Todo mundo que pratica exercícios físicos, de caminhada a aulas de bike TEM que controlar e conhecer seu batimento cardíaco ideal para sua a...

Importancia de se medir a Frequencia cardíaca

Todo mundo que pratica exercícios físicos, de caminhada a aulas de bike TEM que controlar e conhecer seu batimento cardíaco ideal para sua atividade física. É IMPRESCINDÍVEL !! Para que o organismo consiga mobilizar gorduras e ultilizá-las como fonte de energia no exercício é necessário que o seu metabolismo esteja "equilibrado", Existem 2 maneiras simples de verificar o equilíbrio metabólico durante a atividade:

- Respiração aumentada e confortável.
- F.C. constante.

Para um controle mais preciso, é necessário que você realize uma Avaliação e Orientação Física. Aí será determinado sua Zona Alvo de Treinamento (ZAT), ou seja, uma faixa de batimentos cardíacos que você deve manter durante o exercício, para trabalhar de maneira segura e atingir seu objetivos.

A cada variação brusca de F.C. o organismo é obrigado a adaptar o consumo de energia deixando a utilização de gorduras "de lado" até que o organismo volte ao equilíbrio metabólico.

A intensidade de treinamento entre 60% a 75% da F.C. máxima permite um equilíbrio metabólico mais rápido e, por isso, é a mais indicada para queima de gorduras. Se você estiver bem condicionado, poderá estabilizar sua F.C. em intensidades mais altas e ainda assim estará usando o metabolismo de gorduras. O importante é que o metabolismo esteja estabilizado e para ter certeza disto, preste atenção à respiração: se depois de 5 a 10 minutos de atividade sua respiração estiver ofegante ou difícil, isso significa que o metabolismo não esta estabilizado e você não está queimando gorduras. Aliado ao bom senso, ISTO QUEM DETERMINA É A AVALIAÇÃO FÍSICA.

Um treinamento aeróbico eficaz para perda de gorduras e/ou melhora do condicionamento cardiovascular é aquele realizado em períodos longos (por mais de 30 minutos) e com a respiração aumentada e confortável durante toda a atividade.

Exercícios realizados com F.C. acima de 85% da máxima possuem intensidade que dificilmente permitem ao organismo criar um equilíbrio metabólico: você pode constatar isto através da sua respiração que provavelmente ficará ofegante.

Atividades com mudanças bruscas de intensidade podem e devem ser realizadas contando que o objetivo do praticante seja a melhora do condicionamento anaeróbico e potência muscular. A energia gasta nestas atividades não é proveniente do metabolismo das gorduras.

ATENÇÃO: F.C. muito altas (acima de 85% da sua máxima) podem dificultar a nutrição do músculo cardíaco: o coração se nutre e é oxigenado nos intervalos entre um batimento e outro. F.C. muito elevadas diminuem o tempo de cada intervalo dificultando a nutrição e a oxigenação do coração. Por isso, F.C. acima de 200 batimentos para adultos podem até causar isquemia cardíaca (má nutrição do coração) e conseqüentemente até um infarto.

Fonte

Homens que apresentam disfunção erétil ainda jovens, entre 40 e 49 anos de idade, têm duas vezes maior risco de desenvolverem doença car...

Impotência sexual dobra o risco de doença cardíaca em “quarentões”

Homens que apresentam disfunção erétil ainda jovens, entre 40 e 49 anos de idade, têm duas vezes maior risco de desenvolverem doença cardíaca do que homens com função sexual normal, segundo estudo da Mayo Clinic, nos Estados Unidos. De acordo com os autores, de forma geral, a impotência sexual aumenta em 80% os riscos de doença cardíaca, e esse efeito é maior entre os mais jovens.

A disfunção erétil é um problema comum, e sua prevalência aumenta com a idade. Afeta de 5% a 10% dos homens com 40 anos de idade, e de 40% a 60% daqueles com 70 anos. E os resultados do novo estudo sugerem que médicos e pacientes jovens devem considerar o problema como um indicador do risco de doença coronariana cardíaca, tomando medidas adequadas para preveni-lo.

No estudo, acompanhando, por dez anos, mais de 1,4 mil homens sem problemas cardíacos prévios, os pesquisadores registraram uma prevalência de 2,4% na faixa etária entre 40 e 49 anos; 5,6% em homens de 50 a 59 anos; 17% entre 60 e 69 anos; e quase 39% em homens com 70 anos ou mais.

Avaliando a relação entre doença cardíaca e impotência, os especialistas descobriram que homens com disfunção erétil tinham 80% maior chances de desenvolverem doença coronariana cardíaca, comparados com aqueles que não tinham impotência sexual. E o maior risco de nova doença cardíaca foi registrado nos participantes mais jovens que apresentavam a disfunção. No grupo e 40 a 49 anos, a incidência de doença cardíaca, que seria normalmente de 0,94 por mil, era de 48,52 por mil naqueles com impotência.

Entre os mais velhos, a relação também seria estatisticamente significativa, porém a diferença não era tão marcante como a apresentada por homens com idades entre 40 e 49 anos. "Em homens mais velhos, a disfunção erétil pode ser de menos importância prognóstica para o desenvolvimento de futura doença cardíaca", ressaltaram os autores.

O estudo não explica as razões da relação, mas os especialistas teorizam que ambos as condições são manifestações do mesmo processo de "adoecimento" cardiovascular. Uma placa de gordura que pode bloquear as artérias em torno do coração poderia, inicialmente, estreitar os pequenos vasos sanguíneos do pênis, causando dificuldades de ereção. Da mesma forma, a perda da elasticidade dos vasos poderia causar ambos os problemas.

Tipos e riscos Doença arterial coronariana A doença arterial coronariana também pode ser chamada, simplesmente, de doença do coração. O que...

Entenda a Aterosclerose

Tipos e riscos

Doença arterial coronariana
A doença arterial coronariana também pode ser chamada, simplesmente, de doença do coração.

O que é a doença arterial coronariana? Doença coronariana arterial é a aterosclerose das artérias coronarianas. A aterosclerose pode ocorrer quando as artérias ficam entupidas ou estreitadas, restringindo o fluxo de sangue para o coração. Sem o sangue necessário, o coração fica carente de oxigênio e de nutrientes vitais para que ele opere de forma adequada.


Como uma doença arterial coronariana se desenvolve?
Suas artérias coronarianas são tubos ocos. Dentro, elas são lisas e elásticas, permitindo que o sangue flua livremente.

Antes da adolescência, a gordura começa a se depositar nas paredes dos vasos sanguíneos. Conforme você envelhece, a gordura se acumula. Isso prejudica as paredes dos vasos sanguíneos.
Para tentar se curar, as células liberam substâncias químicas que fazem as paredes endurecer.
Então, outras substâncias, como as células inflamatórias, proteínas e cálcio, percorrem seu sistema sanguíneo e começam a grudar nas paredes sanguíneas. A gordura e outras substâncias se combinam para formar um material chamado placa. A placa cresce e estreita a artéria (aterosclerose).

Muitos depósitos de placas são duros internamente e moles por dentro. A superfície dura pode quebrar ou se partir, expondo a parte macia e gordurosa de dentro.Quando isso acontece, as plaquetas (partículas em forma de disco que ajudam na coagulação) vão para as artérias e um coágulo de sangue se forma ao redor da plaqueta. Isso leva a artéria a se estreitar ainda mais. Às vezes, o coágulo de sangue se parte e o abastecimento de sangue se restaura.

