Essa apresentação fala da fisioterapia respiratória na disfunção no pós operatorio da cirurgia cardíada. É um artigo cientifico que vale ...

Fisioterapia respiratória na disfunção pulmonar pós-cirurgia cardíaca

http://static.hsw.com.br/gif/euphoria-trial-1.jpg

Essa apresentação fala da fisioterapia respiratória na disfunção no pós operatorio da cirurgia cardíada.

É um artigo cientifico que vale a pena a leitura.

Paciente compensado Nesta fase da doença, os objetivos do tratamento visão: total higiene bronquica; a manipulação de uma eficiente vent...

Fisioterapia na fase cronica da insuficiência cardíaca

http://vmulher5.vila.to/interacao/original/60/sintomas-da-insuficiencia-cardiaca-60-90.jpg

Paciente compensado

Nesta fase da doença, os objetivos do tratamento visão:

  • total higiene bronquica;
  • a manipulação de uma eficiente ventilação pulmonar global;
  • a adaptação progressiva e controlada do paciente aos esforços físicos semelhantes e/ou superiores aos que realizava antes de ter o agravamento de sua insuficiência cardíaca.

Todos os exercícios devem ser precedidos de uma avaliação cadiorespiratória criteriosa que permita uma correta adequação da carga de trabalho a ser aplicada ao paciente.

Constantemente, durante a terapia, os dados vitais devem ser observados para se ter melhor controle do paciente.

Ao término da sessão de tratamento, rever os dados vitais – fase pós-esforço

A plena recuperação do paciente (prognóstico) dependerá muito a causa da insuficiência cardíaca.

Na fase aguda, onde o paciente está descompensado, é somente indicado a fisioterapia respiratória, ou seja, está contra-indicado a fisiote...

Fisioterapia na fase aguda da insuficiência cardíaca

http://3.bp.blogspot.com/_3RXhwYXmgVQ/TKnixKpCXuI/AAAAAAAADq8/IkrLqbJzxy8/s400/Insuf-Card-01.jpg

Na fase aguda, onde o paciente está descompensado, é somente indicado a fisioterapia respiratória, ou seja, está contra-indicado a fisioterapia geral.

Paciente descompensado
Posicionamento do paciente: Este deve ser em Flowler, isso para diminuir o retorno venoso

Fisioterapia Respiratória: Esta é realizada durante 5 minutos, mais ou menos 6 atendimentos por dia (pacientes hospitalizado), para não ocorrer fadiga do paciente. O tratamento segue as condutas abaixo.

Reeducação respiratória

Consiste em promover a aprendizagem e a automatização de movimentos respiratórios em pacientes que não apresentam um bom nível de conscientização dos movimentos, adequando-os as necessidades do seu organismo, consumindo energia física e metabólica de forma satisfatória e econômica.

A reeducação respiratória visa também fornecer ao paciente um suporte muscular respiratório e a melhora da mobilidade toracoabdominal, a fim de preveni-lo de complicações respiratórias ou reincidências, sobretudo de pneumopatias e de outras complicações pulmonares ou torácicas.

Na medida do possível, através da orientação e minimização da ansiedade e da angustia, torna o paciente mais independente no que diz respeito ao controle da doença.

O uso contínuo da musculatura secundária, sobretudo por tempo prolongado, acarreta desvantagens mecânicas ao sistema respiratório, causando alterações posturais e deformidades torácicas, também há maior gasto de energia.

A reeducação respiratória consiste num conjunto de procedimentos terapêuticos, tem por objetivo ensinar o paciente a respirar de forma vantajosa, usando para isso o padrão respiratório do tipo diafragmático e levando o paciente a não exigir tanto esforço dessa musculatura acessória da respiração.

Os principais procedimentos terapêuticos que compõem a reeducação respiratória, são: orientação respiratória, coordenação e controle da respiração, exercícios passivos e localizados, entre outros.

Orientação respiratória

Essa orientação consiste na adequação do tempo inspiratório e expiratório e da profundidade da respiração ao padrão respiratório mais adequado para aquela pessoa, referindo-se à freqüência respiratória quanto ao volume corrente.

É imprescindível o ensinamento da inspiração pelo nariz e a expiração pela boca, usando recursos sensoriais com emissão de sons durante as fases da respiração, estímulo visual através do espelho, etc.

Coordenação e controle da respiração

Consiste basicamente em exercícios de coordenação do tempo e da profundidade da respiração, com emprego de exercícios respiratórios associados a fala e a deglutição e exercícios de tronco e membros.

O comando de voz do fisioterapeuta, bem como o controle rítmico dos movimentos de tronco, membros e da própria respiração. É fundamental, e disso dependerá o sucesso do tratamento.

Não esquecer que tudo isso deve ser realizado de forma lenta e compassada.

Exercícios passivos e localizados

Esses exercícios consistem em realizar respiração localizada (só costal, só diafragmática,), conjuntamente com a palpação e a pressão manual, exercidas pelo fisioterapeuta nas regiões para onde se pretende direcionar ou inibir a respiração do paciente. As estimulações diafragmáticas e costal, visam entre outros aspectos, direcionar a respiração para uma região específica do tórax ou abdome.

