Todo mundo que pratica exercícios físicos, de caminhada a aulas de bike TEM que controlar e conhecer seu batimento cardíaco ideal para sua a...

Importancia de se medir a Frequencia cardíaca

Todo mundo que pratica exercícios físicos, de caminhada a aulas de bike TEM que controlar e conhecer seu batimento cardíaco ideal para sua atividade física. É IMPRESCINDÍVEL !! Para que o organismo consiga mobilizar gorduras e ultilizá-las como fonte de energia no exercício é necessário que o seu metabolismo esteja "equilibrado", Existem 2 maneiras simples de verificar o equilíbrio metabólico durante a atividade:

- Respiração aumentada e confortável.
- F.C. constante.

Para um controle mais preciso, é necessário que você realize uma Avaliação e Orientação Física. Aí será determinado sua Zona Alvo de Treinamento (ZAT), ou seja, uma faixa de batimentos cardíacos que você deve manter durante o exercício, para trabalhar de maneira segura e atingir seu objetivos.

A cada variação brusca de F.C. o organismo é obrigado a adaptar o consumo de energia deixando a utilização de gorduras "de lado" até que o organismo volte ao equilíbrio metabólico.

A intensidade de treinamento entre 60% a 75% da F.C. máxima permite um equilíbrio metabólico mais rápido e, por isso, é a mais indicada para queima de gorduras. Se você estiver bem condicionado, poderá estabilizar sua F.C. em intensidades mais altas e ainda assim estará usando o metabolismo de gorduras. O importante é que o metabolismo esteja estabilizado e para ter certeza disto, preste atenção à respiração: se depois de 5 a 10 minutos de atividade sua respiração estiver ofegante ou difícil, isso significa que o metabolismo não esta estabilizado e você não está queimando gorduras. Aliado ao bom senso, ISTO QUEM DETERMINA É A AVALIAÇÃO FÍSICA.

Um treinamento aeróbico eficaz para perda de gorduras e/ou melhora do condicionamento cardiovascular é aquele realizado em períodos longos (por mais de 30 minutos) e com a respiração aumentada e confortável durante toda a atividade.

Exercícios realizados com F.C. acima de 85% da máxima possuem intensidade que dificilmente permitem ao organismo criar um equilíbrio metabólico: você pode constatar isto através da sua respiração que provavelmente ficará ofegante.

Atividades com mudanças bruscas de intensidade podem e devem ser realizadas contando que o objetivo do praticante seja a melhora do condicionamento anaeróbico e potência muscular. A energia gasta nestas atividades não é proveniente do metabolismo das gorduras.

ATENÇÃO: F.C. muito altas (acima de 85% da sua máxima) podem dificultar a nutrição do músculo cardíaco: o coração se nutre e é oxigenado nos intervalos entre um batimento e outro. F.C. muito elevadas diminuem o tempo de cada intervalo dificultando a nutrição e a oxigenação do coração. Por isso, F.C. acima de 200 batimentos para adultos podem até causar isquemia cardíaca (má nutrição do coração) e conseqüentemente até um infarto.

Fonte

Homens que apresentam disfunção erétil ainda jovens, entre 40 e 49 anos de idade, têm duas vezes maior risco de desenvolverem doença car...

Impotência sexual dobra o risco de doença cardíaca em “quarentões”

Homens que apresentam disfunção erétil ainda jovens, entre 40 e 49 anos de idade, têm duas vezes maior risco de desenvolverem doença cardíaca do que homens com função sexual normal, segundo estudo da Mayo Clinic, nos Estados Unidos. De acordo com os autores, de forma geral, a impotência sexual aumenta em 80% os riscos de doença cardíaca, e esse efeito é maior entre os mais jovens.

A disfunção erétil é um problema comum, e sua prevalência aumenta com a idade. Afeta de 5% a 10% dos homens com 40 anos de idade, e de 40% a 60% daqueles com 70 anos. E os resultados do novo estudo sugerem que médicos e pacientes jovens devem considerar o problema como um indicador do risco de doença coronariana cardíaca, tomando medidas adequadas para preveni-lo.