Ao longo do tempo, uma artéria coronariana estreitada pode desenvolver novos vasos sanguíneos que vão para envolta do bloqueio para pegar sangue para o coração. Contudo, durante período de grande stress ou esforço, as novas artérias podem não suprir o coração com o sangue rico em oxigênio de forma adequada. Em outros casos, o coágulo de sangue pode bloquear o suprimento de sangue para o músculo, causando o que é chamado de síndrome aguda coronariana. Esse, na verdade, é o nome dado a três sérios quadros:

Angina instável: Pode ser amenizada com medicação oral, é instável e pode progredir para um ataque do coração. Normalmente uma medicação mais intensa ou um procedimento é necessário para tratar essa síndrome coronariana aguda

Infarto do miocárdio sem desnivelamento do segmento ST: Esse ataque do coração não leva a mudanças substanciais no eletrocardiograma. Contudo, substâncias químicas indicam que o dano aconteceu ao coração

Infarto do miocárdio com desnivelamento do segmento ST: Esse ataque do coração é causado por um prolongado período de bloqueio no fornecimento de sangue. Afeta uma grande área do coração e causa mudanças no eletrocardiograma, assim como nas substâncias químicas do sangue.

Algumas pessoas têm sintomas que as levam a dizer que em breve terão uma síndrome aguda coronariana, outras podem não ter nenhum sintoma até alguma coisa acontecer e outras não têm nenhum sintoma da síndrome.

 O que é isquemia?
Quando uma placa ou um conteúdo gorduroso estreita a parte interna da artéria em um nível em que não se pode mais suprimir o organismo com o suficiente sangue rico em oxigênio, uma câimbra ocorre no músculo. Isso é chamado de isquemia. Ela pode ser comparada a uma cãibra na perna. Quando alguém se exercita por um longo período, os músculos têm câimbra porque eles ficam famintos de oxigênio e de nutrientes.

Seu coração, também um músculo, precisa de oxigênio e nutrientes para trabalhar. Se o abastecimento de sangue é inadequado para suprir as necessidades do coração, a isquemia acontece, e você pode sentir dor no peito ou outros sintomas. A isquemia é mais comum de ocorrer quando o coração demanda oxigênio extra. Isso é mais freqüente durante:

Esforço (atividade física)
Refeições
Estado de excitação ou stress
Exposição ao frio

A doença arterial coronariana pode progredir para um ponto no qual a isquemia pode acontecer até mesmo em repouso. Quando a isquemia é aliviada em um curto período de tempo (menos de 10 minutos) com repouso ou medicação, você pode dizer que você tem uma doença arterial coronariana estável ou uma angina estável .

Quais são os sintomas da doença arterial coronariana?
O sintoma mais comum é a angina. Angina pode ser descrita como um desconforto, peso, pressão, dor, queimação, adormecimento, sensação de estar cheio ou aperto. Pode ser confundida com indigestão ou azia. A angina é normalmente sentida no peito, mas também pode ser sentida no ombro esquerdo, nos braços, no pescoço, nas costas ou na mandíbula. Outros sintomas que podem ocorrer são:

Falta de ar
Palpitação (batimentos cardíacos irregulares ou batimentos pulados)
Aceleração dos batimentos
Fraqueza ou vertigem
Náusea
Suadouro

Aprenda a reconhecer seus sintomas e as situações que os causaram. Chame um médico se você começar a ter novos sintomas ou se eles se tornarem mais freqüentes ou severos. Se você ou alguém com quem você esteja experimentar um desconforto no peito, especialmente em conjunto com um ou dois dos sintomas listados acima, não espere mais do que cinco minutos para chamar uma ambulância ou ir ao pronto socorro.

Se você tem angina e lhe foi prescrito nitroglicerina, chame seu médico ou alguém para te levar para a emergência se a dor persistir depois de você tomar duas doses (tomadas com cinco minutos de intervalo) ou depois de 15 minutos. Os atendentes do serviço de emergência podem dar a você uma aspirina para quebrar um possível coágulo, se você não tiver nenhuma restrição ao remédio. Isquemia e até um ataque do coração podem ocorrer sem nenhum sinal de alarme. Isso é chamado de isquemia silenciosa e é mais comum em pessoas com diabetes.

Como a doença coronariana arterial é diagnosticada?
Seu médico pode dizer que você tem uma doença arterial coronariana pelos seguintes fatores: Conversando com você sobre seus sintomas, histórico médico e fatores de risco

Sua performance no exame físico
Exames de diagnóstico, incluindo um eletrocardiograma, testes de esforço, cateterismo e outros. Esses exames vão ajudar seu medico a avaliar a extensão da sua doença coronariana, seu efeito na função do coração e o melhor tratamento para você

Como a doença coronariana arterial é tratada?
O tratamento para a doença coronariana arterial envolve a redução dos fatores de risco, medicamentos, possíveis procedimentos invasivos ou cirúrgicos.

Fatores de risco

Pare de fumar:
fumantes possuem duas vezes mais risco de ter um ataque do coração do que os não-fumantes e estão muito mais propensos a morrer se sofrerem um ataque do coração.

Melhore seu colesterol: o risco de uma doença do coração sobe conforme os níveis de colesterol aumentam. Um total de colesterol acima de 200, um HDL, ou o nível do bom colesterol abaixo de 40, ou um LDL, ou o nível do mau colesterol acima de 160 indicam um aumento no risco de doenças do coração. Naturalmente, esses números precisam ser analisados caso a caso, levando em consideração todos os seus riscos de ter uma doença do coração. Uma dieta pobre em colesterol e gorduras saturadas irá reduzir os níveis de risco de uma doença do coração.

Controle a pressão sanguínea: a pressão alta é uma doença bastante comum. Assim como o colesterol, a interpretação da pressão sanguínea precisa ser particularizada, levando em consideração todo o perfil de risco. Hoje a medicação para pressão é eficiente, segura e fácil de tomar.

Exercite-se: quem não se exercita tem um risco maior de morte ou de doenças do coração comparado a indivíduos que se exercitam de forma leve ou moderada. Até atividades de lazer, como jardinagem ou caminhadas, podem reduzir seu risco.

Coma corretamente: coma uma comida saudável ao seu coração, isso é, pobre em gordura e em colesterol. Tente aumentar as quantidades de vitaminas que você ingere, especialmente antioxidantes, que comprovadamente reduzem o risco de doenças do coração.

Atinja e mantenha um peso saudável: excesso de peso impõe um esforço maior para seu coração e agrava o risco de outros fatores que levam às doenças de coração, como o diabetes. Ao comer corretamente e ao se exercitar, você pode perder peso e reduzir o risco de ter uma doença do coração.

Controle o stress e a raiva: o mau controle do stress e da raiva pode levar a ataques do coração e paradas cardíacas.

Controle o diabetes: se não controlado adequadamente, o diabetes pode levar a danos, incluindo ataques do coração e morte.

A doença cardiovascular é dividida em doenças do coração ou cardíacas, e doenças da circulação ou vasculares. Entre as doenças do coração de...

Doenças Cardiovasculares na Terceira Idade

A doença cardiovascular é dividida em doenças do coração ou cardíacas, e doenças da circulação ou vasculares.

Entre as doenças do coração destacam-se o infarto agudo do miocárdio, a insuficiência cardíaca, e a coronariopatia. A hipertensão arterial e as arritmias cardíacas são também importantes distúrbios do sistema cardiovascular.

A falência do sistema cardiocirculatório é denominado choque cardiogênico. Entre as doenças da circulação destacam-se a insuficiência arterial periférica, o aneurisma da aorta abdominal, a embolia pulmonar, a arterite , as varizes e a trombose mesentérica e a trombose venosa profunda.

Os principais sinais da doença do coração são a falta de ar, a sensação de cansaço, as palpitações, as dores no peito e o inchaço nos pés. A tosse também pode ser um sintoma de doença cardíaca. As doenças da circulação em geral se manifestam com dores e inchaço. O principal processo patológico que leva à doença cardiovascular é a arteriosclerose.