Os exercícios respiratórios passivos podem ser direcionados para uma determinada região do tórax ou abdome. Pode-se, em vez de utilizar as mãos, utilizar objetos como pequenos pesos, bolas ou bexigas, pois, ao mesmo tempo em que direciona a respiração para uma determinada região, promove-se um estímulo proprioceptivo, reforçando a aprendizagem do padrão respiratório desejado.

Vibração (depende da ausculta pulmonar apresentada)

Tem como objetivo: deslocamento de secreções, relaxamento dos brônquios com broncoespasmo e estimular a tosse.

O fisioterapeuta coloca suas mãos estendidas sobre a região onde apresenta maior acúmulo de secreção e efetua uma contração isométrica de ambos os membros.

Huffing (Baforada)

É realizada uma inspiração lenta, apnéia de 3 segundos e expiração ativa com a boca aberta interrompida por duas ou mais pausas pronunciando os sons “há, há, há”

Compressão expiratória

É realizada através de compressões da parede torácica, onde as mãos do fisioterapeuta devem ser colocadas espalmadas e realizam movimentos acompanhando a dinâmica da respiração e a movimentação rítmica das costelas. Pode ser realizada em qualquer lugar da parede torácica desde que bem posicionadas.

Tem como objetivos: dar mobilidade ao gradil costal, diminuir o volume de reserva expiratória, aumentando o volume corrente, assistir a tosse, auxiliar na mobilização das secreções.

Sempre deve-se ter cuidado com: osteoporose, costelas flutuante e fraturadas.

Resistência labial expiratória

Indicada para abertura dos brônquios e bronquíolos, facilitando a saída de a, isso para não ocorrer retenção de CO2.

CUIDADOS: arritmias cardíacas importantes, aumento abrupto da FC, diminuição ou oscilação da PA

Contra- Indicações

tapotagem
drenagens posturais em que o tronco altera sua posição elevada.
movimentação de membros
massagem de bombeamento dos membros inferiores

Existem muitos casos em que derrames ocorrem enquanto o paciente está dormindo. Situações assim são especialmente problemáticas, já que ...

Derrames que acontecem durante o sono são mais complicados

Existem muitos casos em que derrames ocorrem enquanto o paciente está dormindo. Situações assim são especialmente problemáticas, já que o tratamento contra a interrupção momentânea da circulação sanguínea deve ser aplicado imediatamente após os primeiros sintomas se manifestarem.

"Pessoas que acordam com sintomas de derrame frequentemente não podem receber tratamento já que nós não podemos determinar quando os sintomas começaram", afirma Jason Mackey, pesquisador da University of Cincinnati (EUA), onde um estudo sobre o tema foi desenvolvido.

Pesquisadores compararam casos de pessoas que tinham sofrido derrames durante o sono e casos em que a pessoa estava acordada. Os grupos não mostraram diferenças de sexo, fatores de risco ou estado civil. Porém, pessoas que estavam acordadas quando sofreram o derrame tinham em média 72 anos, enquanto as pessoas que estavam dormindo tinham 70 anos de idade. Os derrames que aconteceram durante o sono receberam uma pontuação um pouco mais alta, recebendo 4 pontos em uma marcação onde derrames entre 1 e 4 pontos são considerados leves. Quando o problema ocorreu emquanto a pessoa estava acordada, os derrames receberam nota 3.

Análises dos pacientes que sofreram o derrame enquanto dormiam mostraram que eles poderiam ter recebido o tratamento se ele estivesse disponível quando os sintomas começaram.

"Esse é um grupo de pacientes que deveria ser focado em estudos futuros. É provável que alguns desses derrames aconteceram imediatamente antes (das pessoas) acordarem, e elas se beneficiariam do tratamento", diz Mackey. O pesquisador afirma que estudos estão sendo desenvolvidos para ajudar os médicos a identificarem quais pacientes são indicados para o tratamento até mesmo se a manifestação dos sintomas tenha ocorrido durante o sono.

A pesquisa foi publicada na edição de maio do periódico Neurology, uma publicação da American Academy of Neurology.

Um estudo realizado pelo departamento de fisioterapia do Hospital Universitário de Orebro (Suécia) teve como objetivo principal determinar a...

Estudo sobre a atuação do Fisioterapeuta na cirurugia cardíaca

Um estudo realizado pelo departamento de fisioterapia do Hospital Universitário de Orebro (Suécia) teve como objetivo principal determinar a prática atual de mobilização e exercícios supervisionados através da fisioterapia, após uma cirurgia cardíaca. Este foi um estudo prospectivo, realizado entre os fisioterapeutas que trataram pacientes adultos submetidos a uma cirurgia cardíaca.

Questionários específicos foram enviados para 33 fisioterapeutas que trabalhavam em departamentos de cirurgia torácica na Suécia. No total, 29 fisioterapeutas de oito hospitais responderam à pesquisa (88% do total). A maioria dos fisioterapeutas (90%) ofereceu informações pré-operatórias.

