ou cremes para serem aplicados sobre a pele.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Podem ser utilzados como medicamentos de manutenção em pacientes com antecedente de crises anginosas. Na vigência de uma crise de angina, deve-se colocar um comprimido sob a língua. Se a dor não ceder em alguns minutos, procurar ajuda médica imediatamente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os nitratos podem causar tonteira, por isso devem ser administrados com o paciente sentado. Também podem causar dores de cabeça.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O que são Betabloqueadores e qual o seu papel na Angina?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os Betabloqueadores diminuem o trabalho cardíaco e, consequentemente, a quantidade de oxigênio que o coração necessita. Uma vez que os betabloqueadores são drogas muito fortes, podem haver muitos efeitos colaterais. Cerca de 10 por cento dos pacientes que fazem uso deles podem se sentir cançados ou tontos. Depressão, diarréia ou vermelhidão da pele também podem ocorrer em cerca de 5 por cento dos pacientes. Confusão mental, dores de cabeça, azia e falta de ar podem ocorrer, mas são bem menos comuns&lt;br&gt; &lt;br&gt;O que é a cirurgia de Ponte Coronariana?&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Cirurgia de Ponte Coronariana ou cirurgia de "bypass" (desvio), geralmente é recomendada para os pacientes que tiveram um bloqueio grave na artéria coronária principal esquerda ou doença aterosclerótica em vários vasos. A cirurgia também é uma opção quando os remédios não são capazes de controlar os sintomas anginosos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A ponte coronariana é um meio bastante eficaz de aumentar o volume de sangue que chega ao coração, eliminando o desconforto e a dor. Na cirurgia, o segmento de uma veia (geralmente uma veia da perna, como a safena) ou de uma artéria do tórax é removido e utilizado para construir uma ponte sobre o trecho da artéria coronariana que está bloqueado. Uma extremidade do vaso é ligada na aorta (a artéria que conduz todo o sangue que sai do coração para ser distribuído ao corpo), e a outra ponta é costurada no trecho abaixo do bloqueio.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os benefícios da ponte coronariana são muitos: prolongam a vida, aliviam a dor anginosa, aumentam o nível de atividade do paciente, permitem o retorno às atividades habituais, reduzem a necessidade de remédios e diminuem a ansiedade e o medo. Dentre os riscos possíveis da cirurgia estão: sangramento, infecção, derrame, coágulos, insuficiência de outros órgãos, ataque cardíaco e morte. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Angioplastia ou Ponte Coronariana: qual a melhor?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os dois tratamentos destinam-se ao mesmo fim e ambos podem aumentar o suprimento sanguíneo para o músculo cardíaco. A escolha de um ou de outro depende da gravidade da doença. Mas, como saber qual deles é o melhor ? O médico ajudará na decisão.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A angioplastia não é um procedimento cirúrgico de grande porte, necessita de menos dias de hospitalização e permite um retorno mais precoce às atividades habituais. Entretanto, em cerca de 2 a 5 por cento dos casos, ela não funciona, necessitando-se de uma ponte coronariana de urgência. Em 40 por cento das vezes, cerca de 6 meses após a angioplastia, as artérias se tornam bloqueadas novamente, sendo então indicado uma nova angioplastia ou ponte coronariana. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Qual o risco da artéria do coração entupir de novo ?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nem a angioplastia, tampouco a ponte coronariana, curam a doença arterial. As placas ateroscleróticas continuam a se acumular nas paredes das artérias mesmo após o tratamento. Os procedimentos (angioplastia e/ou ponte) podem ser repetidos, caso as artérias coronarianas se tornem bloqueadas novamente. O único meio de parar a doença arterial coronariana é evitando que as placas se acumulem.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Apesar dos médicos não saberem ao certo porquê os bloqueios se formam, eles certamente sabem, a partir de várias pesquisas, que algumas pessoas apresentam uma maior probabilidade de entupimento que outras. Estes indivíduos devem ter um controle regular, com orientações precisas acerca do uso adequado dos medicamentos e das práticas desportivas mais seguras. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Algumas medidas simples podem ser tomadas para evitar a formação dos bloqueios ateroscleróticos no interior das artérias: tomar uma dose de aspirina todo dia (entre 100 e 325 mg), parar de fumar, comer alimentos pouco gordurosos, manter um peso ideal, aumentar a atividade física, controlar a pressão arterial se esta estiver elevada e diminuir a carga de estresse.&lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.saudevidaonline.com.br/ale_angina.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-9017229907837436007?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/9017229907837436007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/9017229907837436007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/01/angina-pectoris.html' title='Angina Pectoris'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-6627142618977068349</id><published>2011-01-10T10:30:00.001-08:00</published><updated>2011-01-18T07:05:33.664-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>CD de FISIOTERAPIA na CARDIOLOGIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br&gt;&lt;img alt="http://4.bp.blogspot.com/__risxQxASUY/TBPRIaxdp2I/AAAAAAAAAL0/UcLQ3kxEItA/S150/cdslogo.gif" src="http://4.bp.blogspot.com/__risxQxASUY/TBPRIaxdp2I/AAAAAAAAAL0/UcLQ3kxEItA/S150/cdslogo.gif"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;Um profissional deve estar sempre atualizado com a a sua área de atuação, os &lt;a href="http://www.cdsuniversitarios"&gt;Cds e Dvds Universitários&lt;/a&gt; preparam o &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.cdsuniversitarios.net/2010/02/cd-de-fisioterapia-na-cardiologia.html"&gt;CD de FISIOTERAPIA NA CARDIOLOGIA&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; especialmente para Fisioterapeutas que tenham que aturar nesta área.&lt;br&gt; &lt;br&gt;É um cd que engloba conteúdos diversos, falando das patologias cardiológicas e possiveis tratamentos fisioterapêuticos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Para completar este cd possui artigos científicos para que a atualização seja a melhor possível. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;a href="http://www.cdsuniversitarios.net/2010/02/cd-de-fisioterapia-na-cardiologia.html"&gt;&lt;b&gt;Clique aqui e conheça mais sobre o  CD de FISIOTERAPIA NA CARDIOLOGIA&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;i&gt;* Artigo Patrocinado&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-6627142618977068349?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6627142618977068349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6627142618977068349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/01/cd-de-fisioterapia-na-cardiologia.html' title='CD de FISIOTERAPIA na CARDIOLOGIA'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__risxQxASUY/TBPRIaxdp2I/AAAAAAAAAL0/UcLQ3kxEItA/s72-c/cdslogo.gif' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5483809381804460819</id><published>2011-01-06T06:23:00.001-08:00</published><updated>2011-01-06T06:23:42.858-08:00</updated><title type='text'>Ataque isquêmico transitório</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Distúrbio cerebral causado por alteração temporária do aporte de sangue para uma área do cérebro, resultando em uma súbita e breve (inferior a 24 horas, normalmente menos do que 1 hora) diminuição das funções cerebrais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Causas, incidência e fatores de risco:&lt;br&gt;&lt;br&gt;O cérebro necessita de aproximadamente 20% do sangue que circula no corpo. O principal aporte de sangue é feito por meio de duas artérias do pescoço (artérias carótidas) que se ramificam no cérebro em múltiplas artérias e suprem áreas específicas do cérebro. Mesmo uma breve interrupção do fluxo sangüíneo pode causar uma redução na função cerebral (déficit neurológico). Os sintomas variam, dependendo da área do cérebro afetada, podendo apresentar problemas como alterações visuais, alterações na fala, deficiência sensorial ou motora em uma parte do corpo e alterações no nível de consciência. A redução do fluxo sangüíneo por mais de alguns segundos causa a destruição (enfartamento) das células cerebrais dessa área, com dano permanente ou até mesmo levando ao óbito. As causas principais da redução da circulação sangüínea em algumas áreas do cérebro são: fluxo sangüíneo reduzido (isquemia) e hemorragia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O ataque isquêmico transitório (TIA, acidente vascular menor) é um sinal de sobrecarga nos mecanismos de segurança do corpo e indica a possibilidade de ocorrência de um acidente vascular cerebral. Cerca de 1/3 das pessoas acometidas por TIA têm posteriormente um acidente vascular cerebral. Entretanto, aproximadamente 80 a 90% das pessoas que sofreram derrame secundário à aterosclerose tiveram ataques isquêmicos transitórios antes doacidente vascular cerebral. Cerca de 1/3 das pessoas que sofreram uma ataque isquêmico transitório apresentarão episódios recorrentes da doença, enquanto 1/3 terá um único TIA. A idade em que pode se iniciar varia, mas a incidênciaaumenta significativamente depois dos 50 anos de idade. O TIA é mais comum entre homens e em afro-americanos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O TIA é causado por um estado temporário de fluxo sangüíneo reduzido (isquemia) em uma área do cérebro, mais freqüentemente causado por pequenos coágulos de sangue (microembolia) que obstruem temporariamente essa área. As microembolias são causadas por placas ateroscleróticas nas artérias que levam o sangue ao cérebro. A aterosclerose (endurecimento das artérias) é uma condição em que se apresentam depósitos de gordura no revestimento interno das artérias. A placa aterosclerótica forma-se quando ocorre uma lesão no revestimento da artéria. As plaquetas acumulam-se ao redor da área lesionada, como uma parte normal do processo de coagulação e de restauração. O colesterol e outras gorduras acumulam-se nesse local da placa, formando uma massa no revestimento da artéria. Os coágulos (trombos) podem se formar no local da placa, em conseqüência da redução do fluxo de sangue nesse local. Os trombos podem obstruir os vasos sangüíneos cerebrais; fragmentos da placa ou de coágulos podem se desprender e migrar através da corrente sangüínea para locais distantes, formando um êmbolo que pode obstruir as artérias pequenas, causando TIAs. As oclusões que duram mais do que alguns minutos usualmente causam acidente vascular cerebral.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Entre as causas menos comuns do TIA estão os distúrbios sangüíneos(policitemia, anemia de células falciformes e hiperviscosidade , síndromes resultantes de sangue espesso), espasmos das arteríolas cerebrais, anormalidades dos vasos sangüíneos causadas por distúrbios, como a displasia fibromuscular, inflamação das artérias (arterite, poliarterite, angiite granulomatosa), lúpus eritematoso sistêmico e sífilis. A hipotensão (pressão sangüínea baixa) pode precipitar os sintomas em pessoas com lesão vascular pré-existente. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5483809381804460819?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5483809381804460819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5483809381804460819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/01/ataque-isquemico-transitorio.html' title='Ataque isquêmico transitório'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-8250202992817149268</id><published>2010-12-22T06:56:00.000-08:00</published><updated>2010-12-22T06:57:05.957-08:00</updated><title type='text'>Importancia de se medir a Frequencia cardíaca</title><content type='html'>Todo mundo que pratica exercícios físicos, de caminhada a aulas de bike TEM que controlar e conhecer seu batimento cardíaco ideal para sua atividade física. É IMPRESCINDÍVEL !! Para que o organismo consiga mobilizar gorduras e ultilizá-las como fonte de energia no exercício é necessário que o seu metabolismo esteja &amp;quot;equilibrado&amp;quot;, Existem 2 maneiras simples de verificar o equilíbrio metabólico durante a atividade:&lt;br&gt;  &lt;br&gt;- Respiração aumentada e confortável.&lt;br&gt;- F.C. constante.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para um controle mais preciso, é necessário que você realize uma Avaliação e Orientação Física. Aí será determinado sua Zona Alvo de Treinamento (ZAT), ou seja, uma faixa de batimentos cardíacos que você deve manter durante o exercício, para trabalhar de maneira segura e atingir seu objetivos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A cada variação brusca de F.C. o organismo é obrigado a adaptar o consumo de energia deixando a utilização de gorduras &amp;quot;de lado&amp;quot; até que o organismo volte ao equilíbrio metabólico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A intensidade de treinamento entre 60% a 75% da F.C. máxima permite um equilíbrio metabólico mais rápido e, por isso, é a mais indicada para queima de gorduras. Se você estiver bem condicionado, poderá estabilizar sua F.C. em intensidades mais altas e ainda assim estará usando o metabolismo de gorduras. O importante é que o metabolismo esteja estabilizado e para ter certeza disto, preste atenção à respiração: se depois de 5 a 10 minutos de atividade sua respiração estiver ofegante ou difícil, isso significa que o metabolismo não esta estabilizado e você não está queimando gorduras. Aliado ao bom senso, ISTO QUEM DETERMINA É A AVALIAÇÃO FÍSICA.