No estudo, acompanhando, por dez anos, mais de 1,4 mil homens sem problemas cardíacos prévios, os pesquisadores registraram uma prevalência de 2,4% na faixa etária entre 40 e 49 anos; 5,6% em homens de 50 a 59 anos; 17% entre 60 e 69 anos; e quase 39% em homens com 70 anos ou mais.

Avaliando a relação entre doença cardíaca e impotência, os especialistas descobriram que homens com disfunção erétil tinham 80% maior chances de desenvolverem doença coronariana cardíaca, comparados com aqueles que não tinham impotência sexual. E o maior risco de nova doença cardíaca foi registrado nos participantes mais jovens que apresentavam a disfunção. No grupo e 40 a 49 anos, a incidência de doença cardíaca, que seria normalmente de 0,94 por mil, era de 48,52 por mil naqueles com impotência.

Entre os mais velhos, a relação também seria estatisticamente significativa, porém a diferença não era tão marcante como a apresentada por homens com idades entre 40 e 49 anos. "Em homens mais velhos, a disfunção erétil pode ser de menos importância prognóstica para o desenvolvimento de futura doença cardíaca", ressaltaram os autores.

O estudo não explica as razões da relação, mas os especialistas teorizam que ambos as condições são manifestações do mesmo processo de "adoecimento" cardiovascular. Uma placa de gordura que pode bloquear as artérias em torno do coração poderia, inicialmente, estreitar os pequenos vasos sanguíneos do pênis, causando dificuldades de ereção. Da mesma forma, a perda da elasticidade dos vasos poderia causar ambos os problemas.

Tipos e riscos Doença arterial coronariana A doença arterial coronariana também pode ser chamada, simplesmente, de doença do coração. O que...

Entenda a Aterosclerose

Tipos e riscos

Doença arterial coronariana
A doença arterial coronariana também pode ser chamada, simplesmente, de doença do coração.

O que é a doença arterial coronariana? Doença coronariana arterial é a aterosclerose das artérias coronarianas. A aterosclerose pode ocorrer quando as artérias ficam entupidas ou estreitadas, restringindo o fluxo de sangue para o coração. Sem o sangue necessário, o coração fica carente de oxigênio e de nutrientes vitais para que ele opere de forma adequada.


Como uma doença arterial coronariana se desenvolve?
Suas artérias coronarianas são tubos ocos. Dentro, elas são lisas e elásticas, permitindo que o sangue flua livremente.

Antes da adolescência, a gordura começa a se depositar nas paredes dos vasos sanguíneos. Conforme você envelhece, a gordura se acumula. Isso prejudica as paredes dos vasos sanguíneos.
Para tentar se curar, as células liberam substâncias químicas que fazem as paredes endurecer.
Então, outras substâncias, como as células inflamatórias, proteínas e cálcio, percorrem seu sistema sanguíneo e começam a grudar nas paredes sanguíneas. A gordura e outras substâncias se combinam para formar um material chamado placa. A placa cresce e estreita a artéria (aterosclerose).

Muitos depósitos de placas são duros internamente e moles por dentro. A superfície dura pode quebrar ou se partir, expondo a parte macia e gordurosa de dentro.Quando isso acontece, as plaquetas (partículas em forma de disco que ajudam na coagulação) vão para as artérias e um coágulo de sangue se forma ao redor da plaqueta. Isso leva a artéria a se estreitar ainda mais. Às vezes, o coágulo de sangue se parte e o abastecimento de sangue se restaura.

Ao longo do tempo, uma artéria coronariana estreitada pode desenvolver novos vasos sanguíneos que vão para envolta do bloqueio para pegar sangue para o coração. Contudo, durante período de grande stress ou esforço, as novas artérias podem não suprir o coração com o sangue rico em oxigênio de forma adequada. Em outros casos, o coágulo de sangue pode bloquear o suprimento de sangue para o músculo, causando o que é chamado de síndrome aguda coronariana. Esse, na verdade, é o nome dado a três sérios quadros:

Angina instável: Pode ser amenizada com medicação oral, é instável e pode progredir para um ataque do coração. Normalmente uma medicação mais intensa ou um procedimento é necessário para tratar essa síndrome coronariana aguda

Infarto do miocárdio sem desnivelamento do segmento ST: Esse ataque do coração não leva a mudanças substanciais no eletrocardiograma. Contudo, substâncias químicas indicam que o dano aconteceu ao coração

Infarto do miocárdio com desnivelamento do segmento ST: Esse ataque do coração é causado por um prolongado período de bloqueio no fornecimento de sangue. Afeta uma grande área do coração e causa mudanças no eletrocardiograma, assim como nas substâncias químicas do sangue.