A razão principal do tratamento fisioterápico após uma cirurgia cardíaca foi tentar prevenir e tratar as complicações pós-operatórias, melhorar a função pulmonar e promover a atividade física. Em geral, 1 a 3 sessões de tratamento foram aplicadas por um fisioterapeuta no primeiro dia do pós-operatório (PO), e uma ou duas sessões de tratamento no segundo e terceiros dias de PO.

A fisioterapia foi menos aplicada nos finais de semana (59% aos sábados e 31% aos domingos para os pacientes no primeiro dia de PO). Nenhum tratamento de fisioterapia foi aplicado durante à noite. A mobilização foi comum durante os primeiros dias após a cirurgia, mas a escolha dos exercícios e a duração do tratamento variou de acordo com o local.

Os pacientes foram orientados sobre as precauções relacionadas ao osso esterno. Houveram grandes variações quanto às instruções para os pacientes em relação à sustentação de peso e exercícios que pudessem sobrecarregar a esternotomia. Todos os entrevistados consideraram necessária a fisioterapia após uma cirurgia cardíaca, mas apenas metade deles considera o tratamento fisioterápico oferecido como sendo o ideal.

Os resultados deste estudo mostram que existem pequenas variações de mobilização e exercícios supervisionados por fisioterapeutas após uma cirurgia cardíaca na Suécia. No entanto, a frequência e a duração dos exercícios, bem como, as recomendações a respeito das precauções com o esterno, variou bastante entre os fisioterapeutas entrevistados.

Esta pesquisa fornece uma visão inicial sobre a gestão da fisioterapia na Suécia. A comparação com pesquisas em outros países pode melhorar a gestão da fisioterapia, bem como, a recuperação pós-operatória do paciente submetido a uma cirurgia cardíaca.

Fonte: Journal of Cardiothoracic Surgery.

A terapia por exercícios é usada com o propósito de condicionar o paciente com o objetivo de retorná-lo para um estilo de vida mais ativo....

Condicionamento físico para cardiopatas

http://www.apwellnessstudio.com.br/site/images/stories/atividades/condicionamento.jpg

A terapia por exercícios é usada com o propósito de condicionar o paciente com o objetivo de retorná-lo para um estilo de vida mais ativo. O planejamento de um programa de exercícios tem que ter intensidade, duração e freqüência adequados para um bom condicionamento.

Intensidade

Para que aconteça uma melhora tanto da resistência cardiovascular, quanto da musculatura a fadiga, é necessário que a carga dos exercícios estejam acima do limiar de estímulo de treinamento que está relacionado com o nível de saúde, de atividade do paciente, idade e tipo físico.

O exercício não precisa ser exaustivo para se obter uma resposta de treinamento, que geralmente ocorre em 70 a 85% da freqüência cardíaca máxima.

Duração

A duração está relacionada a intensidade, ou seja, quanto mais baixa a intensidade do exercício, maior será a sua duração.

Freqüência

A freqüência varia conforme a idade e a saúde do paciente. Sendo mais interessante trabalhar em intensidade mais baixas, aumentando a freqüência do que o contrário. E a freqüência ideal de treinamento é geralmente de 3 a 4 vezes por semana.

Exemplos
Nos primeiros 10 minutos de cada sessão, realiza-se um período de aquecimento que tem como objetivo melhorar os numerosos ajustes corporais que necessitam ocorrer antes da atividade física. O aquecimento também previne ou diminui a suscetibilidade do sistema músculo-esquelético as lesões, aumentando a sua flexibilidade e diminuindo a ocorrência de alterações isquêmicas e arritmias.

Este período deve ser gradual e suficiente para aumentar a temperatura muscular e central sem provocar fadiga ou reduzir o suprimento de energia.

Durante esses primeiros 10 minutos são realizados exercícios de movimentação corporal e alongamentos gerais.

O período de exercícios aeróbios, dura aproximadamente 24 minutos, onde devem ser realizados exercícios submáximos, rítmicos, repetitivos, dinâmicos e de grande grupos musculares.

É importante que a intensidade do exercício seja grande o bastante para estimular um aumento no volume sistólico e débito cardíaco e para aumentar a circulação local e o metabolismo aeróbio dentro dos grupos musculares apropriados.

Essa fase é dividida em 12 minutos de atividades na bicicleta ergométrica com carga pré-estabelecida, dependendo das condições de cada paciente. E os outros 12 minutos de marcha, marcha-corrida ou corrida a qual deve ser de forma compassada.

Depois da atividade aeróbia, é necessária uma fase de desaceleração, que ajuda a prevenir acúmulo de sangue nos membros, aumentando o retorno de sangue ao coração e cérebro, melhorar a oxidação de resíduos do metabolismo e substituições das reservas energéticas, prevenir isquemias do miocárdio, arritmias e outras complicações cardiovasculares.

As características desse período são semelhantes aos do período de aquecimento, onde durante aproximadamente 10 minutos são realizados exercícios globais no colchonete e alongamentos gerais.

Os próximos 5 minutos são reservados a um período de repouso e relaxamento.

Faça Fisioterapia