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Um treinamento aeróbico eficaz para perda de gorduras e/ou melhora do condicionamento cardiovascular é aquele realizado em períodos longos (por mais de 30 minutos) e com a respiração aumentada e confortável durante toda a atividade.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Exercícios realizados com F.C. acima de 85% da máxima possuem intensidade que dificilmente permitem ao organismo criar um equilíbrio metabólico: você pode constatar isto através da sua respiração que provavelmente ficará ofegante.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Atividades com mudanças bruscas de intensidade podem e devem ser realizadas contando que o objetivo do praticante seja a melhora do condicionamento anaeróbico e potência muscular. A energia gasta nestas atividades não é proveniente do metabolismo das gorduras.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;ATENÇÃO: F.C. muito altas (acima de 85% da sua máxima) podem dificultar a nutrição do músculo cardíaco: o coração se nutre e é oxigenado nos intervalos entre um batimento e outro. F.C. muito elevadas diminuem o tempo de cada intervalo dificultando a nutrição e a oxigenação do coração. Por isso, F.C. acima de 200 batimentos para adultos podem até causar isquemia cardíaca (má nutrição do coração) e conseqüentemente até um infarto.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;a href="http://sentirbem.uol.com.br/index.php?modulo=colunistas_mat&amp;amp;id_col=7&amp;amp;id_mat=59" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-8250202992817149268?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8250202992817149268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8250202992817149268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/12/importancia-de-se-medir-frequencia.html' title='Importancia de se medir a Frequencia cardíaca'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-6868745628042033678</id><published>2010-12-14T05:56:00.001-08:00</published><updated>2010-12-14T05:56:31.447-08:00</updated><title type='text'>Impotência sexual dobra o risco de doença cardíaca em “quarentões”</title><content type='html'>Homens que apresentam  disfunção erétil ainda jovens,  entre 40 e 49 anos de idade, têm duas vezes  maior risco de  desenvolverem doença cardíaca do que homens com função sexual  normal,  segundo estudo da Mayo Clinic, nos Estados Unidos. De acordo com os   autores, de forma geral, a impotência sexual aumenta em 80% os riscos de  doença  cardíaca, e esse efeito é maior entre os mais jovens. &lt;p align="justify"&gt;A disfunção erétil é um  problema comum, e sua  prevalência aumenta com a idade. Afeta de 5% a 10% dos  homens com 40  anos de idade, e de 40% a 60% daqueles com 70 anos. E os  resultados do  novo estudo sugerem que médicos e pacientes jovens devem  considerar o  problema como um indicador do risco de doença coronariana cardíaca,   tomando medidas adequadas para preveni-lo. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;No estudo, acompanhando, por  dez anos, mais de 1,4  mil homens sem problemas cardíacos prévios, os  pesquisadores  registraram uma prevalência de 2,4% na faixa etária entre 40 e 49  anos;  5,6% em homens de 50 a  59 anos; 17% entre 60 e 69 anos; e quase 39% em  homens com 70 anos ou mais. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Avaliando a relação entre  doença cardíaca e  impotência, os especialistas descobriram que homens com  disfunção  erétil tinham 80% maior chances de desenvolverem doença coronariana   cardíaca, comparados com aqueles que não tinham impotência sexual. E o  maior  risco de nova doença cardíaca foi registrado nos participantes  mais jovens que  apresentavam a disfunção. No grupo e 40 a 49 anos, a  incidência de doença cardíaca,  que seria normalmente de 0,94 por mil,  era de 48,52 por mil naqueles com  impotência.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Entre os mais velhos, a  relação também seria  estatisticamente significativa, porém a diferença não era  tão marcante  como a apresentada por homens com idades entre 40 e 49 anos. "Em homens   mais velhos, a disfunção erétil pode ser de menos importância  prognóstica para  o desenvolvimento de futura doença cardíaca",  ressaltaram os autores.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O estudo não explica as razões  da relação, mas os  especialistas teorizam que ambos as condições são  manifestações do  mesmo processo de "adoecimento" cardiovascular. Uma placa de  gordura  que pode bloquear as artérias em torno do coração poderia,   inicialmente, estreitar os pequenos vasos sanguíneos do pênis, causando   dificuldades de ereção. Da mesma forma, a perda da elasticidade dos  vasos  poderia causar ambos os problemas.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-6868745628042033678?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6868745628042033678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6868745628042033678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/12/impot%C3%AAncia-sexual-dobra-o-risco-de.html' title='Impotência sexual dobra o risco de doença cardíaca em “quarentões”'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-783142128229801516</id><published>2010-12-05T16:35:00.001-08:00</published><updated>2011-01-18T07:05:20.599-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Angina'/><title type='text'>Entenda a Aterosclerose</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Tipos e riscos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Doença arterial coronariana&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;A doença arterial coronariana também pode ser chamada, simplesmente, de doença do coração. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;O que é a doença arterial coronariana?&lt;/strong&gt; Doença coronariana arterial é a &lt;strong&gt;aterosclerose &lt;/strong&gt;das  artérias coronarianas. A aterosclerose pode ocorrer quando as artérias  ficam entupidas ou estreitadas, restringindo o fluxo de sangue para o  coração. Sem o sangue necessário, o coração fica carente de oxigênio e  de nutrientes vitais para que ele opere de forma adequada. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;strong&gt;Como uma doença arterial coronariana se desenvolve?&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Suas artérias coronarianas são tubos ocos. Dentro, elas são lisas e elásticas, permitindo que o sangue flua livremente. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Antes  da adolescência, a gordura começa a se depositar nas paredes dos vasos  sanguíneos. Conforme você envelhece, a gordura se acumula. Isso  prejudica as paredes dos vasos sanguíneos. &lt;br&gt;Para tentar se curar, as células liberam substâncias químicas que fazem as paredes endurecer. &lt;br&gt;  Então, outras substâncias, como as células inflamatórias, proteínas e  cálcio, percorrem seu sistema sanguíneo e começam a grudar nas paredes  sanguíneas. A gordura e outras substâncias se combinam para formar um  material chamado placa. A placa cresce e estreita a artéria  (aterosclerose). &lt;br&gt;&lt;br&gt;Muitos depósitos de placas são duros  internamente e moles por dentro. A superfície dura pode quebrar ou se  partir, expondo a parte macia e gordurosa de dentro.Quando isso  acontece, as plaquetas (partículas em forma de disco que ajudam na  coagulação) vão para as artérias e um coágulo de sangue se forma ao  redor da plaqueta. Isso leva a artéria a se estreitar ainda mais. Às  vezes, o coágulo de sangue se parte e o abastecimento de sangue se  restaura.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ao longo do tempo, uma artéria coronariana estreitada  pode desenvolver novos vasos sanguíneos que vão para envolta do bloqueio  para pegar sangue para o coração. Contudo, durante período de grande  stress ou esforço, as novas artérias podem não suprir o coração com o  sangue rico em oxigênio de forma adequada. Em outros casos, o coágulo de  sangue pode bloquear o suprimento de sangue para o músculo, causando o  que é chamado de síndrome aguda coronariana. Esse, na verdade, é o nome  dado a três sérios quadros: &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Angina instável:&lt;/strong&gt;  Pode ser amenizada com medicação oral, é instável e pode progredir para  um ataque do coração. Normalmente uma medicação mais intensa ou um  procedimento é necessário para tratar essa síndrome coronariana aguda &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Infarto do miocárdio sem desnivelamento do segmento ST:&lt;/strong&gt;  Esse ataque do coração não leva a mudanças substanciais no  eletrocardiograma. Contudo, substâncias químicas indicam que o dano  aconteceu ao coração &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Infarto do miocárdio com desnivelamento do segmento ST:&lt;/strong&gt;  Esse ataque do coração é causado por um prolongado período de bloqueio  no fornecimento de sangue. Afeta uma grande área do coração e causa  mudanças no eletrocardiograma, assim como nas substâncias químicas do  sangue. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Algumas pessoas têm sintomas que as levam a dizer que em  breve terão uma síndrome aguda coronariana, outras podem não ter nenhum  sintoma até alguma coisa acontecer e outras não têm nenhum sintoma da  síndrome. &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;strong&gt; O que é isquemia?&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;Quando uma placa ou um conteúdo  gorduroso estreita a parte interna da artéria em um nível em que não se  pode mais suprimir o organismo com o suficiente sangue rico em oxigênio,  uma câimbra ocorre no músculo. Isso é chamado de isquemia. Ela pode ser  comparada a uma cãibra na perna. Quando alguém se exercita por um longo  período, os músculos têm câimbra porque eles ficam famintos de oxigênio  e de nutrientes. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Seu coração, também um músculo, precisa de  oxigênio e nutrientes para trabalhar. Se o abastecimento de sangue é  inadequado para suprir as necessidades do coração, a isquemia acontece, e  você pode sentir dor no peito ou outros sintomas. A isquemia é mais  comum de ocorrer quando o coração demanda oxigênio extra. Isso é mais  freqüente durante: &lt;br&gt;&lt;br&gt;Esforço (atividade física) &lt;br&gt;Refeições &lt;br&gt;Estado de excitação ou stress&lt;br&gt;Exposição ao frio&lt;br&gt;&lt;br&gt;A  doença arterial coronariana pode progredir para um ponto no qual a  isquemia pode acontecer até mesmo em repouso. Quando a isquemia é  aliviada em um curto período de tempo (menos de 10 minutos) com repouso  ou medicação, você pode dizer que você tem uma doença arterial  coronariana estável ou uma angina estável . &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Quais são os sintomas da doença arterial coronariana?&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;O  sintoma mais comum é a angina. Angina pode ser descrita como um  desconforto, peso, pressão, dor, queimação, adormecimento, sensação de  estar cheio ou aperto. Pode ser confundida com indigestão ou azia. A  angina é normalmente sentida no peito, mas também pode ser sentida no  ombro esquerdo, nos braços, no pescoço, nas costas ou na mandíbula.  Outros sintomas que podem ocorrer são: &lt;br&gt;&lt;br&gt;Falta de ar &lt;br&gt;Palpitação (batimentos cardíacos irregulares ou batimentos pulados) &lt;br&gt;Aceleração dos batimentos &lt;br&gt;Fraqueza ou vertigem &lt;br&gt;Náusea &lt;br&gt;Suadouro &lt;br&gt;&lt;br&gt;Aprenda  a reconhecer seus sintomas e as situações que os causaram. Chame um  médico se você começar a ter novos sintomas ou se eles se tornarem mais  freqüentes ou severos. Se você ou alguém com quem você esteja  experimentar um desconforto no peito, especialmente em conjunto com um  ou dois dos sintomas listados acima, não espere mais do que cinco  minutos para chamar uma ambulância ou ir ao pronto socorro. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Se  você tem angina e lhe foi prescrito nitroglicerina, chame seu médico ou  alguém para te levar para a emergência se a dor persistir depois de você  tomar duas doses (tomadas com cinco minutos de intervalo) ou depois de  15 minutos. Os atendentes do serviço de emergência podem dar a você uma  aspirina para quebrar um possível coágulo, se você não tiver nenhuma  restrição ao remédio. Isquemia e até um ataque do coração podem ocorrer  sem nenhum sinal de alarme. Isso é chamado de isquemia silenciosa e é  mais comum em pessoas com diabetes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Como a doença coronariana arterial é diagnosticada? &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Seu  médico pode dizer que você tem uma doença arterial coronariana pelos  seguintes fatores: Conversando com você sobre seus sintomas, histórico  médico e fatores de risco&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sua performance no exame físico&lt;br&gt;Exames  de diagnóstico, incluindo um eletrocardiograma, testes de esforço,  cateterismo e outros. Esses exames vão ajudar seu medico a avaliar a  extensão da sua doença coronariana, seu efeito na função do coração e o  melhor tratamento para você &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Como a doença coronariana arterial é tratada?&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;O  tratamento para a doença coronariana arterial envolve a redução dos  fatores de risco, medicamentos, possíveis procedimentos invasivos ou  cirúrgicos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Fatores de risco &lt;br&gt;&lt;br&gt;Pare de fumar:&lt;/strong&gt;  fumantes possuem duas vezes mais risco de ter um ataque do coração do  que os não-fumantes e estão muito mais propensos a morrer se sofrerem um  ataque do coração.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Melhore seu colesterol:&lt;/strong&gt; o  risco de uma doença do coração sobe conforme os níveis de colesterol  aumentam. Um total de colesterol acima de 200, um HDL, ou o nível do bom  colesterol abaixo de 40, ou um LDL, ou o nível do mau colesterol acima  de 160 indicam um aumento no risco de doenças do coração. Naturalmente,  esses números precisam ser analisados caso a caso, levando em  consideração todos os seus riscos de ter uma doença do coração. Uma  dieta pobre em colesterol e gorduras saturadas irá reduzir os níveis de  risco de uma doença do coração. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Controle a pressão sanguínea:&lt;/strong&gt; a  pressão alta é uma doença bastante comum. Assim como o colesterol, a  interpretação da pressão sanguínea precisa ser particularizada, levando  em consideração todo o perfil de risco. Hoje a medicação para pressão é  eficiente, segura e fácil de tomar. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Exercite-se:&lt;/strong&gt;  quem não se exercita tem um risco maior de morte ou de doenças do  coração comparado a indivíduos que se exercitam de forma leve ou  moderada. Até atividades de lazer, como jardinagem ou caminhadas, podem  reduzir seu risco. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Coma corretamente:&lt;/strong&gt; coma uma  comida saudável ao seu coração, isso é, pobre em gordura e em  colesterol. Tente aumentar as quantidades de vitaminas que você ingere,  especialmente antioxidantes, que comprovadamente reduzem o risco de  doenças do coração. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Atinja e mantenha um peso saudável:&lt;/strong&gt;  excesso de peso impõe um esforço maior para seu coração e agrava o  risco de outros fatores que levam às doenças de coração, como o  diabetes. Ao comer corretamente e ao se exercitar, você pode perder peso  e reduzir o risco de ter uma doença do coração. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Controle o stress e a raiva:&lt;/strong&gt; o mau controle do stress e da raiva pode levar a ataques do coração e paradas cardíacas. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Controle o diabetes: &lt;/strong&gt;se não controlado adequadamente, o diabetes pode levar a danos, incluindo ataques do coração e morte.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-783142128229801516?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/783142128229801516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/783142128229801516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/12/entenda-aterosclerose.html' title='Entenda a Aterosclerose'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5746616181369182425</id><published>2010-12-02T09:04:00.001-08:00</published><updated>2011-01-18T07:05:06.636-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hipertensão'/><title type='text'>Doenças Cardiovasculares na Terceira Idade</title><content type='html'>A doença cardiovascular é dividida em doenças do coração ou cardíacas, e doenças da circulação ou vasculares.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Entre as doenças do coração destacam-se o infarto agudo do miocárdio, a insuficiência cardíaca, e a coronariopatia. A hipertensão arterial e as arritmias cardíacas são também importantes distúrbios do sistema cardiovascular.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A falência do sistema cardiocirculatório é denominado choque cardiogênico. Entre as doenças da circulação destacam-se a insuficiência arterial periférica, o aneurisma da aorta abdominal, a embolia pulmonar, a arterite , as varizes e a trombose mesentérica e a trombose venosa profunda.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os principais sinais da doença do coração são a falta de ar, a sensação de cansaço, as palpitações, as dores no peito e o inchaço nos pés. A tosse também pode ser um sintoma de doença cardíaca. As doenças da circulação em geral se manifestam com dores e inchaço. O principal processo patológico que leva à doença cardiovascular é a arteriosclerose.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O estudo do coração é feito através de radiografias de tórax, eletrocardiografia, ergometria, ecocardiografia, métodos nucleares (radioisótopos), tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética e angiografia (cinecoronariografia). O desenvolvimento de métodos não invasivos para o estudo do coração tem diminuído o número de cinecoronariografias. Atualmente a cinecoronariografia é feita para quantificar a doença cardíaca e determinar a indicação de tratamento cirúrgico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A prevenção é a base do tratamento da doença cardíaca: atividade física regular, combate ao estresse e aos outros fatores de risco. Medicamentos que melhoram a força do músculo cardíaco (digitálico), que impedem as arritmias e os medicamentos trombolíticos (aspirina) formam junto com os diuréticos o arsenal terapêutico das doenças cardíacas. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5746616181369182425?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5746616181369182425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5746616181369182425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/12/doencas-cardiovasculares-na-terceira.html' title='Doenças Cardiovasculares na Terceira Idade'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5343118180984964462</id><published>2010-11-22T07:38:00.001-08:00</published><updated>2010-11-22T07:38:46.980-08:00</updated><title type='text'>Atividade física é uma das melhores amigas do seu coração</title><content type='html'>Nem sempre dormir ou descansar é a atividade ideal para recarregar as energias de um cotidiano corrido e repleto de tensões. Se exercitar, sim. E os resultados são melhores ainda se a prática for aeróbica. Por melhorar o preparo físico, os exercícios fazem com que você tenha mais disposição para realizar as tarefas do dia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;img title="Exercício é um dos melhores amigos do seu coração" class="FotoEsqMat" src="http://images.minhavida.com.br/imagensConteudo/12046/tenis-casal_12046_18129.jpg" alt="Exercício é um dos melhores amigos do seu coração" style="border-width: 0px;"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;E os benefícios não param por aí. A prática de atividades físicas também libera substâncias como a endorfina, que dá sensação de bem-estar e aumenta autoestima. Ou seja, deixando a preguiça de lado você cuida melhor do corpo e da mente.  &lt;br&gt; &lt;br&gt;Além de aumentar a disposição, esse tipo de atividade dá aquele empurrão para o ponteiro da balança descer. Um estudo realizado na Grã-Bretanha indica que exercícios aeróbicos, como a caminhada e a corrida, são mais eficazes na inibição do apetite do que as chamadas atividades anaeróbicas, como a musculação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo a pesquisa, passar 60 minutos na esteira afeta a liberação de dois dos principais hormônios reguladores do apetite, o peptídeo YY e a grelina. O primeiro inibe a fome, e o segundo é conhecido por atuar em seu estímulo.  &lt;br&gt; &lt;br&gt;Praticar exercícios não é bom apenas para queimar calorias. A atividade física também é uma das melhores amigas do seu coração e ajuda você a continuar jovem.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Um estudo canadense publicado na revista científica PLoS One mostrou que os benefícios de duas idas semanais à academia de ginástica deixam os músculos mais fortes e também mais jovens. Por isso, corra, pule, ande ou dance. Escolha a atividade que te agrada mais e vá em frente. Vale lembrar que pessoas sedentárias devem fazer exames médicos e check-ups antes de começar a praticar exercícios, principalmente se há histórico de obesidade e problemas de coração.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Fonte: Minha vida - MSN&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5343118180984964462?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5343118180984964462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5343118180984964462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/11/atividade-fisica-e-uma-das-melhores.html' title='Atividade física é uma das melhores amigas do seu coração'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-1180163687233863333</id><published>2010-11-16T05:48:00.001-08:00</published><updated>2011-01-18T07:05:33.665-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Fisioterapia e a Cardiologia</title><content type='html'>&lt;img alt="http://coracaosaudavel.terra.com.br/fotos/notcora.jpg" src="http://coracaosaudavel.terra.com.br/fotos/notcora.jpg"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quem acha que fisioterapia não tem nada a ver com o coração está  enganado. A especialidade fisioterapia cardiovascular existe e trabalha  em duas frentes. A primeira é hospitalar e consta de tratamentos  voltados para pacientes internados após eventos cardiovasculares. Nessa  fase realiza-se fisioterapia respiratória, com exercícios físicos de  baixa intensidade e um programa de reabilitação educacional em relação  aos fatores de risco. Ou seja, trabalha-se junto ao paciente a  importância de praticar exercícios como parte do tratamento não  medicamentoso. O objetivo é focado na alta hospitalar precoce com as  melhores condições físicas e psicológicas. &lt;p&gt;A segunda é ambulatorial e tem como principal finalidade aprimorar a  condição física do paciente, aumentar sua capacidade aeróbia, a fim de  melhorar sua saúde e qualidade de vida num contexto global. Mesmo os  pacientes com insuficiência cardíaca grave podem receber um treinamento  para fortalecer os músculos respiratórios, desde que seja através de  técnicas bem específicas e orientadas pelo Fisioterapeuta  Cardiovascular.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com Andrea Kaarina M. Bueno Silva, fisioterapeuta  especialista em Reabilitação Cardiovascular e Pós-operatório de Cirurgia  Cardíaca, o profissional dessa área precisa entender a doença, seus  sinais e sintomas, para tratar o que foi causado no coração. Ela  destaca: "o fisioterapeuta tem que entender de todos os mecanismos de  ação do exercício e os fatores determinantes de intolerâncias a ele, os  fatores de risco para os diabéticos, hipertensos, os de colesterol alto,  obesos, fumantes, dentre outros, para tratar corretamente o paciente".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Veja mais:&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/218455/fisioterapia+cardiopulmonar/?franq=172965"&gt;Fisioterapia Cardio Pulmonar&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1783546/exercicio+terapeutico+na+busca+da+funcao/?franq=172965"&gt;Exercício Terapêutico na base da função&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A primeira avaliação é sempre do cardiologista. É ele que instrui a  sequência de exercícios ideais, o que pode ser feito e traça metas. Cabe  ao fisioterapeuta montar um programa para o paciente, utilizando seu  histórico clínico, sua força muscular, seu sistema respiratório e sua  capacidade física através de teste ergométrico ou cardiopulmonar prévio  para englobar as fases da reabilitação hospitalar ou ambulatorial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esta especialidade começou a ganhar força com o surgimento das  equipes multidisciplinares dentro dos hospitais. A fisioterapia é peça  fundamental no processo de reabilitação tanto de pacientes que já  sofreram algum evento cardiovascular quanto àqueles considerados de  risco moderado a alto risco. &lt;br&gt;&lt;/p&gt; Fonte: Terra &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-1180163687233863333?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1180163687233863333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1180163687233863333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/11/fisioterapia-e-cardiologia.html' title='Fisioterapia e a Cardiologia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-180958508221863768</id><published>2010-11-10T06:06:00.001-08:00</published><updated>2011-01-18T07:05:20.600-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Angina'/><title type='text'>A dor no peito pós-infarto</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;img alt="http://www.mdguidelines.com/images/Illustrations/angina.jpg" src="http://www.mdguidelines.com/images/Illustrations/angina.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com um estudo norte-americano desenvolvido por  pesquisadores da Universidade do Colorado, 20% dos pacientes que  sofreram ataques cardíacos permanecem sentindo dores no peito mesmo um  ano depois de ter ocorrido o evento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os pesquisadores analisaram quase dois mil pacientes, sendo que, de  cada cinco, um deles sofria com as dores. Dos pacientes que responderam  ao questionário do estudo, um ano após seus ataques cardíacos, 19,9%  ainda tinham dores no peito e 1,2% deles sentiam dor todos os dias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A angina, nome dado a essa dor no peito, é um sintoma comum de  doenças cardíacas e, de acordo com os médicos, é normal que as vítimas  de infartos continuem sentindo essas dores. Entretanto, é importante  realizar tratamentos para tentar minimizar o problema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo os pesquisadores, os principais fatores que podem contribuir  para essas dores são o fumo e a depressão. Ainda de acordo com a  pesquisa, os homens jovens com marca-passos, fumantes ou com sintomas de  depressão estão mais propensos a sofrer com a angina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Diante disso, reforça-se a recomendação médica para que os  pacientes parem de fumar, além de, quando necessário, procurem ajuda  psicológica para controlar a depressão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;Fonte: Terra&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-180958508221863768?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/180958508221863768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/180958508221863768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/11/dor-no-peito-pos-infarto.html' title='A dor no peito pós-infarto'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5995960563190656893</id><published>2010-11-04T18:50:00.001-07:00</published><updated>2010-11-04T18:50:05.619-07:00</updated><title type='text'>O que acontece em um ataque do coração?