O estudo do coração é feito através de radiografias de tórax, eletrocardiografia, ergometria, ecocardiografia, métodos nucleares (radioisótopos), tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética e angiografia (cinecoronariografia). O desenvolvimento de métodos não invasivos para o estudo do coração tem diminuído o número de cinecoronariografias. Atualmente a cinecoronariografia é feita para quantificar a doença cardíaca e determinar a indicação de tratamento cirúrgico.

A prevenção é a base do tratamento da doença cardíaca: atividade física regular, combate ao estresse e aos outros fatores de risco. Medicamentos que melhoram a força do músculo cardíaco (digitálico), que impedem as arritmias e os medicamentos trombolíticos (aspirina) formam junto com os diuréticos o arsenal terapêutico das doenças cardíacas.

Nem sempre dormir ou descansar é a atividade ideal para recarregar as energias de um cotidiano corrido e repleto de tensões. Se exercitar, s...

Atividade física é uma das melhores amigas do seu coração

Nem sempre dormir ou descansar é a atividade ideal para recarregar as energias de um cotidiano corrido e repleto de tensões. Se exercitar, sim. E os resultados são melhores ainda se a prática for aeróbica. Por melhorar o preparo físico, os exercícios fazem com que você tenha mais disposição para realizar as tarefas do dia.

Exercício é um dos melhores amigos do seu coração

E os benefícios não param por aí. A prática de atividades físicas também libera substâncias como a endorfina, que dá sensação de bem-estar e aumenta autoestima. Ou seja, deixando a preguiça de lado você cuida melhor do corpo e da mente.  

Além de aumentar a disposição, esse tipo de atividade dá aquele empurrão para o ponteiro da balança descer. Um estudo realizado na Grã-Bretanha indica que exercícios aeróbicos, como a caminhada e a corrida, são mais eficazes na inibição do apetite do que as chamadas atividades anaeróbicas, como a musculação.

Segundo a pesquisa, passar 60 minutos na esteira afeta a liberação de dois dos principais hormônios reguladores do apetite, o peptídeo YY e a grelina. O primeiro inibe a fome, e o segundo é conhecido por atuar em seu estímulo.  

Praticar exercícios não é bom apenas para queimar calorias. A atividade física também é uma das melhores amigas do seu coração e ajuda você a continuar jovem.

Um estudo canadense publicado na revista científica PLoS One mostrou que os benefícios de duas idas semanais à academia de ginástica deixam os músculos mais fortes e também mais jovens. Por isso, corra, pule, ande ou dance. Escolha a atividade que te agrada mais e vá em frente. Vale lembrar que pessoas sedentárias devem fazer exames médicos e check-ups antes de começar a praticar exercícios, principalmente se há histórico de obesidade e problemas de coração.

Fonte: Minha vida - MSN

Quem acha que fisioterapia não tem nada a ver com o coração está enganado. A especialidade fisioterapia cardiovascular existe e trabalha e...

Fisioterapia e a Cardiologia

http://coracaosaudavel.terra.com.br/fotos/notcora.jpg

Quem acha que fisioterapia não tem nada a ver com o coração está enganado. A especialidade fisioterapia cardiovascular existe e trabalha em duas frentes. A primeira é hospitalar e consta de tratamentos voltados para pacientes internados após eventos cardiovasculares. Nessa fase realiza-se fisioterapia respiratória, com exercícios físicos de baixa intensidade e um programa de reabilitação educacional em relação aos fatores de risco. Ou seja, trabalha-se junto ao paciente a importância de praticar exercícios como parte do tratamento não medicamentoso. O objetivo é focado na alta hospitalar precoce com as melhores condições físicas e psicológicas.

A segunda é ambulatorial e tem como principal finalidade aprimorar a condição física do paciente, aumentar sua capacidade aeróbia, a fim de melhorar sua saúde e qualidade de vida num contexto global. Mesmo os pacientes com insuficiência cardíaca grave podem receber um treinamento para fortalecer os músculos respiratórios, desde que seja através de técnicas bem específicas e orientadas pelo Fisioterapeuta Cardiovascular.

De acordo com Andrea Kaarina M. Bueno Silva, fisioterapeuta especialista em Reabilitação Cardiovascular e Pós-operatório de Cirurgia Cardíaca, o profissional dessa área precisa entender a doença, seus sinais e sintomas, para tratar o que foi causado no coração. Ela destaca: "o fisioterapeuta tem que entender de todos os mecanismos de ação do exercício e os fatores determinantes de intolerâncias a ele, os fatores de risco para os diabéticos, hipertensos, os de colesterol alto, obesos, fumantes, dentre outros, para tratar corretamente o paciente".

Veja mais:

Fisioterapia Cardio Pulmonar

Exercício Terapêutico na base da função

A primeira avaliação é sempre do cardiologista. É ele que instrui a sequência de exercícios ideais, o que pode ser feito e traça metas. Cabe ao fisioterapeuta montar um programa para o paciente, utilizando seu histórico clínico, sua força muscular, seu sistema respiratório e sua capacidade física através de teste ergométrico ou cardiopulmonar prévio para englobar as fases da reabilitação hospitalar ou ambulatorial.

Esta especialidade começou a ganhar força com o surgimento das equipes multidisciplinares dentro dos hospitais. A fisioterapia é peça fundamental no processo de reabilitação tanto de pacientes que já sofreram algum evento cardiovascular quanto àqueles considerados de risco moderado a alto risco.

Fonte: Terra

De acordo com um estudo norte-americano desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Colorado, 20% dos pacientes que sofreram ataque...

A dor no peito pós-infarto

http://www.mdguidelines.com/images/Illustrations/angina.jpg


De acordo com um estudo norte-americano desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Colorado, 20% dos pacientes que sofreram ataques cardíacos permanecem sentindo dores no peito mesmo um ano depois de ter ocorrido o evento.


Os pesquisadores analisaram quase dois mil pacientes, sendo que, de cada cinco, um deles sofria com as dores. Dos pacientes que responderam ao questionário do estudo, um ano após seus ataques cardíacos, 19,9% ainda tinham dores no peito e 1,2% deles sentiam dor todos os dias.


A angina, nome dado a essa dor no peito, é um sintoma comum de doenças cardíacas e, de acordo com os médicos, é normal que as vítimas de infartos continuem sentindo essas dores. Entretanto, é importante realizar tratamentos para tentar minimizar o problema.


Segundo os pesquisadores, os principais fatores que podem contribuir para essas dores são o fumo e a depressão. Ainda de acordo com a pesquisa, os homens jovens com marca-passos, fumantes ou com sintomas de depressão estão mais propensos a sofrer com a angina.


Diante disso, reforça-se a recomendação médica para que os pacientes parem de fumar, além de, quando necessário, procurem ajuda psicológica para controlar a depressão.


Fonte: Terra

O músculo cardíaco requer um constante abastecimento de sangue rico em oxigênio para se nutrir. As artérias coronarianas proporcionam ao c...

O que acontece em um ataque do coração?

O músculo cardíaco requer um constante abastecimento de sangue rico em oxigênio para se nutrir. As artérias coronarianas proporcionam ao coração essa fonte de abastecimento. Se você tem uma doença coronariana arterial, aquelas artérias se estreitam e o sangue não pode fluir tão bem quanto deveria.