Algumas pessoas têm sintomas que as levam a dizer que em breve terão uma síndrome aguda coronariana, outras podem não ter nenhum sintoma até alguma coisa acontecer e outras não têm nenhum sintoma da síndrome.

 O que é isquemia?
Quando uma placa ou um conteúdo gorduroso estreita a parte interna da artéria em um nível em que não se pode mais suprimir o organismo com o suficiente sangue rico em oxigênio, uma câimbra ocorre no músculo. Isso é chamado de isquemia. Ela pode ser comparada a uma cãibra na perna. Quando alguém se exercita por um longo período, os músculos têm câimbra porque eles ficam famintos de oxigênio e de nutrientes.

Seu coração, também um músculo, precisa de oxigênio e nutrientes para trabalhar. Se o abastecimento de sangue é inadequado para suprir as necessidades do coração, a isquemia acontece, e você pode sentir dor no peito ou outros sintomas. A isquemia é mais comum de ocorrer quando o coração demanda oxigênio extra. Isso é mais freqüente durante:

Esforço (atividade física)
Refeições
Estado de excitação ou stress
Exposição ao frio

A doença arterial coronariana pode progredir para um ponto no qual a isquemia pode acontecer até mesmo em repouso. Quando a isquemia é aliviada em um curto período de tempo (menos de 10 minutos) com repouso ou medicação, você pode dizer que você tem uma doença arterial coronariana estável ou uma angina estável .

Quais são os sintomas da doença arterial coronariana?
O sintoma mais comum é a angina. Angina pode ser descrita como um desconforto, peso, pressão, dor, queimação, adormecimento, sensação de estar cheio ou aperto. Pode ser confundida com indigestão ou azia. A angina é normalmente sentida no peito, mas também pode ser sentida no ombro esquerdo, nos braços, no pescoço, nas costas ou na mandíbula. Outros sintomas que podem ocorrer são:

Falta de ar
Palpitação (batimentos cardíacos irregulares ou batimentos pulados)
Aceleração dos batimentos
Fraqueza ou vertigem
Náusea
Suadouro

Aprenda a reconhecer seus sintomas e as situações que os causaram. Chame um médico se você começar a ter novos sintomas ou se eles se tornarem mais freqüentes ou severos. Se você ou alguém com quem você esteja experimentar um desconforto no peito, especialmente em conjunto com um ou dois dos sintomas listados acima, não espere mais do que cinco minutos para chamar uma ambulância ou ir ao pronto socorro.

Se você tem angina e lhe foi prescrito nitroglicerina, chame seu médico ou alguém para te levar para a emergência se a dor persistir depois de você tomar duas doses (tomadas com cinco minutos de intervalo) ou depois de 15 minutos. Os atendentes do serviço de emergência podem dar a você uma aspirina para quebrar um possível coágulo, se você não tiver nenhuma restrição ao remédio. Isquemia e até um ataque do coração podem ocorrer sem nenhum sinal de alarme. Isso é chamado de isquemia silenciosa e é mais comum em pessoas com diabetes.

Como a doença coronariana arterial é diagnosticada?
Seu médico pode dizer que você tem uma doença arterial coronariana pelos seguintes fatores: Conversando com você sobre seus sintomas, histórico médico e fatores de risco

Sua performance no exame físico
Exames de diagnóstico, incluindo um eletrocardiograma, testes de esforço, cateterismo e outros. Esses exames vão ajudar seu medico a avaliar a extensão da sua doença coronariana, seu efeito na função do coração e o melhor tratamento para você

Como a doença coronariana arterial é tratada?
O tratamento para a doença coronariana arterial envolve a redução dos fatores de risco, medicamentos, possíveis procedimentos invasivos ou cirúrgicos.