</title><content type='html'>O músculo cardíaco requer um constante abastecimento de sangue rico em  oxigênio para se nutrir. As artérias coronarianas proporcionam ao  coração essa fonte de abastecimento. Se você tem uma doença coronariana  arterial, aquelas artérias se estreitam e o sangue não pode fluir tão  bem quanto deveria.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Substâncias gordurosas, cálcio, proteínas e  células inflamatórias se acumulam nas artérias para formar placas de  diferentes tamanhos. As placas de depósito são duras por fora e macias  por dentro. Quando a placa é dura, sua casca se quebra (ruptura da  placa), plaquetas (partículas em forma de disco que ajudam na  coagulação) chegam à área e coágulos de sangue se formam ao redor da  placa. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;img alt="http://2.bp.blogspot.com/_ScduU91aMTs/TEhrJABbpmI/AAAAAAAABWs/WbicZgLdpt4/s1600/cora%C3%A7ao.JPG" src="http://2.bp.blogspot.com/_ScduU91aMTs/TEhrJABbpmI/AAAAAAAABWs/WbicZgLdpt4/s1600/cora%C3%A7ao.JPG"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Se um coágulo bloqueia totalmente a artéria, o  músculo cardíaco fica faminto de oxigênio. Em pouco tempo, a morte da  célula ocorre, causando um dano irreparável. Isso é chamado de infarto  do miocárdio ou ataque do coração. Embora não seja comum, um ataque do  coração também pode ser causado por um espasmo na artéria coronária. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Durante  o espasmo coronário, as artérias coronárias se contraem ou ficam  alternando espasmos, reduzindo o recebimento de sangue no músculo  cardíaco (isquemia). Isso pode acontecer em relaxamento e pode ocorrer  em pessoas sem uma doença coronária arterial significante.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Cada artéria coronária supre de sangue uma região do coração. O tamanho  do dano ao coração depende do tamanho da área afetada pela artéria  bloqueada e o tempo entre a lesão e o tratamento. A cicatrização do  coração começa logo após o ataque e leva cerca de oito semanas. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Assim  como um machucado na pele, é formada uma cicatriz na área afetada. Mas o  novo tecido da ferida não se contrai ou bomba como um tecido saudável  do coração. Então, a capacidade de bombear é reduzida depois de um  ataque. O tamanho da perda dessa capacidade depende do tamanho e da  localização da cicatriz.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: Minha Vida&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5995960563190656893?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5995960563190656893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5995960563190656893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/11/o-que-acontece-em-um-ataque-do-coracao.html' title='O que acontece em um ataque do coração?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ScduU91aMTs/TEhrJABbpmI/AAAAAAAABWs/WbicZgLdpt4/s72-c/cora%C3%A7ao.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-1450787845949828257</id><published>2010-10-15T06:42:00.000-07:00</published><updated>2011-01-18T07:05:33.665-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Fisioterapia no Ave Agudo - Fase Hospitalar</title><content type='html'>&lt;div style="width: 425px;" id="__ss_2141096"&gt;&lt;strong style="display: block; margin: 12px 0pt 4px;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;object id="__sse2141096" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=fisioterapianoaveagudofasehospitalar8periodo-091006085456-phpapp01&amp;amp;stripped_title=fisioterapia-no-ave-agudo-fase-hospitalar-8-periodo&amp;amp;userName=FisiomedBrasil"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed name="__sse2141096" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=fisioterapianoaveagudofasehospitalar8periodo-091006085456-phpapp01&amp;amp;stripped_title=fisioterapia-no-ave-agudo-fase-hospitalar-8-periodo&amp;amp;userName=FisiomedBrasil" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="padding: 5px 0pt 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-1450787845949828257?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1450787845949828257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1450787845949828257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/10/fisioterapia-no-ave-agudo-fase.html' title='Fisioterapia no Ave Agudo - Fase Hospitalar'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-6254835486286450132</id><published>2010-10-13T06:09:00.001-07:00</published><updated>2011-01-18T07:05:33.665-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Obrigada Fisioterapia</title><content type='html'>&lt;br&gt;Hoje eu poderia comemorar com um video, com uma foto bacana ou com um discursso em voz lindão. Poderia simplesmente desejar um Feliz Dia dos Fisioterapeutas. Desejar PARABENS efusivamente. Mas eu quero mais. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Queria dizer  quanto é importante ter um dia para comemorar alguma coisa. Se no dia do nosso aniversário, o dia é nosso, com todo mundo parabenizando e fazendo teroricamente tudo que a gente quer, devemos fazer isso pela Fisioterapia também. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Então hoje, mais do que mandar mensagens via internet ou parabenizar pessoalmente um colega de profissão, pense, reflita ssobre o que você pode fazer para elevar cada vez mais o nome da Fisioiterapia. Porque elevando o nome da Fisioterapia você estará entrando no seleto grupo de profissionais que fazem o que amam. Vamos refletir???&lt;br&gt; &lt;br&gt;Deixo aqui, claro, o meu agradecimento a essa jovem senhora de 41 anos que ao longo de 8 anos de formatura me proporcionou tantas experiências que sou incapaz de lembrar uma a uma.  Mas é impossível esquecer a felicidade de paciente quando recebe alta, a Vozinha querida que leva o bolinho para o lanchinho da tarde, o sorriso quando você não está em um dia bom ou até mesmo a lição de pessoas que estão se recuperando funcionalmente, mas não tirão o sorriso da cara. &lt;br&gt; &lt;br&gt;As lições que a Fisioterapia me proporciona são tantas que me fazem evoluir, dia após dia, não só como profissional mas como pessoas. E é por isso que eu agradeço. Efusivamente. Assim como é efusivamente que eu dou cada PARABENS, para cada profissional. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Gente, vamos cuidar da Fisioterapia?!&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-6254835486286450132?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6254835486286450132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6254835486286450132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/10/obrigada-fisioterapia.html' title='Obrigada Fisioterapia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-8978440821856616487</id><published>2010-09-15T06:17:00.001-07:00</published><updated>2011-01-18T07:05:20.600-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Angina'/><title type='text'>Angina de Prinzmetal ou angina variante</title><content type='html'>&lt;br&gt;Angina do peito , é um desconforto torácico , sentido como um aperto , queimação ou presão , na região anterior do tórax. A angina do peito , poderá ser chamada de estável , instável ou variante .&lt;br&gt;&lt;br&gt;A angina do peito estável é aquela que apresenta sempre as mesmas características , ou seja , seu fator desencadeante , intensidade e a sua duração costumam ser sempre os mesmos .&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na angina do peito instável, o desconforto passa a ter uma maior frequência , intensidade ou duração , muitas vezes , aparecendo ao repouso . A angina do peito instável é uma emergência médica , pois poderá evoluir para um infarto do miocárdio ou até a morte . A angina do peito instável geralmente é fruto da ruptura de uma placa de gordura ( acidente da placa de ateroma ) em uma artéria coronária , levando a formação de um trombo que interrompe parcialmente o fluxo de sangue para uma área do miocárdio .&lt;br&gt; &lt;br&gt;A angina do peito variante , também chamada de angina de Prinzmetal , é resultante de um espasmo da artéria coronária ( contração anormal da parede do vaso , causando-lhe um estreitamento ). Esse  espasmo , em geral , ocorre em uma artéria acometida por aterosclerose ( presença de placas de gordura ou ateromas , em suas paredes ).&lt;br&gt; &lt;br&gt;A angina do peito variante , é chamada desta forma , porque se caracteriza pela ocorrência de dor com o indivíduo em repouso ( geralmente à noite ) , não durante o esforço e , por certas alterações eletrocardiográficas típicas . O exame de Holter , que é o registro eletrocardiográfico por 24 horas , pode ser útil no diagnóstico dessa doença.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento , geralmente , é semelhante ao da angina estável , no entanto , em termos de medicamentos , os nitratos ( vasodilatadores ) e os bloqueadores dos canais de cálcio ( como o diltiazem e o verapamil ) , são preferidos em relação aos betabloqueadores , para tratar o espasmo das artérias coronárias. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.portaldocoracao.com.br"&gt;www.portaldocoracao.com.br&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-8978440821856616487?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8978440821856616487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8978440821856616487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/09/angina-de-prinzmetal-ou-angina-variante.html' title='Angina de Prinzmetal ou angina variante'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-4281906920332291928</id><published>2010-08-25T07:04:00.001-07:00</published><updated>2011-01-18T07:05:33.666-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hipertensão'/><title type='text'>Pericardite crônica</title><content type='html'>&lt;br&gt;A pericardite crônica é a inflamação resultante do acúmulo de líquido no pericárdio ou do espessamento do pericárdio. Ela apresenta um início gradual e persiste durante um longo período. No caso da pericardite crônica com derrame, ocorre um acúmulo lento de líquido no pericárdio. Geralmente, a causa é desconhecida, mas a condição pode ser causada por câncer, tuberculose ou hipoatividade da tireóide.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Quando possível, as causas conhecidas são tratadas e, caso a função cardíaca seja normal, o médico pode adotar uma atitude expectante, observando a evolução do quadro. A pericardite constritiva crônica é uma doença, a qual, em geral, ocorre quando há formação de tecido fibroso (cicatricial) em torno do coração. O tecido fibroso tende a contrair no decorrer do tempo, comprimindo o coração e reduzindo seu tamanho.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A compressão aumenta a pressão nas veias que retornam o sangue ao coração porque é necessária maior pressão para enchê-lo. Ocorre um acúmulo de líquido e, em seguida, um escape e acúmulo sob a pele, no abdômen e, às vezes, nos espaços em torno dos pulmões.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Causas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Qualquer condição que cause pericardite aguda pode causar pericardite constritiva crônica, mas, geralmente, a causa é desconhecida. As origens conhecidas mais comuns da pericardite constritiva crônica são as infecções virais e a radioterapia utilizada no tratamento do câncer de mama ou de um linfoma. A pericardite constritiva crônica também pode ser decorrente de artrite reumatóide, do lúpus eritematoso sistêmico, de alguma lesão prévia ou de uma infecção bacteriana. Antigamente, a tuberculose era a causa mais comum nos Estados Unidos, mas, atualmente, ela é responsável por apenas 2% dos casos. Na África e na Índia, a tuberculose é ainda a causa mais comum de todas as formas de pericardite.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Sintomas e Diagnóstico&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os sintomas da pericardite crônica são a dispnéia (dificuldade respiratória), tosse (porque a pressão elevada nas veias dos pulmões empurra o líquido para os sacos aéreos) e fadiga (porque o coração funciona de modo deficiente). Por outro lado, o distúrbio é indolor. Também é comum o acúmulo de líquido no abdômen e nos membros inferiores.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os sintomas fornecem indícios importantes para o diagnóstico da pericardite crônica, particularmente se não houver outra razão para a redução do desempenho cardíaco como, por exemplo, a hipertensão arterial, a doença arterial coronariana ou uma valvulopatia cardíaca. Geralmente, no caso da pericardite constritiva crônica, o coração não encontra-se aumentado nas radiografias, ao contrário do que ocorre na maioria das outras cardiopatias. Cerca de metade das pessoas com pericardite constritiva crônica apresenta depósitos de cálcio no pericárdio, os quais são observados nas radiografias.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Dois tipos de procedimentos podem confirmar o diagnóstico. O cateterismo cardíaco é utilizado para mensurar a pressão arterial nas câmaras cardíacas e nos principais vasos sangüíneos. Opcionalmente, o médico pode lançar mão da ressonância magnética (RM) ou da tomografia computadorizada (TC) para mensurar a espessura do pericárdio. Em geral, a espessura do pericárdio é inferior a 3 mm, mas, na pericardite constritiva crônica, elapode atingir 6 mm ou mais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Tratamento&lt;br&gt;&lt;br&gt;Embora os diuréticos (drogas que promovem a eliminação do excesso de líquido) auxiliem na redução dos sintomas, o único tratamento possível é a remoção cirúrgica do pericárdio. A cirurgia cura cerca de 85% das pessoas submetidas ao procedimento. Entretanto, como o risco de vida é de 5 a 15%, a maioria das pessoas afetadas não opta pela cirurgia, exceto quando o distúrbio interfere de forma substancial nas atividades quotidianas.&lt;br&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Visite &lt;a href="http://www.fisiostore.com.br/Default.aspx?partner=afl76"&gt;&lt;b&gt;LOJA DE FISIOTERAPIA&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; com preços excelentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-4281906920332291928?