Substâncias gordurosas, cálcio, proteínas e células inflamatórias se acumulam nas artérias para formar placas de diferentes tamanhos. As placas de depósito são duras por fora e macias por dentro. Quando a placa é dura, sua casca se quebra (ruptura da placa), plaquetas (partículas em forma de disco que ajudam na coagulação) chegam à área e coágulos de sangue se formam ao redor da placa.
 
http://2.bp.blogspot.com/_ScduU91aMTs/TEhrJABbpmI/AAAAAAAABWs/WbicZgLdpt4/s1600/cora%C3%A7ao.JPG

Se um coágulo bloqueia totalmente a artéria, o músculo cardíaco fica faminto de oxigênio. Em pouco tempo, a morte da célula ocorre, causando um dano irreparável. Isso é chamado de infarto do miocárdio ou ataque do coração. Embora não seja comum, um ataque do coração também pode ser causado por um espasmo na artéria coronária.

Durante o espasmo coronário, as artérias coronárias se contraem ou ficam alternando espasmos, reduzindo o recebimento de sangue no músculo cardíaco (isquemia). Isso pode acontecer em relaxamento e pode ocorrer em pessoas sem uma doença coronária arterial significante.

Cada artéria coronária supre de sangue uma região do coração. O tamanho do dano ao coração depende do tamanho da área afetada pela artéria bloqueada e o tempo entre a lesão e o tratamento. A cicatrização do coração começa logo após o ataque e leva cerca de oito semanas.

Assim como um machucado na pele, é formada uma cicatriz na área afetada. Mas o novo tecido da ferida não se contrai ou bomba como um tecido saudável do coração. Então, a capacidade de bombear é reduzida depois de um ataque. O tamanho da perda dessa capacidade depende do tamanho e da localização da cicatriz.

Fonte: Minha Vida

Fisioterapia no Ave Agudo - Fase Hospitalar


Hoje eu poderia comemorar com um video, com uma foto bacana ou com um discursso em voz lindão. Poderia simplesmente desejar um Feliz Dia dos...

Obrigada Fisioterapia


Hoje eu poderia comemorar com um video, com uma foto bacana ou com um discursso em voz lindão. Poderia simplesmente desejar um Feliz Dia dos Fisioterapeutas. Desejar PARABENS efusivamente. Mas eu quero mais.

Queria dizer  quanto é importante ter um dia para comemorar alguma coisa. Se no dia do nosso aniversário, o dia é nosso, com todo mundo parabenizando e fazendo teroricamente tudo que a gente quer, devemos fazer isso pela Fisioterapia também.

Então hoje, mais do que mandar mensagens via internet ou parabenizar pessoalmente um colega de profissão, pense, reflita ssobre o que você pode fazer para elevar cada vez mais o nome da Fisioiterapia. Porque elevando o nome da Fisioterapia você estará entrando no seleto grupo de profissionais que fazem o que amam. Vamos refletir???

Deixo aqui, claro, o meu agradecimento a essa jovem senhora de 41 anos que ao longo de 8 anos de formatura me proporcionou tantas experiências que sou incapaz de lembrar uma a uma.  Mas é impossível esquecer a felicidade de paciente quando recebe alta, a Vozinha querida que leva o bolinho para o lanchinho da tarde, o sorriso quando você não está em um dia bom ou até mesmo a lição de pessoas que estão se recuperando funcionalmente, mas não tirão o sorriso da cara.

As lições que a Fisioterapia me proporciona são tantas que me fazem evoluir, dia após dia, não só como profissional mas como pessoas. E é por isso que eu agradeço. Efusivamente. Assim como é efusivamente que eu dou cada PARABENS, para cada profissional.

Gente, vamos cuidar da Fisioterapia?!

Angina do peito , é um desconforto torácico , sentido como um aperto , queimação ou presão , na região anterior do tórax. A angina do peito ...

Angina de Prinzmetal ou angina variante


Angina do peito , é um desconforto torácico , sentido como um aperto , queimação ou presão , na região anterior do tórax. A angina do peito , poderá ser chamada de estável , instável ou variante .

A angina do peito estável é aquela que apresenta sempre as mesmas características , ou seja , seu fator desencadeante , intensidade e a sua duração costumam ser sempre os mesmos .

Na angina do peito instável, o desconforto passa a ter uma maior frequência , intensidade ou duração , muitas vezes , aparecendo ao repouso . A angina do peito instável é uma emergência médica , pois poderá evoluir para um infarto do miocárdio ou até a morte . A angina do peito instável geralmente é fruto da ruptura de uma placa de gordura ( acidente da placa de ateroma ) em uma artéria coronária , levando a formação de um trombo que interrompe parcialmente o fluxo de sangue para uma área do miocárdio .

A angina do peito variante , também chamada de angina de Prinzmetal , é resultante de um espasmo da artéria coronária ( contração anormal da parede do vaso , causando-lhe um estreitamento ). Esse  espasmo , em geral , ocorre em uma artéria acometida por aterosclerose ( presença de placas de gordura ou ateromas , em suas paredes ).

A angina do peito variante , é chamada desta forma , porque se caracteriza pela ocorrência de dor com o indivíduo em repouso ( geralmente à noite ) , não durante o esforço e , por certas alterações eletrocardiográficas típicas . O exame de Holter , que é o registro eletrocardiográfico por 24 horas , pode ser útil no diagnóstico dessa doença.

O tratamento , geralmente , é semelhante ao da angina estável , no entanto , em termos de medicamentos , os nitratos ( vasodilatadores ) e os bloqueadores dos canais de cálcio ( como o diltiazem e o verapamil ) , são preferidos em relação aos betabloqueadores , para tratar o espasmo das artérias coronárias. 

www.portaldocoracao.com.br

A pericardite crônica é a inflamação resultante do acúmulo de líquido no pericárdio ou do espessamento do pericárdio. Ela apresenta um iníci...

Pericardite crônica


A pericardite crônica é a inflamação resultante do acúmulo de líquido no pericárdio ou do espessamento do pericárdio. Ela apresenta um início gradual e persiste durante um longo período. No caso da pericardite crônica com derrame, ocorre um acúmulo lento de líquido no pericárdio. Geralmente, a causa é desconhecida, mas a condição pode ser causada por câncer, tuberculose ou hipoatividade da tireóide.

Quando possível, as causas conhecidas são tratadas e, caso a função cardíaca seja normal, o médico pode adotar uma atitude expectante, observando a evolução do quadro. A pericardite constritiva crônica é uma doença, a qual, em geral, ocorre quando há formação de tecido fibroso (cicatricial) em torno do coração. O tecido fibroso tende a contrair no decorrer do tempo, comprimindo o coração e reduzindo seu tamanho.

A compressão aumenta a pressão nas veias que retornam o sangue ao coração porque é necessária maior pressão para enchê-lo. Ocorre um acúmulo de líquido e, em seguida, um escape e acúmulo sob a pele, no abdômen e, às vezes, nos espaços em torno dos pulmões.

Causas

Qualquer condição que cause pericardite aguda pode causar pericardite constritiva crônica, mas, geralmente, a causa é desconhecida. As origens conhecidas mais comuns da pericardite constritiva crônica são as infecções virais e a radioterapia utilizada no tratamento do câncer de mama ou de um linfoma. A pericardite constritiva crônica também pode ser decorrente de artrite reumatóide, do lúpus eritematoso sistêmico, de alguma lesão prévia ou de uma infecção bacteriana. Antigamente, a tuberculose era a causa mais comum nos Estados Unidos, mas, atualmente, ela é responsável por apenas 2% dos casos. Na África e na Índia, a tuberculose é ainda a causa mais comum de todas as formas de pericardite.

Sintomas e Diagnóstico

Os sintomas da pericardite crônica são a dispnéia (dificuldade respiratória), tosse (porque a pressão elevada nas veias dos pulmões empurra o líquido para os sacos aéreos) e fadiga (porque o coração funciona de modo deficiente). Por outro lado, o distúrbio é indolor. Também é comum o acúmulo de líquido no abdômen e nos membros inferiores.

