Um estudo dos Estados Unidos aponta a importância da atividade física para evitar o infarto no coração e o derrame. Segundo pesquisas, a a...

Atividade física evita o derrame cerebral


Um estudo dos Estados Unidos aponta a importância da atividade física para evitar o infarto no coração e o derrame. Segundo pesquisas, a atividade física regular é fundamental para evitar risco de morte, principalmente durante a meia idade.

O estudo é otimista e garante que mesmo pessoas que nunca se exercitaram na vida podem obter essa proteção ainda durante a meia idade. O que a pesquisa americana recomenda é a prática de 30 minutos diários de atividade física de moderada intensidade. O que pode ser caminhada, desde que feita de forma vigorosa. O derrame cerebral está também relacionado com o fumo e a má alimentação.

Ele é causado pela deficiência do fluxo sanguíneo, decorrente da obstrução das artérias cerebrais por placas de gordura.

Em seguida, ocorre uma hemorragia que é ocasionada devido ao rompimento de vasos sanguíneos que podem ocorrer dentro do tecido cerebral ou dentro do espaço que circunda o cérebro.

    Para uma boa orientação da atividade física e do exercício físico, existe uma necessidade de prescrever exercício de uma forma conscie...

Prescrição de exercícios para melhora cardio-respiratória

    Para uma boa orientação da atividade física e do exercício físico, existe uma necessidade de prescrever exercício de uma forma consciente. A prática de atividade física adequada e bem conduzida traz vantagens que ultrapassam largamente os seus eventuais inconvenientes. Esta prescrição apresenta alguma complexidade, acrescida pelo fato da heterogeneidade das características apresentadas pelos indivíduos (e.g. especificidade da amostra) (Abrantes et al., 1999).

    Ao considerarmos a componente cardio-respiratória, para a prescrição de exercício, é necessário abordar quatro factores: o modo de exercício, a frequência de participação, a duração da sessão e a intensidade (McArdle et al., 1998; Wilmore e Costill, 2001). A prescrição de exercício assenta principalmente nestas componentes da carga e são as suas variações que promovem as diferentes adaptações cardio-respiratórias, bem como o tipo de metabolismo energético predominante no modo de exercício realizado.

    Para desenvolver esta componente, várias instituições e autores especificam um tipo de exercício físico com 20 a 60 minutos de duração, 3 a 5 vezes por semana, a uma intensidade de 60 a 90% da FC máx., com uma variedade de modos de exercício, tais como, caminhar, andar de bicicleta e nadar (ACSM, 1990; ACSM, 1998; Bezner, 1999) (ver quadro 1).

    De uma forma geral, a prescrição do exercício com a finalidade de melhorar ou manter a aptidão cardio-respiratória deve basear-se nestas recomendações. Deste modo, torna-se importante considerar a quantidade da actividade física, como também a qualidade, para atingirmos níveis óptimos de aptidão física (ACSM, 1998). No entanto, a prescrição deve também assumir características específicas, indo de encontro às preferências e gostos particulares de cada indivíduo, tais como: as suas necessidades, objectivos e estado de saúde (ACSM, 1998).

    Particularmente no domínio cardio-respiratório, a consecução de objectivos implica que a intensidade do esforço seja cuidadosamente controlada e avaliada pelo conjunto da adaptações a ela inerentes (Abrantes et al., 1999).

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Os mecanismos responsáveis pelos ajustes do sistema cardiovascular ao exercício e os índices de limitação da função cardiovascular constitu...

Alterações cardiorespiratórias no exercício

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Os mecanismos responsáveis pelos ajustes do sistema cardiovascular ao exercício e os índices de limitação da função cardiovascular constituem aspectos básicos relacionados ao entendimento das funções adaptativas. Esses mecanismos são multifatoriais e permitem ao sistema operar de maneira efetiva nas mais diversas circunstâncias. Os ajustes fisiológicos são feitos a partir das demandas metabólicas, cujas informações chegam ao tronco cerebral através de vias aferentes, até a formação reticular bulbar, onde se situam os neurônios reguladores centrais.

Os efeitos fisiológicos do exercício físico podem ser classificados em agudos imediatos, agudos tardios e crônicos. Os efeitos agudos, denominados respostas, são os que acontecem em associação direta com a sessão de exercício; os efeitos agudos imediatos são os que ocorrem nos períodos peri e pós-imediato do exercício físico, como elevação da freqüência cardíaca, da ventilação pulmonar e sudorese; já os efeitos agudos tardios acontecem ao longo das primeiras 24 ou 48 horas (às vezes, até 72 horas) que se
seguem a uma sessão de exercício e podem ser identificados na discreta redução dos níveis tensionais, especialmente nos hipertensos, na expansão do volume plasmático, na melhora da função endotelial e na potencialização da ação e aumento da sensibilidade insulínica na musculatura esquelética. Por último, os efeitos crônicos, também  denominados adaptações, resultam da exposição freqüente e regular às sessões de exercícios e representam aspectos morfofuncionais que diferenciam um indivíduo fisicamente
treinado de outro sedentário, tendo como exemplos típicos a bradicardia relativa de repouso, a hipertrofia muscular, a hipertrofia ventricular esquerda fisiológica e o aumento do consumo máximo de oxigênio (VO2 máximo).