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4281906920332291928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4281906920332291928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/08/pericardite-cronica.html' title='Pericardite crônica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-2417503976967598170</id><published>2010-08-16T16:47:00.001-07:00</published><updated>2011-01-18T07:05:33.666-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Infarto do Miocárdio</title><content type='html'>&lt;br&gt;O infarto do miocárdio nada mais é do que a morte do músculo cardíaco por falta de irrigação. Isso acontece quando alguma coronária o nome das artérias da nossa bomba fica entupida, num processo chamado aterosclerose, obstruindo a passagem de sangue que leva oxigênio e nutrientes aos tecidos. Se isso durar mais que 20 minutos, o dano é irreversível e as células são destruídas. Nem sempre os sintomas são tão evidentes: além da clássica dor ou aperto no peito e da falta de ar, a pessoa pode sentir enjôos, dores nos braços, no pescoço, nos ombros e nas costas, e até desmaiar. Mas às vezes a vítima nem chega a sentir nada. &lt;div&gt; &lt;br&gt;No tratamento, podem ser usados desde remédios para revascularizar a área atingida até procedimentos como a angioplastia, que devolve a irrigação através de um cateter que viaja pelos vasos até o coração. Lá, infla-se uma espécie de balão que alarga as artérias estreitadas, liberando a passagem do sangue. Muitas vezes coloca-se também um stent, espécie de molinha que mantém a abertura por onde circula o líquido.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A taxa de sucesso dessas técnicas chega a 90%. Nos casos mais graves, quando há vários bloqueios em grandes artérias, a saída é a cirurgia de ponte de safena. Nela, o médico constrói uma espécie de desvio no local da obstrução usando um pedaço da veia safena, por onde o sangue passa a circular normalmente.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;DICA DO BLOG: Veja o CURSO ONLINE sobre &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/cursos/cursos_detalhes.asp?id=293&amp;amp;p=73"&gt;TESTES ESPECIAIS EM FISIOTERAPIA&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-2417503976967598170?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/2417503976967598170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/2417503976967598170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/08/infarto-do-miocardio.html' title='Infarto do Miocárdio'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-6445060300823990145</id><published>2010-08-10T16:06:00.001-07:00</published><updated>2011-01-18T07:05:06.636-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hipertensão'/><title type='text'>Energéticos x Hipertensão ou Doença Cardíaca</title><content type='html'>Pessoas com pressão alta ou doença cardíaca deveriam evitar o consumo de bebidas energéticas, segundo estudo publicado este mês no periódico Annals of Pharmacotherapy. Isso porque, segundo pesquisadores do Henry Ford Hospital, nos Estados Unidos, o consumo dessas bebidas está associado ao aumento da pressão e da frequência cardíaca mesmo em pessoas saudáveis.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"O aumento na pressão sanguínea e na frequencia cardíaca são insignificantes para adultos saudáveis, mas pode revelar-se prejudicial para pessoas com condições relacionadas ao coração", explicou o pesquisador James Kalus.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No estudo, foram avaliados 15 adultos saudáveis que se abstiveram de outras fontes de cafeína dois dias antes e durante o acompanhamento. Durante sete dias, os participantes tomaram duas latas de um energético comum, e tiveram medidos a taxa cardíaca, a pressão e o eletrocardiograma várias vezes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os resultados indicaram um aumento de 7,8% na frequência cardíaca no primeiro dia e de 11% no sétimo dia. A pressão, por sua vez, aumentou em 7% tanto no primeiro quanto no último dia de acompanhamento. E não houve mudanças significativas no eletrocardiograma.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os pesquisadores acreditam que os altos níveis de cafeína e taurina (aminoácido não-essencial encontrado em carnes vermelhas e peixes) nos energéticos podem ser os responsáveis pelo aumento na pressão e na taxa cardíaca. Os níveis de cafeína, por exemplo, são equivalentes a aproximadamente duas xícaras de café.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"Baseados nas nossas descobertas, recomendamos que pessoas que têm hipertensão ou doença cardíaca e estão tomando medicação evitem o consumo das bebidas energéticas por causa de um risco potencial para sua saúde", destacaram os autores.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Fonte: Annals of Pharmacotherapy.  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-6445060300823990145?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6445060300823990145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/6445060300823990145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/08/energeticos-x-hipertensao-ou-doenca.html' title='Energéticos x Hipertensão ou Doença Cardíaca'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-4613915480678062622</id><published>2010-08-03T10:16:00.001-07:00</published><updated>2010-08-03T10:16:37.414-07:00</updated><title type='text'>Prevenção pode reduzir maioria de infartos e derrames, diz estudo</title><content type='html'>&lt;br&gt;Quase 80% dos adultos americanos precisam de pelo menos uma atividade de prevenção a doenças cardiovasculares, segundo estudo publicado na revista especializada &amp;quot;Circulation&amp;quot;. E, se essas pessoas realizassem a atividade recomendada, haveria uma redução de até 63% nos casos de infarto e de 31% nos derrames.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Entre os mecanismos de prevenção recomendados pelos especialistas americanos, incluem-se o consumo regular de aspirina por pessoas com alto risco de problemas cardiovasculares, o controle do pré-diabetes, redução de peso para os obesos, redução da pressão sangüínea para diabéticos, e redução do LDL (colesterol &amp;quot;ruim&amp;quot;) em pessoas com doença arterial coronariana, além de parar de fumar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No estudo, os especialistas avaliaram os efeitos de 11 atividades preventivas recomendadas nos Estados Unidos contra problemas cardiovasculares usando dados específicos de uma amostra representativa da população americana (National Health and Nutrition Education Survey IV).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os resultados indicaram que aproximadamente 78% da população americana com idades entre 20 e 80 anos são candidatos a pelo menos uma atividade de prevenção a distúrbios cardiovasculares. E se elas seguissem, de forma tranqüila, a recomendação, haveria redução de 36% nos casos de infarto do miocárdio e de 20% nos derrames.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Além disso, segundo as estimativas, a implementação de todas as atividades poderia acrescentar 221 milhões de anos de vida e 244 milhões de anos com qualidade de vida para a população dos Estados Unidos nos próximos 30 anos – uma média de 1,3 anos a mais na expectativa de vida de todos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&amp;quot;A aplicação agressiva das atividades preventivas recomendadas nacionalmente poderia prevenir uma grande proporção dos eventos da doença arterial coronariana e infartos que, ao contrário, espera-se que aconteçam hoje em adultos nos Estados Unidos&amp;quot;, concluíram os autores.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Eles destacam, porém, que mais estudos são necessários para reduzir os custos de algumas das medidas preventivas, que são elevados, e melhorar sua eficiência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: Circulation /  Boa Saúde &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-4613915480678062622?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4613915480678062622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4613915480678062622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/08/prevencao-pode-reduzir-maioria-de.html' title='Prevenção pode reduzir maioria de infartos e derrames, diz estudo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-8314221670823912630</id><published>2010-07-31T16:54:00.001-07:00</published><updated>2011-01-18T07:05:47.845-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livro'/><title type='text'>Fisioterapia antes da cirurgia cardíaca</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(147, 149, 152); "&gt;&lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Uma pesquisadora da Unicamp acompanhou 35 pacientes que fizeram cirurgia cardíaca e encontrou uma fórmula simples de melhorar as chances da operação ser bem-sucedida: fisioterapia antes de enfrentar o bisturi.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;  &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Pesquisa mostra que fisioterapia antes da cirurgia cardíaca evita complicações em pacientes&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; "Todo procedimento de grande porte, em especial feito no coração, tem risco de complicações respiratórias posteriores, como infecção pulmonar e pneumonias", afirma a autora do estudo, Ana Beatriz Sasseron.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;"Nossa proposta era verificar se a fisioterapia respiratória prévia poderia ajudar no quadro clínico dos pacientes, porque hoje o que existe nos hospitais é a realização dos exercícios só após a operação."&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Sasseron então propôs às pessoas que já tinham marcado cirurgias eletivas no coração a realização de no mínino três e no máximo 10 sessões de fisioterapia como estratégia preventiva de efeitos colaterais. Em todos os casos, os pacientes não tiveram complicações pós-cirúgica e nem quadros pulmonares problemáticos mesmo com cirurgias de grande porte.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;"Mesmo que sejam poucas sessões, é importante que se faça, pois os exercícios ajudam a fortalecer os músculos pulmonares e preparam o corpo para operação. Comparamos os resultados com a literatura médica e os nossos pacientes tiveram até melhora na qualidade de vida, com mais disposição para a recuperação", diz a fisioterapeuta.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;O trabalho na Unicamp só foi feito com pacientes adultos, mas uma pesquisa realizada em 2008 e publicada na Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular comprovou que a técnica também beneficia pacientes infantis.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Foram avaliadas 135 crianças entre zero e 6 anos, submetidas a procedimentos cirúrgicos no coração. Setenta e uma fizeram sessões de fisioterapia antes e depois da cirurgia e o outro grupo só após a operação. Na primeira turma, 25% apresentaram algum tipo de complicação pulmonar, parcela ampliada para 43,3% na outra turma, sendo a pneumonia a mais recorrente.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Custos e reduções&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A aposta dos pesquisadores que participaram dos estudos com a fisioterapia respiratória é que a técnica pode reduzir o tempo de internação dos pacientes e aliviar custos. Os problemas cardíacos estão entre os que mais exigem procedimentos cirúrgicos e também os que mais causam mortes e debilitações nos brasileiros, já mostraram os dados nacionais.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Apenas durante o ano passado, os hospitais brasileiros realizaram 11.109.834 procedimentos cirúrgicos cardíacos, em custos que superam os R$ 10,1 milhões, segundo levantamento feito pelo Delas no portal do Ministério da Saúde.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Diminuir custos, mesmo com a incorporação de novas tecnologias e procedimentos, é o desafio de gestores de saúde de vários locais do mundo. Neste contexto, as cirurgias cardíacas estão entre as prioridades, afirmou o especialista em economia e saúde, Ashoke Bhattacharjya, que trabalha no Comitê da Divisão de Saúde Científica de Washington, Estados Unidos.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Ele diz que todos os administradores de saúde deveriam colocar na ponta do lápis os custos para a adoção de novos procedimentos e comparar com os ganhos nos pacientes.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;"Fizemos um estudo com os casos de pacientes cardíacos dos Estados Unidos e identificamos que para cada dólar investido, tínhamos um retorno futuro de US$ 2,40", diz&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Exercícios acompanhados&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Sem a necessidade de equipamentos especiais, a fisioterapia respiratória é um procedimento de baixo custo e que resultaria em economia com a redução de tempo de internação dos pacientes, acredita a fisioterapeuta da Unicamp Ana Beatriz Sasseron.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;"Ainda que o hospital não ofereça, é interessante o paciente se informar sobre a possibilidade de fazer as sessões prévias. A presença de um profissional especializado é fundamental, até para avaliar as condições de cada paciente", completa.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fonte: Delas – IG&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/12/21617329/playstation+3+slim+ps3+hd+120gb+-+sony/?franq=172965"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;PLAYSTATION 3&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; com preço ESPECIAL&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/menu/1060/Livros/?franq=172965"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;LIVROS&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; com até 80% de DESCONTO&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;As melhores ofertas de &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/menu/743/series+de+tv/?franq=172965"&gt;DVDS DE SÉRIES DE TV&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-8314221670823912630?