Os sintomas fornecem indícios importantes para o diagnóstico da pericardite crônica, particularmente se não houver outra razão para a redução do desempenho cardíaco como, por exemplo, a hipertensão arterial, a doença arterial coronariana ou uma valvulopatia cardíaca. Geralmente, no caso da pericardite constritiva crônica, o coração não encontra-se aumentado nas radiografias, ao contrário do que ocorre na maioria das outras cardiopatias. Cerca de metade das pessoas com pericardite constritiva crônica apresenta depósitos de cálcio no pericárdio, os quais são observados nas radiografias.

Dois tipos de procedimentos podem confirmar o diagnóstico. O cateterismo cardíaco é utilizado para mensurar a pressão arterial nas câmaras cardíacas e nos principais vasos sangüíneos. Opcionalmente, o médico pode lançar mão da ressonância magnética (RM) ou da tomografia computadorizada (TC) para mensurar a espessura do pericárdio. Em geral, a espessura do pericárdio é inferior a 3 mm, mas, na pericardite constritiva crônica, elapode atingir 6 mm ou mais.

Tratamento

Embora os diuréticos (drogas que promovem a eliminação do excesso de líquido) auxiliem na redução dos sintomas, o único tratamento possível é a remoção cirúrgica do pericárdio. A cirurgia cura cerca de 85% das pessoas submetidas ao procedimento. Entretanto, como o risco de vida é de 5 a 15%, a maioria das pessoas afetadas não opta pela cirurgia, exceto quando o distúrbio interfere de forma substancial nas atividades quotidianas.

Visite LOJA DE FISIOTERAPIA com preços excelentes.

O infarto do miocárdio nada mais é do que a morte do músculo cardíaco por falta de irrigação. Isso acontece quando alguma coronária o nome d...

Infarto do Miocárdio


O infarto do miocárdio nada mais é do que a morte do músculo cardíaco por falta de irrigação. Isso acontece quando alguma coronária o nome das artérias da nossa bomba fica entupida, num processo chamado aterosclerose, obstruindo a passagem de sangue que leva oxigênio e nutrientes aos tecidos. Se isso durar mais que 20 minutos, o dano é irreversível e as células são destruídas. Nem sempre os sintomas são tão evidentes: além da clássica dor ou aperto no peito e da falta de ar, a pessoa pode sentir enjôos, dores nos braços, no pescoço, nos ombros e nas costas, e até desmaiar. Mas às vezes a vítima nem chega a sentir nada. 

No tratamento, podem ser usados desde remédios para revascularizar a área atingida até procedimentos como a angioplastia, que devolve a irrigação através de um cateter que viaja pelos vasos até o coração. Lá, infla-se uma espécie de balão que alarga as artérias estreitadas, liberando a passagem do sangue. Muitas vezes coloca-se também um stent, espécie de molinha que mantém a abertura por onde circula o líquido.

A taxa de sucesso dessas técnicas chega a 90%. Nos casos mais graves, quando há vários bloqueios em grandes artérias, a saída é a cirurgia de ponte de safena. Nela, o médico constrói uma espécie de desvio no local da obstrução usando um pedaço da veia safena, por onde o sangue passa a circular normalmente.


DICA DO BLOG: Veja o CURSO ONLINE sobre TESTES ESPECIAIS EM FISIOTERAPIA

Pessoas com pressão alta ou doença cardíaca deveriam evitar o consumo de bebidas energéticas, segundo estudo publicado este mês no periódico...

Energéticos x Hipertensão ou Doença Cardíaca

Pessoas com pressão alta ou doença cardíaca deveriam evitar o consumo de bebidas energéticas, segundo estudo publicado este mês no periódico Annals of Pharmacotherapy. Isso porque, segundo pesquisadores do Henry Ford Hospital, nos Estados Unidos, o consumo dessas bebidas está associado ao aumento da pressão e da frequência cardíaca mesmo em pessoas saudáveis.

"O aumento na pressão sanguínea e na frequencia cardíaca são insignificantes para adultos saudáveis, mas pode revelar-se prejudicial para pessoas com condições relacionadas ao coração", explicou o pesquisador James Kalus.

No estudo, foram avaliados 15 adultos saudáveis que se abstiveram de outras fontes de cafeína dois dias antes e durante o acompanhamento. Durante sete dias, os participantes tomaram duas latas de um energético comum, e tiveram medidos a taxa cardíaca, a pressão e o eletrocardiograma várias vezes.

Os resultados indicaram um aumento de 7,8% na frequência cardíaca no primeiro dia e de 11% no sétimo dia. A pressão, por sua vez, aumentou em 7% tanto no primeiro quanto no último dia de acompanhamento. E não houve mudanças significativas no eletrocardiograma.

Os pesquisadores acreditam que os altos níveis de cafeína e taurina (aminoácido não-essencial encontrado em carnes vermelhas e peixes) nos energéticos podem ser os responsáveis pelo aumento na pressão e na taxa cardíaca. Os níveis de cafeína, por exemplo, são equivalentes a aproximadamente duas xícaras de café.

"Baseados nas nossas descobertas, recomendamos que pessoas que têm hipertensão ou doença cardíaca e estão tomando medicação evitem o consumo das bebidas energéticas por causa de um risco potencial para sua saúde", destacaram os autores.

Fonte: Annals of Pharmacotherapy. 

Quase 80% dos adultos americanos precisam de pelo menos uma atividade de prevenção a doenças cardiovasculares, segundo estudo publicado na r...

Prevenção pode reduzir maioria de infartos e derrames, diz estudo


Quase 80% dos adultos americanos precisam de pelo menos uma atividade de prevenção a doenças cardiovasculares, segundo estudo publicado na revista especializada "Circulation". E, se essas pessoas realizassem a atividade recomendada, haveria uma redução de até 63% nos casos de infarto e de 31% nos derrames.

Entre os mecanismos de prevenção recomendados pelos especialistas americanos, incluem-se o consumo regular de aspirina por pessoas com alto risco de problemas cardiovasculares, o controle do pré-diabetes, redução de peso para os obesos, redução da pressão sangüínea para diabéticos, e redução do LDL (colesterol "ruim") em pessoas com doença arterial coronariana, além de parar de fumar.

No estudo, os especialistas avaliaram os efeitos de 11 atividades preventivas recomendadas nos Estados Unidos contra problemas cardiovasculares usando dados específicos de uma amostra representativa da população americana (National Health and Nutrition Education Survey IV).

Os resultados indicaram que aproximadamente 78% da população americana com idades entre 20 e 80 anos são candidatos a pelo menos uma atividade de prevenção a distúrbios cardiovasculares. E se elas seguissem, de forma tranqüila, a recomendação, haveria redução de 36% nos casos de infarto do miocárdio e de 20% nos derrames.

Além disso, segundo as estimativas, a implementação de todas as atividades poderia acrescentar 221 milhões de anos de vida e 244 milhões de anos com qualidade de vida para a população dos Estados Unidos nos próximos 30 anos – uma média de 1,3 anos a mais na expectativa de vida de todos.

"A aplicação agressiva das atividades preventivas recomendadas nacionalmente poderia prevenir uma grande proporção dos eventos da doença arterial coronariana e infartos que, ao contrário, espera-se que aconteçam hoje em adultos nos Estados Unidos", concluíram os autores.

Eles destacam, porém, que mais estudos são necessários para reduzir os custos de algumas das medidas preventivas, que são elevados, e melhorar sua eficiência.

Fonte: Circulation /  Boa Saúde

Depois de um dia de trabalho, minha mãe chegava do trabalho estressante dela e deitava na cama. Tinha dias que coração dela, em repouso, ...

