Nem sempre dormir ou descansar é a atividade ideal para recarregar as energias de um cotidiano corrido e repleto de tensões. Se exercitar, s...

Atividade física é uma das melhores amigas do seu coração

Nem sempre dormir ou descansar é a atividade ideal para recarregar as energias de um cotidiano corrido e repleto de tensões. Se exercitar, sim. E os resultados são melhores ainda se a prática for aeróbica. Por melhorar o preparo físico, os exercícios fazem com que você tenha mais disposição para realizar as tarefas do dia.

Exercício é um dos melhores amigos do seu coração

E os benefícios não param por aí. A prática de atividades físicas também libera substâncias como a endorfina, que dá sensação de bem-estar e aumenta autoestima. Ou seja, deixando a preguiça de lado você cuida melhor do corpo e da mente.  

Além de aumentar a disposição, esse tipo de atividade dá aquele empurrão para o ponteiro da balança descer. Um estudo realizado na Grã-Bretanha indica que exercícios aeróbicos, como a caminhada e a corrida, são mais eficazes na inibição do apetite do que as chamadas atividades anaeróbicas, como a musculação.

Segundo a pesquisa, passar 60 minutos na esteira afeta a liberação de dois dos principais hormônios reguladores do apetite, o peptídeo YY e a grelina. O primeiro inibe a fome, e o segundo é conhecido por atuar em seu estímulo.  

Praticar exercícios não é bom apenas para queimar calorias. A atividade física também é uma das melhores amigas do seu coração e ajuda você a continuar jovem.

Um estudo canadense publicado na revista científica PLoS One mostrou que os benefícios de duas idas semanais à academia de ginástica deixam os músculos mais fortes e também mais jovens. Por isso, corra, pule, ande ou dance. Escolha a atividade que te agrada mais e vá em frente. Vale lembrar que pessoas sedentárias devem fazer exames médicos e check-ups antes de começar a praticar exercícios, principalmente se há histórico de obesidade e problemas de coração.

Fonte: Minha vida - MSN

Quem acha que fisioterapia não tem nada a ver com o coração está enganado. A especialidade fisioterapia cardiovascular existe e trabalha e...

Fisioterapia e a Cardiologia

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Quem acha que fisioterapia não tem nada a ver com o coração está enganado. A especialidade fisioterapia cardiovascular existe e trabalha em duas frentes. A primeira é hospitalar e consta de tratamentos voltados para pacientes internados após eventos cardiovasculares. Nessa fase realiza-se fisioterapia respiratória, com exercícios físicos de baixa intensidade e um programa de reabilitação educacional em relação aos fatores de risco. Ou seja, trabalha-se junto ao paciente a importância de praticar exercícios como parte do tratamento não medicamentoso. O objetivo é focado na alta hospitalar precoce com as melhores condições físicas e psicológicas.

A segunda é ambulatorial e tem como principal finalidade aprimorar a condição física do paciente, aumentar sua capacidade aeróbia, a fim de melhorar sua saúde e qualidade de vida num contexto global. Mesmo os pacientes com insuficiência cardíaca grave podem receber um treinamento para fortalecer os músculos respiratórios, desde que seja através de técnicas bem específicas e orientadas pelo Fisioterapeuta Cardiovascular.

De acordo com Andrea Kaarina M. Bueno Silva, fisioterapeuta especialista em Reabilitação Cardiovascular e Pós-operatório de Cirurgia Cardíaca, o profissional dessa área precisa entender a doença, seus sinais e sintomas, para tratar o que foi causado no coração. Ela destaca: "o fisioterapeuta tem que entender de todos os mecanismos de ação do exercício e os fatores determinantes de intolerâncias a ele, os fatores de risco para os diabéticos, hipertensos, os de colesterol alto, obesos, fumantes, dentre outros, para tratar corretamente o paciente".