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8314221670823912630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8314221670823912630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/07/fisioterapia-antes-da-cirurgia-cardiaca.html' title='Fisioterapia antes da cirurgia cardíaca'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-1685401966233820454</id><published>2010-07-28T10:07:00.001-07:00</published><updated>2011-01-18T07:05:47.845-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livro'/><title type='text'>Arritmias e suas classificações</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Depois de um dia de trabalho, minha mãe chegava do trabalho estressante dela e deitava na cama. Tinha dias que coração dela, em repouso, batia 150, 160 bpm.  Obviamente não era normal. Mais tarde, descobriu-se que ela tinha um problema congênito no coração que provocada uma aritmia. &lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21301078/bases+fisiopatologicas+das+arritmias+cardiacas/?franq=172965"&gt;A arritmia&lt;/a&gt; é caracterizada pela alteração do ritmo cardíaco normal. Há alterações do ritmo cardíaco (tempo que um batimento decorre de um batimento e outro) ou da freqüência. A freqüência normal dos batimentos cardíacos é de 60 até 100 ciclos, ou batidas, por minuto (bpm). Em crianças, esses números costumam ser mais elevados, mas não grandes coisas. &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As arritmias podem ser assintomáticas ou sintomáticas, dependendo da sua intensidade e da situação clínica do portador. &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/92930/cardiologia+basica/?franq=172965"&gt;Corações enfermos&lt;/a&gt; podem tolerar menos bem uma arritmia que seria, provavelmente, assintomática para um coração sadio. &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A avaliação de algumas &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1978186/arritmias+cardiacas:+novas+perspectivas+diagnosticas+-+vol.+2/?franq=172965"&gt;arritmias&lt;/a&gt; pode ser feita pelo médico ao realizar um exame clínico. A maneira mais exata de comprovar e registrar uma arritmia é por meios eletrônicos, que vão desde o eletrocardiograma, monitores portáteis, até os equipamentos das Unidades de Tratamento Intensivo. Existem ainda os monitores de telemetria, em que o paciente usa um pequeno registrador unido ao seu corpo que transmite os sinais, via rádio, a monitores centrais. &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se formos usar a classificação das arritmias quanto a freqüência cardíaca, o que a minha mãe teve foi uma taquicardia. Ela sempre estava em repouso quando os batimentos passavam de 100 bpm. É normal o coração passar de 100 bpm quando se faz um esforço, mas em repouso é patológico.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O outro tipo de arritmia é a bradicardia, que ocorre quando o coração bate menos de 60 vezes por minuto. Isso em pessoas em boa forma física até pode ser normal. Com freqüências cardíacas abaixo de 60 por minuto, mesmo que seja uma manifestação transitória, é bom que um cardiologista seja consultado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A outra forma de &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21192143/como+tratar:+arritmias+cardiacas+e+insuficiencia+cardiaca+-+vol.+2/?franq=172965"&gt;classificação para as arritmias&lt;/a&gt; é quanto as alterações de ritmo. Essas alterações de rítmo se dá no sistema elétrico do coração. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Normalmente, os batimentos cardíacos são originados em um foco localizado na aurícula direita, denominado nódulo sinusal. Os estímulos elétricos lá gerados descem até um nódulo localizado na junção das aurículas com os ventrículos. Lá a condução do estímulo sofre um pequeno retardo (para dar tempo que as aurículas se contraiam antes dos ventrículos). De lá o estímulo segue para os ventrículos, através de um sistema condutor que tem dois feixes, um para cada ventrículo, provocando a sua contração, que é denominada sístole. O período de tempo em que o coração não está em contração denomina-se diástole e é o período de repouso do músculo cardíaco.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os estímulos cardíacos normais são produzidos no nódulo sinusal localizado na aurícula direita e desencadeiam as contrações, batidas, do coração, denominadas de sístoles. Quando esse nódulo não está ativo, por doença, por exemplo, muitas outras células do coração, localizadas em diferentes partes do coração, podem originar estímulos elétricos capazes de desencadear as batidas cardíacas. Esses batimentos originados nessas outras células são denominados de extra-sístoles, que podem ocorrer mesmo estando o nódulo sinusal ativo. As extra-sístoles produzem arritmias que nem sempre são percebidas pelos acometidos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Podemos ter extra-sístoles originadas nas aurículas, nos ventrículos, bem como nos nódulos sinusal e atrio-ventricular, que podem superar e dominar os estímulos normalmente lá gerados. As extra-sístoles costumam ser seguidas de um período de repouso (diástole) mais prolongado. As extra-sístoles podem ser unifocais ou multifocais, dependendo dos diferentes lugares em que são geradas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As extra-sístoles nem sempre são indicadoras de doença do coração, porém, se forem percebidas, é conveniente que um cardiologista seja consultado. As extrassistoles costumam acontecer aleatoriamente em relação às sístoles normais. Se mantiverem uma regularidade, se acontecer uma extra-sístole após cada sístole normal chama-se isto de bigeminismo, se elas acontecerem sempre depois de duas sístoles normais, falamos em trigeminismo. Extra-sistoles podem acontecer esporadicamente, considera-se que até dez por minuto nem sempre seja uma manifestação de doença cardíaca. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;Existem também alguns tipos de arritimia que são facilmente identificadas. A &lt;b&gt;Fibrilação&lt;/b&gt; é quando o coração não consegue manter o ritmo normal de batimentos e pode ser dividida em  auricular e a ventricular, dependendo de onde se originam os batimentos. A fibrilação auricular é a &lt;b&gt;&lt;i&gt;arritmia crônica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; mais encontrada. Na auricular os estímulos podem ter uma freqüência de até 600 batimentos por minuto. Desses estímulos somente alguns chegam a provocar contrações dos ventrículos, uma freqüência tão elevada não seria compatível com a sobrevida das pessoas acometidas. Já a fibrilação ventricular é mais grave por só ser tolerada se for de curta duração. O coração não é capaz de manter a circulação eficaz se a freqüência cardíaca for muito elevada. O tratamento é medicamentoso ou por cardioversão.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Existe tambem o &lt;b&gt;flutter auricular &lt;/b&gt;que é uma arritmia em que em um foco ectópico das aurículas se origina de 250 a 350 estímulos por minuto, e em que de cada dois ou três, ou quatro estímulos um passa aos ventrículos. O tratamento é medicamentoso ou por cardioversão.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Quando não há socorro ou consegue-se tratamento para nenhuma desses fatos, pode ocorrer a &lt;b&gt;parada cardíaca&lt;/b&gt;, que é quando o coração pára de se contrair. Se a parada for de curta duração pode não ser percebida; se for de maior duração pode provocar tonturas, sincope e até morte súbita. Quando o coração pára de bater por alguns minutos, desencadeiam-se alterações nos órgãos mais sensíveis à falta de oxigênio. Desses o mais sensível é o sistema nervoso. Assim pode o coração voltar à atividade, espontaneamente ou por medidas médicas. Contudo, as alterações neurológicas já estabelecidas provavelmente serão irreversíveis.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Palpitações&lt;br&gt;&lt;br&gt;O sentir dos batimentos cardíacos denomina-se de palpitações. Normalmente o bater do coração não é percebido ou sentido pelas pessoas. Em certas situações de tensão ou de esforço, podemos perceber que o coração "está "batendo" no peito ou no pescoço, o que não significa necessariamente a existência de uma doença.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Do mesmo modo, as extra-sístoles também podem ser notadas ou não pelas pessoas que as apresentam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A melhor maneira de registrar uma arritmia é através do eletrocardiograma. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;DICA DO BLOG: Veja os livros &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/186571/segredos+em+cardiologia/?franq=172965"&gt;SEGREDOS EM CARDIOLOGIA&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/92930/cardiologia+basica/?franq=172965"&gt;CARDIOLOGIA BÁSICA&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-1685401966233820454?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1685401966233820454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/1685401966233820454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/07/arritmias-e-suas-classificacoes.html' title='Arritmias e suas classificações'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-8708669748883598778</id><published>2010-07-03T10:47:00.001-07:00</published><updated>2011-01-18T07:05:33.667-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Pericardite aguda</title><content type='html'>&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="border-collapse:collapse;color:rgb(51, 51, 51);line-height:14px"&gt;&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt; &lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A pericardite aguda é uma inflamação do pericárdio que apresenta um início súbito e que é freqüentemente dolorosa. A inflamação faz com que o líquido (plasma) e os produtos do sangue (como fibrina, eritrócitos e leucócitos) depositem-se no espaço pericárdico. A pericardite aguda possui muitas causas, desde infecções virais (as quais podem ser dolorosas mas de breve duração e, em geral, não produzem efeitos duradouros) até o câncer, o qual é potencialmente letal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Outras causas incluem a AIDS, infarto do miocárdio, cirurgia cardíaca, lúpus eritematoso sistêmico, doença reumatóide, insuficiência renal, lesões, radioterapia e escape de sangue de um aneurisma da aorta (dilatação da aorta com enfraquecimento de sua parede). A pericardite aguda também pode ser um efeito colateral de certas drogas, como anticoagulantes, penicilina, procainamida, fenitoína e fenilbutazona.&lt;br&gt; &lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left" style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Tamponamento Cardíaco: a Complicação Mais Grave da Pericardite&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Em geral, o tamponamento é decorrente do acúmulo de líquido ou do sangramento no pericárdio, como conseqüência de um tumor, de uma lesão ou de uma cirurgia. Infecções virais e bacterianas e a insuficiência renal são outras causas comuns.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A pressão arterial pode cair bruscamente, atingindo níveis anormalmente baixos durante a inspiração. Para confirmar o diagnóstico, o médico utiliza a ecocardiografia (procedimento que utiliza ondas ultrassônicas para gerar uma imagem do coração). Freqüentemente, o tamponamento cardíaco representa uma emergência médica. O distúrbio é imediatamente tratado através da drenagem cirúrgica ou da punção do pericárdio com uma agulha longa para remoção de líquido e redução da pressão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;O médico utiliza um anestésico local para impedir que o paciente sinta dor durante a introdução da agulha através da parede torácica. Quando possível, a remoção do líquido é realizada com monitorização ecocardiográfica. No caso de uma pericardite de origem desconhecida, o médico pode drenar cirurgicamente o pericárdio, coletando uma amostra para auxiliar na determinação do diagnóstico. Depois da pressão ser aliviada, o paciente comumente é mantido hospitalizado como medida de prevenção da recorrência do tamponamento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;img alt="" src="http://mmspf.msdonline.com.br/pacientes/manual_merck/secao_03/images/cap22_fig1.gif" border="0" style="border-top-color:rgb(153, 153, 153);border-right-color:rgb(153, 153, 153);border-bottom-color:rgb(153, 153, 153);border-left-color:rgb(153, 153, 153);margin-top:2px;margin-right:8px;margin-bottom:8px"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/center&gt;  &lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Sintomas e Diagnóstico&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Normalmente, a pericardite aguda provoca febre e dor torácica, a qual irradia no ombro esquerdo e, às vezes, ao longo do braço esquerdo. A dor pode ser semelhante à de um infarto do miocárdio, exceto pela sua tendência a piorar na posição deitada, durante a tosse ou com a respiração profunda.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A pericardite pode causar tamponamento cardíaco, um distúrbio potencialmente letal. Um médico pode diagnosticar a pericardite aguda através da descrição da dor pelo paciente e pela ausculta com o auxílio de um estetoscópio colocado sobre o tórax do paciente. A pericardite pode produzir um rangido forte semelhante ao de um sapato novo de couro. A radiografia torácica e a ecocardiografia (técnica que utiliza ondas ultrassônicas para gerar uma imagem do coração) podem revelar a presença de uma quantidade excessiva de líquido no pericárdio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A ecocardiografia também pode mostrar a causa básica – por exemplo, um tumor – e mostrar a pressão exercida pelo líquido pericárdico sobre as câmaras cardíacas direitas. A pressão elevada pode ser um sinal de alarme de que existe um tamponamento cardíaco. Os exames de sangue permitem a detecção de alguns distúrbios causadores de pericardite – como a leucemia, a AIDS, infecções, a moléstia reumática e o aumento do nível de uréia no sangue conseqüente à insuficiência renal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Prognóstico e Tratamento&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;  &lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;O prognóstico depende da causa da pericardite. Quando causada por vírus ou por uma causa não evidente, a recuperação geralmente estende-se durante uma a três semanas. Complicações ou recorrências podem retardar a recuperação. Os indivíduos que apresentam um câncer que invadiu o pericárdio raramente sobrevivem mais de doze ou dezoito meses. Geralmente, os médicos hospitalizam os pacientes com pericardite, administram drogas que reduzem a inflamação e a dor (como a aspirina ou o ibuprofeno) e observam esses pacientes atentamente, verificando a ocorrência de complicações (sobretudo do tamponamento cardíaco).