Arritmias e suas classificações



Depois de um dia de trabalho, minha mãe chegava do trabalho estressante dela e deitava na cama. Tinha dias que coração dela, em repouso, batia 150, 160 bpm.  Obviamente não era normal. Mais tarde, descobriu-se que ela tinha um problema congênito no coração que provocada uma aritmia.

A arritmia é caracterizada pela alteração do ritmo cardíaco normal. Há alterações do ritmo cardíaco (tempo que um batimento decorre de um batimento e outro) ou da freqüência. A freqüência normal dos batimentos cardíacos é de 60 até 100 ciclos, ou batidas, por minuto (bpm). Em crianças, esses números costumam ser mais elevados, mas não grandes coisas. 

As arritmias podem ser assintomáticas ou sintomáticas, dependendo da sua intensidade e da situação clínica do portador. Corações enfermos podem tolerar menos bem uma arritmia que seria, provavelmente, assintomática para um coração sadio. 

A avaliação de algumas arritmias pode ser feita pelo médico ao realizar um exame clínico. A maneira mais exata de comprovar e registrar uma arritmia é por meios eletrônicos, que vão desde o eletrocardiograma, monitores portáteis, até os equipamentos das Unidades de Tratamento Intensivo. Existem ainda os monitores de telemetria, em que o paciente usa um pequeno registrador unido ao seu corpo que transmite os sinais, via rádio, a monitores centrais. 

Se formos usar a classificação das arritmias quanto a freqüência cardíaca, o que a minha mãe teve foi uma taquicardia. Ela sempre estava em repouso quando os batimentos passavam de 100 bpm. É normal o coração passar de 100 bpm quando se faz um esforço, mas em repouso é patológico.

O outro tipo de arritmia é a bradicardia, que ocorre quando o coração bate menos de 60 vezes por minuto. Isso em pessoas em boa forma física até pode ser normal. Com freqüências cardíacas abaixo de 60 por minuto, mesmo que seja uma manifestação transitória, é bom que um cardiologista seja consultado.

A outra forma de classificação para as arritmias é quanto as alterações de ritmo. Essas alterações de rítmo se dá no sistema elétrico do coração.

Normalmente, os batimentos cardíacos são originados em um foco localizado na aurícula direita, denominado nódulo sinusal. Os estímulos elétricos lá gerados descem até um nódulo localizado na junção das aurículas com os ventrículos. Lá a condução do estímulo sofre um pequeno retardo (para dar tempo que as aurículas se contraiam antes dos ventrículos). De lá o estímulo segue para os ventrículos, através de um sistema condutor que tem dois feixes, um para cada ventrículo, provocando a sua contração, que é denominada sístole. O período de tempo em que o coração não está em contração denomina-se diástole e é o período de repouso do músculo cardíaco.

Os estímulos cardíacos normais são produzidos no nódulo sinusal localizado na aurícula direita e desencadeiam as contrações, batidas, do coração, denominadas de sístoles. Quando esse nódulo não está ativo, por doença, por exemplo, muitas outras células do coração, localizadas em diferentes partes do coração, podem originar estímulos elétricos capazes de desencadear as batidas cardíacas. Esses batimentos originados nessas outras células são denominados de extra-sístoles, que podem ocorrer mesmo estando o nódulo sinusal ativo. As extra-sístoles produzem arritmias que nem sempre são percebidas pelos acometidos.

Podemos ter extra-sístoles originadas nas aurículas, nos ventrículos, bem como nos nódulos sinusal e atrio-ventricular, que podem superar e dominar os estímulos normalmente lá gerados. As extra-sístoles costumam ser seguidas de um período de repouso (diástole) mais prolongado. As extra-sístoles podem ser unifocais ou multifocais, dependendo dos diferentes lugares em que são geradas.

As extra-sístoles nem sempre são indicadoras de doença do coração, porém, se forem percebidas, é conveniente que um cardiologista seja consultado. As extrassistoles costumam acontecer aleatoriamente em relação às sístoles normais. Se mantiverem uma regularidade, se acontecer uma extra-sístole após cada sístole normal chama-se isto de bigeminismo, se elas acontecerem sempre depois de duas sístoles normais, falamos em trigeminismo. Extra-sistoles podem acontecer esporadicamente, considera-se que até dez por minuto nem sempre seja uma manifestação de doença cardíaca.

Existem também alguns tipos de arritimia que são facilmente identificadas. A Fibrilação é quando o coração não consegue manter o ritmo normal de batimentos e pode ser dividida em  auricular e a ventricular, dependendo de onde se originam os batimentos. A fibrilação auricular é a arritmia crônica mais encontrada. Na auricular os estímulos podem ter uma freqüência de até 600 batimentos por minuto. Desses estímulos somente alguns chegam a provocar contrações dos ventrículos, uma freqüência tão elevada não seria compatível com a sobrevida das pessoas acometidas. Já a fibrilação ventricular é mais grave por só ser tolerada se for de curta duração. O coração não é capaz de manter a circulação eficaz se a freqüência cardíaca for muito elevada. O tratamento é medicamentoso ou por cardioversão.

Existe tambem o flutter auricular que é uma arritmia em que em um foco ectópico das aurículas se origina de 250 a 350 estímulos por minuto, e em que de cada dois ou três, ou quatro estímulos um passa aos ventrículos. O tratamento é medicamentoso ou por cardioversão.

Quando não há socorro ou consegue-se tratamento para nenhuma desses fatos, pode ocorrer a parada cardíaca, que é quando o coração pára de se contrair. Se a parada for de curta duração pode não ser percebida; se for de maior duração pode provocar tonturas, sincope e até morte súbita. Quando o coração pára de bater por alguns minutos, desencadeiam-se alterações nos órgãos mais sensíveis à falta de oxigênio. Desses o mais sensível é o sistema nervoso. Assim pode o coração voltar à atividade, espontaneamente ou por medidas médicas. Contudo, as alterações neurológicas já estabelecidas provavelmente serão irreversíveis.

Palpitações

O sentir dos batimentos cardíacos denomina-se de palpitações. Normalmente o bater do coração não é percebido ou sentido pelas pessoas. Em certas situações de tensão ou de esforço, podemos perceber que o coração "está "batendo" no peito ou no pescoço, o que não significa necessariamente a existência de uma doença.

Do mesmo modo, as extra-sístoles também podem ser notadas ou não pelas pessoas que as apresentam.

A melhor maneira de registrar uma arritmia é através do eletrocardiograma. 


DICA DO BLOG: Veja os livros SEGREDOS EM CARDIOLOGIA e CARDIOLOGIA BÁSICA



A pericardite aguda é uma inflamação do pericárdio que apresenta um início súbito e que é freqüentemente dolorosa. A inflamação faz com que ...

Pericardite aguda





A pericardite aguda é uma inflamação do pericárdio que apresenta um início súbito e que é freqüentemente dolorosa. A inflamação faz com que o líquido (plasma) e os produtos do sangue (como fibrina, eritrócitos e leucócitos) depositem-se no espaço pericárdico. A pericardite aguda possui muitas causas, desde infecções virais (as quais podem ser dolorosas mas de breve duração e, em geral, não produzem efeitos duradouros) até o câncer, o qual é potencialmente letal.

Outras causas incluem a AIDS, infarto do miocárdio, cirurgia cardíaca, lúpus eritematoso sistêmico, doença reumatóide, insuficiência renal, lesões, radioterapia e escape de sangue de um aneurisma da aorta (dilatação da aorta com enfraquecimento de sua parede). A pericardite aguda também pode ser um efeito colateral de certas drogas, como anticoagulantes, penicilina, procainamida, fenitoína e fenilbutazona.