O exercício também é capaz de promover a angiogênese, aumentando o fluxo sanguíneo para os músculos esqueléticos e para o músculo cardíaco. O exercício físico realizado regularmente provoca importantes adaptações autonômicas e hemodinâmicas que vão influenciar o sistema cardiovascular, com o objetivo de manter a homeostasia celular diante do incremento das demandas metabólicas. Há aumento no débito cardíaco, redistribuição no fluxo sanguíneo e elevação da perfusão circulatória para os músculos em atividade.

A pressão arterial sistólica (PAS) aumenta diretamente na proporção do aumento do débito cardíaco. A pressão arterial diastólica reflete a eficiência do mecanismo vasodilatador local dos músculos em atividade, que é tanto maior quanto maior for a densidade capilar local. A vasodilatação do músculo esquelético diminui a resistência periférica ao fluxo sanguíneo e a vasoconstrição concomitante que ocorre em tecidos não exercitados induzida simpaticamente compensa a vasodilatação. Conseqüentemente, a resistência total ao fluxo sanguíneo cai drasticamente quando o exercício começa, alcançando um mínimo ao redor de 75% do VO2 máximo(3). Os níveis tensionais elevam-se durante o exercício físico e no esforço predominantemente estático, tendo já sido constatados, em indivíduos jovens e saudáveis, níveis de pressão intra-arterial superiores a 400/250mmHg sem causar danos à saúde.

Em resumo, pode-se dizer que durante um período de exercício, o corpo humano sofre adaptações cardiovasculares e respiratórias a fim de atender às demandas aumentadas dos músculos ativos e, à medida que essas adaptações são repetidas, ocorrem modificações nesses músculos, permitindo que o organismo melhore o seu desempenho. Entram em ação processos fisiológicos e metabólicos, otimizando a distribuição de oxigênio pelos tecidos em atividade. Portanto, os mecanismos que norteiam a queda pressórica
pós-treinamento físico estão relacionados a fatores hemodinâmicos, humorais e neurais

Fonte

I - Domiciliares 1) Não manipular equipamentos mal aterrados. 2) Evitar detectores de metais (bancos, aeroportos etc) 3) Evitar soldas elét...

Cuidados ao usar o marcapasso

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I - Domiciliares

1) Não manipular equipamentos mal aterrados.
2) Evitar detectores de metais (bancos, aeroportos etc)
3) Evitar soldas elétricas e alarmes anti-roubo.
4) Afastar-se dos equipamentos de microondas (1m) ou de ondas curtas, após colocá-los em funcionamento.
5) Evitar imãs: colchões, lixadeiras e furadeiras portáteis.
6) Não deixar telefone celular sobre o marcapasso, utilizando-o do lado oposto.

II - Hospitais e Clínicas Dentárias

1) Propulsor a ar comprimido (motor) pode acelerar alguns tipos de marcapasso com resposta de freqüência, devendo ser feita orientação, aposição de imã e/ou programação.
2) Fazer sempre a profilaxia antibiótica.

III - Cardioversão:

1) O marcapasso é protegido via regra até 300 J.
2) Pode alterar o circuito eletrônico (principalmente o de sensibilidade).
3) Devem ser escolhidas as posições das PÁS (Antero-posterior).
4) Colocação de imã sobre o gerador.

IV – Cauterização

1) Pode provocar inibições.
2) Utilizar cautério bipolar.
3) Manter distância do gerador maior que 30 cm.
4) Apor imã ao gerador (e/ou fazer programações).
5) Manter o paciente monitorado com oxímetro e eletrocardiograma.

V – Radiações Ionizantes (radioterapia)

1) Pode alterar o circuito CMOS do gerador (faixa de 1000 a 1500 rads).
2) Proteger com placa de chumbo.
3) Caso haja necessidade de tratamento no mesmo lado do tórax, é necessário efetuar mudança de lado do gerador.

VI - Ressonância Magnética:

É contra-indicada, pois movimenta o sistema, reverte para assiscrônico e altera a imagem.

VII - Litotripsia:

Não causa dano ao sistema, mas eventualmente, poderá causar inibições (apor imã e/ou programação).

VIII – Diatermia ou ondas curtas:

Pode inibir o sistema, caso haja proximidade do local de aplicação e o gerador (proteção com imã e/ou programação).

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