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A dor intensa pode exigir o uso de um opiáceo, como a morfina, ou de um corticosteróide. A droga mais comumente utilizada contra a dor intensa é a prednisona. O tratamento posterior da pericardite aguda varia dependendo da causa básica. Os indivíduos com câncer podem responder à quimioterapia (tratamento à base de drogas contra o câncer) ou à radioterapia. No entanto, eles são freqüentemente submetidos à remoção cirúrgica do pericárdio. Os indivíduos submetidos à diálise devido à insuficiência renal normalmente respondem às alterações de seus esquemas de diálise.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Os médicos tratam as infecções bacterianas com antibióticos e drenam cirurgicamente o pus acumulado no pericárdio. Sempre que possível, as drogas que podem causar pericardite são suspensas. Os indivíduos com episódios repetidos de pericardite resultante de infecção viral, lesão ou causa desconhecida podem obter alívio com a aspirina, o ibuprofeno ou corticosteróides. Em alguns casos, a colchicina é eficaz. Geralmente, quando o tratamento medicamentoso não é bem sucedido, é realizada a remoção cirúrgica do pericárdio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="right" style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;i&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fonte: Manual Merck&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right" style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt; &lt;i&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right" style="text-align:justify;margin-top:0px;margin-bottom:15px"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; line-height: 14px;"&gt;DICA DA DANI: &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/fisioterapia/cursos/afiliado/1346"&gt;CURSOS ONLINE DE FISIOTERAPIA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Seja um seguidor deste blog&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-8708669748883598778?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8708669748883598778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8708669748883598778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/07/pericardite-aguda.html' title='Pericardite aguda'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-4566583440032909988</id><published>2010-06-27T17:10:00.001-07:00</published><updated>2011-01-18T07:05:33.667-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Valorize a Fisioterapia</title><content type='html'>&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S981nbKKEVI/AAAAAAAACOk/VaYWpUiDwEA/s640/valorizeafisioterapia-753403.gif"&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-4566583440032909988?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4566583440032909988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/4566583440032909988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/06/valorize-fisioterapia.html' title='Valorize a Fisioterapia'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S981nbKKEVI/AAAAAAAACOk/VaYWpUiDwEA/s72-c/valorizeafisioterapia-753403.gif' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-7913192496238728792</id><published>2010-06-10T13:47:00.001-07:00</published><updated>2010-06-10T13:47:23.500-07:00</updated><title type='text'>A morte súbita</title><content type='html'>&lt;br&gt;A morte súbita é a que ocorre sem ser esperada, tanto em pessoas doentes como sadias. A morte se dá durante à primeira hora, entre o início dos sintomas até ser constatado o óbito. Note-se bem: é considerada morte súbita se não forem encontrados sinais de violência ou trauma.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Se a pessoa é encontrada morta dentro das primeiras 24 horas depois da última vez em que foi vista com vida, isto também é considerado como sendo morte súbita.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A morte súbita ocorre tanto em crianças recém nascidas como em adultos. Em crianças é mais freqüente nas primeiros três meses e é rara depois do sexto mês de vida. Está provavelmente relacionada a fatores genéticos hereditários, sendo mais freqüente em filhos de mães fumantes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Nos jovens e adultos, sedentários ou atletas, a grande maioria dos caso de morte súbita acontece por doenças do coração. Sejam elas conhecidas ou não pelos portadores ou pessoas de suas relações, podem ser congênitas, degenerativas, inflamatórias, infeciosas, provocadas por reflexos nervosos, tóxicas ou por excesso de atividades físicas. Em alguns casos podemos encontrar a soma destes fatores causando a morte. No passado, as mortes súbitas eram consideradas as que aconteciam de surpresa em pessoas tidas como normais. Seriam as mortes inexplicáveis.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Com a ampliação dos conhecimentos médicos, a melhora dos recursos de diagnóstico, como a realização de exames nos corpos de pessoas que morreram repentinamente, o leque de diagnósticos que esclarecem estas mortes vai se ampliando. Setenta e cinco porcento das vítimas de morte súbita têm doença isquêmica, por arteriosclerose, do coração. Não se sabe porquê, a grande maioria destas pessoas morrem nas primeiras horas da manhã.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Se tivermos a oportunidade de assistir a morte súbita de alguém, podemos observar que a vítima se estiver de pé, se inclina para a frente, dobra levemente os joelhos, antes de desabar flácida ao chão. Isto é útil saber para que os assistentes corram a fim de socorrer a vítima, pois os minutos inicias são os que ainda oferecem a possibilidade de salvamento. Este é um detalhe a observar, importante a quem assiste à atividades esportivas, onde as quedas dos atletas são freqüentes e que vão desde as simuladas, as justificáveis até as fatais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As mortes súbitas, na grande maioria dos casos, são provocadas por arritmias do ciclo cardíaco. Em primeiro lugar, está a fibrilação ventricular que costuma ser precedida de taquicardia ventricular. Outras arritmias que podem provocar a morte súbita são os bloqueios aurículo ventriculares e paradas sinusais. Todas estas arritmias levam a uma queda do rendimento cardíaco, faltando sangue no cérebro, o órgão mais sensível à falta de oxigênio e que em poucos segundos faz com que a pessoa perca a consciência. Quando acontecer uma parada cardíaca ou uma arritmia severa e a pessoa perder a consciência, já com morte aparente, nos primeiros minutos a vítima ainda pode ser recuperada, ser chamada de volta à vida, SE ATENDIDA PRONTAMENTE..&lt;br&gt; &lt;br&gt;Este atendimento deve seguir certas regras essenciais. O atendimento deve ser rápido e eficaz, para o quê se exige treinamento, contar com o recurso de medicamentos e aparelhos à disposição, e de pessoas capacitadas para usá-los.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As arritmias cardíacas, e as conseqüentes mortes súbitas, podem resultar da soma de fatores que as provocam. Assim, um coração previamente doente poderá apresentar uma arritmia fatal se exposto a esforços desproporcionais ou a certos medicamentos ou drogas. São cada vez mais freqüentes as mortes súbitas em pessoas tidas como sadias quando estão sob o efeito da cocaína ou Ecstasy.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Nestes casos, a morte súbita pode ser explicada pelo efeito tóxico destas drogas sobre o coração, pelo efeito vaso-constritor sobre as coronárias, mais o esforço da dança ou outra atividade física. Outras mortes súbita podem ser provocadas por reflexos vagais. Exemplos são as mortes causadas por traumatismos nos testículos, ou os famosos socos no chamado plexo solar, que pode provocar a morte em praticantes do boxe. Um traumatismo no tórax, na altura do precórdio, pode causar a morte. O exemplo seria o do jogador de futebol quando a bola lhe bate no peito justamente naquele momento em que o coração terminou a sístole - o sangue refluindo e distendendo a válvula aórtica. Se, justamente neste momento, acontecer o impacto violento da bola no peito, isto pode causar a laceração desta válvula. Por este motivo, recomenda-se aos goleiros que usem a camisa forrada.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Medicamentos, mesmo os tidos como inocentes - os descongestionantes nasais ou os usados para emagrecer -, ou os que atuam no sistema nervoso - os estimulantes ou antidepressivos-, ou ainda, certos medicamentos para tratar doenças cardíacas, podem provocar arritmias graves e que podem ser fatais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A prática de esforços extremos pode estar relacionada com a morte súbita. O termo extremo não tem o mesmo significado para todas as pessoas. Tudo depende do condicionamento de quem pratica o esforço, ou se houver ou não uma doença conhecida. Uma pessoa doente do coração, ao se submeter a um esforço exagerado, para ela, pode vir a morrer. Um exemplo seria o daquela pessoa acometida de doença isquêmica do coração, conhecida ou não, que morre durante o ato sexual.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Lembremo-nos do herói grego, o soldado Filipides, patrono da maratona que, em 490 antes de Cristo, depois de correr os 42 quilômetros para participar ao seu chefe, Milciades, a notícia da vitória dos gregos sobre os persas, na batalha de Maraton, deu a notícia e caiu morto.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Foi uma morte súbita que, na época, emocionou os guerreiros gregos, e que até hoje a humanidade lembra. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: UOL &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-7913192496238728792?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/7913192496238728792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/7913192496238728792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/06/morte-subita.html' title='A morte súbita'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-7569729482466348125</id><published>2010-06-05T20:51:00.001-07:00</published><updated>2010-06-05T20:51:17.033-07:00</updated><title type='text'>Cuidados para exercícios em cardiopatas</title><content type='html'>A terapia por exerc&amp;#237;cios &amp;#233; usada com o prop&amp;#243;sito de condicionar o&lt;br&gt;paciente com o objetivo de retorn&amp;#225;-lo para um estilo de vida mais&lt;br&gt;ativo. O planejamento de um programa&amp;#160;de&amp;#160;exerc&amp;#237;cios tem que ter&lt;br&gt;intensidade, dura&amp;#231;&amp;#227;o e freq&amp;#252;&amp;#234;ncia adequados para um bom&lt;br&gt;condicionamento.&lt;p&gt;Intensidade&lt;p&gt;Para que aconte&amp;#231;a uma melhora tanto da resist&amp;#234;ncia cardiovascular,&lt;br&gt;quanto da musculatura a fadiga, &amp;#233; necess&amp;#225;rio que a carga dos&lt;br&gt;exerc&amp;#237;cios estejam acima do limiar de est&amp;#237;mulo de treinamento que est&amp;#225;&lt;br&gt;relacionado com o n&amp;#237;vel de sa&amp;#250;de, de atividade&amp;#160;do paciente, idade&amp;#160;e&lt;br&gt;tipo f&amp;#237;sico.&lt;p&gt;O exerc&amp;#237;cio n&amp;#227;o precisa ser exaustivo para se obter uma resposta&amp;#160;de&lt;br&gt;treinamento, que geralmente ocorre em 70 a 85%&amp;#160;dafreq&amp;#252;&amp;#234;ncia card&amp;#237;aca&lt;br&gt;m&amp;#225;xima.&lt;p&gt;Dura&amp;#231;&amp;#227;o&lt;p&gt;A dura&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; relacionada a intensidade, ou seja, quanto mais baixa a&lt;br&gt;intensidade&amp;#160;do exerc&amp;#237;cio, maior ser&amp;#225; a sua dura&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;p&gt;Freq&amp;#252;&amp;#234;ncia&lt;p&gt;A freq&amp;#252;&amp;#234;ncia varia conforme a idade e a sa&amp;#250;de&amp;#160;do paciente. Sendo mais&lt;br&gt;interessante trabalhar em intensidade mais baixas, aumentando a&lt;br&gt;freq&amp;#252;&amp;#234;ncia do que o contr&amp;#225;rio. E a freq&amp;#252;&amp;#234;ncia ideal de treinamento &amp;#233;&lt;br&gt;geralmente&amp;#160;de&amp;#160;3 a 4 vezes por semana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-7569729482466348125?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/7569729482466348125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/7569729482466348125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/06/cuidados-para-exercicios-em-cardiopatas.html' title='Cuidados para exercícios em cardiopatas'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-8069333415093859137</id><published>2010-05-28T19:35:00.000-07:00</published><updated>2011-01-18T07:05:33.667-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Condicionamento físico para cardiopatas</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Nos primeiros 10 minutos de cada sessão, realiza-se um período de aquecimento que tem como objetivo melhorar os numerosos ajustes corporais que necessitam ocorrer antes da atividade física. O aquecimento também previne ou diminui a suscetibilidade do sistema músculo-esquelético as lesões, aumentando a sua flexibilidade e diminuindo a ocorrência de alterações isquêmicas e arritmias.