Tamponamento Cardíaco: a Complicação Mais Grave da Pericardite

Em geral, o tamponamento é decorrente do acúmulo de líquido ou do sangramento no pericárdio, como conseqüência de um tumor, de uma lesão ou de uma cirurgia. Infecções virais e bacterianas e a insuficiência renal são outras causas comuns.

A pressão arterial pode cair bruscamente, atingindo níveis anormalmente baixos durante a inspiração. Para confirmar o diagnóstico, o médico utiliza a ecocardiografia (procedimento que utiliza ondas ultrassônicas para gerar uma imagem do coração). Freqüentemente, o tamponamento cardíaco representa uma emergência médica. O distúrbio é imediatamente tratado através da drenagem cirúrgica ou da punção do pericárdio com uma agulha longa para remoção de líquido e redução da pressão.

O médico utiliza um anestésico local para impedir que o paciente sinta dor durante a introdução da agulha através da parede torácica. Quando possível, a remoção do líquido é realizada com monitorização ecocardiográfica. No caso de uma pericardite de origem desconhecida, o médico pode drenar cirurgicamente o pericárdio, coletando uma amostra para auxiliar na determinação do diagnóstico. Depois da pressão ser aliviada, o paciente comumente é mantido hospitalizado como medida de prevenção da recorrência do tamponamento.





Sintomas e Diagnóstico

Normalmente, a pericardite aguda provoca febre e dor torácica, a qual irradia no ombro esquerdo e, às vezes, ao longo do braço esquerdo. A dor pode ser semelhante à de um infarto do miocárdio, exceto pela sua tendência a piorar na posição deitada, durante a tosse ou com a respiração profunda.

A pericardite pode causar tamponamento cardíaco, um distúrbio potencialmente letal. Um médico pode diagnosticar a pericardite aguda através da descrição da dor pelo paciente e pela ausculta com o auxílio de um estetoscópio colocado sobre o tórax do paciente. A pericardite pode produzir um rangido forte semelhante ao de um sapato novo de couro. A radiografia torácica e a ecocardiografia (técnica que utiliza ondas ultrassônicas para gerar uma imagem do coração) podem revelar a presença de uma quantidade excessiva de líquido no pericárdio.

A ecocardiografia também pode mostrar a causa básica – por exemplo, um tumor – e mostrar a pressão exercida pelo líquido pericárdico sobre as câmaras cardíacas direitas. A pressão elevada pode ser um sinal de alarme de que existe um tamponamento cardíaco. Os exames de sangue permitem a detecção de alguns distúrbios causadores de pericardite – como a leucemia, a AIDS, infecções, a moléstia reumática e o aumento do nível de uréia no sangue conseqüente à insuficiência renal.

Prognóstico e Tratamento

O prognóstico depende da causa da pericardite. Quando causada por vírus ou por uma causa não evidente, a recuperação geralmente estende-se durante uma a três semanas. Complicações ou recorrências podem retardar a recuperação. Os indivíduos que apresentam um câncer que invadiu o pericárdio raramente sobrevivem mais de doze ou dezoito meses. Geralmente, os médicos hospitalizam os pacientes com pericardite, administram drogas que reduzem a inflamação e a dor (como a aspirina ou o ibuprofeno) e observam esses pacientes atentamente, verificando a ocorrência de complicações (sobretudo do tamponamento cardíaco).

A dor intensa pode exigir o uso de um opiáceo, como a morfina, ou de um corticosteróide. A droga mais comumente utilizada contra a dor intensa é a prednisona. O tratamento posterior da pericardite aguda varia dependendo da causa básica. Os indivíduos com câncer podem responder à quimioterapia (tratamento à base de drogas contra o câncer) ou à radioterapia. No entanto, eles são freqüentemente submetidos à remoção cirúrgica do pericárdio. Os indivíduos submetidos à diálise devido à insuficiência renal normalmente respondem às alterações de seus esquemas de diálise.

Os médicos tratam as infecções bacterianas com antibióticos e drenam cirurgicamente o pus acumulado no pericárdio. Sempre que possível, as drogas que podem causar pericardite são suspensas. Os indivíduos com episódios repetidos de pericardite resultante de infecção viral, lesão ou causa desconhecida podem obter alívio com a aspirina, o ibuprofeno ou corticosteróides. Em alguns casos, a colchicina é eficaz. Geralmente, quando o tratamento medicamentoso não é bem sucedido, é realizada a remoção cirúrgica do pericárdio.

Fonte: Manual Merck


DICA DA DANI: CURSOS ONLINE DE FISIOTERAPIA Seja um seguidor deste blog

Valorize a Fisioterapia




A morte súbita é a que ocorre sem ser esperada, tanto em pessoas doentes como sadias. A morte se dá durante à primeira hora, entre o iníci...

Saiba mais sobre a Morte Súbita



A morte súbita é a que ocorre sem ser esperada, tanto em pessoas doentes como sadias. A morte se dá durante à primeira hora, entre o início dos sintomas até ser constatado o óbito. Note-se bem: é considerada morte súbita se não forem encontrados sinais de violência ou trauma.

Se a pessoa é encontrada morta dentro das primeiras 24 horas depois da última vez em que foi vista com vida, isto também é considerado como sendo morte súbita.

A morte súbita ocorre tanto em crianças recém nascidas como em adultos. Em crianças é mais freqüente nas primeiros três meses e é rara depois do sexto mês de vida. Está provavelmente relacionada a fatores genéticos hereditários, sendo mais freqüente em filhos de mães fumantes.

Nos jovens e adultos, sedentários ou atletas, a grande maioria dos caso de morte súbita acontece por doenças do coração. Sejam elas conhecidas ou não pelos portadores ou pessoas de suas relações, podem ser congênitas, degenerativas, inflamatórias, infeciosas, provocadas por reflexos nervosos, tóxicas ou por excesso de atividades físicas. Em alguns casos podemos encontrar a soma destes fatores causando a morte. No passado, as mortes súbitas eram consideradas as que aconteciam de surpresa em pessoas tidas como normais. Seriam as mortes inexplicáveis.

Com a ampliação dos conhecimentos médicos, a melhora dos recursos de diagnóstico, como a realização de exames nos corpos de pessoas que morreram repentinamente, o leque de diagnósticos que esclarecem estas mortes vai se ampliando. Setenta e cinco porcento das vítimas de morte súbita têm doença isquêmica, por arteriosclerose, do coração. Não se sabe porquê, a grande maioria destas pessoas morrem nas primeiras horas da manhã.

Se tivermos a oportunidade de assistir a morte súbita de alguém, podemos observar que a vítima se estiver de pé, se inclina para a frente, dobra levemente os joelhos, antes de desabar flácida ao chão. Isto é útil saber para que os assistentes corram a fim de socorrer a vítima, pois os minutos inicias são os que ainda oferecem a possibilidade de salvamento. Este é um detalhe a observar, importante a quem assiste à atividades esportivas, onde as quedas dos atletas são freqüentes e que vão desde as simuladas, as justificáveis até as fatais.

As mortes súbitas, na grande maioria dos casos, são provocadas por arritmias do ciclo cardíaco. Em primeiro lugar, está a fibrilação ventricular que costuma ser precedida de taquicardia ventricular. Outras arritmias que podem provocar a morte súbita são os bloqueios aurículo ventriculares e paradas sinusais. Todas estas arritmias levam a uma queda do rendimento cardíaco, faltando sangue no cérebro, o órgão mais sensível à falta de oxigênio e que em poucos segundos faz com que a pessoa perca a consciência. Quando acontecer uma parada cardíaca ou uma arritmia severa e a pessoa perder a consciência, já com morte aparente, nos primeiros minutos a vítima ainda pode ser recuperada, ser chamada de volta à vida, SE ATENDIDA PRONTAMENTE..