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Fisioterapia Cardio Pulmonar

Exercício Terapêutico na base da função

A primeira avaliação é sempre do cardiologista. É ele que instrui a sequência de exercícios ideais, o que pode ser feito e traça metas. Cabe ao fisioterapeuta montar um programa para o paciente, utilizando seu histórico clínico, sua força muscular, seu sistema respiratório e sua capacidade física através de teste ergométrico ou cardiopulmonar prévio para englobar as fases da reabilitação hospitalar ou ambulatorial.

Esta especialidade começou a ganhar força com o surgimento das equipes multidisciplinares dentro dos hospitais. A fisioterapia é peça fundamental no processo de reabilitação tanto de pacientes que já sofreram algum evento cardiovascular quanto àqueles considerados de risco moderado a alto risco.

Fonte: Terra

De acordo com um estudo norte-americano desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Colorado, 20% dos pacientes que sofreram ataque...

A dor no peito pós-infarto

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De acordo com um estudo norte-americano desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Colorado, 20% dos pacientes que sofreram ataques cardíacos permanecem sentindo dores no peito mesmo um ano depois de ter ocorrido o evento.


Os pesquisadores analisaram quase dois mil pacientes, sendo que, de cada cinco, um deles sofria com as dores. Dos pacientes que responderam ao questionário do estudo, um ano após seus ataques cardíacos, 19,9% ainda tinham dores no peito e 1,2% deles sentiam dor todos os dias.


A angina, nome dado a essa dor no peito, é um sintoma comum de doenças cardíacas e, de acordo com os médicos, é normal que as vítimas de infartos continuem sentindo essas dores. Entretanto, é importante realizar tratamentos para tentar minimizar o problema.


Segundo os pesquisadores, os principais fatores que podem contribuir para essas dores são o fumo e a depressão. Ainda de acordo com a pesquisa, os homens jovens com marca-passos, fumantes ou com sintomas de depressão estão mais propensos a sofrer com a angina.


Diante disso, reforça-se a recomendação médica para que os pacientes parem de fumar, além de, quando necessário, procurem ajuda psicológica para controlar a depressão.


Fonte: Terra

O músculo cardíaco requer um constante abastecimento de sangue rico em oxigênio para se nutrir. As artérias coronarianas proporcionam ao c...

O que acontece em um ataque do coração?

O músculo cardíaco requer um constante abastecimento de sangue rico em oxigênio para se nutrir. As artérias coronarianas proporcionam ao coração essa fonte de abastecimento. Se você tem uma doença coronariana arterial, aquelas artérias se estreitam e o sangue não pode fluir tão bem quanto deveria.

Substâncias gordurosas, cálcio, proteínas e células inflamatórias se acumulam nas artérias para formar placas de diferentes tamanhos. As placas de depósito são duras por fora e macias por dentro. Quando a placa é dura, sua casca se quebra (ruptura da placa), plaquetas (partículas em forma de disco que ajudam na coagulação) chegam à área e coágulos de sangue se formam ao redor da placa.
 
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Se um coágulo bloqueia totalmente a artéria, o músculo cardíaco fica faminto de oxigênio. Em pouco tempo, a morte da célula ocorre, causando um dano irreparável. Isso é chamado de infarto do miocárdio ou ataque do coração. Embora não seja comum, um ataque do coração também pode ser causado por um espasmo na artéria coronária.

Durante o espasmo coronário, as artérias coronárias se contraem ou ficam alternando espasmos, reduzindo o recebimento de sangue no músculo cardíaco (isquemia). Isso pode acontecer em relaxamento e pode ocorrer em pessoas sem uma doença coronária arterial significante.

Cada artéria coronária supre de sangue uma região do coração. O tamanho do dano ao coração depende do tamanho da área afetada pela artéria bloqueada e o tempo entre a lesão e o tratamento. A cicatrização do coração começa logo após o ataque e leva cerca de oito semanas.

Assim como um machucado na pele, é formada uma cicatriz na área afetada. Mas o novo tecido da ferida não se contrai ou bomba como um tecido saudável do coração. Então, a capacidade de bombear é reduzida depois de um ataque. O tamanho da perda dessa capacidade depende do tamanho e da localização da cicatriz.

Fonte: Minha Vida

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