Fatores de risco

Pare de fumar:
fumantes possuem duas vezes mais risco de ter um ataque do coração do que os não-fumantes e estão muito mais propensos a morrer se sofrerem um ataque do coração.

Melhore seu colesterol: o risco de uma doença do coração sobe conforme os níveis de colesterol aumentam. Um total de colesterol acima de 200, um HDL, ou o nível do bom colesterol abaixo de 40, ou um LDL, ou o nível do mau colesterol acima de 160 indicam um aumento no risco de doenças do coração. Naturalmente, esses números precisam ser analisados caso a caso, levando em consideração todos os seus riscos de ter uma doença do coração. Uma dieta pobre em colesterol e gorduras saturadas irá reduzir os níveis de risco de uma doença do coração.

Controle a pressão sanguínea: a pressão alta é uma doença bastante comum. Assim como o colesterol, a interpretação da pressão sanguínea precisa ser particularizada, levando em consideração todo o perfil de risco. Hoje a medicação para pressão é eficiente, segura e fácil de tomar.

Exercite-se: quem não se exercita tem um risco maior de morte ou de doenças do coração comparado a indivíduos que se exercitam de forma leve ou moderada. Até atividades de lazer, como jardinagem ou caminhadas, podem reduzir seu risco.

Coma corretamente: coma uma comida saudável ao seu coração, isso é, pobre em gordura e em colesterol. Tente aumentar as quantidades de vitaminas que você ingere, especialmente antioxidantes, que comprovadamente reduzem o risco de doenças do coração.

Atinja e mantenha um peso saudável: excesso de peso impõe um esforço maior para seu coração e agrava o risco de outros fatores que levam às doenças de coração, como o diabetes. Ao comer corretamente e ao se exercitar, você pode perder peso e reduzir o risco de ter uma doença do coração.

Controle o stress e a raiva: o mau controle do stress e da raiva pode levar a ataques do coração e paradas cardíacas.

Controle o diabetes: se não controlado adequadamente, o diabetes pode levar a danos, incluindo ataques do coração e morte.

A doença cardiovascular é dividida em doenças do coração ou cardíacas, e doenças da circulação ou vasculares. Entre as doenças do coração de...

Doenças Cardiovasculares na Terceira Idade

A doença cardiovascular é dividida em doenças do coração ou cardíacas, e doenças da circulação ou vasculares.

Entre as doenças do coração destacam-se o infarto agudo do miocárdio, a insuficiência cardíaca, e a coronariopatia. A hipertensão arterial e as arritmias cardíacas são também importantes distúrbios do sistema cardiovascular.

A falência do sistema cardiocirculatório é denominado choque cardiogênico. Entre as doenças da circulação destacam-se a insuficiência arterial periférica, o aneurisma da aorta abdominal, a embolia pulmonar, a arterite , as varizes e a trombose mesentérica e a trombose venosa profunda.

Os principais sinais da doença do coração são a falta de ar, a sensação de cansaço, as palpitações, as dores no peito e o inchaço nos pés. A tosse também pode ser um sintoma de doença cardíaca. As doenças da circulação em geral se manifestam com dores e inchaço. O principal processo patológico que leva à doença cardiovascular é a arteriosclerose.

O estudo do coração é feito através de radiografias de tórax, eletrocardiografia, ergometria, ecocardiografia, métodos nucleares (radioisótopos), tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética e angiografia (cinecoronariografia). O desenvolvimento de métodos não invasivos para o estudo do coração tem diminuído o número de cinecoronariografias. Atualmente a cinecoronariografia é feita para quantificar a doença cardíaca e determinar a indicação de tratamento cirúrgico.

A prevenção é a base do tratamento da doença cardíaca: atividade física regular, combate ao estresse e aos outros fatores de risco. Medicamentos que melhoram a força do músculo cardíaco (digitálico), que impedem as arritmias e os medicamentos trombolíticos (aspirina) formam junto com os diuréticos o arsenal terapêutico das doenças cardíacas.

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