Este atendimento deve seguir certas regras essenciais. O atendimento deve ser rápido e eficaz, para o quê se exige treinamento, contar com o recurso de medicamentos e aparelhos à disposição, e de pessoas capacitadas para usá-los.

As arritmias cardíacas, e as conseqüentes mortes súbitas, podem resultar da soma de fatores que as provocam. Assim, um coração previamente doente poderá apresentar uma arritmia fatal se exposto a esforços desproporcionais ou a certos medicamentos ou drogas. São cada vez mais freqüentes as mortes súbitas em pessoas tidas como sadias quando estão sob o efeito da cocaína ou Ecstasy.

Nestes casos, a morte súbita pode ser explicada pelo efeito tóxico destas drogas sobre o coração, pelo efeito vaso-constritor sobre as coronárias, mais o esforço da dança ou outra atividade física. Outras mortes súbita podem ser provocadas por reflexos vagais. Exemplos são as mortes causadas por traumatismos nos testículos, ou os famosos socos no chamado plexo solar, que pode provocar a morte em praticantes do boxe. Um traumatismo no tórax, na altura do precórdio, pode causar a morte. O exemplo seria o do jogador de futebol quando a bola lhe bate no peito justamente naquele momento em que o coração terminou a sístole - o sangue refluindo e distendendo a válvula aórtica. Se, justamente neste momento, acontecer o impacto violento da bola no peito, isto pode causar a laceração desta válvula. Por este motivo, recomenda-se aos goleiros que usem a camisa forrada.

Medicamentos, mesmo os tidos como inocentes - os descongestionantes nasais ou os usados para emagrecer -, ou os que atuam no sistema nervoso - os estimulantes ou antidepressivos-, ou ainda, certos medicamentos para tratar doenças cardíacas, podem provocar arritmias graves e que podem ser fatais.

A prática de esforços extremos pode estar relacionada com a morte súbita. O termo extremo não tem o mesmo significado para todas as pessoas. Tudo depende do condicionamento de quem pratica o esforço, ou se houver ou não uma doença conhecida. Uma pessoa doente do coração, ao se submeter a um esforço exagerado, para ela, pode vir a morrer. Um exemplo seria o daquela pessoa acometida de doença isquêmica do coração, conhecida ou não, que morre durante o ato sexual.

Lembremo-nos do herói grego, o soldado Filipides, patrono da maratona que, em 490 antes de Cristo, depois de correr os 42 quilômetros para participar ao seu chefe, Milciades, a notícia da vitória dos gregos sobre os persas, na batalha de Maraton, deu a notícia e caiu morto.

Foi uma morte súbita que, na época, emocionou os guerreiros gregos, e que até hoje a humanidade lembra.

Fonte: UOL

A terapia por exercícios é usada com o propósito de condicionar o paciente com o objetivo de retorná-lo para um estilo de vida mais ativo. ...

Cuidados para exercícios em cardiopatas




A terapia por exercícios é usada com o propósito de condicionar o paciente com o objetivo de retorná-lo para um estilo de vida mais ativo. O planejamento de um programa de exercícios tem que ter intensidade, duração e freqüência adequados para um bom condicionamento.

Intensidade

Para que aconteça uma melhora tanto da resistência cardiovascular, quanto da musculatura a fadiga, é necessário que a carga dos exercícios estejam acima do limiar de estímulo de treinamento que está
relacionado com o nível de saúde, de atividade do paciente, idade e tipo físico.

O exercício não precisa ser exaustivo para se obter uma resposta de treinamento, que geralmente ocorre em 70 a 85% dafreqüência cardíaca máxima.

Duração

A duração está relacionada a intensidade, ou seja, quanto mais baixa a intensidade do exercício, maior será a sua duração.

Freqüência

A freqüência varia conforme a idade e a saúde do paciente. Sendo mais interessante trabalhar em intensidade mais baixas, aumentando a freqüência do que o contrário. E a freqüência ideal de treinamento é eralmente de 3 a 4 vezes por semana.




Nos primeiros 10 minutos de cada sessão, realiza-se um período de aquecimento que tem como objetivo melhorar os numerosos ajustes corpo...

Condicionamento físico para cardiopatas



Nos primeiros 10 minutos de cada sessão, realiza-se um período de aquecimento que tem como objetivo melhorar os numerosos ajustes corporais que necessitam ocorrer antes da atividade física. O aquecimento também previne ou diminui a suscetibilidade do sistema músculo-esquelético as lesões, aumentando a sua flexibilidade e diminuindo a ocorrência de alterações isquêmicas e arritmias.

Este período deve ser gradual e suficiente para aumentar a temperatura muscular e central sem provocar fadiga ou reduzir o suprimento de energia.

Durante esses primeiros 10 minutos são realizados exercícios de movimentação corporal e alongamentos gerais.

O período de exercícios aeróbios, dura aproximadamente 24 minutos, onde devem ser realizados exercícios submáximos, rítmicos, repetitivos, dinâmicos e de grande grupos musculares.

É importante que a intensidade do exercício seja grande o bastante para estimular um aumento no volume sistólico e débito cardíaco e para aumentar a circulação local e o metabolismo aeróbio dentro dos grupos musculares apropriados.

Essa fase é dividida em 12 minutos de atividades na bicicleta ergométrica com carga pré-estabelecida, dependendo das condições de cada paciente. E os outros 12 minutos de marcha, marcha-corrida ou corrida a qual deve ser de forma compassada.

Depois da atividade aeróbia, é necessária uma fase de desaceleração, que ajuda a prevenir acúmulo de sangue nos membros, aumentando o retorno de sangue ao coração e cérebro, melhorar a oxidação de resíduos do metabolismo e substituições das reservas energéticas, prevenir isquemias do miocárdio, arritmias e outras complicações cardiovasculares.

As características desse período são semelhantes aos do período de aquecimento, onde durante aproximadamente 10 minutos são realizados exercícios globais no colchonete e alongamentos gerais.

Os próximos 5 minutos são reservados a um período de repouso e relaxamento.

Siga este blog. 

Já visitou o Faça Fisioterapia hoje?

A utilização da energia aeróbia durante o exercício é que produz mais efeitos benéficos, pois o exercício é feito por um longo período sem...

Efeitos da atividade física em cardiopatas



A utilização da energia aeróbia durante o exercício é que produz mais efeitos benéficos, pois o exercício é feito por um longo período sem causar fadiga. A intensidade do exercício aeróbio é sempre submáxima, o que permite que haja tempo suficiente para a oxidação dos substratos energéticos.

O tratamento da insuficiência cardíaca deve ser multifacetado incluindo modificações de estilo de vida (diminuindo os fatores de riscos), mudanças na dieta, prescrição de medicação e um programa de exercícios.

Os objetivos do exercício aeróbio são:

1. causar hipertrofia miocárdica benigna que leva a um aumento da contratilidade do miocárdio e consequentemente aumento do débito cardíaco;
2. aumento da oferta de oxigênio ao miocárdio;
3.diminuição da pressão arterial sistólica e da freqüência cardíaca no repouso;
4.diminuir obesidade, stress e normalizar o colesterol e triglicérides;
5.prevenir formação de trombos;
6.melhorar o estado psicológico;
7.diminuir a mortalidade e morbidade;
8.aumento da amplitude de movimento geral;
9.ampliar a capacidade ventilatória;
10.aumento do VO2 máximo pelo aumento da captação, transporte e absorção de oxigênio.

Fonte: Medicina Geriátrica

Seja um seguidor deste blog. Basta se adicionar abaixo.

Faça Fisioterapia