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Este período deve ser gradual e suficiente para aumentar a temperatura muscular e central sem provocar fadiga ou reduzir o suprimento de energia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Durante esses primeiros 10 minutos são realizados exercícios de movimentação corporal e alongamentos gerais.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O período de exercícios aeróbios, dura aproximadamente 24 minutos, onde devem ser realizados exercícios submáximos, rítmicos, repetitivos, dinâmicos e de grande grupos musculares.&lt;br&gt;&lt;br&gt;É importante que a intensidade do exercício seja grande o bastante para estimular um aumento no volume sistólico e débito cardíaco e para aumentar a circulação local e o metabolismo aeróbio dentro dos grupos musculares apropriados.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Essa fase é dividida em 12 minutos de atividades na bicicleta ergométrica com carga pré-estabelecida, dependendo das condições de cada paciente. E os outros 12 minutos de marcha, marcha-corrida ou corrida a qual deve ser de forma compassada.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Depois da atividade aeróbia, é necessária uma fase de desaceleração, que ajuda a prevenir acúmulo de sangue nos membros, aumentando o retorno de sangue ao coração e cérebro, melhorar a oxidação de resíduos do metabolismo e substituições das reservas energéticas, prevenir isquemias do miocárdio, arritmias e outras complicações cardiovasculares.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;As características desse período são semelhantes aos do período de aquecimento, onde durante aproximadamente 10 minutos são realizados exercícios globais no colchonete e alongamentos gerais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os próximos 5 minutos são reservados a um período de repouso e relaxamento. &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Siga este blog. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Já visitou o &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.facafisioterapia.net"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Faça Fisioterapia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; hoje?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-8069333415093859137?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8069333415093859137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/8069333415093859137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/05/condicionamento-fisico-para-cardiopatas.html' title='Condicionamento físico para cardiopatas'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5574966127547778212</id><published>2010-05-17T21:19:00.001-07:00</published><updated>2010-05-17T21:19:35.624-07:00</updated><title type='text'>Efeitos da atividade física em cardiopatas</title><content type='html'>&lt;br&gt;A utilização da energia aeróbia durante o exercício é que produz mais efeitos benéficos, pois o exercício é feito por um longo período sem causar fadiga. A intensidade do exercício aeróbio é sempre submáxima, o que permite que haja tempo suficiente para a oxidação dos substratos energéticos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento da insuficiência cardíaca deve ser multifacetado incluindo modificações de estilo de vida (diminuindo os fatores de riscos), mudanças na dieta, prescrição de medicação e um programa de exercícios.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Os objetivos do exercício aeróbio são:&lt;br&gt;&lt;br&gt;1. causar hipertrofia miocárdica benigna que leva a um aumento da contratilidade do miocárdio e consequentemente aumento do débito cardíaco;&lt;br&gt;2. aumento da oferta de oxigênio ao miocárdio;&lt;br&gt; 3.diminuição da pressão arterial sistólica e da freqüência cardíaca no repouso;&lt;br&gt;4.diminuir obesidade, stress e normalizar o colesterol e triglicérides;&lt;br&gt;5.prevenir formação de trombos;&lt;br&gt;6.melhorar o estado psicológico;&lt;br&gt; 7.diminuir a mortalidade e morbidade;&lt;br&gt;8.aumento da amplitude de movimento geral;&lt;br&gt;9.ampliar a capacidade ventilatória;&lt;br&gt;10.aumento do VO2 máximo pelo aumento da captação, transporte e absorção de oxigênio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: Medicina Geriátrica&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Seja um seguidor deste blog. Basta se adicionar abaixo. &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5574966127547778212?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5574966127547778212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5574966127547778212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/05/efeitos-da-atividade-fisica-em.html' title='Efeitos da atividade física em cardiopatas'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3172131151227683472.post-5303099655357689720</id><published>2010-05-05T10:52:00.001-07:00</published><updated>2011-01-18T07:05:33.667-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Fisioterapia na fase aguda de insuficiência cardíaca</title><content type='html'>Na fase aguda, onde o paciente est&amp;#225;&amp;#160;descompensado, &amp;#233; somente indicado&lt;br&gt;a fisioterapia respirat&amp;#243;ria, ou seja, est&amp;#225; contra-indicado a&lt;br&gt;fisioterapia&amp;#160;geral.&lt;p&gt;Paciente&amp;#160;descompensado&lt;br&gt;Posicionamento do paciente: Este&amp;#160;deve ser em Flowler, isso para&lt;br&gt;diminuir o retorno venoso&lt;p&gt;Fisioterapia&amp;#160;Respirat&amp;#243;ria: Esta &amp;#233; realizada&amp;#160;durante 5 minutos, mais ou&lt;br&gt;menos 6 atendimentos por dia (pacientes hospitalizado), para n&amp;#227;o&lt;br&gt;ocorrer fadiga do paciente. O&amp;#160;tratamento&amp;#160;segue as condutas abaixo.&lt;p&gt;Reeduca&amp;#231;&amp;#227;o respirat&amp;#243;ria&lt;p&gt;Consiste em promover a aprendizagem e a automatiza&amp;#231;&amp;#227;o de movimentos&lt;br&gt;respirat&amp;#243;rios em pacientes que n&amp;#227;o apresentam um bom n&amp;#237;vel de&lt;br&gt;conscientiza&amp;#231;&amp;#227;o dos movimentos, adequando-os as necessidades do seu&lt;br&gt;organismo, consumindo energia f&amp;#237;sica e metab&amp;#243;lica&amp;#160;de&amp;#160;forma&lt;br&gt;satisfat&amp;#243;ria e econ&amp;#244;mica.&lt;p&gt;A reeduca&amp;#231;&amp;#227;o respirat&amp;#243;ria visa tamb&amp;#233;m fornecer ao paciente um suporte&lt;br&gt;muscular respirat&amp;#243;rio e a melhora da mobilidade toracoabdominal, a fim&lt;br&gt;de preveni-lo de complica&amp;#231;&amp;#245;es respirat&amp;#243;rias ou reincid&amp;#234;ncias,&lt;br&gt;sobretudo de pneumopatias e&amp;#160;de&amp;#160;outras complica&amp;#231;&amp;#245;es pulmonares ou&lt;br&gt;tor&amp;#225;cicas.&lt;p&gt;Na medida do poss&amp;#237;vel, atrav&amp;#233;s da orienta&amp;#231;&amp;#227;o e minimiza&amp;#231;&amp;#227;o da&lt;br&gt;ansiedade e da angustia, torna o paciente mais independenteno&amp;#160;que diz&lt;br&gt;respeito ao controle&amp;#160;da&amp;#160;doen&amp;#231;a.&lt;p&gt;O uso cont&amp;#237;nuo da musculatura secund&amp;#225;ria, sobretudo por tempo&lt;br&gt;prolongado, acarreta desvantagens mec&amp;#226;nicas ao sistema respirat&amp;#243;rio,&lt;br&gt;causando altera&amp;#231;&amp;#245;es posturais e&amp;#160;deformidades tor&amp;#225;cicas, tamb&amp;#233;m h&amp;#225;&lt;br&gt;maior gasto&amp;#160;de&amp;#160;energia.&lt;p&gt;A reeduca&amp;#231;&amp;#227;o respirat&amp;#243;ria consiste num conjunto de procedimentos&lt;br&gt;terap&amp;#234;uticos, tem por objetivo ensinar o paciente a respirar de forma&lt;br&gt;vantajosa, usando para isso o padr&amp;#227;o respirat&amp;#243;rio do tipo&lt;br&gt;diafragm&amp;#225;tico e levando o paciente a n&amp;#227;o exigir tanto esfor&amp;#231;o&amp;#160;dessa&lt;br&gt;musculatura acess&amp;#243;ria&amp;#160;da&amp;#160;respira&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;p&gt;Os principais procedimentos terap&amp;#234;uticos que comp&amp;#245;em a reeduca&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;respirat&amp;#243;ria, s&amp;#227;o: orienta&amp;#231;&amp;#227;o respirat&amp;#243;ria, coordena&amp;#231;&amp;#227;o e controle&amp;#160;da&lt;br&gt;respira&amp;#231;&amp;#227;o, exerc&amp;#237;cios passivos e localizados, entre outros.&lt;p&gt;Orienta&amp;#231;&amp;#227;o respirat&amp;#243;ria&lt;p&gt;Essa orienta&amp;#231;&amp;#227;o consiste na adequa&amp;#231;&amp;#227;o do tempo inspirat&amp;#243;rio e&lt;br&gt;expirat&amp;#243;rio e da profundidade&amp;#160;da&amp;#160;respira&amp;#231;&amp;#227;o ao padr&amp;#227;o respirat&amp;#243;rio&lt;br&gt;mais adequado para aquela pessoa, referindo-se &amp;#224; freq&amp;#252;&amp;#234;ncia&lt;br&gt;respirat&amp;#243;ria quanto ao volume corrente.&lt;p&gt;&amp;#201; imprescind&amp;#237;vel o ensinamento da inspira&amp;#231;&amp;#227;o pelo nariz e a expira&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;pela boca, usando recursos sensoriais com emiss&amp;#227;o&amp;#160;desons durante as&lt;br&gt;fases&amp;#160;da&amp;#160;respira&amp;#231;&amp;#227;o, est&amp;#237;mulo visual atrav&amp;#233;s do espelho, etc.&lt;p&gt;Coordena&amp;#231;&amp;#227;o e controle&amp;#160;da&amp;#160;respira&amp;#231;&amp;#227;o&lt;p&gt;Consiste basicamente em exerc&amp;#237;cios de coordena&amp;#231;&amp;#227;o do tempo e da&lt;br&gt;profundidade&amp;#160;da&amp;#160;respira&amp;#231;&amp;#227;o, com emprego de exerc&amp;#237;cios respirat&amp;#243;rios&lt;br&gt;associados a fala e a degluti&amp;#231;&amp;#227;o e exerc&amp;#237;cios&amp;#160;de&amp;#160;tronco e membros.&lt;p&gt;O comando de voz do fisioterapeuta, bem como o controle r&amp;#237;tmico dos&lt;br&gt;movimentos&amp;#160;de&amp;#160;tronco, membros e da pr&amp;#243;pria respira&amp;#231;&amp;#227;o. &amp;#201; fundamental,&lt;br&gt;e disso depender&amp;#225; o sucesso do&amp;#160;tratamento.&lt;p&gt;N&amp;#227;o esquecer que tudo isso deve ser realizado&amp;#160;de&amp;#160;forma lenta e compassada.&lt;p&gt;Exerc&amp;#237;cios passivos e localizados&lt;p&gt;Esses exerc&amp;#237;cios consistem em realizar respira&amp;#231;&amp;#227;o localizada (s&amp;#243;&lt;br&gt;costal, s&amp;#243; diafragm&amp;#225;tica,), conjuntamente com a palpa&amp;#231;&amp;#227;o e a press&amp;#227;o&lt;br&gt;manual, exercidas pelo fisioterapeuta nas regi&amp;#245;es para onde se&lt;br&gt;pretende&amp;#160;direcionar ou inibir a respira&amp;#231;&amp;#227;o do paciente. As&lt;br&gt;estimula&amp;#231;&amp;#245;es diafragm&amp;#225;ticas e costal, visam entre outros aspectos,&lt;br&gt;direcionar a respira&amp;#231;&amp;#227;o para uma regi&amp;#227;o espec&amp;#237;fica do t&amp;#243;rax ou abdome.&lt;p&gt;Os exerc&amp;#237;cios respirat&amp;#243;rios passivos podem ser direcionados para uma&lt;br&gt;determinada regi&amp;#227;o do t&amp;#243;rax ou abdome. Pode-se, em vez&amp;#160;de&amp;#160;utilizar as&lt;br&gt;m&amp;#227;os, utilizar objetos como pequenos pesos, bolas ou bexigas, pois, ao&lt;br&gt;mesmo tempo em que direciona a respira&amp;#231;&amp;#227;o para uma&amp;#160;determinada&amp;#160;regi&amp;#227;o,&lt;br&gt;promove-se um est&amp;#237;mulo proprioceptivo, refor&amp;#231;ando a aprendizagem do&lt;br&gt;padr&amp;#227;o respirat&amp;#243;rio&amp;#160;desejado.&lt;p&gt;Vibra&amp;#231;&amp;#227;o&amp;#160;(depende&amp;#160;da ausculta pulmonar apresentada)&lt;p&gt;Tem como objetivo: deslocamento&amp;#160;de&amp;#160;secre&amp;#231;&amp;#245;es, relaxamento dos&lt;br&gt;br&amp;#244;nquios com broncoespasmo e estimular a tosse.&lt;p&gt;O fisioterapeuta coloca suas m&amp;#227;os estendidas sobre a regi&amp;#227;o onde&lt;br&gt;apresenta maior ac&amp;#250;mulo de secre&amp;#231;&amp;#227;o e efetua uma contra&amp;#231;&amp;#227;o isom&amp;#233;trica&lt;br&gt;de&amp;#160;ambos os membros.&lt;p&gt;Huffing&amp;#160;(Baforada)&lt;p&gt;&amp;#201; realizada uma inspira&amp;#231;&amp;#227;o lenta, apn&amp;#233;ia&amp;#160;de&amp;#160;3 segundos e expira&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;ativa com a boca aberta interrompida&amp;#160;por duas ou mais pausas&lt;br&gt;pronunciando os sons &amp;quot;h&amp;#225;, h&amp;#225;, h&amp;#225;&amp;quot;&lt;p&gt;Compress&amp;#227;o expirat&amp;#243;ria&lt;p&gt;&amp;#201; realizada atrav&amp;#233;s de compress&amp;#245;es da parede tor&amp;#225;cica, onde as m&amp;#227;os do&lt;br&gt;fisioterapeuta devem ser colocadas espalmadas e realizam movimentos&lt;br&gt;acompanhando a din&amp;#226;mica da respira&amp;#231;&amp;#227;o e a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o r&amp;#237;tmica das&lt;br&gt;costelas. Pode ser realizada em qualquer lugar da parede tor&amp;#225;cica&lt;br&gt;desde&amp;#160;que bem posicionadas.&lt;p&gt;Tem como&amp;#160;objetivos: dar mobilidade ao gradil costal, diminuir o volume&lt;br&gt;de&amp;#160;reserva expirat&amp;#243;ria, aumentando o volume corrente, assistir a&lt;br&gt;tosse, auxiliar na mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o&amp;#160;das secre&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;p&gt;Sempre&amp;#160;deve-se ter cuidado com: osteoporose, costelas flutuante e fraturadas.&lt;p&gt;Resist&amp;#234;ncia labial expirat&amp;#243;ria&lt;p&gt;Indicada para abertura dos br&amp;#244;nquios e bronqu&amp;#237;olos, facilitando a&lt;br&gt;sa&amp;#237;da&amp;#160;de a, isso para n&amp;#227;o ocorrer reten&amp;#231;&amp;#227;o&amp;#160;de&amp;#160;CO2.&lt;p&gt;CUIDADOS: arritmias card&amp;#237;acas importantes, aumento abrupto da FC,&lt;br&gt;diminui&amp;#231;&amp;#227;o ou oscila&amp;#231;&amp;#227;o&amp;#160;da&amp;#160;PA&lt;p&gt;Contra- Indica&amp;#231;&amp;#245;es&lt;p&gt;tapotagem&lt;br&gt;drenagens posturais em que o tronco altera sua posi&amp;#231;&amp;#227;o elevada.&lt;br&gt;movimenta&amp;#231;&amp;#227;o&amp;#160;de&amp;#160;membros&lt;br&gt;massagem&amp;#160;de&amp;#160;bombeamento dos membros inferiores&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3172131151227683472-5303099655357689720?l=cardiologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5303099655357689720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3172131151227683472/posts/default/5303099655357689720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cardiologia.facafisioterapia.net/2010/05/fisioterapia-na-fase-aguda-de.html' title='Fisioterapia na fase aguda de insuficiência cardíaca'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry></feed>
